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2 de março de 2014

Cadê as manifestações nas ruas?

Enquanto o deputado Babá e seu partido PSol repudiam os judeus, publicamente, e nada acontece, sem que sejam penalizados pela discriminação, em contrapartida, com o dito “ator”, preso indevidamente, já pensam em recorrer ao preconceito racial, uma vez que ele foi acusado por uma afro-descendente e a polícia, simplesmente, cumpriu sua obrigação e penalizar a polícia é pura demagogia. E enquanto isto, manchetes de jornais alardeiam o fato, já querendo classificá-lo como um novo “mártir”, ignorando o que aconteceu recentemente no interior de Minas Gerais, com o assassinato de um estudante por três menores de 15,16 e 17 anos respectivamente, todos com passagem pela polícia, ao mesmo tempo que o Senado recusou a redução da idade penal. O Congresso, mancomunado com o governo, não quer agredir seu eleitorado de baixa renda que, em grande parte, já tem parentes marginais e traficantes. O fato com o repórter Santiago provocou, finalmente, o impedimento de mascarados em passeata, então porque não usar esse estudante para também pressionar o Congresso para aprovar tal lei? Foto: Isac Luz. João Roberto Gullino. Petrópolis. Rio de Janeiro/RJ

20 de julho de 2013

Médicos cubanos na opinião de um médico brasileiro

O pretenso contrato entre os governos do Brasil e Cuba, continha algumas cláusulas obscuras em suas entrelinhas contemplando a vinda para o nosso país de milhares de cubanos e que por lá faturaram seus diplomas médicos. Entre as diversas aberrações do famigerado documento, destaco algumas que, sem exagero, beiram as fantasias mais sinistras e inimagináveis. O Brasil adotaria o modelito semelhante ao negociado com a vizinha Venezuela, onde o pagamento pelos serviços profissionais é feito diretamente ao governo cubano, que, por sua vez, repassa apenas parte dos valores aos médicos. Cuba funciona como uma terceirizada, evidentemente contemplada com o filé mignon. Se levado em conta que o salário dos médicos na Ilha é de US$ 40, não é muito difícil adivinhar quem, no final das contas, fica com a parte do leão. Consta que, para evitar eventuais “deserções”, os profissionais são obrigados a abrir uma poupança compulsória, somente resgatável quando (ou se) retornarem à terra natal. Os seis mil médicos cubanos imigrantes ainda teriam que submeter-se a um rígido regulamento disciplinar pouco usual em nosso convívio social. Seriam eles sumariamente proibidos de viajar, dirigir, beber álcool e falar com a imprensa; precisariam ainda de autorização expressa para dormir fora do alojamento (escravidão moderna). Foto: web. Alcides Stump. Médico. São Paulo/SP

18 de julho de 2013

Bloqueio de rodovias: Uma faca de dois gumes

A presidente Dilma falou na televisão que não iria tolerar bloqueio de rodovias. Faltou colocar isso em prática. Aqui em Pernambuco, qualquer falta de atendimento às necessidades básicas do povo pelo governo é motivo para meia dúzia de populares fecharem as rodovias e avenidas. A polícia nesses casos serve apenas para “acompanhar” o transtorno e nunca para reprimir. Se isso ocorre para não se perder os votos dos manifestantes, pelo menos perderá os dos milhares motoristas que ficam a mercê dessas interrupções absurdas. Foto: João Carlos Morandi. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE

11 de julho de 2013

Sociedade sem alternativa

Que me desculpe o Raul Seixas, pois eles fazem o que querem, independente da lei! Logo que as manifestações cessaram, eles, os congressistas, já abafaram o plebiscito e as PECs da ficha limpa e a reforma política, em menos de 24 horas! Ou seja, só terão a chance de aprovação depois das eleições de 2014! Em resumo, nada vai mudar por dois ou mais anos. Isto significa dizer que quase tudo não passou de uma ilusão. O Brasil, de fato, acordou, mas o sono voltou rapidinho.Só resta agora usar a única arma poderosa do eleitor: o voto. E já sabemos que nesse ponto, infelizmente, ainda falta muito para que o povo aprenda a usá-la. A mídia e as redes sociais funcionaram, sim. Mas a tal da “espionagem”, o fim da corrupção , ainda é e será o nosso grande desafio.  Foto: web. Breno dos Santos. Gravatá/PE

4 de julho de 2013

Greve dos ônibus, Tribunal Regional do Trabalho e bloqueio do trânsito

Por que todos os anos o Tribunal Regional do Trabalho só determina o percentual de reajuste salarial a ser concedido aos motoristas de ônibus, somente após alguns dias de transtorno para a população com os coletivos parados?  Não daria para as partes (patrões e empregados) recorrerem a esse trabalho do TRT, antes de fazerem greve? Já as autoridades competentes precisam tipificar como crime contra a ordem pública, esses protestos fechando avenidas e rodovias e prender os seus autores. Isso virou mania, qualquer meia dúzia de desocupados causarem transtornos na mobilidade de multidões que precisam cumprir os seus compromissos. Por que esses manifestantes não marcam para se encontrar já em frente aos órgãos governamentais que não estão atendendo aos seus anseios? Se isso se intensificar, futuramente teremos até maridos traídos bloqueando o trânsito em protestos contra os “ursos”. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio Melo. Olinda/PE

28 de junho de 2013

Soluções para a educação

Sra. presidenta Dilma, o povo brasileiro está cansado de pactos. O que ele anseia são medidas concretas nas áreas de educação, mobilidade urbana, saúde e segurança, assim como uma legislação muito mais rigorosa para punir políticos e funcionários públicos corruptos.  Abordaremos somente a educação, pois há muito a ser feito. Não basta prometer os royalties do pré-sal para a educação. Que tal investir na educação básica, priorizando infraestrutura, escolas públicas com bibliotecas, laboratórios de física, química e biologia e salas de informática e também o professor empregando recursos financeiros em sua formação profissional e pagando ótimos salários para atrair as pessoas mais capacitadas? Quanto melhor a instituição de ensino ( mensurado pela classificação dos seus alunos em provas quantitativas de português, matemática e ciências ) maior volume de capital a escola receberá.  Finalmente, poderia ser instituída a obrigatoriedade de todo funcionário públicos nas três esferas: municipal, estadual e federal,  assim como os políticos matricularem seus filhos nessas escolas. Foto: Firmino Caetano Junior. Fábio Zatz. São Paulo/SP

23 de junho de 2013

O povo é quem decide

O cerne, a força e a razão de ser de uma nação é o povo. O povo elege pessoas de comprovada competência para dirigir o seu destino.  Eleger governantes obedece ao princípio básico de gerir os valores e propiciar uma sorte feliz a esse mesmo povo. Todavia, para destituir esses mesmos dirigentes eleitos, que não cumprem os ditames da vontade do povo, ainda não foram devidamente estabelecidos os dispositivos legais. Em face da ausência de outros meios para demonstrar o seu desagrado, o povo em passeatas vai às ruas em multidões para dizer aos governantes que eles já não têm a sua confiança. Quando os governantes mandam as polícias estaduais irem às ruas combater esse povo, gera uma inversão de valores, porque ela, a polícia, foi criada exatamente para defendê-lo de desordens e malfeitores. Dentro do cadinho de interesses de ambas as partes, somente restam aos eleitos pedir demissão ou serem demitidos através de “Impeachment”, de acordo com as normas legais. Portanto, pela a sua vontade soberana, cabe ao povo decidir o que quer e o que não quer. Foto: Firmino Caetano Junior. José Batista Pinheiro. São Paulo/SP