Mostrando postagens com marcador desespero. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desespero. Mostrar todas as postagens
14 de abril de 2015
Desemprego no setor imobiliário, vai ser recorde este ano
Sobre o impacto da Operação Lava Jato, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro pode "encolher" R$ 87 bilhões este ano, ao custo de 1 milhão de empregos. É o que aponta estudo elaborado pelo Grupo de Economia da Infraestrutura e Soluções Ambientais da Fundação Getúlio Vargas e pelo Centro de Estudos de Direito Econômico e Social (Cedes). O trabalho considera os efeitos da retração de gastos da Petrobrás sobre toda a cadeia de fornecedores. Só no setor da construção civil, a contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) deverá cair R$ 10 bilhões, com corte de 192 mil vagas de empregos no país. Li esta notícia na mídia, cuja fonte foi a Agência Brasil, e fiquei realmente abismado a que ponto chegamos. Estamos a beira de uma recessão sem precedente, tudo em razão da corrupção que reina neste país e que a bem da verdade (espero que esteja errado), apesar de todo este trabalho realizado pela Policia Federal, apontando os culpados, a justiça mandando prender os corruptos, empresas sendo punidas etc, no final vai dá em nada. Quem duvida? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
Labels:
construção,
desemprego,
desespero,
imóveis,
obras,
prédios,
trabalho
19 de agosto de 2014
Falta de remédio deixa doentes desesperados
Comovente a história dos pais que lutam e têm despesas gigantescas para importar e tratar os filhos com o remédio Canabidiol ( tratamento de convulsões, epilepsia), para o Brasil. É incompreensível o descaso da ANVISA e do governo brasileiro ao impôr barreiras burocráticas e legais para a liberação do uso desse medicamento, sem que haja argumentos válidos e reais apenas o preconceito por ser um derivado da maconha que não causa efeito entorpecente e seu uso já é permitido na Alemanha, no Uruguai, em Israel, na Espanha, na Holanda e nos Estados Unidos. Entretanto a Anvisa, libera agrotóxicos e dos 50 produtos químicos mais aplicados na agricultura, 22 são proibidos pela União Europeia e Estados Unidos, mas continuam sendo largamente utilizados em território brasileiro, apesar dos riscos que oferecem à saúde. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG
3 de outubro de 2013
Esgoto a céu aberto para desespero do povo
A Rede de Esgoto da Rua Feliciano Gomes, no bairro do Derby, na cidade do Recife, estado de Pernambuco, está há muito tempo com a tubulações por onde passa os dejetos obstruída, causando transtorno para pessoas que passam pelo local, automóveis que circulam pela via e principalmente para várias clínicas médicas que atuam no local. O motivo é que como a imundície não tem por onde escoar, fica saindo por uma Boca-de-lobo que fica no meio da rua e além dos problemas já citados, o mau cheiro pode ser sentido a vários metros de distância. Este problema segundo comerciantes que negociam no local, já foi notícia no Rádio, Televisão, nos jornais e, sem solução até o momento. Um absurdo sem tamanho. Prometem que vão solucionarem o problema, mandam pessoal ao local, fazem uma meia sola, vão embora e logo em seguida (dias após) o problema volta e com força total, provando assim que o serviço realizado é ruim e digno de nota zero. Afinal, até quando este esgoto vai ficar jorrando merda sobre a rua, calçada, meio-fio da via etc? Até quando a copa do mundo chegar matando assim o povo de vergonha até lá? Com a palavra a Companhia Pernambucana de Saneamento. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
26 de junho de 2013
Esgoto causa indignação e protesto
Desde abril deste ano que os moradores do Conjunto Residencial Brigadeiro Correia de Melo, localizado na Rua Jean Emile Favre, no bairro do Ipsep, convivem com um esgoto na porta de suas casas. Como a imundície não tem por onde escoar, sai por uma Boca-de-lobo em frente ao conjunto residencial, e transborda sem parar, levando o povo ao desespero. O mau cheiro reina na área. Alguns apelos já feito junto a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), mas nada foi feito para solucionar o problema. A sujeira também tomou a calçada da via, complicando e deixando indignada as pessoas, pois lhes tiraram o direito de ir e vir. Isso é uma falta de respeito para com aqueles que pagam suas obrigações em dia, e querem solução para o descaso. Foto: Cortesia dos moradores do conjunto. Breno dos Santos. Gravatá/PE
Labels:
barro,
compesa,
descaso,
desespero,
esgoto,
imundície,
lama,
mau cheiro,
povo,
saúde,
sujeira
24 de maio de 2012
Cadê as obras do Canal Guarulhos?
Até o dia de ontem (22) a Empresa de Urbanização do Recife (URB) ainda
não tinha iniciado as obras no Canal Guarulhos, como tinha prometido
através da mídia (Rádio, Televisão, Jornais, Portais, Sites e até neste
Blog. Um abusurdo esta situação, pois a
verba liberada para este fim, já se encontra nos cofres da Prefeitura
do Recife há anos. Os moradores não aguentam mais ficarem alagados, e
correndo risco de morte e perder seus pertences quando chove. Mas,
segundo a Empresa de Urbanização do Recife, os trabalhos já foram
inicados só que: Moradores não viram até hoje um só funcionário
trabalhando na obra, nem tão pouco alguma máquina (um trator por
exemplo), para quebrar as laterais do Canal para aumentar e levantar as
paredes, evitando assim que as água chegue às casas. Afinal, quando
vamos vê o pessoal da Prefeitura da cidade do Recife trabalnando na Rua e
no Canal? Quando morrer todo mundo afogado? Foto: Firmino Caetano
Junior. Fonte: Renata Martins. Recife/PE.
Labels:
alagamento,
bairro de jardim são paulo,
canal guarulhos,
chuvas,
descaso,
desespero,
emlurb,
obras pública,
prefeitura do recife,
urb
4 de maio de 2012
Amargos prejuízos e além do mais ameaçados de perderem seus imóveis sem indenização
Pessoas e comerciantes que moram as margens do Rio Una na cidade de
Barreiros, depois dos amargos prejuízos sofridos durante as enchentes no
municipio, se vêem agora diante de um grave problema. O governo do
estado tém um projeto para contruir 5 barragem no interior do estado (já
em adiantamento), justamente para repressar grandes volumes de água
durante chuvas torrenciais e avitando assim mais transtornos para os
moradores. A ideia até que é bem louvável. Um outro projeto existênte
seria a desassoreamento e afundamento da calha, com o objetivo de
aumentar a vazão da água e, assim, diminuir ao máximo os efeitos das
chuvas na área central do município. Mas para que este último projeto
seja concretizado, o governo de Pernambuco precisa retirar centenas de
casas as margens do Rio Una e ai é que está o impasse. Os imóveis que
pretende destruir sem dó nem piedade, pertencem de fato e direito as
pessoas pois são registradas no cartório de registro de imóveis e se
realmente fizer o que pertende, vai ser destruidos mais
de 500 imóveis, afetando diretamente mais de 2 mil pessoas. Muitos
estão no desespero, pois o governo não quer pagar indenizações aos
proprietários (muitos deles estabelecidos e que vivem no local há
vários anos), sobre a alegação que estes imóveis foram construidos de
forma irregular, que não deixa de ser um absurdo, pois foram
construidos na época com o aval do próprio governo (empréstimos
contraidos junto a Caixa Econômica Federal) e licença de álvara de
funcionamento ( expedido pela prefeitura ). Alguns imóveis estão
avaliados
em mais de 300 mil e em troca o governador Eduardo Campos que não quer
indenizar pelo preço de mercado e, quer dá em troca uma casa do projeto
Minha casa Minha Vida, que estão sendo contruidas bem distante do
centro da cidade e diz ele estão avaliadas em R$ 66 mil. Mas segundo
alguns corretores, estas casas não valem nem 10 mil, pois são tão
pequenas que mal cabe uma família com 3 pessoas. Uma reunião já foi
realizada com a participar das comunidades locais, um representante do
governo e o Ministério Público de Pernambuco, mais nada foi
solucionado, ou seja, tudo esta na estaca zero e o pior é que o governo
já avisou que com acôrdo ou não, haverá a demolição dos imóveis em
questão. Interessante é que nesta hora de angústia e desespero, o
prefeito do municipio junto com os vereadores da cidade, não moveram uma
palma
siques em favor do povo, que só preciam deles na hora de pedir voto.
Outros politicos que não estão nem ai para este descaso, são os
nosso Deputados Estaduais e Federais de Pernambuco, em especial os que
fora eleitos com o voto do povo de Barreiros, para defendê-los no
plenário, pois foi para isso que foram eleitos. O que
não estou entender nesta história tudo é o seguinte: Se vão contruir as
barragens, por que estão destruir as casas? Será preciso mesmo? Com a
palavra o nosso governando Eduardo Campos,
para se pronunciar sobre o assunto, pois acredito se estivesse no lugar
de uma dessa pessoas que terá sua casa destruida, não agiria dessa
forma. Ou será que estou errado? Firmino Caetano Junior. Jornalista.
Labels:
barragem,
casas,
cidade de barreiros,
desapropriação,
desespero,
governo do estado de pernambuco,
lar
24 de julho de 2010
Situação de Palmares no domingo dia 18/07/2010
Domingo (18/07/10) em visita à Palmares pudemos ver de perto os estragos provocados pelas fortes chuvas que caíram sobre a região, e também o descaso governamental. No bairro de São Sebastião (conhecido por Pedreiras)encontramos moradores que até o momento nada haviam recebido das mãos do exército.De acordo com depoimento de diversos habitantes, o exército havia passado no sábado e deixado apenas 26 cestas básicas, e estas só chegaram às mãos dos que estavam nas proximidades, portanto quem consegue pegar alguma coisa, ótimo, quem não consegue espera pela solidariedade de vizinhos. Distribui-se apenas 1 colchonete por família mesmo assim, nem todas foram beneficiadas. O povo busca informações mas, não há a quem recorrer, muitos afirmaram que, no centro de arrecadação e distribuição que funciona na FAMASUL (Faculdade da Mata Sul) não há critérios, pessoas que não foram afetadas conseguem receber doações principalmente colchões e lençóis novos, e cestas básicas, outros que estão cadastrados não recebem donativos. De tanto ouvir as queixas da população nos dirigimos até a FAMASUL, onde o exército está coordenando os trabalhos, mas para a nossa surpresa as atividades estavam suspensas , o domingo é descanso para os soldados e voluntários.Um absurdo. Vimos pessoas famintas, mães sem nada para alimentar seus filhos, pessoas vagando desorientados pelas ruas observando os escombros em que haviam se transformado muitas construções. Tentamos falar com alguém que pudesse nos trazer esclarecimentos, mas fomos informados que só o ' tenente' é autorizado a falar e o mesmo não podia nos atender.Compreendemos que as pessoas envolvidas nos trabalhos precisam e merecem descanso, porém é urgente um sistema organizado de revezamento, o povo necessitado não pode esperar. A mídia tem divulga que, o governo do Estado enviou 300 pessoas para fazer mapeamento dos locais que foram afetados pelas chuvas. Ora, por anda anda essa equipe que não chega a determinados locais? Porque o governo não busca ajuda do pessoal dos correios e dos agentes de saúde, uma vez que estes são os profissionais que bem conhecem as localidades e o povo ? Para o governo a situação que precisa ser resolvida urgente em Palmares é a questão eleitoral de seus habitantes.O povo de Palmares espera por alimentos, água, roupas, remédios e, entre outras coisas, respeito e apoio para que possam reconstruir suas vidas com um mínimo de dignidade.
Albênia Silva/ Camaragibe
Fone(81) 9213-6271
Fotos: Claudinha Ribeiro e Luiza Lira.
Prezado Firmino Caetano,
A Ouvidoria da SEPLAG registrou sua manifestação. Ela foi encaminhada para o GERÊNCIA GERAL DE MONITORAM E AVALIAÇÃO PROGRAMAS DE GOVERNO, responsável pela coordenação da Operação Reconstrução em Palmares . Em breve, voltaremos a entrar em contato para informar as providências adotadas ou prestar os esclarecimentos devidos.
Atenciosamente,
Ouvidoria da SEPLAG
Labels:
calamidade,
desespero,
palmares,
solidariedade
Situação de Palmares no domingo dia 18/07/2010
Domingo (18/07/10) em visita à Palmares pudemos ver de perto os estragos provocados pelas fortes chuvas que caíram sobre a região, e também o descaso governamental. No bairro de São Sebastião (conhecido por Pedreiras)encontramos moradores que até o momento nada haviam recebido das mãos do exército.De acordo com depoimento de diversos habitantes, o exército havia passado no sábado e deixado apenas 26 cestas básicas, e estas só chegaram às mãos dos que estavam nas proximidades, portanto quem consegue pegar alguma coisa, ótimo, quem não consegue espera pela solidariedade de vizinhos. Distribui-se apenas 1 colchonete por família mesmo assim, nem todas foram beneficiadas. O povo busca informações mas, não há a quem recorrer, muitos afirmaram que, no centro de arrecadação e distribuição que funciona na FAMASUL (Faculdade da Mata Sul) não há critérios, pessoas que não foram afetadas conseguem receber doações principalmente colchões e lençóis novos, e cestas básicas, outros que estão cadastrados não recebem donativos. De tanto ouvir as queixas da população nos dirigimos até a FAMASUL, onde o exército está coordenando os trabalhos, mas para a nossa surpresa as atividades estavam suspensas , o domingo é descanso para os soldados e voluntários.Um absurdo. Vimos pessoas famintas, mães sem nada para alimentar seus filhos, pessoas vagando desorientados pelas ruas observando os escombros em que haviam se transformado muitas construções. Tentamos falar com alguém que pudesse nos trazer esclarecimentos, mas fomos informados que só o ' tenente' é autorizado a falar e o mesmo não podia nos atender.Compreendemos que as pessoas envolvidas nos trabalhos precisam e merecem descanso, porém é urgente um sistema organizado de revezamento, o povo necessitado não pode esperar. A mídia tem divulga que, o governo do Estado enviou 300 pessoas para fazer mapeamento dos locais que foram afetados pelas chuvas. Ora, por anda anda essa equipe que não chega a determinados locais? Porque o governo não busca ajuda do pessoal dos correios e dos agentes de saúde, uma vez que estes são os profissionais que bem conhecem as localidades e o povo ? Para o governo a situação que precisa ser resolvida urgente em Palmares é a questão eleitoral de seus habitantes.O povo de Palmares espera por alimentos, água, roupas, remédios e, entre outras coisas, respeito e apoio para que possam reconstruir suas vidas com um mínimo de dignidade.
Albênia Silva/ Camaragibe
Fone(81) 9213-6271
Fotos: Claudinha Ribeiro e Luiza Lira.
Labels:
calamidade,
desabrigados,
descaso,
desespero,
fome
Situação em Palmares domingo dia 18/07/2010
Domingo (18/07/10) em visita à Palmares pudemos ver de perto os estragos provocados pelas fortes chuvas que caíram sobre a região, e também o descaso governamental. No bairro de São Sebastião (conhecido por Pedreiras)encontramos moradores que até o momento nada haviam recebido das mãos do exército.De acordo com depoimento de diversos habitantes, o exército havia passado no sábado e deixado apenas 26 cestas básicas, e estas só chegaram às mãos dos que estavam nas proximidades, portanto quem consegue pegar alguma coisa, ótimo, quem não consegue espera pela solidariedade de vizinhos. Distribui-se apenas 1 colchonete por família mesmo assim, nem todas foram beneficiadas. O povo busca informações mas, não há a quem recorrer, muitos afirmaram que, no centro de arrecadação e distribuição que funciona na FAMASUL (Faculdade da Mata Sul) não há critérios, pessoas que não foram afetadas conseguem receber doações principalmente colchões e lençóis novos, e cestas básicas, outros que estão cadastrados não recebem donativos. De tanto ouvir as queixas da população nos dirigimos até a FAMASUL, onde o exército está coordenando os trabalhos, mas para a nossa surpresa as atividades estavam suspensas , o domingo é descanso para os soldados e voluntários.Um absurdo. Vimos pessoas famintas, mães sem nada para alimentar seus filhos, pessoas vagando desorientados pelas ruas observando os escombros em que haviam se transformado muitas construções. Tentamos falar com alguém que pudesse nos trazer esclarecimentos, mas fomos informados que só o ' tenente' é autorizado a falar e o mesmo não podia nos atender.Compreendemos que as pessoas envolvidas nos trabalhos precisam e merecem descanso, porém é urgente um sistema organizado de revezamento, o povo necessitado não pode esperar. A mídia tem divulga que, o governo do Estado enviou 300 pessoas para fazer mapeamento dos locais que foram afetados pelas chuvas. Ora, por anda anda essa equipe que não chega a determinados locais? Porque o governo não busca ajuda do pessoal dos correios e dos agentes de saúde, uma vez que estes são os profissionais que bem conhecem as localidades e o povo ? Para o governo a situação que precisa ser resolvida urgente em Palmares é a questão eleitoral de seus habitantes.O povo de Palmares espera por alimentos, água, roupas, remédios e, entre outras coisas, respeito e apoio para que possam reconstruir suas vidas com um mínimo de dignidade.
Albênia Silva/ Camaragibe
Fone(81) 9213-6271
Fotos: Claudinha Ribeiro e Luiza Lira.
Labels:
chuvas,
desabrigados,
descaso,
desespero,
governo
Assinar:
Postagens (Atom)

