29 de setembro de 2012

Chamaram o Exército

O Exército Brasileiro foi acionado para amenizar a escassez de milho no Semiárido nordestino e outras regiões afetadas pela estiagem. O Semiárido enfrenta a maior seca dos últimos 50 anos e, apesar de o governo ter autorizado a remoção de 400 mil toneladas de milho para pequenos criadores de aves e porcos, há dificuldades de frete causada pelo crescimento de demanda e por novas regras que aumentaram o tempo de entrega e o preço das tarifas em tido o País. O Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, se reuniu com o Ministro da Defesa, Celson Amorim, para pedir apoio as Forças Armadas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) enviou ao Ministério da Defesa uma listagem das origens e dos destinos da produção de milho para resolver o problema de abastecimento. A partir de agora, o Ministério da Defesa deve elaborar um plano emergencial de remoção do cereal. De acordo com a Conab, um dos problemas enfrentados é que o Exército teria condições de transportar apenas carga ensacada. A estatal fará, então, o ensacamento de 400 toneladas por dia, sua capacidade atual, e pedira o apoio logístico dos militares para transportar a carga em processo que deve prosseguir até o fim do ano. É minha gente o Exército Brasileira continua fazendo a sua parte junto a sociedade brasileira. Se faz presente no morro do Alemão, no combate as drogas, vigia as nossas fronteiras, e ajuda os agricultores de todo o Brasil. Por onde andam os arautos, aqueles que não gostam do Exército? uma boa hora para se redimir dos pecados e da falácia. Foto: Firmino Caetano Junior. Luiz Solano. O Repórter do Planalto. Brasilia/DF.

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