Mostrando postagens com marcador promotor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador promotor. Mostrar todas as postagens
9 de dezembro de 2014
Preso mais um suspeito da morte do procurador
A Polícia Federal em Pernambuco, prendeu dia 06.12.2014, no município de Parnapirim, Estado do Rio Grande do Norte, José Ivanilson Dias Gomes em virtude do cumprimento de Mandado de Prisão Temporária expedido pela 36ª Vara Federal que tem validade por trinta dias. A prisão aconteceu quando o suspeito estava no bar de sua mãe nesta cidade. Após ter passado por uma revista pessoal os federais encontraram em seu poder uma arma de fogo (revólver) calibre 38, uma carteira de identidade falsa. O flagrante foi lavrado na Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Norte onde o suspeito foi autuado por porte ilegal de arma de fogo e uso de documento falso. No dia seguinte 07.12.2014 a equipe de policiais deslocou-se para a residência de sua mãe, onde foi feita uma busca domiciliar onde foram encontrados três aparelhos celular. O cidadão foi preso onde fica a disposição da justiça. Este é o quarto suspeito na morte do Procurador de Justiça Thiago Farias Soares em maio do corrente ano que é preso. Foto Divulgação da Polícia Federal de Pernambuco para o blog As Mazelas do Recife
19 de outubro de 2013
Assassinato do promotor em Pernambuco: Crime contra o judiciário?
Nesse "Brasil Tiririca", cultiva-se a irresponsável mania de criar heróis, independente de que tenham cometidos atos heróicos. Vejamos o caso do promotor recentemente assassinado no interior de Pernambuco. Logo após sua morte, muitas foram as "otoridades públicas" que, na ânsia de aparecer na mídia, deram pomposas entrevistas, sempre ressaltando a tese de que o promotor teria sido vítima de um atentado decorrente do seu trabalho, o que se constituiria, por conseguinte, em um ataque direto ao "Sistema Judiciário". Agora, após o Estado haver criado uma situação de guerra na busca dos assassinos, gastando recursos que não gastam nas investigações de crimes envolvendo "simples cidadãos", conclui-se que o promotor teria sido assassinado por conta de uma prosaica disputa de terras, episódio no qual, se de algum modo fez uso do seu cargo oficial, seria, segundo o entendimento dos prováveis assassinos, para “criar facilidades” que privilegiassem os interesses da sua noiva, na questão fundiária em que ela estava envolvida. São fatos assim, nos quais o corporativismo dos entes públicos fala mais alto do que a razão, que estão fazendo com que o Judiciário caminhe célere para o mesmo nível de descrédito popular em que já se encontram o Legislativo e o Executivo. Foto: Firmino Caetano Junior. Júlio Ferreira. Recife/PE
Labels:
assassinato,
cemitério,
crime,
judiciário,
morte,
promotor
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)