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14 de julho de 2015
Churrasqueira que pode levar à morte
Está churrasqueira feita de ferro e cheia de ferrugem, usada para comercialização de galeto na brasa, fica exposta ao sol e chuva durante o dia inteiro, neste trecho da Avenida do Forte, cruzamento com Avenida Caxangá, bairro do Cordeiro, no Recife. Quem consume o produto não sabe o risco que estar passando em pegar uma doença e vir à óbito. É que durante a noite, baratas e ratos sobem em cima desta churrasqueira em busca de resto de comida que fica durante o dia. Isso é uma situação de saúde público. No dia que a foto foi tirada, observei que tinha uns dois ratos do tamanho de um gato em cima da dita cuja, e quando perceberam a minha presença, saíram correndo em disparada. Atenção Vigilância Sanitária da Prefeitura da cidade do Recife: Que medidas serão tomadas para acabar com está falta de respeito à vida das pessoas? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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27 de abril de 2015
Feriados deste ano causarão prejuízo de bilhões e haja praia
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro, revela que os 11 feriados nacionais em dias úteis provocarão no setor, em todo o País, prejuízo médio de R$ 92,7 bilhões este ano. Em relação ao ano passado , a perda é superior em 11,4%. São lojas fechadas e centro comerciais paralisados. Isso não ocorre todos os dias, mas há um menor movimento, por causa dos feriados, enforcamento, "pontes" efetuadas por empresas ou planejamento do consumidor, que muda sua rotina em uma semana atípica, como a que estamos vivendo agora, segundo a Federação. Em cidades com forte apelo turístico, o feriado é positivo para boa parte dos hotéis, bares e restaurantes. Porém, essas regiões têm estabelecimentos mais ligados ao dia a dia da população e também podem ser afetadas pela redução do movimento do comércio. É o caso de farmácias e restaurantes que tenham convênio com empresas. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Agência Brasil
5 de fevereiro de 2015
O País dos feriados: haja descanso e reclamações
Neste ano de 2015, os comerciários terão nove feriados nacionais. Como muitos cairão em dias úteis, entre segundas e sextas-feiras, no tradicional feriadão, a categoria terá muito descanso. Mas, devido à menor quantidade de dias úteis, os comerciantes reclamam o anormal fechamento das lojas porque traz queda de vendas, menor receita, perdas estimadas em R$ 15,5 bilhões na lucratividade do comércio, e elevação dos automáticos custos trabalhistas, permitindo desequilibrar a relação folha de pagamentos/faturamento, segundo dedução da Confederação Nacional do Comércio (CNC). No cotidiano brasileiro é sempre assim. Enquanto uns vibram, outros choram. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
31 de janeiro de 2015
Supermercados fiscalizados pela Secretaria de Saúde
Dois supermercados foram inspecionados na manhã desta sexta-feira (30) durante operação conjunta entre Vigilância Sanitária (Visa) do Recife, Procon-PE, Ministério Público de Pernambuco e Delegacia do Consumidor. Tanto no Extra quanto no Bompreço, ambos localizados no bairro da Madalena, os fiscais encontraram irregulares em relação à temperatura dos alimentos. Não houve interdição. No Extra, foram inutilizados 168,5kg de carnes impróprias para o consumo. Os inspetores encontraram, no Bompreço, 23kg de peixe e algumas unidades de polpa de frutas em descongelamento. Os dois estabelecimentos foram autuados. Eles responderão a um processo administrativo-sanitário, que pode resultar em multa, cujo valor varia de R$ 40 a R$ 400 mil. Foto: Divulgação. Secretaria de Saúde do Recife
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27 de janeiro de 2015
Poucos empregos gerados em dezembro do ano passado
Tentaram esconder, mas não adiantou. O mês de dezembro do ano passado não gerou empregos no mercado formal de trabalho. Justamente o período de maior movimentação comercial. Ao contrário, em dezembro, o país registrou o fechamento de 555,5 mil postos de trabalho, apesar de ter criado em 2014, somente 396,9 mil novas vagas. Fatos decepcionantes e alarmante. O resultado foi o pior, desde 1999, quando as empresas abusaram das demissões em massa. Confirma que a curva do desemprego declina desde 2003. Desestimula os milhares de jovens disputando vagas no mercado de trabalho todo ano. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
25 de janeiro de 2015
Reajuste fiscal rejeitado pela Indústria e Comércio
Os empresários do comércio e da indústria formaram um vigoroso bloco de opiniões contrárias à aprovação deste ajuste fiscal do Governo Federal, que vai produzir efeito paralisante na economia. Perturbando ainda mais a competitividade em prática no país, elevando o patamar dos atuais impostos que já chega a 36% do PIB. Os empresários desejam juros menores, mais recursos e melhores condições de pagamento para uma indústria carente de estímulos. Esperava-se que o governo Implantasse uma perfeita coordenação entre as desequilibradas políticas fiscal (receitas e despesas), monetária (juros) e cambial (comércio exterior), e nada foi feito neste sentido. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
19 de janeiro de 2015
Comerciantes desanimados com o fraco desempenho do setor
O comércio brasileiro terminou o ano desanimado com as fracas vendas. Desaprovou o tímido movimento, culpando a política de juros altos, que encarece a vida, e a inflação crescente que reduz o poder aquisitivo da população. O ano de 2014 registrou o pior resultado dos últimos 11 anos. Marcou seguidas desacelerações no comércio. Conforme a apuração de dados, em 2010, as vendas cresceram 9,6%. Em 2011 baixaram para 7,8%, em 2012 caíram para 6.4%, em 2013 despencaram para 5,7%, fechando 2014 com magros 3,7% de crescimento. Sinal totalmente desestimulante para o segmento comercial. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
2 de janeiro de 2015
O Brasil não comemorou passagem de ano estourando champanhe
É duro, mas é verdade. Por causa de falhas administrativas, o Brasil não comemorou a passagem de ano, estourando champanhe. Com broncas seríssimas, o novo governo que assume tem mil problemas para resolver. Totalmente inadiáveis. Afinal de contas, boa parte das contas públicas fechou o ano no vermelho. Balança comercial, déficit público, conta corrente, setor elétrico e dívida pública estão no negativo. Precisando de injeção de resultados positivos para sair do aperreio. Permitir que a arrecadação, que está pequena, cresça mais do que as despesas, que andam se agigantando. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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30 de dezembro de 2014
Comércio teve vendas fracas neste natal
Os erros da política econômica refletiram no comércio varejista. O fraco movimento de vendas decepcionou no Recife. Bateu forte até nos shoppings centers que mantinham boa expectativa de vendas. Comparado aos anos anteriores, o comércio varejista preferiu não comemorar. Diversos fatores contribuíram para incrementar as mágoas dos empresários pelas magras vendas. A política de juros altos, a inflação elevada que achata salários e o alto endividamento, causado pelo consumismo. O conforto é que o comércio do Recife foi exceção. Registrou pequeno aumento de vendas. Não decepcionou, mas, podia ter sido melhor. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
14 de dezembro de 2014
Cidade desorganizada e haja ambulantes
A cidade do Recife mostra que não estar preparada para receber aglomeração de pessoas. Acomodar multidão, principalmente na mais valorizada região central da cidade. Neste final de ano, a Avenida Conde da Boa Vista, no eixo entre a as ruas do Hospício e Gervásio Pires, ficou saturada de gente, barracas e veículos. A excessiva quantidade de barracas, tomando as calçadas da avenida, dificulta a passagem de pedestres. Às vezes até força as pessoas caminhar espremidas pela reduzida pista de destinadas às motos e carros, correndo o risco de sofrer atropelamentos. A área que os ambulantes ocupam desordenamento no ponto mais disputado da famosa avenida incomoda quem tem pressa nos deslocamentos. Quem precisa se locomover com segurança. Faz tempo, a Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano promete resolver o problema. Porém, a burocracia da desapropriação atrapalha o projeto. Enquanto o assunto não passar das repetidas informações de que foram comprados cinco terrenos para abrigar os comerciantes nas ruas Sete de Setembro, Saudade, Riachuelo, Penha e Giriquiti, a população vai sofrendo com os apertos, as dificuldades, os impedimentos para andar tranquilo pelas calçadas. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
29 de novembro de 2014
Feira do Troca-Troca
O comércio informal com o nome de troca-troca parece que tinha se acabado no Recife. Passando pela avenida Dantas Barreto, no bairro de São José, pude observar que ao lado do Camelódromo, e a poucos metros de um terminal de passageiros que funciona na área, um monte de pessoas no meio da rua e em um galpão bem amplo, vendendo todo tipo de mercadoria tais como: Alfinetes, cuecas, meias, peças usadas para aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos, bicicletas, carros e por ai vai. Também se vende os tradicionais cds e dvds piratas, que levou várias bandas, cantores, lojas especializadas nas vendas de discos e até gravadoras à falência. Quem for lá pode encontrar até animais silvestres raros. Os "comerciantes" que não paga impostos e vendendo mercadorias duvidosas só saem do local em disparada, quando percebem a presença da polícia de longe, que não deixa de ser curioso este detalhe. Afinal, esse tipo de comércio não tinha se acabado no Recife? Com a palavra as autoridades. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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3 de novembro de 2014
Cartões de crédito e os juros exorbitantes
O brasileiro adora exibir variedade de cartões de crédito na carteira com elevados limites de compra. Mais como a maioria dos cartões tem anuidade que custa caro, na hora de pagar o boleto com a cobrança da taxa de anuidade, a porca torce o rabo. Segundo especialistas, existem vertentes para ter o cartão de crédito, sem problemas. Usar sem esnobação, com cautela e de preferindo possuir aqueles que não cobram taxas anuais pelo uso. Apesar de projeto aprovado sem ainda está em vigorar, prevalece a Portaria número 118/94 do Ministério da Fazenda proibindo a cobrança de preços diferenciados na compra pelo cartão. A portaria tomou por base a tese de que, embora compras feitas via cartão, toda compra a prazo pelo cartão tem o pagamento à vista. Quem tem cartão de crédito todo cuidado é pouco. A prudência evita tornar-se um consumidor compulsivo. Todavia, quem tiver cartões de crédito de várias bandeiras é preferível concentrar as compras apenas num único cartão. Assim, facilita controlar os gastos, permite pagar a fatura sempre pelo valor integral, fugindo da armadilha do rotativo para evitar os juros altíssimos. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
2 de novembro de 2014
Prefere ser Camelô, do que ter carteira do trabalho assinada
Como detesta viver submisso entre quatro paredes, recebendo ordens do patrão, o brasileiro prefere ser camelô a ter carteira do trabalho assinada. Curte viver a vida de ambulante, livre e solto, dono das ventas, autônomo, sem hora certa para entrar ou sair, a depender de horário no interior de fábricas ou nas lojas. Atualmente, alguns detalhes levam as pessoas a optar pela informalidade. O autoritarismo patronal, a insegurança no emprego, as precárias condições de trabalho, o baixo salário. Dependendo de greves para registrar aumento na carteira profissional. Foi o que apurou uma pesquisa da Fundação Joaquim Nabuco sobre a expansão do comércio informal no Recife. Apesar de o comércio informar ser formado por uma série de pessoas, passando pelo fornecedor das mercadorias, o dono do depósito para guarda o estoque, o agiota que financia o negócio, além do próprio vendedor. Porém tem um problema que depende somente do poder público. A desorganização na armação de barracas, a falta de infraestrutura na ocupação do terreno pelos camelôs, a forte concorrência chinesa oferecendo aos ambulantes produtos de baixa qualidade com preços baratos. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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31 de outubro de 2014
Fiscalização na Ceasa
Uma operação conjunta formada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Agência de Defesa Agropecuária de Pernambuco, Vigilância Sanitária do Recife, Procon, Delegacia do Consumidor e Ministério Público vistoriou, no dia 29.10.2014, estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal localizados no complexo do Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa). Dez lojas e dez casas especializadas na comercialização de ovos foram inspecionadas por mais de 60 profissionais dos órgãos envolvidos. O objetivo foi combater a clandestinidade dos produtos de origem animal. Durante a fiscalização foram identificadas outras irregularidades como por exemplo: Alimentos mantidos em temperaturas inadequadas e armazenados de forma irregular, produtos vencidos e sem informações de procedência. Os alimentos foram apreendidos e inutilizados. Foto/Fonte: Vigilância Sanitária do Recife
21 de outubro de 2014
Vendas de aparelhos eletrônicos é um sucesso
O comércio eletrônico chegou pra ficar, acumulando sucessos. Anualmente as lojas virtuais tem melhorado o desempenho, graças ao crescente aumento no volume de vendas pela internet. Estima-se que no próximo dia da Black Friday, que acontece na última sexta-feira de novembro, tradicionalmente conhecido como o dia de queima de estoques, as vendas dobrem. Viciados em consumo e loucos por descontos, os brasileiros, fugindo da desaceleração do varejo nacional, aguardam ansiosos a feira do Black Friday para realizar as suas compras de Natal e comprar os lançamentos de aparelhos de informática, eletrônicos, de eletrodomésticos, moda, e de celulares. Pouco se importando se no Brasil o cenário está contaminado pelos graves sintomas de altos juros, inflação crescente e, principalmente, de endividamento nas famílias. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
15 de outubro de 2014
Visa interdita estabelecimento comercial
A Vigilância Sanitária (Visa) da Secretaria de Saúde do Recife interditou, último dia 13, em conjunto com o Ministério Público de PE, Procon-PE e Delegacia do Consumidor, o Lojão do Condomínio, que fica na Rua Real da Torre, Madalena, Zona Oeste do Recife. Durante a operação, foi encontrada grande quantidade de produtos com o prazo de validade vencido, problemas estruturais e ambientes sem higiene. Quando os fiscais chegaram ao estabelecimento, encontraram paredes rachadas e com mofo, salas desorganizadas, chão sujo e banheiros funcionando em condições precárias. O local onde os funcionários deixavam os pertences também era muito bagunçado. Na loja, quase todas as seções apresentavam irregularidades. Grande parte dos produtos saneantes encontrados nas prateleiras estava com o prazo de validade expirado. Algumas mercadorias tinham embalagens violadas. A loja continuará fechada até cumprir todas as exigências feitas pelo Órgão. Fonte/Foto: Vigilância Sanitária da PCR.
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26 de setembro de 2014
Roubo de energia na indústria
Barraqueiros informais instalados na Rua da Indústria, rua esta que fica transversal com Avenida Dantas Barreto e por trás da Avenida Nossa Senhora do Carmo, no Bairro de Santo Antônio, centro do Recife, estão puxando energia para suas barracas através de ligações clandestinas (as famosas gambiarras). São tomadas instaladas nas paredes da rua e quem passa pelo local, fica até com medo de levar um chove, pois os fios ficam espalhados pelo chão a vista de todo mundo. O perigo de acontecer acidentes/incêndios etc, e até levar alguém à morte é grande, e no final quem paga a conta junto a Celpe são os comerciantes legais que atuam na área, pois muitas das gambiarras são puxadas das lojas as escondidas. Os empresários só percebem quando recebem as faturas da conta de luz. Que medidas serão tomadas pela Celpe para acabar com está esculhambação? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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24 de setembro de 2014
Pequenos e médios empresários, sonham com reforma tributária
Incomodados com os altos impostos em vigor, os empresários pedem a priorização para nova reforma tributária. Diferente das outras 15 reformas que foram implantadas desde 2008 que não serviram pra nada. Realmente, a atual regra de tributação no país é complexa. Segue o ritual de altas alíquotas de impostos, causa insegurança à produção, explora com rigor a enfadonha e improdutiva burocratização. Por outro lado, os empresários também criticam as repetidas reduções temporárias do Imposto sobre Produtos Industrializados que só beneficiam a indústria automotiva e o segmento de linha branca, deixando o setor de serviços, altamente prejudicado. A maioria do empresariado tem plena convicção de que simplificando a sistemática tributária, o país pode entrar numa salutar etapa de progresso econômico, ao contrário da exagerada gama de obrigações tributárias que fecha as portas da produtividade. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
3 de setembro de 2014
Barracas na calçada que dá acesso ao Metrô
São dezenas de barracas instaladas em cima da calçada que dá acesso a Estação Recife do Metrô, tirando assim o direito de ir e vir das pessoas. O comercio informal atua livremente vendendo de tudo que se possa imaginar e o pior: acumulando toneladas de lixo no local, que termina indo direto para a Rede de Água Pluvial para Rua Floriano Peixoto, Bairro de São José, entupindo a via, e quando chove, causando alagamento e transtorno à todos. A Prefeitura do Recife através do Secretaria Executiva de Controle Urbano e Emlurb (Empresa de Limpeza Urbana do Recife), precisa enviar ao local fiscais, para ver a real situação de como se encontra o local, e tomar as medidas cabíveis para o descaso que persiste há meses. Afinal, por anda este órgãos municipais, pois tenho feito várias denuncias construtivas e eles nada fazem? Algum problema contra o nosso blog? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
17 de agosto de 2014
Driblando o consumidor
Na pressa, durante as cansativas compras de supermercados, pouca gente percebe, mas a indústria de alimentos está usando um artifício eticamente discutível para combater o prejuízo da inflação, que chegou a 6,52% em 12 meses, terminados em junho. Observa-se nas prateleiras a redução das embalagens de alguns produtos para conseguir manter o mesmo preço. Uma famosa marca de lei em pó, por exemplo, que até pouco tempo trazia 300g do lácteo, agora traz 280g. Chocolates, biscoitos, queijos, cereais seguem o mesmo caminho. A redução em si não é ilegal, desde que seja informada com clareza. A "maquiagem de produtos" teve seu ápice nos períodos de congelamento de preços, em especial no Plano Cruzado, em 1986. Na época, as indústrias optavam por reduzir o peso dos produtos para escapar do tabelamento. O tempo passou e o consumidor ficou mais consciente sobre seus direitos e mais reativo aos aumentos, chegando a reduzir as compras ou até mesmo trocar por outra marca mais em conta. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco
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