Que atire a primeira pedra quem nunca esqueceu de passar protetor solar em alguma parte do corpo, ficou exposto ao sol e ao final do dia ganhou uma bela mancha vermelha ardente. Por mais cuidado que se tenha, o protetor solar se torna transparente ao ser espalhado na pele e isso, muitas vezes, nos leva a repetir a proteção em algumas partes do corpo e, sem querer, deixar exposta alguma área. O ruim é que só se descobre o erro depois que o estrago está feito. Há ainda, quem abra mão de proteção em dias nublados, esquecendo que o mormaço também queima. Mas o quê você deve fazer se isso ocorrer? O dermatologista Theodoro Habermann, do Vera Cruz Hospital, em Campinas, dá algumas dicas sobre o que se deve e não deve fazer para amenizar o desconforto das queimaduras solares. A primeira recomendação do dermatologista é não recorrer às tais “dicas caseiras”, que podem agravar o quadro de queimadura. O correto a ser feito, em caso de queimaduras solares, é manter uma boa hidratação. Em casos mais críticos, quando a pessoa sente dor ou desconforto, pode-se tomar algum anti-inflamatório ou analgésico, já prescrito por seu médico de confiança em situações anteriores. Segundo o médico, é preciso tomar diversos cuidados nos casos em que a queimadura se torna uma bolha. O melhor a fazer é buscar uma orientação médica para uma avaliação minuciosa e prescrição dos cuidados mais adequados, que podem envolver aplicação de loções, curativos, higienização do local, uso de medicações, internações e outros cuidados mais específicos. Também é importante usar chapéu ou boné e óculos solares. Folhapress
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10 de fevereiro de 2025
O que fazer em casos de queimaduras solares
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15 de janeiro de 2024
Verão pode aumentar o risco de cálculo renal
Chegou o verão, temporada de descanso e de viagens para muitas famílias brasileiras. Mas a mudança de hábitos alimentares por parte da grande maioria das pessoas, como o baixo consumo de água, maior ingestão de bebidas alcoólicas, de refrigerantes e consumo de comidas com alto teor de sal, é também motivo de alerta para um problema que afeta entre 10% a 12% da população adulta do país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia. Estamos falando dos cálculos renais, popularmente conhecidos como pedras nos rins. Conforme estudo da Sociedade Brasileira de Urologia, a incidência da doença no verão aumenta, em média, 30% na comparação com outros períodos do ano. Segundo explica o médico urologista Rodrigo Rosa Lima, que também é cirurgião robótico e especialista em Transplante Renal pela Universidade de Brasília, os cálculos renais surgem do excesso de cálcio e ácido úrico em excesso na urina, formando cristais nas vias urinárias e rins, que têm como uma das principais funções filtrar impurezas do sangue. "O calor excessivo e umidade reduzida, que contribuem para que o paciente perca mais líquido. A urina concentrada também favorece essa formação dos cálculos urinários", afirma Rodrigo Lima, ao explicar sobre outras causas para as pedras nos rins. O médico diz também que esse líquido perdido pelo organismo não é reposto da maneira correta pelas pessoas. “O ideal, com o calor do verão, é que o consumo de água seja ainda maior e o consumo de álcool precisa ser moderado ou evitado nesta época”, explica o especialista. Folhapress
5 de janeiro de 2024
A NASA planeja "pousar" no sol em 2024
A NASA fará história em 24 de dezembro de 2024, quando a sonda Parker Solar Probe passar a apenas 6,1 milhões de quilômetros da superfície do Sol. A sonda será a primeira a chegar tão perto da estrela central do Sistema Solar. “Estamos basicamente a pousar numa estrela”, disse Nour Raouafi, um dos responsáveis pelo projeto, em entrevista à BBC. “Esta será uma conquista monumental para toda a humanidade. É equivalente a termos pousado na Lua em 1969”. A agência espacial norte-americana estima que a Parker Solar Probe passe pelo Sol a uma velocidade de 195 quilômetros por segundo. A sonda terá a oportunidade não só de estudar a atmosfera solar, mas também de captar fotografias da superfície. A Parker Solar Probe foi lançada em 2018 e está em uma órbita polar que a leva cada vez mais perto do Sol. A sonda foi equipada com uma série de instrumentos científicos que permitirão aos cientistas estudar a atmosfera solar em detalhes nunca antes vistos. A passagem da Parker Solar Probe pelo Sol será uma oportunidade única para a ciência. Os dados coletados pela sonda ajudarão os cientistas a entender melhor como o Sol funciona e como ele influencia o Sistema Solar. Folhapress
16 de dezembro de 2023
Maior explosão solar em 6 anos provoca apagão em rádios no continente americano
O Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, informou que na tarde da última quinta-feira (14) ocorreu a maior erupção solar desde 2017, o que provocou falhas nas telecomunicações em partes das Américas do Sul, Central e do Norte, devido à enorme quantidade de radiação emitida. De acordo com o observatório, a explosão foi de categoria X2.8. As erupções solares são classificadas de acordo com sua intensidade e variam de classe B (mais fraca) a C, M e X (mais forte). Cada mudança na classificação por letra representa um aumento de energia de dez vezes. E dentro de cada letra a escala é subdividida em números de 1 a 9, sendo 1 o mais fraco da classe e 9 o mais forte. A última grande erupção havia ocorrido em setembro de 2017: uma X8.2. Durante essas explosões, ou erupções solares, partículas energéticas são emitidas e viajam com velocidades muito próximas à da luz. Por isso, elas chegam à Terra em cerca de oito minutos, aumentando o nível de radiação. Elas são detectadas pelo Goes, o satélite da Nasa utilizado para o estudo do Sol e do clima espacial. Folhapress.
1 de dezembro de 2023
Mau uso do filtro solar pode causar conjuntivite tóxica
Você já sentiu ardência nos olhos nos banhos de sol, fazendo sua caminhada matinal ou na academia? Um levantamento realizado pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) e presidente do Instituto Penido Burnier de Campinas, mostra que no calor 20% dos casos de conjuntivite, inflamação da conjuntiva, são do tipo tóxica que começa com uma sensação de queimação nos olhos. “O filtro solar responde por 46% dos casos, bronzeador e cremes faciais por 39%, maquiagem e cola de cílios postiços por 15%”, afirma. Queiroz Neto destaca que a conjuntivite tóxica não é transmissível e nem sempre progride para um quadro alérgico. Em pessoas que não têm histórico de alergia pode desaparecer com aplicação de compressas frias nos olhos ao primeiro sinal de ardência. Isso porque, é causada por variáveis que facilitam a penetração de produtos nos olhos. São elas: pelo vapor dos produtos em spray, detritos de maquiagem ou cola, excesso de filtro solar na região periocular e a transpiração. Para prevenir a conjuntivite tóxica recomenda não abusar na quantidade de filtro solar, cremes e maquiagem na região dos olhos, optar por cílios postiços que aderem à pálpebra sem cola, enxugar o suor na área dos olhos com lenços descartáveis e lavar os olhos abundantemente sempre que ocorrer penetração de qualquer produto nos olhos. Quando a doença já está instalada a recomendação é interromper o uso de qualquer produto na região dos olhos e consultar um oftalmologista para evitar sequelas na visão. Com informação do Site NoticiasAoMinuto
29 de abril de 2014
Sol de rachar, seca, carnaval
A seca no Nordeste não é um fenômeno indecifrável nem um caso insolúvel. Caso não houvesse tanta discriminação, tanto desinteresse do poder público, o problema não se eternizaria, e com certeza, seria solucionado. O desmatamento é uma das atividades responsáveis pelo afastamento das chuvas, uma das causas da forte evaporação, causa da elevação da temperatura, do sol forte com os invernos fracos o solo seca e racha. Dificultando a exploração da agricultura e a pecuária, fazendo rarear os recursos econômicos e provocando miséria na Região, com também enormes problemas sociais. Como o Nordeste é subdesenvolvido, não recebe as devidas atenções do poder público, não tem forças para erguer sozinho um desenvolvimento sustentável, o socorro só aparece na forma de programas de assistencialismo, agravando a pobreza. No entanto, apesar do nordestino sentir dificuldades de sobrevivência, o governo de Pernambuco, em conjunto com as esferas municipais, achou de investir forte no carnaval. Gastou cerca de R$7 milhões na contratação de músicos de outros estados brasileiros. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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18 de janeiro de 2014
Energia solar e a falta de interesse do poder público
Nesse ano que passou havia muita esperança de que a energia solar fotovoltaica de uso residencial pudesse deslanchar no Brasil. Ledo engano. Segundo o estudo “Os brasileiros diante da microgeração de energia renovável”, realizado pelo Greenpeace, os resultados decorrentes da Resolução foram pífios. De onde se conclui que a resolução 482, que deveria reduzir as barreiras e estimular a instalação de geração distribuída de pequeno porte conectada à rede elétrica, principalmente nas residências, se tornou um grande fiasco. Somente 131 sistemas domiciliares de geração fotovoltaica foram instalados em todo o Brasil. Em Pernambuco, apenas 4 instalações foram realizadas. Esses números são irrisórios diante das possibilidades que o país possui, principalmente devido à alta incidência de radiação solar em praticamente todo o seu território. Então, se temos Sol em abundância porque não aproveitá-lo mais para gerar eletricidade? A causa principal é a falta de interesse dos gestores da área energética em relação a esta importante fonte de energia que é lamentável. Foto: Firmino Caetano Junior. Heitor Scalabrini Costa. Recife/PE
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24 de novembro de 2013
Energia Solar e a falta de interesse do governo
A capacidade instalada da energia solar no mundo cresceu 41% em 2012, atingindo a marca de 100.000 MW instalados. Dados extra oficiais apontam que no final de 2013 poderá chegar próximo a 150.000 MW. Em 2007, eram menos de 10.000 MW. A Europa é ainda a principal consumidora de energia solar, respondendo por 76% em 2012. O grande destaque é a Alemanha, que sozinha é responsável por 30% do uso mundial. Enquanto isso no Brasil, pais que recebe os maiores índices de radiação solar do planeta, em particular sua região Nordeste, segundo o Ministério de Minas e Energia, em dezembro de 2012 a capacidade fotovoltaica instalada no país era de insignificantes 8 MW. Uma das causas desta pífia utilização da fonte solar para produzir eletricidade é a completa falta de interesse dos formuladores e gestores da política energética brasileira. Fica, assim, mais clara a sinalização da EPE, de que a atual administração da política energética brasileira não se interessa pela energia solar. Até quando? Foto: Firmino Caetano Junior. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
13 de março de 2013
Verde nas ruas
A temperatura vem aumentando muito nos centros urbanos, e debaixo de um sol forte as pessoas possuem poucos locais com sombras para abrigarem-se. Diante de um calor excessivo, milhares de pessoas têm apresentado problemas de saúde. As cidades necessitam com urgência de programas de arborização das vias públicas para tornarem o clima mais saudável. Foto: Firmino Caetano Junior. Fernando Melo. Igarassu/PE
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1 de fevereiro de 2013
Horário de praia
Sabemos que o melhor horário para frequentarmos a praia é antes das 10 horas, quando os efeitos dos raios do sol não causam danos a nossa pele. Então, se gostamos de ficar um bom tempo tomando banho de mar, por que não chegar lá antes das 6h?. Minha mãe já dizia:"Deus ajuda a quem madruga". Depois de adulto vim entender a filosofia deste ditado popular, uma vez que cedinho exercitamos o melhor do prazer em respirar ar puro e sentir a brisa da manhã, ouvindo os pássaros cantar, dirigir sem se estressar e tomar banho de sol e mar sem se preocupar, numa praia só nossa, pois a partir das dez começa a ficar mais concorrida e o sol a queimar a nossa pele. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE
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19 de janeiro de 2013
Caminho ao fim do mundo
As mais altas autoridades civis e militares que tenham poder de decisão sobre a utilização de fontes enérgeticas do nosso planeta e se preocupam com as gerações futuras, incluindo ai os seus netos e bisnetos, devem ouvir o que tem a dizer sobre o assunto, o professor da Universidade Federal de Pernambuco, Heitor Scalambini Costa e outros catedráticos que defendem uma energia renovável com baixo potencial poluente. Caso contrário, vamos torrar em altas temperaturas ambiente futuras. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.
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