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27 de setembro de 2025

Infecções respiratórias graves apresentam tendência de aumento no Brasil, aponta Fiocruz

O boletim InfoGripe divulgado pela Fiocruz indica tendência de alta nos casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) nas últimas três semanas no Brasil, mesmo com estabilidade ou oscilações nos últimos 40 dias. O aumento tem sido mais significativo entre jovens e idosos por influenza A em Goiás e no Distrito Federal. Além da influenza A, a Covid-19 tem contribuído para a alta de casos em Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e Espírito Santo, especialmente entre idosos. Há também um leve crescimento nas notificações de SRAG por Covid em estados do Centro-Sul, como Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de algumas unidades do Nordeste (Bahia, Piauí e Paraíba) e do Pará, sem impacto relevante nas hospitalizações até o momento. O InfoGripe é uma iniciativa do SUS (Sistema Único de Saúde) voltada ao monitoramento de SRAG no país. A análise divulgada abrange o período de 7 a 13 de setembro. Oito das 27 unidades federativas apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas). São elas: Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rondônia. O rinovírus também tem contribuído para o aumento dos casos de SRAG nessas regiões, com maior número de infecções nas crianças e adolescentes de dois a 14 anos, porém com sinal de interrupção do crescimento no Distrito Federal. No Amazonas, observa-se uma desaceleração do crescimento dos casos de SRAG por VSR (vírus sincicial respiratório) nas crianças de até dois anos. Entre as capitais, Brasília, Florianópolis, Manaus, Rio de Janeiro e São Luís apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas. Fonte: Folhapress 

11 de julho de 2025

Idosos têm risco maior de complicações com gripe H1N1

Com a chegada das temperaturas mais baixas, crescem os casos de gripe e, junto com eles, o alerta para a proteção dos idosos. Embora o vírus H1N1 não seja hoje o subtipo mais grave da influenza, ele ainda figura entre os responsáveis por hospitalizações e mortes, especialmente entre pessoas com saúde mais frágil. De acordo com o Ministério da Saúde, até a 22ª Semana Epidemiológica de 2025 (encerrada em 31 de maio), o Brasil registrou 3.079 casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus Influenza A (H1N1). O número já supera os 2.951 registros do mesmo período de 2024, indicando um aumento de aproximadamente 4,3% nas ocorrências da doença. Além disso, levantamento do InfoGripe, da Fiocruz, indica que a influenza A representa mais de 36% dos casos confirmados e está associada a 72,5% dos óbitos por infecções respiratórias. “A gripe costuma ser mais perigosa para pessoas idosas, principalmente por uma questão imunológica. Com o passar dos anos, o sistema imunológico passa por um processo natural de enfraquecimento, chamado imunossenescência. Isso deixa o organismo mais suscetível a infecções e menos capaz de reagir de forma eficiente a vírus como o da gripe”, explica a geriatra do Hospital Japonês Santa Cruz, Dra. Sumika Mori. Segundo a especialista, esse risco é ainda maior quando o idoso convive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou doenças pulmonares. “Além disso, hábitos de vida pouco saudáveis, como sedentarismo, má alimentação ou estados emocionais fragilizados, podem enfraquecer ainda mais o organismo”, alerta. A complicação mais comum e grave da gripe é a pneumonia, que pode ser causada pelo próprio vírus ou por bactérias oportunistas que se aproveitam do pulmão inflamado. Os sintomas, nesses casos, são mais intensos, como falta de ar, cansaço extremo, secreção pulmonar, baixa oxigenação e até insuficiência respiratória. “Mas a gripe também pode piorar doenças que a pessoa já tem. Em pessoas com insuficiência cardíaca, renal, diabetes ou demência, o vírus pode descompensar o estado clínico e causar confusão mental, desidratação, picos de glicemia ou agravamento da função cardíaca e renal”, explica a geriatra. Há, ainda, complicações mais raras, como miocardite (inflamação no coração), encefalite (no cérebro) e rabdomiólise (nos músculos), todas com risco elevado de morte. Com informações do Site NoticiasAoMinuto  

26 de junho de 2025

Gripe e resfriado aumentam casos de conjuntivite

Engana-se quem acredita que a conjuntivite acontece só no verão. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier  e membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) gripe e resfriado são mais frequentes no outono e inverno funcionam como gatilhos da condição no inverno. Outro fator de risco durante o frio é o ressecamento da lágrima que tem a função de proteger a superfície dos olhos das agressões externas e acontece em 2 mulheres para cada homem.Um levantamento nos prontuários do hospital mostra que entre abril e maio do ano o número de diagnósticos de conjuntivite viral no hospital saltou de 48 para 54,  um aumento de 12%. O especialista explica que conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente que recobre o globo ocular. “No frio as aglomerações em ambientes pouco arejados  facilitam a proliferação de diversas cepas de  vírus entre elas o adenovírus que causa resfriado e o influenza responsável pela maioria dos casos de gripe. Estas duas  cepas estão por traz dos casos  de conjuntivite viral  que ocorrem no frio”, pontua. Queiroz Neto afirma que a conjuntivite viral é altamente contagiosa e uma importante causa de afastamento do trabalho ou atividades escolares.  No inverno, explica,  a  contaminação dos olhos se dá pelo ducto lacrimal que comunica olhos e nariz, pelas gotículas de espirro ou tosse e através das mãos que são levadas aos olhos após tocar superfícies contaminadas por estas secreções, entre elas, os teclados de computador compartilhados nas empresas,  corrimão de escadas,  interruptor de luz, bancadas entre outras. “No inverno a diminuição da lágrima também aumenta os casos de conjuntivite alérgica decorrentes de uso de cosméticos, maquiagem, cílios postiços e  alongamento de cílios”, afirma Queiroz Neto. Outro dia, comenta, atendi uma paciente com extensão de cílios  com uma conjuntivite alérgica terrível. Para Queiroz Neto o quadro pode ter sido ocasionado pela cola e detritos de maquiagem que notou nas bordas das pálpebras.  “Nossos olhos devem ser higienizados completamente antes de irmos dormir. Nas bordas das pálpebras ficam localizadas pequenas glândulas que respondem pela produção da lágrima e podem ser bloqueadas se a maquiagem não for retirada completamente, pontua.  No inverno, salienta,  o uso de lente de contato requer cuidado redobrado para manter o conforto dos olhos. Carregar colírio lubrificante sem conservante é crucial para evitar lesões na córnea, orienta. “Olhos vermelhos, lacrimejamento, coceira, sensação de corpo estranho, queimação, fotofobia, visão embaçada  e secreção viscosa que pode colar as pálpebras ao amanhecer são os sintomas da conjuntivite viral.  A única diferença em relação à conjuntivite alérgica é o tipo de secreção que é aquosa nos casos da alérgica”, afirma. O oftalmologista diz que tanto na conjuntivite viral como na alérgica o tratamento inicial pode ser feito com compressas frias feitas com gaze e água filtrada. “Usar óculos escuros nos ambientes externo também ajuda, mas em geral é necessário instilar colírio anti-inflamatório para acelerar a recuperação da conjuntiva viral, sempre com supervisão do oftalmologista. Isso porque, há vários tipos de anti-inflamatório e a suspensão do colírio não pode ser repentina. “Na conjuntivite alérgica  que geralmente é recorrente, a instilação de colírio  antialérgico é crucial para conter a coceira que é mais intensa. Coçar ou  esfregar os olhos causa astigmatismo que pode evoluir para ceratocone caso o hábito seja mantido. 

9 de março de 2025

Vacina da gripe ficará disponível o ano todo para crianças, idosos e gestantes

O Ministério da Saúde anunciou que, a partir de agora, a vacina contra o influenza, vírus causador da gripe, faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos de idade. O imunizante estará disponível em todas as salas de vacina do País a partir da 2ª quinzena de março. Até então, a oferta do imunizante ficava restrita às campanhas sazonais. Segundo a pediatra Mônica Levi, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a medida é importante porque os surtos de gripe não se restringem a apenas uma época do ano. "A gripe se caracteriza por uma imprevisibilidade. Então, apesar de a gente ter um maior número de casos no outono e inverno, os surtos também acontecem ao longo do ano, de forma esporádica", diz. Ela acrescenta que disponibilizar a vacina para quem não a tomou no período recomendado dá a oportunidade de esse indivíduo se proteger e também ajuda a prevenir o impacto de um eventual surto. Outros grupos continuarão recebendo o imunizante em estratégias especiais. Entre esses, estão profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, entre outros. Folhapress 

11 de janeiro de 2025

Especialistas recomendam 10 alimentos para reforçar o sistema imunológico

Gripes e constipações são doenças comuns e é fundamental reforçar o sistema imunológico para evitar contrair essas infecções. Diversos especialistas, incluindo os citados no BestLife, recomendam uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes, com destaque para a vitamina C, que desempenha um papel essencial no fortalecimento das defesas do organismo. Embora a laranja seja o alimento mais popular quando pensamos em vitamina C, existem muitos outros alimentos que são igualmente eficazes para reforçar o sistema imunológico. Confira a lista de alimentos recomendados por especialistas para ajudar a prevenir resfriados e fortalecer a imunidade: Brócolis: ricos em vitamina C e outros antioxidantes, que ajudam a melhorar a função imunológica. Papaia: uma excelente fonte de vitamina C, além de conter enzimas que auxiliam na digestão. Couve-de-bruxelas: ricas em fibras e vitamina C, importantes para o fortalecimento do sistema imune. Abacate: além de ser uma boa fonte de vitamina C, também fornece antioxidantes e gorduras saudáveis. Couve-flor: cheia de vitamina C, que ajuda a combater inflamações e a melhorar as defesas naturais do corpo. Couve 'kale': rica em vitaminas A, C e K, é um superalimento para a saúde geral. Kiwi: um dos alimentos mais ricos em vitamina C, essencial para manter o sistema imune forte. Pimentões: especialmente os vermelhos, que contêm uma quantidade impressionante de vitamina C. Manga: além de vitamina C, contém antioxidantes que ajudam a melhorar a imunidade. Melancia: rica em vitamina C, ajuda na hidratação e no fortalecimento do sistema imune. Consumir uma variedade desses alimentos pode ser uma excelente estratégia para aumentar a resistência do corpo, evitando resfriados e doenças sazonais. Além disso, manter uma alimentação balanceada, com alimentos frescos e nutritivos, é sempre uma boa prática para manter a saúde em dia. 

29 de junho de 2024

Mãe de 13 filhos morre após contrair gripe, médicos lançam alerta

Uma mulher de 47 anos, identificada como Julie Theobald, morreu na Austrália após contrair gripe, levando os médicos do país a lançarem um alerta sobre o aumento de casos da doença Theobald, que deixa 13 filhos órfãos, foi internada em uma unidade de terapia intensiva em Melbourne no dia 10 de junho após o vírus da gripe se agravar e evoluir para pneumonia. Segundo seus filhos, ela também sofria de outros problemas de saúde.  A mulher, que tinha filhos com idades entre 7 e 31 anos, não resistiu e faleceu duas semanas após a internação. A família criou uma página de crowdfunding para ajudar com as despesas do funeral. "Estamos todos extremamente chocados e com o coração partido por essa notícia. Nunca imaginamos perder nossa mãe tão cedo. Esta é nossa última chance de dar a ela a melhor despedida possível", diz a página. A morte de Theobald coincide com alertas de especialistas médicos sobre um aumento significativo de casos de gripe no início deste ano. A professora Catherine Bennett, da Universidade de Deakin, ressalta que mesmo pessoas saudáveis podem ser severamente afetadas pela doença. "Acho que todo mundo conhece alguém jovem e saudável que acaba no hospital com gripe, então é definitivamente algo que devemos tentar evitar", afirma Bennett, recomendando que as pessoas frequentem "ambientes ventilados e usem máscaras". 

22 de junho de 2024

Nova estripe de gripe assusta

Um homem morreu com uma estirpe de gripe aviária que ainda não tinha sido identificada em humanos, no México. Ainda que a variante H5N2 tenha sido identificada em aves daquele país, desconhece-se como é que o homem de 59 anos foi infectado, uma vez que não teve contato com aves ou outros animais, relatou a Organização Mundial da Saúde (OMS), citada pela Associated Press. O doente, que morreu num hospital na Cidade do México, estava acamado já antes de desenvolver febre, falta de ar e diarreia, em 17 de abril. Além disso, o homem tinha insuficiência renal crônica, diabetes e hipertensão. A família procurou ajuda médica a 24 de abril, tendo o homem morrido no mesmo dia. Testes preliminares deram conta de que o homem estava infectado com uma estirpe de gripe que, semanas mais tarde, testes de laboratório confirmaram ser H5N2. A OMS realçou que o risco para os cidadãos no México é baixo e que nenhum outro caso em humanos foi identificado até ao momento.

 

10 de junho de 2015

Vacina mata o velho

No governo Fernando Henrique Cardoso o Brasil enfrentava uma crise econômica muito pior que a atual. Assim o governo tomou certas medidas para diminuir suas despesas. Uma delas foi a criação do Fator Previdenciário, que hoje querem extinguir. Com esse plano as despesas com o INSS deveriam diminuir principalmente porque a idade para se aposentar seria maior. Coincidentemente foi lançado no Brasil a vacina contra a gripe chamada de Influenza. Apesar dos vírus produzidos no Instituto Butantã serem de boa qualidade as autoridades preferiram usar os vírus oriundos de Cuba. Devido a isso correu o boato que esta vacina era para diminuir a vida útil dos aposentados e assim melhorar o resultado do plano ¨Fator Previdenciário¨ e apelidaram de ¨Vacina Mata o Velho". Devido a isso muitos velhos até hoje não tomam a vacina de jeito nenhum. Foto: Inaldo Menezes. Edson Campos E Silva. Recife/PE

8 de agosto de 2014

Nossos hospitais estão preparados para o Vírus ebola?

O governo brasileiro está sendo negligente e omisso ao permitir o transporte de mercadorias e pessoas com áreas onde há o surto do vírus ebola. É desnecessário dizer que não temos estrutura física nem profissional para lidar com um surto do vírus ebola, pois a população não recebe atendimento adequado sequer para tratar de uma simples gripe ou para receber um parto humanizado, quem dirá conter um vírus que causa a morte de 90% dos infectados. Ressalto que não temos nenhuma garantia que os médicos cubanos entendam de medicina, nossos hospitais estão sucateados e com excesso de pacientes e a maioria das verbas destinadas aos hospitais públicos são desviadas. Cabe ao governo brasileiro seguir o exemplo de outros países que suspenderam voos com regiões afetadas pelo ebola. Caso o vírus entre no Brasil, teremos um cenário catastrófico. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG

23 de junho de 2012

Já são 40 mortos e 309  infectados pela gripe A em Santa Catarina. Esperava-se que o Ministério da Saude que enviasse 200 mil doses de vacina para Blumenau, onde se concentrava o maior número de casos. Além disso, 13 cidades fizeram pedidos urgentes. Para nosso espanto,  no dia 14 de junho o Ministério negou o fornecimento. A justificativa do Ministério da Saúde é que a ampliação da vacinação não diminuiria o número de casos registrados no Vale, já que a imunização é para preventiva. De lá para cá, mais 8 pessoas morreram no Estado. Estamos abandonados à nossa própria sorte! Foto: web. Maria Cristina Rocha Azevedo. Florianópolis/SC.

5 de maio de 2012

Vacinação Contra a Gripe

O secretário de Saúde do Recife, Humberto Antunes, abriu oficialmente a 14ª edição da Campanha Municipal de Vacinação Contra a Influenza neste sábado (05), na Policlínica Waldemar de Oliveira, em Santo Amaro. Logo cedo, muita gente procurou o local, onde profissionais da Academia da Cidade fizeram uma atividade lúdica, chamando a atenção da prática de exercícios físicos como mais uma forma de prevenção e promoção da saúde. Depois de receber a dose, o público foi convidado a confraternizar num café da manhã saudável. Até o dia 25 de maio, a iniciativa pretende atingir pelo menos 200 mil moradores do Recife, entre gestantes, idosos com mais de 60 anos, profissionais de categorias específicas da saúde e crianças com idade entre seis e 24 meses. Na capital pernambucana, cerca de 249,5 mil pessoas fazem parte do público alvo definido pelo Governo Federal. A vacina só não deve ser tomada por quem é alérgico à proteína do ovo ou teve alguma reação grave após a aplicação da dose em outras edições da campanha. Fora esses casos, ela é essencial para reduzir óbitos, internamentos e complicações decorrentes da gripe, como a pneumonia. Foto: Ivaldo Menezes. Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura da cidade do Recife.