Um novo estudo publicado na revista Aging Cell revelou que o intervalo entre as refeições pode influenciar diretamente a longevidade. A pesquisa apontou que manter uma janela moderada de alimentação, entre 11 e 12 horas por dia, está relacionado a uma redução no risco de mortalidade. Segundo os pesquisadores, intervalos mais curtos, inferiores a oito horas, elevaram o risco de morte em até 34% em comparação ao grupo de referência. Já janelas mais longas, acima de 15 horas, aumentaram o risco em cerca de 25%. Entre as mulheres, os efeitos negativos foram ainda mais evidentes em períodos mais restritos de alimentação, enquanto nos homens a diferença não foi significativa. Dietas com limitação de horários, quando aplicadas de forma moderada, mostraram benefícios como melhora nos níveis de glicose e lipídios, menor estresse e maior saúde cardiovascular. Por outro lado, a restrição excessiva pode trazer mais prejuízos que vantagens. Outro estudo, publicado na revista Communications Medicine, também associou o atraso no horário do café da manhã a problemas físicos e psicológicos, como fadiga, ansiedade, depressão e até maior risco de morte precoce. A cada hora de atraso, o risco aumentava em cerca de 10%. Para os especialistas, ajustar a rotina de alimentação pode ser uma forma simples e não farmacológica de contribuir para um envelhecimento mais saudável, especialmente em populações idosas mais vulneráveis a doenças crônicas e declínio funcional.
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21 de setembro de 2025
Estudo revela intervalo ideal entre refeições para reduzir o risco de morte
8 de maio de 2025
Seis formas de adicionar mais proteína às suas refeições
Se você quer aumentar a ingestão de proteína no dia a dia, saiba que é possível fazer isso usando alimentos que provavelmente já tem em casa — sem a necessidade de recorrer a suplementos ou proteína em pó. A proteína é um macronutriente essencial para a saúde muscular, a sensação de saciedade, o fortalecimento do sistema imunológico, entre outros benefícios importantes para o organismo. Segundo o site Eating Well, dietistas recomendam seis alimentos simples para adicionar às refeições e garantir, pelo menos, dez gramas a mais de proteína por porção. Confira: Leite ultrafiltrado, Ovos, Iogurte grego, Feijão preto, Salmão, Queijo cottage. Esses ingredientes são fáceis de incluir no cardápio diário e ajudam a manter uma alimentação equilibrada e nutritiva.
16 de janeiro de 2025
Descubra 10 vegetais ricos em proteínas para enriquecer suas refeições
Para preparar uma refeição nutritiva e satisfatória, é essencial incluir alimentos ricos em proteínas. Embora seja amplamente conhecido que carnes, leite e queijos são fontes importantes desse nutriente, muitas pessoas não sabem que vegetais também podem ser boas opções. Christine Byrne, uma nutricionista citada pela revista Self, listou exemplos de vegetais ricos em proteína: Couves-de-bruxelas: Uma xícara geralmente possui entre 4 e 6 gramas de proteína. Ervilhas: Meia xícara tem cerca de 4 gramas de proteína. Alcachofra: Uma alcachofra média pode conter cerca de 4 gramas de proteína.Abacate: Um abacate médio oferece entre 3 e 4 gramas de proteína. Espinafre: Meia xícara possui de 3 a 4 gramas de proteína. Batata: Uma batata média cozida tem em torno de 4 gramas de proteína. Soja Verde: Meia xícara contém cerca de 9 gramas de proteína. Cogumelos: Meia xícara oferece aproximadamente 3 gramas de proteína. Milho: Uma espiga média ou meia xícara de milho congelado ou enlatado possui cerca de 3 gramas de proteína. Couve verde: Uma xícara contém aproximadamente 3 gramas de proteína. Embora essas opções não sejam suficientes para atingir a quantidade diária recomendada de proteínas, podem ser um complemento valioso para enriquecer suas refeições com mais alguns gramas desse importante nutriente, explica Christine Byrne.
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