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19 de setembro de 2025

Paciente volta a enxergar após ter dente implantado no olho

Um procedimento médico incomum devolveu a visão a Brent Chapman, um canadense de 34 anos que havia perdido a capacidade de enxergar após uma reação adversa a um medicamento. A técnica, conhecida popularmente como “cirurgia dente-no-olho”, consiste em retirar um dente do paciente, perfurá-lo, implantar uma pequena lente em seu interior e depois inserir essa estrutura no olho para restaurar a visão. Chapman, morador de Vancouver, na Colúmbia Britânica, contou ao site Today.com que a proposta do procedimento soou, a princípio, como algo vindo de um filme de ficção científica. “Eu pensei: é muita loucura. Não parecia real”, disse. Segundo o oftalmologista Greg Moloney, do Hospital Mount Saint Joseph, responsável pela cirurgia, essa reação é comum. “Normalmente, as pessoas ficam em choque. É uma técnica que existe desde a década de 1960, mas ainda é muito rara. Estimamos que apenas algumas centenas de pacientes em todo o mundo passaram por ela”, explicou. A técnica é indicada para casos graves de cegueira da córnea, quando a parte posterior do olho continua saudável, mas a parte frontal — a córnea — sofre danos severos. Isso pode ocorrer por queimaduras químicas, incêndios, explosões ou doenças autoimunes em que o sistema imunológico ataca o próprio olho. Nessas situações, transplantes convencionais de córnea não costumam funcionar. Chapman perdeu a visão aos 13 anos, após uma reação grave ao ibuprofeno. Ele desenvolveu a síndrome de Stevens-Johnson, passou 27 dias em coma e, ao despertar, descobriu que seus olhos tinham sido irreversivelmente afetados. Durante anos, acreditou que ficaria cego para sempre. Folhapress 

26 de junho de 2025

Gripe e resfriado aumentam casos de conjuntivite

Engana-se quem acredita que a conjuntivite acontece só no verão. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier  e membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) gripe e resfriado são mais frequentes no outono e inverno funcionam como gatilhos da condição no inverno. Outro fator de risco durante o frio é o ressecamento da lágrima que tem a função de proteger a superfície dos olhos das agressões externas e acontece em 2 mulheres para cada homem.Um levantamento nos prontuários do hospital mostra que entre abril e maio do ano o número de diagnósticos de conjuntivite viral no hospital saltou de 48 para 54,  um aumento de 12%. O especialista explica que conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente que recobre o globo ocular. “No frio as aglomerações em ambientes pouco arejados  facilitam a proliferação de diversas cepas de  vírus entre elas o adenovírus que causa resfriado e o influenza responsável pela maioria dos casos de gripe. Estas duas  cepas estão por traz dos casos  de conjuntivite viral  que ocorrem no frio”, pontua. Queiroz Neto afirma que a conjuntivite viral é altamente contagiosa e uma importante causa de afastamento do trabalho ou atividades escolares.  No inverno, explica,  a  contaminação dos olhos se dá pelo ducto lacrimal que comunica olhos e nariz, pelas gotículas de espirro ou tosse e através das mãos que são levadas aos olhos após tocar superfícies contaminadas por estas secreções, entre elas, os teclados de computador compartilhados nas empresas,  corrimão de escadas,  interruptor de luz, bancadas entre outras. “No inverno a diminuição da lágrima também aumenta os casos de conjuntivite alérgica decorrentes de uso de cosméticos, maquiagem, cílios postiços e  alongamento de cílios”, afirma Queiroz Neto. Outro dia, comenta, atendi uma paciente com extensão de cílios  com uma conjuntivite alérgica terrível. Para Queiroz Neto o quadro pode ter sido ocasionado pela cola e detritos de maquiagem que notou nas bordas das pálpebras.  “Nossos olhos devem ser higienizados completamente antes de irmos dormir. Nas bordas das pálpebras ficam localizadas pequenas glândulas que respondem pela produção da lágrima e podem ser bloqueadas se a maquiagem não for retirada completamente, pontua.  No inverno, salienta,  o uso de lente de contato requer cuidado redobrado para manter o conforto dos olhos. Carregar colírio lubrificante sem conservante é crucial para evitar lesões na córnea, orienta. “Olhos vermelhos, lacrimejamento, coceira, sensação de corpo estranho, queimação, fotofobia, visão embaçada  e secreção viscosa que pode colar as pálpebras ao amanhecer são os sintomas da conjuntivite viral.  A única diferença em relação à conjuntivite alérgica é o tipo de secreção que é aquosa nos casos da alérgica”, afirma. O oftalmologista diz que tanto na conjuntivite viral como na alérgica o tratamento inicial pode ser feito com compressas frias feitas com gaze e água filtrada. “Usar óculos escuros nos ambientes externo também ajuda, mas em geral é necessário instilar colírio anti-inflamatório para acelerar a recuperação da conjuntiva viral, sempre com supervisão do oftalmologista. Isso porque, há vários tipos de anti-inflamatório e a suspensão do colírio não pode ser repentina. “Na conjuntivite alérgica  que geralmente é recorrente, a instilação de colírio  antialérgico é crucial para conter a coceira que é mais intensa. Coçar ou  esfregar os olhos causa astigmatismo que pode evoluir para ceratocone caso o hábito seja mantido. 

19 de junho de 2025

Glaucoma é uma doença silenciosa que pode causar cegueira

Você sabe qual é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo? O glaucoma! Conhecido como o "ladrão silencioso da visão", o glaucoma é uma doença ocular que, na maioria dos casos, não apresenta sintomas em suas fases iniciais, progredindo lentamente até causar danos significativos e permanentes ao nervo óptico, estrutura responsável por levar as informações visuais do olho para o cérebro. Embora o glaucoma atinja predominantemente pessoas acima dos 40 anos, é crucial destacar que a doença também pode se manifestar em indivíduos mais jovens e, em casos mais raros, até mesmo em recém-nascidos (glaucoma congênito). Fatores de risco incluem histórico familiar da doença, pressão intraocular elevada, diabetes, alta miopia, descendência africana ou asiática e uso prolongado de corticoides. A grande peculiaridade e perigo do glaucoma reside na sua natureza assintomática inicial. Quando os primeiros sinais perceptíveis de perda de visão surgem, como a diminuição do campo visual periférico, a doença geralmente já está em estágio avançado e parte da visão perdida não pode ser recuperada", alerta a médica Erika Yumi, oftalmologista especialista em glaucoma do NEO Oftalmologia. O diagnóstico do glaucoma é realizado através de um exame oftalmológico completo, que inclui a medição da pressão intraocular (tonometria), a avaliação do nervo óptico (fundoscopia) e exames específicos como a campimetria (que avalia o campo visual) e a tomografia de coerência óptica (OCT). A detecção precoce é a principal arma contra o avanço do glaucoma. Consultas oftalmológicas regulares, especialmente a partir dos 40 anos ou antes para quem possui fatores de risco, são essenciais. "Não há cura para o glaucoma, mas existem tratamentos eficazes – como colírios, laser ou cirurgias – que controlam a progressão da doença e ajudam a preservar a visão restante. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de manter a qualidade de vida do paciente", complementa Erika Yumi. Com informações do Site NoticiasAoMinuto 

 

14 de setembro de 2024

Elton John luta contra uma infecção no olho que limita a visão

Elton John passou o verão europeu enfrentando uma infecção grave no olho, que resultou em visão limitada. O cantor anunciou em sua conta no Instagram que ainda está em processo de recuperação e que levará um tempo até que sua visão seja completamente restaurada. "Durante o verão, liderei com uma infecção severa que, infelizmente, afetou a visão em um dos meus olhos. Estou em recuperação, mas é um processo extremamente lento e levará algum tempo para que a visão do olho afetado volte ao normal", revelou Elton John em sua postagem."Tenho passado o verão tranquilamente em casa, focado na recuperação. Até agora, estou otimista com o progresso que tenho feito para me curar e recuperar", acrescentou. Diversas celebridades deixaram mensagens de apoio nos comentários, desejando uma rápida recuperação para o artista. 

1 de dezembro de 2023

Mau uso do filtro solar pode causar conjuntivite tóxica

Você já sentiu ardência nos olhos nos banhos de sol, fazendo sua caminhada matinal ou na academia? Um levantamento realizado pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) e presidente do Instituto Penido Burnier de Campinas, mostra que no calor 20% dos casos de conjuntivite, inflamação da conjuntiva, são do tipo tóxica que começa com uma sensação de queimação nos olhos.  “O filtro solar responde por 46% dos casos, bronzeador e cremes faciais por 39%, maquiagem e cola de cílios postiços por 15%”, afirma. Queiroz Neto destaca que a conjuntivite tóxica não é transmissível e nem sempre progride para um quadro alérgico. Em pessoas que não têm histórico de alergia pode desaparecer com aplicação de compressas frias nos olhos ao primeiro sinal de ardência.  Isso porque, é causada por variáveis que facilitam a penetração de produtos nos olhos. São elas: pelo vapor dos produtos em spray, detritos de maquiagem ou cola, excesso de filtro solar na região periocular e a transpiração. Para prevenir a conjuntivite tóxica recomenda não abusar na quantidade de filtro solar, cremes e maquiagem na região dos olhos, optar por cílios postiços que aderem à pálpebra sem cola, enxugar o suor na área dos olhos com lenços descartáveis e lavar os olhos abundantemente sempre que ocorrer penetração de qualquer produto nos olhos. Quando a doença já está instalada a recomendação é interromper o uso de qualquer produto na região dos olhos e consultar um oftalmologista para evitar sequelas na visão. Com informação do Site NoticiasAoMinuto