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4 de novembro de 2012

Reportagem distorcida

Li uma reportagem na internet que não entendi ou estava distorcida. Dizia que um brasileiro foi vítima do furacão Sandy, quando bateu com seu carro numa árvore que tinha sido derrubada por ele. Ora, se isso não ocorreu durante a sua passagem e sim depois, poderemos também afirmar que alguém morreu vítima da seca nordestina ao bater com seu carro numa vaca morta na rodovia, pela sede e fome ou que alguém morreu vítima da beleza de uma mulher ao contrair alguma doença ao fazer amor com ela. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.  www.firminocaetanojunior.blogspot.com

25 de agosto de 2012

Solução para a crise mundial

Considerando que Miriam Leitão sempre sabe o que deve ser feito para resolver o problema da crise econômica mundial, se torna fácil resolvê-la. A Rede Globo poderia mandar Miriam leitão para ser assessora econômica/financeira de Barack Obama. Assim, como o USA ainda é a locomotiva da economia mundial, os USA sairiam da crise puxando os demais países. Meu medo é que os comentaristas de futebol também sabem tudo, mas só dão "prognósticos" certos no final do jogo. Foto: web. Edson Campos e Silva. Recife/PE.  Aprenda inglês em 8 semanas. Clique no link ao lado:  http://www.msafiliados.com/affiliates/id/1110_170

2 de julho de 2012

Pena de morte

Matar criminosos não resolve: Eles não morrem. Seus corpos descerão à sepultura. Mas eles, espíritos imortais, seguirão vivos e ativos, pesando negativamente no ar que respiramos. E muitos poderão voltar piores do que foram. O problema da criminalidade alimenta-se do egoísmo social, da exacerbação dos conceitos materialistas da vida, da deseducação e do desamparo das multidões ignorantes e carentes, que se revoltam contra os desníveis da fortuna e os exemplos irresponsáveis da corrupção, exibicionismo e desperdício. Sem que essas causas letais sejam removidas, será inútil e contraproducente o apelo e falsas soluções de violência punitiva, cujo efeito será apenas o agravamento das vinditas e o favorecimento a erros judiciais irreparáveis. Para quem não ama a vida que tem e odeia os seus semelhantes, a ameaça de morte só faz aguçar-lhe a ferocidade e o desespero. A função diretiva dos governos, em todos os níveis de autoridade, não pode ser a de implacáveis carrascos vingadores. Cabem-lhes, sim, as responsabilidades de prevenir e combater o crime, conter e recuperar os criminosos, minorar as carências sociais, provendo educação e assistência social para todos. Será ilusão infeliz e criminosa a instituição de um estado homicida e uma justiça assassina para viabilizar a paz social através de crueldade e do desforço. O "não matarás" continua sendo lei divina, cujo descumprimento trará sempre, inevitavelmente, as mais desastrosas consequências. E não adianta matar o corpo de um espírito imortal, que somente o amor legítimo e freterno pode transformar para o bem, a felicidade e a paz. Foto: web.

13 de março de 2012

Estados Unidos estrear Superbomba em conflito com o Irã


Uma bomba “arrasa-bunker” de 13,6 toneladas, capaz de perfurar uma camada de até 65 metros de concreto antes de explodir, é uma “grande arma” a ser usada em um eventual conflito dos Estados Unidos com o Irã. A superbomba, que os militares começaram a receber no ano passado, é parte do arsenal disponível caso os EUA queiram bombardear países como o Irã, que possui instalações militares subterrâneas. Washington suspeita que Teerã esteja desenvolvendo armas nucleares e não descarta uma opção militar contra isso, embora diga priorizar a pressão diplomática. O Irã diz que seu programa nuclear se destina apenas à geração de energia para fins civis. O explosivo penetrador em massa é uma grande arma. Continuamos a melhorá-la. Ela tem uma grande capacidade agora e vamos continuar a aprimorá-la. Ela é parte do nosso arsenal e será um potencial se precisarmos dela nesse tipo de cenário – disse Carlisle numa conferência sobre programas de defesa dos EUA. O secretário de Defesa norte-americano, Leon Panetta, disse em entrevista publicada, que o planejamento para uma eventual ação militar contra o Irã começou há “muito tempo”. Israel também cogita atacar as instalações militares do Irã, mas seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que isso não deve ocorrer “nos próximos dias ou semanas”. Foto/Fonte: Correio do Brasil/RJ.