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12 de dezembro de 2014

Ambulantes

Não é possível o Centro do Recife continuar com os ambulantes fazendo suas necessidades fisiológicas na rua, além de tomar todas as calçadas acabando com a mobilidade e as pessoas estão andando pela via podendo sofre um acidente. Desculpe prefeito Geral Julio mas nossa cidade está fedendo. Meu sonho é ver o centro do Recife livre dos camelôs. Mas entendo que eles precisam ganhar seu dinheiro para sobreviver, daí é preciso ativar o camelódromo para que as pessoas possam vender suas mercadorias no lugar decente. Faça isso antes da eleição de 2016, para que o Partido dos Trabalhadores (PT) não venha fazer revolução na cidade contra sua administração. Foto: Firmino Caetano Junior. Bartolomeu de Morais. Recife/PE

29 de abril de 2014

Comerciantes informais atuam na calçada e na pista de uma rua

Vários comerciantes informações, há muito tempo vem comercializando frutas, verduras, águas mineral entre outros produtos, em cima da calçada e no meio da pista da Rua Conselheiro Portela, que fica bem próximo do cruzamento da Avenida Conselheiro Rosa E Silva, no bairro dos Aflitos, no Recife, estado de Pernambuco. Na realidade, todos nós sabemos que se trata de um problema social, pois muitos deles são pessoas desempregadas, e que para poder sobreviverem, é preciso fazer alguma coisa na vida, e essa foi uma das formas encontrada para não morrer de fome. Mais estão errados, um vez que calçadas e pistas de ruas e avenidas, não é local para se vender produtos seja qual for, e sim, calçadas foram feitas para pessoas andarem e ruas para os carros se locomoveram. A prefeitura da cidade do Recife, precisa de alguma forma proibir esta prática, mais é preciso que antes de se fazer alguma coisa, procurar algum local decente e de graça, para que essas pessoas possam negociarem suas mercadorias e ganhar o pão de cada dia. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

8 de julho de 2013

Barracas na porta de banco

São várias as barracas de vendedor informais instaladas em diversas ruas e principalmente na Avenida Conde da Boa Vista (centro do Recife), vendendo de tudo, e em cima das calçadas, tirando assim o direito de ir e vir das pessoas, que pedem passagem ao prefeito Geraldo Julio. Esta por exemplo, está instalada há anos na porta de entrada da agência do Banco Itaú, deste trecho desta avenida (a mais importante do centro da cidade), e nem o gerente do banco nem a prefeitura, toma uma providência para a sua devida remoção. É bem verdade que se trata de um problema social, mas calçada foram construídas para outros fins. Além do mais, um péssimo cartão postal para os turistas que nos visitam, que leva uma péssima impressão da cidade do Recife, que anos atrás era conhecida como a capital do nordeste. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

14 de janeiro de 2011

Acabar com os camelôs nas ruas do Recife: Quem viver, verá



Nossos políticos, têm em comum a mania de fazer o povo de idiota. A nova manifestação de desrespeito para com a inteligência dos brasileiros surge no Recife. Às vésperas de devolver o posto, o vice-prefeito Milton Coelho, como que para tentar deixar uma marca positiva em sua pífia passagem pela administração municipal, mobiliza a imprensa, devidamente "adestrada" através da farta distribuição de verbas publicitárias, municipais e estaduais, para passar para a população a notícia que vai resolver um "eterno" problema do Recife, que é o caos criado pela profusão do seu comércio ambulante, costume remanescente dos tempos do Brasil Colônia, época em que a capital de Pernambuco era conhecida como "cidade dos mascates". Tudo conversa fiada! O atual ocupante da cadeira de prefeito, como se tivesse descoberto a pólvora, faz estampar na imprensa que remanejará os camelôs da Rua do Hospício, colocando-os em um terreno que estaria sendo "NEGOCIADO". A guisa de colaboração, quero informar ao "digníssimo edil" que essa estratégia já foi utilizada, no século passado, quando tentaram acabar com os camelôs da Av. Dantas Barreto, construindo um tal "camelódromo", para onde os "ambulantes" foram devidamente enxotados. O final da história o Recife conhece: o camelódromo virou um "chiqueirão", e os camelôs retirados das ruas centrais, foram imediatamente substituídos por outros. foto: web. Júlio Ferreira. Recife/Pe.