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29 de abril de 2025

Além das transferências: Pix permite parcelamento e troco

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, movimentou R$ 17,5 trilhões no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 33,1% em relação ao mesmo período de 2024. A retomada ocorre após uma queda em janeiro, motivada por desinformações sobre normas da Receita Federal que monitoram transações financeiras, incluindo o Pix. Novas funcionalidades em 2025. O Pix receberá atualizações importantes nos próximos meses. Confira as principais novidades: Devoluções facilitadas: A partir de outubro, será possível contestar transações fraudulentas diretamente pelo app do banco, com acompanhamento digital do processo. Identificação de agendamentos: Comprovantes agora destacam transações agendadas com a frase “Agendamento Pix”, ajudando a evitar golpes. Novos recursos lançados ou previstos. Pix por aproximação: Pagamentos por NFC estão disponíveis para dispositivos Android via Google Pay, com limite inicial de R$ 500 por transação. Pix Agendado Recorrente: Permite programar pagamentos únicos ou recorrentes, com agendamento de até um ano. Pix Parcelado: Previsto para setembro de 2025, permitirá parcelar transações, competindo com cartões de crédito. Pix Automático: Em vigor a partir de junho, facilitará o pagamento automático de contas recorrentes, como luz, telefone e mensalidades. Pix Saque e Pix Troco: Já disponíveis, permitem saques em estabelecimentos comerciais e a devolução de troco em dinheiro eletrônico. O sistema continua a expandir suas funcionalidades, consolidando sua posição como um dos principais meios de pagamento no Brasil. 

29 de janeiro de 2025

Golpes com Pix no Brasil devem chegar a R$ 11 bilhões em 2028

Os golpes por Pix no Brasil devem atingir R$ 11 bilhões em 2028, segundo projeção da ACI Worldwide, empresa especializada em serviços de tecnologia com meios de pagamentos. Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira, 21, as perdas financeiras por golpes em formas de pagamento em tempo real - tais como o Pix - representam 63% de todas as perdas por fraude via aplicativos em todo o mundo. Em 2028, elas devem representar 80% do total. Segundo o relatório divulgado denominado "2024 Scanscope - The Battle for Trust" ("Escopo de fraude 2024 - A Batalha pela Confiança", em tradução livre), quem deve liderar o ranking são os Estados Unidos, que devem amargar R$ 12,46 bilhões em perdas financeiras por meios de pagamento instantâneos. Para chegar a esses cálculos, eles informam que se valeram de informações públicas, tais como as disponíveis nos bancos centrais, além de associações de pagamento, relatórios de empresas e feeds de notícias. Além do Brasil e Estados Unidos, o estudo traz dados de outros quatro países: Reino Unido, Índia, Austrália e Emirados Árabes Unidos. 

18 de janeiro de 2025

Crise sobre fiscalização do Pix tem Bolsonaro por trás diz Haddad

O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou que vê o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por trás da crise em torno da medida da Receita Federal que ampliaria a fiscalização sobre transações via Pix. De acordo com ele, a família Bolsonaro é pessoalmente focada na Receita Federal em decorrências de investigações feitas sobre o clã. "Tenho para mim que o Bolsonaro está um pouco por trás disso, porque o PL financiou o vídeo do Nikolas. O Duda Lima foi quem fez o vídeo", disse, em referência ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e ao marqueteiro que fez a campanha à reeleição de Bolsonaro. Na terça (14), o parlamentar fez uma publicação na qual afirma que o governo "só está pensando em arrecadar, sem oferecer nada" e fala em "quebra de sigilo mascarado de transparência". O post ultrapassou 300 milhões de visualizações. O vídeo foi o estopim para o recuo do governo no caso. Embora Haddad tenha defendido o mérito da medida até a manhã de quarta (15), quando teve a primeira reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pesou o argumento de que uma campanha publicitária já não seria mais suficiente para deter a onda críticas à medida, fake news e a prática de crimes contra a economia popular, com aplicação de golpes. A declaração de Haddad foi dada nesta sexta-feira (17) em entrevista à CNN Brasil. "E Bolsonaro tem uma bronca com a Receita Federal por razões conhecidas. Eles têm um problema com a Receita. Eles não escolheram por outra razão. Eles ficaram com lupa ali nos atos burocráticos da Receita", disse. Folhapress

 

15 de setembro de 2023

Novo golpe do Pix

Golpistas têm usado o Pix para enganar vítimas nas redes sociais ao oferecer dinheiro fácil em troca de tarefas simples. Trata-se do golpe da renda extra. Também chamado de "golpe das pequenas tarefas" ou "golpe dos R$ 20", a prática não é nova. Os criminosos oferecem uma renda extra para quem curtir vídeos em plataformas como TikTok, ou avaliar estabelecimentos no Google, por exemplo. Segundo os relatos ouvidos pela reportagem, os golpistas abordam a vítima pelo WhatsApp e dizem ser de uma empresa que presta o serviço de avaliação e curtidas. Caso aceite saber mais sobre a proposta, a vítima é levada a grupos no Telegram, que têm milhares de membros e relatos falsos de experiências bem-sucedidas. No grupo, a vítima começa a receber os pedidos dos golpistas. As tarefas incluem curtir vídeos, seguir perfis e fazer avaliação de estabelecimentos. Em troca, os usuários recebem entre R$ 10 e R$ 20 após cumprirem certa quantidade de tarefas. Dali em diante a mecânica muda. O usuário recebe uma mensagem solicitando um "investimento" para que siga cumprindo os objetivos. Os valores demandados variam de R$ 120 a R$ 1.000, com promessas de retorno de 30% a 100% sobre o valor investido, segundo informou uma das vítimas à reportagem. A partir do momento em que a vítima transfere o dinheiro por Pix, perde contato com o grupo e é bloqueada pelos administradores. Folhapress