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26 de abril de 2025

Torcida ataca Vini Jr

Um grupo de torcedores do Barcelona atacou o brasileiro Vinícius Júnior e entoou cânticos dizendo "morra, Vinicius", antes da final da Copa do Rei, neste sábado (26), entre Barcelona e Real Madrid. Horas antes do pontapé inicial, torcedores do clube catalão já estão em Sevilha, palco da decisão, e cantaram em provocação a Vini Jr. Este é mais um capítulo na longa lista de provocações e ataques de torcedores rivais contra o camisa 7 do Real Madrid. Além da rivalidade natural entre Barcelona e Real Madrid, a final já está quente antes de a bola rolar. Descontente com a arbitragem, o Real Madrid emitiu um comunicado criticando as declarações do árbitro da final, Ricardo de Burgos Bengoetxea, e do VAR, Pablo González Fuertes. Essas manifestações, realizadas de maneira premeditada, demonstram, mais uma vez, uma clara e manifesta aversão e hostilidade desses árbitros contra o Real Madrid.Trecho da nota do Real Madrid. O entorno do estádio Olímpico de La Cartuja já está repleto de torcedores dos dois clubes. 

11 de abril de 2015

Torcida organizada, deve ser punida com todo vigor

Os verdadeiros torcedores são aqueles que amam os seus times, amam o futebol, respeitam os clubes adversários e sem violências. Os verdadeiros torcedores são aqueles que conhecem os jogadores pelos seus nomes, que conhecem os destaques dos seus times e discutem com quem quer que seja, futebol. Duvido, que estes que fazem as famigeradas “torcidas organizadas” têm no mínimo estes conceitos preliminares em suas mentes desorganizadas e estupidamente poluídas. Hoje é uma grande situação perigosa que estamos passando devido às violências das “torcidas organizadas” que destroem tudo por onde passa e que só fazem afastarem os maiores desejos de todos os brasileiros torcer pelos seus clubes. Que as autoridades competentes, acabem de vez com está vergonha denominadas “torcidas organizadas”. Foto: Leandro Moraes. Rogério Mota. Recife/PE

13 de abril de 2014

Vandalismo de torcedores é inaceitável

No tempo de Pelé, dava gosto assistir a uma partida de futebol, graças à quantidade de craques que sabiam o que fazer com a bola nos pés e, empolgando o público com jogadas geniais. Naquele tempo, o futebol era considerado festa, sem que houvesse confusão, brigas, correria, troca de tapas, arruaças, baderna e vandalismo. Hoje, o cenário é outro.  A cada final de jogo, haja guerra com a polícia, e com tudo que for encontrado no trajeto de retorno pra casa. São ônibus e carros que não escapam de serem incendiados com prejuízos para os proprietários. Com a chegada da delegação do Sport Club do Recife, no Aeroporto dos Guararapes, após conquistar o tri da Copa do Nordeste, na Arena Castelão, em Fortaleza, contra o time do Ceará, um grupo de torcedores pintou miséria. Soltou rojão debaixo do viaduto do aeroporto, tentou bloquear o trânsito na Avenida Mascarenhas de Morais, quis invadir o carro do Corpo de Bombeiros na marra para se aproximar dos atletas que mostravam sinais de cansaço pela maratona, obrigando a polícia a usar cassetetes, tiros de bala de borracha e gás de pimenta para dispersar os arruaceiros, evitando o vandalismo ao extremo e que no fim não dá em nada. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

30 de agosto de 2013

Violência nos estádios

Esse festival de episódios de violências ocorridos nos estádios de futebol tem como principais culpados as nossas “otoridades públicas”, civis e militares, que fogem à responsabilidade de tomar atitudes duras contra os marginais infiltrados nas torcidas organizadas, preferindo fazer do cinismo, irresponsabilidade e desfaçatez as suas principais “estratégias de ação”. A solução para esse problema é absolutamente fácil, pois bastaria que “torcedores marginais” fossem tratados de forma rigorosa, ao serem, entre outras coisas, fichados e proibidos de frequentar estádios, enquanto seus “patrocinadores”, geralmente dirigentes de clubes, também fossem penalizados, preferencialmente com multas pecuniárias para eles e sanções desportivas para os clubes que dirigem, tais como a perda de pontos e/ou a obrigação de realizar jogos sem a venda de ingressos. É simples assim! Só não resolvem a questão porque não existe o real interesse de que seja resolvida. Foto: Firmino Caetano Junior. Júlio Ferreira. Recife/PE

1 de março de 2013

Torcida organizada e suas mazelas

Um jornal local de grande circulação publicou que o Jetep não registrou queixas, após recentes jogos de futebol, pois sem as torcidas organizadas a paz reinou e “apenas” oito ônibus foram depredados (?). Não entendi. E tem que haver uma quantidade mínima de ônibus depredados, para se considerar uma “paz”? Se um motorista, cobrador, passageiro ou segurança do coletivo observar que eles ou alguém corre perigo de vida com essas pedradas e tiverem uma reação violenta contra esses marginais, estarão amparados ou não pela Lei sobre a legítima defesa? Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.

19 de fevereiro de 2013

O recife voltou ao tempo das diligências

É impressionante a desfaçatez das declarações emitidas pelo dono da empresa de ônibus envolvida no recente confronto entre as torcidas organizadas do Náutico e Sport, episódio no qual foi covardemente baleado o jovem Lucas de Freitas Lyra, de 19 anos, atualmente lutando pela vida, em um leito de UTI do Hospital da Restauração. Após a polícia levantar a possibilidade de que o disparo teria partido da arma de um dos seguranças da Globo, o proprietário simplesmente declarou que a presença de “segurança privada” em seus ônibus é uma atitude rotineira, como se não soubesse que esse tipo de atividade, do jeito como está sendo feita, pode caracterizar uma série de ilegalidades, entre as quais a de formação de milícia. Será que o proprietário da Globo acredita que pode, no Recife do século XXI, agir do mesmo jeito que agiam os donos das antigas diligências do “velho oeste norte-americano”, no século XIX. O que será que as “otoridades” têm a dizer sobre isso? Foto Arquivo: Firmino Caetano Junior. Júlio Ferreira. Recife/PE.

23 de maio de 2012

Afinal, qual foi o papel desse tal de Elói Pietá durante as prévias do PT? Observador ou "chefe de torcida"



Estranho que Direção Nacional do PT tenha enviado para atuar como observador da prévia no Recife, um sujeito que, desde que chegou na capital pernambucana, fez questão de demonstrar seu alinhamento com um dos contendores, abandonando descaradamente a postura neutralidade esperada de alguém que teria vindo exatamente para servir de “ponto de equilíbrio” entre os dois oponentes. Fica a impressão que o tal de Elói Pietá, teria enviado pela Direção Nacional do PT com a tarefa explícita de, em caso de derrota nas urnas, criar condições para que o grupo de Maurício Rands tivesse a chance de apelar para o tapetão, buscando “ganhar o jogo no grito”. Destaque-se que entre os argumentos usados por Pietá, na tentativa de demonstrar a ilegalidade do processo de escolha realizado no Recife, um deles chega a ser ofensivo ao TJPE, pois deixa claro que a possibilidade de que o grupo do prefeito João da Costa tenha induzido o juiz ao erro, através do uso de documentos “frios” (Será que “enrolar” o TJPE pernambucano é tão fácil assim? E se isso realmente ocorreu, vai ficar o “dito pelo não dito”?). Huuummm! Tomara que esse festival de irresponsabilidades termine por aqui, e não acabe descambando para suspeitas quanto a lisura do TJPE, com alegações, por exemplo, de que o prefeito João da Costa possa ter sido favorecido por um eventual açodamento por parte do juiz Nildo Nery, ao acatar a tal liminar que pedia a extensão do direito de voto a todos os filiados do PT recifense. Onde vai parar esse “furdunço”??? Foto: web. Júlio Ferreira. Recife/PE.