12 de maio de 2013

Itamaraty e o apadrinhamento

A prática do apadrinhamento que no governo petista substituiu a meritocracia para a ocupação de cargos  vem dando seus maus resultados em todas as áreas, mas na diplomacia, é a primeira vez que se constata em níveis midiáticos o quanto custa indicar gente despreparada - social, moral e profissionalmente - para um posto de tal importância para a preservação da imagem do país. Funcionários da embaixada brasileira em Sydney, Austrália, afirmam ser vítimas de assédio moral e sexual do embaixador Américo Fontenelle e de seu adjunto e conselheiro César Cidade. As queixas de 14 servidores é a de que são vítimas de constrangimento devido a serem chamados aos gritos, palavrões... e a de que a embaixada presta um serviço de categoria zero, pois um visto, que demorava 10 dias para sair, agora leva mais de mês. Em 2007 este mesmo embaixador também foi acusado de assédio moral em Toronto...mas só agora parece que as acusações estão sendo levadas à sério por Patriota, que reconhece que tais atitudes não combinam com a diplomacia. Ora, é o que dá  essa prática de só indicar companheiro, meu caro Patriota...e estamos só  começando a colher o que os petistas plantaram! Foto: web. Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP

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