Um estudo publicado na revista científica Astrophysical Journal Letters aponta para sinais promissores da possível existência de vida no exoplaneta K2-18b, localizado na constelação de Leão, a aproximadamente 120 anos-luz da Terra. A pesquisa foi conduzida por uma equipe da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, com base em dados obtidos pelo Telescópio Espacial James Webb. Segundo a BBC, o K2-18b é mais de duas vezes maior que a Terra, e os cientistas identificaram a presença de moléculas que, em nosso planeta, são associadas exclusivamente à atividade biológica. “Estes são os sinais mais fortes já detectados de um planeta potencialmente habitável fora do nosso Sistema Solar”, afirmou o astrofísico Nikku Madhusudhan, que liderou o estudo. Apesar da descoberta animadora, os pesquisadores alertam que ainda é cedo para afirmar com certeza que há vida no exoplaneta. “Existe um grande ‘se’ sobre se esses dados realmente indicam vida. E ninguém quer fazer essa afirmação de forma precipitada”, destacou Madhusudhan.
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30 de abril de 2025
Indícios fortes de vida em Exoplaneta animam cientistas
25 de fevereiro de 2025
Exoplaneta tem tempestades mais violentas que as de Júpiter, diz estudo
Novas observações realizadas com o Very Large Telescope (VLT), do European Southern Observatory (ESO), no Chile, revelaram detalhes surpreendentes sobre o exoplaneta WASP-121b. Os dados indicam que as condições atmosféricas desse gigante gasoso são ainda mais extremas do que se imaginava. Os cientistas descobriram que o WASP-121b orbita tão próximo de sua estrela que um ano no planeta dura apenas 30 horas terrestres. Além disso, ele apresenta uma característica peculiar: um lado permanentemente exposto a um calor intenso e outro mergulhado na escuridão perpétua. Tempestades extremas e chuva de titânio: As observações também indicaram que o exoplaneta enfrenta ventos de alta velocidade e tempestades extremamente violentas. Além disso, os pesquisadores identificaram um fenômeno incomum: chuvas de titânio em estado líquido, algo nunca antes registrado em outro planeta. Combinando todos esses fatores, os cientistas concluíram que as tempestades no WASP-121b são mais intensas do que qualquer uma já observada no nosso Sistema Solar, incluindo as gigantescas tempestades de Júpiter.
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5 de julho de 2024
Núcleo da Terra está desacelerando
O núcleo interno da Terra é formado por uma liga de ferro e níquel e, segundo pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, ele está desacelerando em relação à superfície do planeta. O estudo, publicado neste mês na Nature, indica que todas as consequências ainda são desconhecidas, mas que essa mudança pode causar alteração na duração dos dias, que podem ficar mais longos. A publicação informa que o núcleo interno, localizado a mais de 4.800 quilômetros da superfície terrestre e com dimensões similares às da Lua, diminuiu a velocidade de rotação desde 2010, ou seja, está mais lento que o exterior do planeta. O núcleo terrestre atinge até 5.400°C, o que além da distância, impossibilita o trabalho de campo pelos cientistas. As evidências validadas para a pesquisa foram as atividades sísmicas dos terremotos registrados desde então, que representam as movimentações internas do globo. Os pesquisadores se aprofundaram nos estudos sobre as atividades sísmicas da Terra registradas nos terremotos, inclusive os registrados em um mesmo local. Os dados do estudo incluíram registros de terremotos na região das Ilhas Sandwich do Sul, território britânico, onde houve o registro de 121 terremotos entre os anos de 1991 e 2023. Outra fonte para a pesquisa foram dados de testes nucleares soviéticos, de 1971 a 1974. Informações de testes nucleares franceses e americanos também foram incluídas na investigação. Essas análises dos cientistas foram transformadas em sismogramas, os registros da movimentação do solo. Eles analisaram como as ondas sísmicas se espalharam pelo planeta e, desta forma, foi possível estimar a posição e tipo de movimentação do núcleo interno. O pesquisador John Vidale, um dos autores do artigo e professor-reitor de Ciências da Terra na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da universidade, diz que essa lentidão no movimento nuclear pode alterar a duração de um dia em frações de segundo, mas isso pode ser praticamente imperceptível para os humanos
28 de abril de 2024
Sonda da Agência Europeia detecta 'aranhas' em marte
Imagens capturadas pela Agência Espacial Europeia (ESA) revelam fenômeno em Marte que gera formas semelhantes a aracnídeos. Uma imagem capturada recentemente pela sonda ExoMars Trace Gas Orbiter , da ESA, desvendou uma série de configurações na superfície de Marte que, à primeira vista, se assemelham a um conjunto de aranhas. Essas configurações bastante particulares, encontradas em uma região no polo sul do planeta vermelho denominada "Cidade Inca", derivam do gelo que, com a mudança do inverno para a primavera marciana, libera gás carbônico, formando canais que vão de 45 metros a um quilômetro de diâmetro. "Essas pequenas rachaduras se formam quando a luz do sol primaveril recai sobre a cobertura de dióxido de carbono depositada durante os meses escuros de inverno", explicou a ESA. "A luz solar transforma em gás o gelo de dióxido de carbono que está na base dessa cobertura, o que faz com que se acumule e rompa as placas de gelo superiores. O gás se libera na primavera marciana, arrastando matéria de coloração escura para a superfície e rompendo as camadas de gelo de até um metro de espessura." afirmou ainda a ESA. O gás, carregado de um pó escuro, é lançado em altas colunas através das fendas no gelo, formando gêiseres e se depositando sobre a superfície, o que cria as manchas escuras observadas nas imagens. Esses processos formam padrões sob o gelo que, vistos de cima, lembram aranhas.
26 de dezembro de 2023
Nasa sugere enviar nome para o espaço em missão ao planeta Júpiter como presente de Natal
A agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) sugeriu em um post neste domingo, 24, que poderia conceder um presente de Natal diferente este ano para os atrasados: enviar o nome de alguém para o espaço. De acordo com o post, pessoas de todos os países têm até o dia 31 de dezembro para fazer um cadastro no site da Nasa e colocar seus nomes na chamada missão Europa Clipper, que deve viajar para o planeta Júpiter em outubro de 2024. A organização americana apontou que os nomes serão gravados em microchips que serão montados na espaçonave que irá fazer o trajeto até Júpiter. A previsão de chegada da expedição é em 2030. "Precisa de um presente de última hora?", diz a publicação da Nasa na rede social Instagram. O cadastro para enviar o nome para o espaço pode ser feito no site oficial da Nasa. A agência aponta que deve realizar vários voos para a lua de Júpiter, que é chamada de Europa, com o intuito de medir se é possível que a Europa tenha condições adequadas para a vida. "Os cientistas têm quase a certeza de que por baixo da crosta gelada em constante mudança de Europa existe um vasto oceano de água salgada que contém quase o dobro da água que os oceanos da Terra. Com uma fina atmosfera de oxigênio e água abundante, Europa é considerada um dos melhores lugares do nosso sistema solar para procurar vida", apontou o comunicado da Nasa. A agência destacou que 2 milhões de nomes foram cadastrados no site da Nasa, incluindo 46 mil brasileiros.
7 de junho de 2014
É preciso economizar e preservar o meio ambiente
O crescente número de habitantes no planeta exige cada vez mais recursos naturais para atender os novos consumidores, entretanto ainda existe uma cultura do desperdício em diversos locais e realizada por pessoas que desconhecem ou ignoram a diminuição dos recursos. Essa cultura do consumismo com o pretexto de geração de emprego e renda é aceita e valorizada em nossa sociedade, entretanto só esgota a capacidade de os ambientes se recuperarem, produz lixo em excesso e inflaciona os preços. Em minha residência, por exemplo, passei a coletar em um balde aquela água fria que sai do chuveiro antes da água quente e ao final de um mês eu havia economizado o suficiente para abastecer a casa por um dia, entre outras ações que a necessidade de poupar nos impõe. Portanto, me revolta ver o cidadão lavando calçadas com água limpa e tratada ou estabelecimentos com luzes acesas durante o dia, como também postes de iluminação pública (como este da foto), pois o fato de estarem pagando pelo uso não os permitem desperdiçar algo fundamental ao coletivo. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG
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13 de abril de 2014
Mudança climática no planeta
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas foi criado em 1988 pela Organização das Nações Unidas e pela Organização Metereológica Mundia, e se tornou uma das referências mais citadas nas discussões sobre mudança climática. É um órgão composto por delegações de 130 governos para prover avaliações regulares sobre a mudança climática global. Sua criação se deu devido à percepção de que a ação humana poderia estar exercendo uma forte influência sobre o clima do planeta, sobretudo através da emissão de gases, como o dióxido de carbono, óxido nitroso e metano, que causam o efeito estufa e por isso sofre pressões políticas, pelos países que são os maiores poluidores do planeta, e que detêm maior poderio econômico-militar. Mas, nem tudo está perdido e podemos tomar decisões coletivas para preservar o planeta protestando sobre este problema nas manifestações populares que estão verificando nas ruas e redes sociais. Foto: Divulgação. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
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19 de janeiro de 2013
Caminho ao fim do mundo
As mais altas autoridades civis e militares que tenham poder de decisão sobre a utilização de fontes enérgeticas do nosso planeta e se preocupam com as gerações futuras, incluindo ai os seus netos e bisnetos, devem ouvir o que tem a dizer sobre o assunto, o professor da Universidade Federal de Pernambuco, Heitor Scalambini Costa e outros catedráticos que defendem uma energia renovável com baixo potencial poluente. Caso contrário, vamos torrar em altas temperaturas ambiente futuras. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.
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