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20 de julho de 2013

Médicos cubanos na opinião de um médico brasileiro

O pretenso contrato entre os governos do Brasil e Cuba, continha algumas cláusulas obscuras em suas entrelinhas contemplando a vinda para o nosso país de milhares de cubanos e que por lá faturaram seus diplomas médicos. Entre as diversas aberrações do famigerado documento, destaco algumas que, sem exagero, beiram as fantasias mais sinistras e inimagináveis. O Brasil adotaria o modelito semelhante ao negociado com a vizinha Venezuela, onde o pagamento pelos serviços profissionais é feito diretamente ao governo cubano, que, por sua vez, repassa apenas parte dos valores aos médicos. Cuba funciona como uma terceirizada, evidentemente contemplada com o filé mignon. Se levado em conta que o salário dos médicos na Ilha é de US$ 40, não é muito difícil adivinhar quem, no final das contas, fica com a parte do leão. Consta que, para evitar eventuais “deserções”, os profissionais são obrigados a abrir uma poupança compulsória, somente resgatável quando (ou se) retornarem à terra natal. Os seis mil médicos cubanos imigrantes ainda teriam que submeter-se a um rígido regulamento disciplinar pouco usual em nosso convívio social. Seriam eles sumariamente proibidos de viajar, dirigir, beber álcool e falar com a imprensa; precisariam ainda de autorização expressa para dormir fora do alojamento (escravidão moderna). Foto: web. Alcides Stump. Médico. São Paulo/SP