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1 de novembro de 2013

O culto da saudade

As homenagens que se prestam aos "mortos" em todo mundo para os que meditam e percebem a subjetividade das coisas, têm uma significação bem mais profunda do que geralmente se imagina. Elas não refletem apenas a efetividade daqueles que ficaram; são manifestações inequívocas de uma crença inata na existência da alma e em sua sobrevivência; é a afirmação solene da certeza de que a sepultura não é o término fatal da vida, mas a porta de entrada para um novo modo de existência. Grande parte da humanidade não aprendeu, até agora, a aliar o sentimento à razão, e, por isso, as homenagens póstumas assumem ainda aspectos fúteis. Porque esse apego, esse culto aos despojos cadavéricos? Em vez de visitarmos o local onde baixaram suas carcaças putrescíveis, visitemos, em sua memória, os Cárceres, os Asilos, os Orfanatos, As enfermarias dos Hospitais e Instituições outras em que haja irmãos nosso carecidos de amor, compreensão e carinho. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

2 de novembro de 2012

Mais de 300 mil nos cemitérios

Os cinco cemitérios públicos do Recife (Santo Amaro, Várzea, Parque das Flores, Casa Amarela e Tejipió) receberam, por mais um ano, um intenso fluxo de visitantes no Dia de Finados. Somente no maior deles, o Santo Amaro, a administração municipal estimou que cerca de 30 mil pessoas tenham passado pelo local das 7h até o encerramento das atividade, às 18 horas. As visitas foram marcadas por tranqüilidade e emoção. O Cemitério de Santo Amaro teve uma programação religiosa com ponto alto na celebração da missa comandada pelo Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, numa estrutura armada do lado de fora da Capela, que contou, inclusive, com cadeiras para o público. Cerca de 120 servidores foram distribuídos nos cinco cemitérios municipais. A segurança ficou a cargo da Guarda Municipal e foi reforçada por um convênio entre a PCR e a Polícia Militar que garantiu a segurança nas áreas externas dos cemitérios. O trânsito no entorno foi disciplinado por agentes da Cia. de Trânsito de Transporte Urbano. Foto: Antônio Tenório. Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura da cidade do Recife. www.firminocaetanojunior.blogspot.com

2 de julho de 2012

Pena de morte

Matar criminosos não resolve: Eles não morrem. Seus corpos descerão à sepultura. Mas eles, espíritos imortais, seguirão vivos e ativos, pesando negativamente no ar que respiramos. E muitos poderão voltar piores do que foram. O problema da criminalidade alimenta-se do egoísmo social, da exacerbação dos conceitos materialistas da vida, da deseducação e do desamparo das multidões ignorantes e carentes, que se revoltam contra os desníveis da fortuna e os exemplos irresponsáveis da corrupção, exibicionismo e desperdício. Sem que essas causas letais sejam removidas, será inútil e contraproducente o apelo e falsas soluções de violência punitiva, cujo efeito será apenas o agravamento das vinditas e o favorecimento a erros judiciais irreparáveis. Para quem não ama a vida que tem e odeia os seus semelhantes, a ameaça de morte só faz aguçar-lhe a ferocidade e o desespero. A função diretiva dos governos, em todos os níveis de autoridade, não pode ser a de implacáveis carrascos vingadores. Cabem-lhes, sim, as responsabilidades de prevenir e combater o crime, conter e recuperar os criminosos, minorar as carências sociais, provendo educação e assistência social para todos. Será ilusão infeliz e criminosa a instituição de um estado homicida e uma justiça assassina para viabilizar a paz social através de crueldade e do desforço. O "não matarás" continua sendo lei divina, cujo descumprimento trará sempre, inevitavelmente, as mais desastrosas consequências. E não adianta matar o corpo de um espírito imortal, que somente o amor legítimo e freterno pode transformar para o bem, a felicidade e a paz. Foto: web.

17 de janeiro de 2012

Mensagem: Em defesa da vida


A primeira decepção que os aguarda é a realidade da vida que se não extingue com a transições da morte do corpo físico, vida essa agravada por tormentos pavorosos, em virtude de sua decisão tocada de suprema rebeldia. Suicidas há que continuam experimentando os padecimentos físicos da última hora terrestre, em seu corpo somático, indefinidamente. Anos a fio, sentem as impressões terrível do tóxico que lhes aniquilou as energias, a perfuração do cérebro pelo corpo estranho partido da arma usada no gesto supremo, o peso das rodas pesadas sob as quais se atiraram na ânsia de desertar da vida, a passagem das águas silenciosas e tristes sobre os seus despojos, onde procuram o olvido criminoso de suas tarefas no mundo e, comumente, a pior emoção do suicida é a de acompanhar, minuto a minuto, o processo da decomposição do corpo abandonado no seio das terra, verminado e apodrecido. De todos os desvios da vida humana o suicidio é, talvez, o maior deles pela sua caracteristica de falso heroísmo, de negação absoluta da lei do amor e de suprema rebeldia à vonta e Deus, cuja justiça nunca se fez sentir, junto dos homens, sem a luz da misericórdia. Foto: web. Autor da Mensagem: Emmanuel. Guia Espiritual do Chico Xavier.