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4 de março de 2015
Número de miseráveis cresce, embora governo negue
Em 2011, o Banco Mundial fixou o valor de R$ 70,00 como limite da linha de miséria. Recebendo até o limite, o indivíduo está na faixa de extremamente pobre. Mas, se passar do limite, o cara sobe para o patamar superior, o da categoria de miserável, o do indigente. O número da pobreza recuou, mas o da miséria cresceu. Em 2013, o Brasil, a oitava economia do mundo, registrou 10.4 milhões de miseráveis. Apesar de produzir 145 milhões de toneladas de alimentos, o país da corrupção tem um dos maiores índices de miséria e fome do planeta. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
16 de maio de 2013
Retrato da miséria
As palafitas erguidas às margens do Canal do Heros, no bairro de afogados, no Recife, é o retrato da miséria que reina sobre a maioria da população e um péssimo cartão-postal. No local não só os ratos convivem com os seus moradores e, sim a falta de saneamento básico, higiene, cobras, baratas, bactérias, bilhões de muriçocas etc, que não deixa ninguém dormir a qualquer hora do dia. A vantagem de morar no local, é não pagar alguns impostos tais como: Conta de água, luz, telefone etc. Outra vantagem: É que os moradores não correm o risco de pegar dengue, pois água limpa não existe, só a única que passa a sua margem, misturada com lama, barro, urina, fezes e tudo que faz mal à saúde poluentes. Porém não devemos ficar colocando a culpa só no governo. É preciso que a sociedade colabore (aqueles com mais recursos financeiro), dividindo um pouco do seu supérfluo, pois quando morrer nada irão levar no caixão. Não é verdade? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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