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27 de abril de 2025

Veja os 10 golpes mais aplicados contra clientes bancários em 2024

Os golpes do WhatsApp, das falsas vendas e da falsa central/falso funcionário de banco foram as principais armadilhas aplicadas em clientes de bancos no ano passado, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). “Em um mundo cada vez mais digital e interconectado, a criatividade dos criminosos não conhece limites. A cada dia, novas tentativas de golpes surgem, visando enganar e prejudicar a população”, alerta a entidade. Em 2024, os clientes relataram terem sofrido com maior frequência os golpes de: Golpe do WhatsApp, com 153 mil reclamações,Falsas vendas, com 150 mil reclamações, Falsa central, com 105 mil reclamações, Pescaria digital, o chamado Phishing, com 33 mil reclamações, Falso investimento, com 31 mil reclamações, Troca de cartão, com 19 mil reclamações, Envio de falso boleto, com 13 mil reclamações, Devolução de empréstimo, com 8 mil reclamações, Mão fantasma, com 5 mil reclamações, Falso motoboy, com 5 mil reclamações. Folhapress  

29 de janeiro de 2025

Golpes com Pix no Brasil devem chegar a R$ 11 bilhões em 2028

Os golpes por Pix no Brasil devem atingir R$ 11 bilhões em 2028, segundo projeção da ACI Worldwide, empresa especializada em serviços de tecnologia com meios de pagamentos. Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira, 21, as perdas financeiras por golpes em formas de pagamento em tempo real - tais como o Pix - representam 63% de todas as perdas por fraude via aplicativos em todo o mundo. Em 2028, elas devem representar 80% do total. Segundo o relatório divulgado denominado "2024 Scanscope - The Battle for Trust" ("Escopo de fraude 2024 - A Batalha pela Confiança", em tradução livre), quem deve liderar o ranking são os Estados Unidos, que devem amargar R$ 12,46 bilhões em perdas financeiras por meios de pagamento instantâneos. Para chegar a esses cálculos, eles informam que se valeram de informações públicas, tais como as disponíveis nos bancos centrais, além de associações de pagamento, relatórios de empresas e feeds de notícias. Além do Brasil e Estados Unidos, o estudo traz dados de outros quatro países: Reino Unido, Índia, Austrália e Emirados Árabes Unidos.