Mostrando postagens com marcador medicina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador medicina. Mostrar todas as postagens

3 de abril de 2024

Estranha doença faz criança comer objetos perigosos

Wynter, de apenas três anos, sofre de uma condição rara que faz com que ela tenha desejo de comer objetos que podem ser perigosos para a sua saúde. A situação é tão rara que a sua mãe, Stacey A’Hearne, de 25 anos, pediu ajuda para tentar entender a doença da filha antes que ela "coma a casa toda". A menina tem autismo e foi diagnosticada com Pica, uma desordem alimentar em que a pessoa desenvolve interesse em comer objetos que não são comestíveis. A mãe da menina diz que já a pegou comendo papel de parede, o sofá e uma cadeira. Mais grave ainda, a flagrou quebrando molduras para tentar comer o vidro das mesmas. "Ela está literalmente comendo a casa inteira. Comprei um sofa novinho em folha e ela já lhe arrancou algumas partes" partilha com o Metro britânico. A mulher recorda que desde pequena que a filha colocava todo o tipo de coisas na boca, mas que nunca pensou que se tratasse de uma doença. Após os 13 meses, assistiu a uma mudança radical no comportamento da filha e decidiu entender do que se tratava. A mãe de duas crianças, que vive no País de Gales, diz que tem de estar sempre em estado de alerta e que decidiu dedicar-se à filha sendo atualmente, cuidadora em tempo integral. 

18 de novembro de 2014

Polo médico é um orgulho para os pernambucanos

O segmento médico do Recife atingiu excelente nível tecnológico que atrai pacientes de outros estados e até estrangeiros. Com mais de 400 estabelecimentos de saúde, entre clínicas e hospitais, devidamente equipados, disponibilizando oito mil leitos, o setor é o segundo maior polo médico do país, atrás de São Paulo, e o terceiro na composição do PIB pernambucano. A formidável estrutura do setor transforma o Recife na rota do turismo de saúde. De olho nos US$ 60 bilhões anuais dispendidos no turismo médico-hospitalar mundial e no lucro, pago à vista, o setor hospitalar pernambucano sonha em expansão. Quer ofertar o necessário suporte aos pacientes e acompanhantes de fora, desde o aeroporto aos hospitais procurados. Tarefa comum no sudeste brasileiro. Mas, o desafio é enorme. O alto custo da medicina dos Estados Unidos, a baixa boa qualidade médica na África e as crises europeias incentivam a jornada. Incentivam superar a marca de 245 mil pacientes de fora, atendidos aqui, em 2011. Pelo menos em algumas especialidades o polo médico do Recife é referência. É destaque na cirurgia plástica, cardiovascular, bariátrica, ortopédica e oftalmológica, apesar do difícil acesso. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

24 de outubro de 2013

Eu só queria entender

Acho estranho ver militantes dos direitos dos animais preocupados em invadir o “Instituto Royal”, em São Roque, cidade do interior do estado de São Paulo, para libertar cachorros da raça Beagles, mas não perceber o mesmo tipo de interesse quanto ao planejamento de uma invasão ao “Instituto Butantan”, localizado na capital paulistana, para libertar, por exemplo, cobras, escorpiões e aranhas. Será que a indignação dessa gente é “Seletiva"? Quem sabe depois da “farra” em que foi transformada a invasão do “Instituto Royal”, alguns até tenham programou uma “churrascada” para comemorar o êxito midiático da “empreitada”, consumindo muita costela de boi, coxa de galinhas, lombinho de porco, peixe na brasa e “otras cositas más”... Foto: Geraldo Nascimento. Júlio Ferreira. Recife/PE

9 de outubro de 2013

Medicina: Profissão de risco

A atividade médica necessita de um controle rigoroso. Para isso existem os Conselhos Regionais e o Federal que concedem  o registro. Quem está na profissão há mais de 50 anos sabe que tal controle é uma garantia de atividade  correta seguindo normas principalmente da ética e ainda mais, da constante atualização. Para seu  bom exercício os recursos matérias são indispensáveis. E aí se nota uma falha imperdoável dos Governos, federal, estaduais e municipais. Para melhorar o sistema, foi criado o SUS que, no papel, se trata do melhor do mundo, já que nossa Constituição determina que a assistência médica gratuita e completa é um direito de todos os brasileiros. Mas por falta de verbas entre outras tantas ocorrências, a qualidade do tal atendimento vem caindo seguidamente. Milhares de leitos foram desativados pelo SUS nos últimos 10 anos. E então o povo reagiu. A aprovação da presidente caiu. O governo  usou seu maior recurso: a demagogia.  Criou o programa “mais médicos”, sem  levar em conta nada do que é fundamentalmente necessário para o bom desempenho profissional. As entidades médicas reclamaram. Para conter a importação de milhares de médicos estrangeiros, decidiu pela necessidade do exame Revalida. O que fez o governo? Mudou a lei. O congresso acaba de deixar inúteis as entidades que tanto fizeram de bom para a medicina no Brasil. Agora, para exercer a profissão basta autorização do Ministério da Saúde e não serão mais necessários os registros até agora indispensáveis. Tudo para garantir a vitória das eleições de 2014. A qualidade que se dane. Foto: Ivanidldo Francisco. Claudio Szulcsewski. São Paulo/SP

27 de agosto de 2013

Crueldade Cubana

A vinda dos médicos cubanos para trabalhar em áreas carentes do país, é um risco que corremos e que podem nos levar a uma guerra civil, a exemplo do que aconteceu em Angola, onde milhares de pessoas foram mortas e muitos ficaram mutilados por causa da minas terrestres deixadas pelos guerrilheiros cubanos, que vestido com jalecos brancos transformaram aquele país em uma zona de guerra. Afinal são 4 mil e a maioria foi treinada para fazer guerrilha Os médicos virão com um salário de R$ 10 por mês, porém só ficarão com R$ 2,555, já que o restante vai para o bolso do ditador Raul Castro e para o seu irmão Fidel Castro. Um outro fato que está nos deixando preocupados, é se algum médico quiser ficar no Brasil e pedir asilo, será deportado pelo Governo da Presidente Dilma, a exemplo do que aconteceu com os jogadores de basquetebol que foram entregues ao autoridades cubanas, depois de pedir asilo as nossas autoridades. Foto: Firmino Caetano Junior. Luiz Solano. O repórter do planalto. Brasília/DF

20 de julho de 2013

Coisas que não entendo com relação a falta de médicos

No Brasil temos dois médicos para cada mil habitantes. Logo não precisamos de médicos estrangeiros. Entretanto eles estão concentrados nas capitais tendo centenas de cidades sem um único médico. Após uma única semana do lançamento do Programa Mais Médico para cobrir estas cidades do interior já se tem quase 12 mil candidatos inscritos para as 10,4 mil vagas. Logo, ou houve uma falha grave do governo em não lançar este programa antes, ou os médicos brasileiros mudaram de ideiae resolveram trabalhar no interior mesmo sem a devida estrutura. Uma coisa porém me parece estranha. Pernambuco tem 9 milhões de habitantes e 20 mil médicos. A metade deles em Recife que tem um população de apenas 1,5 milhões de habitantes. Foto: Firmino Caetano Junior. Edson Campos E Silva. Recife/PE

Médicos cubanos na opinião de um médico brasileiro

O pretenso contrato entre os governos do Brasil e Cuba, continha algumas cláusulas obscuras em suas entrelinhas contemplando a vinda para o nosso país de milhares de cubanos e que por lá faturaram seus diplomas médicos. Entre as diversas aberrações do famigerado documento, destaco algumas que, sem exagero, beiram as fantasias mais sinistras e inimagináveis. O Brasil adotaria o modelito semelhante ao negociado com a vizinha Venezuela, onde o pagamento pelos serviços profissionais é feito diretamente ao governo cubano, que, por sua vez, repassa apenas parte dos valores aos médicos. Cuba funciona como uma terceirizada, evidentemente contemplada com o filé mignon. Se levado em conta que o salário dos médicos na Ilha é de US$ 40, não é muito difícil adivinhar quem, no final das contas, fica com a parte do leão. Consta que, para evitar eventuais “deserções”, os profissionais são obrigados a abrir uma poupança compulsória, somente resgatável quando (ou se) retornarem à terra natal. Os seis mil médicos cubanos imigrantes ainda teriam que submeter-se a um rígido regulamento disciplinar pouco usual em nosso convívio social. Seriam eles sumariamente proibidos de viajar, dirigir, beber álcool e falar com a imprensa; precisariam ainda de autorização expressa para dormir fora do alojamento (escravidão moderna). Foto: web. Alcides Stump. Médico. São Paulo/SP

29 de maio de 2013

Cadê a UPA de Petrolina?

Anunciada pelo governador Eduardo Campos desde o final de 2011, a sonhada Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Petrolina está se tornando um verdadeiro pesadelo para a população da cidade. Orçada em R$ 16 milhões e prometida para ser entregue, em setembro de 2012, a unidade seria do modelo UPA E (Especialidades), com urgência 24 horas em clínica médica e odontologia, além de 22 consultas especializadas. Está, no entanto, com as obras praticamente paradas e sem previsão de entrega para os moradores. Antes das eleições municipais do ano passado, a construção da UPA se deu em velocidade recorde e após a disputa municipal, quando o prefeito atual foi reeleito, derrotando o candidato do governo, as obras foram praticamente abandonadas. O deputado Daniel Coelho em uma nota a este blog, questiona não apenas o atraso na entrega da UPA, bem como quais seria as razões (se financeiras ou políticas). Com a palavra a assessoria de comunicação do governador, para se pronunciar sobre o assunto e urgente. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

13 de fevereiro de 2013

Médicos e seus diplomas

Desde que no Brasil a meritocracia foi substituída pelo apadrinhamento e pelas cotas isso e aquilo, eu receio que muitos dos futuros profissionais que se formarão em nossas universidades não se destaquem pela competência. Mas pior que isso é a intenção do governo  de facilitar a validação dos diplomas de Medicina obtidos no exterior (em Cuba, Bolívia , Argentina etc) por alunos brasileiros, visto que nos exames já efetuados anteriormente eles foram reprovados na sua quase totalidade, a atestar o descompasso de qualidade dos cursos ministrados no Brasil e nestes países. Querer agora aprová-los "à pulso" como se costuma dizer, é criar uma injustiça gritante com os médicos formados no Brasil e rebaixar ainda mais o nível do atendimento à saúde dos brasileiros. A se confirmar esta intenção do governo, daqui para frente eu vou prestar muita atenção na hora de ser atendida por qualquer médico, seja ele particular, de convênio ou mesmo do SUS , pois a primeira informação que quero obter sobre ele é a origem de seu diploma. Foto: Firmino Caetano Junior. Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP.