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18 de maio de 2013

Forças armadas e o palácio do planalto

Começou o desmanche na Esplanada dos Ministérios, com a retirada daquele setor das Forças Armadas, constituídas pelo Exército, Marinha e Aeronáutica ,ou seja, o Governo Federal, quer bem longe do Palácio do Planalto, esses órgãos que tem prestado relevantes serviços ao Brasil. Como se sabe, o ex-presidente Lula, nunca  gostou de militar e, durante os 8 anos em que ficou no governo começou o seu trabalho nesse sentido. Agora o governo da presidente Dilma, deu continuidade a esse desmanche. Como Lula, Dilma também nunca gostou de militar e  ela fica constrangida com a presença dos nossos soldados em um dos principais cartões turístico de Brasília, o ministério da Defesa já abriu espaço, para abrigar o novo ministério sob o comando de Afif  Domingos. E vem mais coisa por ai. Foto: web. Colaboração: Luciano de Moura. Luiz Solano. O repórter do Planalto. Brasilia/DF.

11 de maio de 2013

Forças armadas nas ruas, seria a solução?

Durante o regime militar, por incrível que pareça, pouco se via, em notícias sobre “o banditismo”. A polícia tinha a liberdade de ação, e portanto, eles (os delinquentes)  não arriscavam muito, pois sabiam que a tal de “preventiva” era indeterminada, ou até ter  execução sumária. No entanto, “lex se fair”, ou justiça com as próprias mãos, impelia à uma certa ordem social. O Brasil já tinha o título de Tricampeão Mundial, já em 1970, mas os governos não tinha um certo senso futurista. E a população, já meia estagnada, começou a sentir o efeito da superpopulação, o desemprego, o déficit habitacional interligado à crise econômica mundial, foi, logo, se  desestruturando. Daí começou o que podemos chamar de “era da violência urbana”, e a partir dos anos 80, vocês já sabem como progrediram. Infelizmente, essa é a história, que não se deveria fazer parte dela. Foto: Firmino Caetano Junior. Breno dos Santos. Gravatá/PE

29 de setembro de 2012

Chamaram o Exército

O Exército Brasileiro foi acionado para amenizar a escassez de milho no Semiárido nordestino e outras regiões afetadas pela estiagem. O Semiárido enfrenta a maior seca dos últimos 50 anos e, apesar de o governo ter autorizado a remoção de 400 mil toneladas de milho para pequenos criadores de aves e porcos, há dificuldades de frete causada pelo crescimento de demanda e por novas regras que aumentaram o tempo de entrega e o preço das tarifas em tido o País. O Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, se reuniu com o Ministro da Defesa, Celson Amorim, para pedir apoio as Forças Armadas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) enviou ao Ministério da Defesa uma listagem das origens e dos destinos da produção de milho para resolver o problema de abastecimento. A partir de agora, o Ministério da Defesa deve elaborar um plano emergencial de remoção do cereal. De acordo com a Conab, um dos problemas enfrentados é que o Exército teria condições de transportar apenas carga ensacada. A estatal fará, então, o ensacamento de 400 toneladas por dia, sua capacidade atual, e pedira o apoio logístico dos militares para transportar a carga em processo que deve prosseguir até o fim do ano. É minha gente o Exército Brasileira continua fazendo a sua parte junto a sociedade brasileira. Se faz presente no morro do Alemão, no combate as drogas, vigia as nossas fronteiras, e ajuda os agricultores de todo o Brasil. Por onde andam os arautos, aqueles que não gostam do Exército? uma boa hora para se redimir dos pecados e da falácia. Foto: Firmino Caetano Junior. Luiz Solano. O Repórter do Planalto. Brasilia/DF.

8 de setembro de 2012

Comemoração do 7 de setembro no Recife

O Governo do Estado de Pernambuco e as Forças Armadas do Brasil comemoraram no dia de ontem o 190º aniversário da Independência do Brasil com o tradicional desfile cívico-militar. O início da solenidade aconteceu com a revista da tropa, feita pelo governador Eduardo Campos, acompanhado pelo Comandante Militar do Nordeste, General de Exército Odilson Benzi, e pelo Comandante do Destacamento Militar, General de Brigada, Manoel Lima Neto. Após a revista, o desfilie começou com o desfile de 5000 estudantes das redes pública e particular de ensino, entidades e instituições civis. Logo em seguida foi a vez dos militares, que foi apresentada as autoridades presentes pelo General Lima Neto, que deu por aberto o desfile de cada uma das forças e corporações presentes ao evento (Marinha, Exército, Força Aérea, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Policia Rodoviária Federal). Ao todo foram mais de 1900 militares que desfilaram e teve a participação de pelo menos umas 12 mil pessoas. Um detalhe que me chamou atenção, foi a ausência do prefeito do Recife João da Costa, e já esteve, juro que não vi. Foto: Firmino Caetano Junior. Veja mais fotos do desfile clicando no link ao lado: http://www.edaki.com.br/comemoracao-do-7-de-setembro-no-recife-id-68674

7 de setembro de 2012

Desfile 7 de setembro

O desfile do 7 de Setembro, estará acontecendo logo mais na avenida Cruz Cabugá com previsão de público de 12 mil pessoas. O início está previsto para as 7h com apresentação dos colégios e às 9h com apresentação da Policia Militar de Pernambuco, forças armadas (exército, marinha e aeronáutica), Corpo de Bombeiros, Samu, Celpe e por ai vai. A abertura oficial acontecerá com a chegada do governador do estado, Eduardo Campos, ao palanque oficial, que junto com outras autoridades (comandantes da policia, exército e aeronáutica), dará como iniciado o desfile. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbana avisa que tem carro, é melhor deixar em casa e ir de taxi ou ônibus, pois será bloquada 40 ruas e avenidas antes e durante o desfile. Portanto, não deixem de participarem desta grande festa, levando parentes, filhos, netos, e dentro do possível com uma bandeira do Brasil nas mãos, para demostrar o seu patriotismo. Os grandes colégios da capital como sempre não irão participar (não entendo os motivos) e com isso, a festa perde um pouco o seu brilhantismo. Uma pena e só temos a lamentar. Foto: Firmino Caetano Junior.

2 de março de 2012

Situação salarial das forças armadas brasileira


Tamanha indignação nos entristecem de corpo e alma ao saber que dois graduados da nossa Marinha de Guerra, um suboficial e um primeiro sargento, se imolaram num gesto heroico para salvar de um incêndio uma Base Naval no gélido continente Antártico. As homenagens e as medalhas militares não vão reparar perdas tão sentidas, sabendo-se que os mortos vão deixar para as suas viúvas uma mísera pensão, menos da metade do que ganha um ascensorista de elevador do Senado. Eis a questão. Reivindicar um direito não é crime. Não somos litigantes desonestos, queremos apenas o que a inflação nos tomou. Só não temos quem advogue por nós. Se não houver pressão da base, a cúpula permanecerá estática, somente uma ação provoca reação, vamos lutar por nossos direitos. Os Militares da Marinha, Exército e Aeronáutica (ativos, inativos, pensionistas e dependentes) reivindicam o mesmo direito de AUMENTO no salário uma vez que a União, ao pagar mais aos Policiais Militares do Distrito Federal, não observou o que preceitua o art.144, § 6°, da CF/88, consubstanciado pelo art. 24 do Decreto 667/69, que ela preservou. A Constituição Federal não pode ser usurpada por quem quer que seja. Observe-se, que os valores pagos aos militares das Forças Armadas constituem parâmetros aos Estados, por força da Constituição, por coerência, devem também balizar o numerário pago pela União aos policiais militares do Distrito Federal. Além disso, muito embora inexista hierarquia administrativa entre a Polícia Militar dos Estados e as Forças Armadas, a Constituição de 1988, em seu art. 144, § 6° manteve o que preconiza o Dec. 667/69, isto é, prega a relação de subordinação das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros ao Exército, que são forças auxiliares e reserva deste. A tropa dos quarteis não espera que um governo que não gosta de militares os remunere bem; quer apenas que os seus direitos salariais sejam respeitados e reajustados como sói acontecer todos os anos – salário mínimo - com a tropa assalariada do operariado. Recursos orçamentários existem. Falta apenas acabar com o justiçamento da classe militar. A contrarrevolução de 64 vai completar meio século, já pertence à história. Atualmente, os militares das Forças Armadas estão com uma defasagem salarial de 135% apenas em relação ao custo de vida e a inflação brasileira. Exercer uma profissão de risco “Morrer pela Pátria” já é uma situação que exige muita renúncia no campo espiritual, filosófico e material. Morrer pela Pátria ganhando um salário aviltante não é heroísmo, é um ato temerário! No futuro, somente os desiludidos da vida e/ou os beócios poderão fazê-lo. Tomara que não haja nada, mas no caso de uma situação tão indesejada, quem segurará o gigante? Os ingredientes são parecidos aos de 64, corrupção extrema em todos os níveis, seja de ministros, governadores, políticos, juízes e outros. Motins, greves, balbúrdias de todo tipo e desobediência às leis, como o que acabamos de ver na Bahia, Rio de Janeiro, Ceará, Piauí, Pará e outros lugares e, mais, os péssimos salários para a Segurança Pública e para as Forças Armadas são rastilhos de pólvora para convulsões sociais perigosas. Fortaleza, fevereiro 2012 - José Batista Pinheiro – Cel Ref