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5 de abril de 2015

865 mil abortos foram realizados só em 2013

Com base na Convenção Americana de Direitos Humanos, de 1969, aprovada por 24 países, inclusive o Brasil, o feto tem direitos humanos. Nos Estados Unidos, provocar aborto intencional é crime. A gestante que tomar remédio ilegal para interromper a gravidez, comete crime. Pratica crime de feticídio.  Apesar de proibido em 42 estados, mas, como o aborto ilegal cresce nos EUA, uma mulher que fez aborto intencional, impediu o nascimento do filho em gestação, no ano de 2013, acaba de ser condenada e sentenciada a 20 anos de prisão pelo crime de feticídio.  No Brasil, no ano de 2013, 865 mil mulheres fizeram abortos inseguros e assim cometeram crimes de feticídios. Lamentável essa situação. Foto: Portal O Globo. Carlos Ivan. Olinda/PE.

15 de novembro de 2013

Forças Armadas devem ficar atentas

Estamos acompanhando pela mídia essa movimentação da tal Comissão da Verdade, que busca informações sobre o suposto assassinato do ex-presidente JK. Tudo não passa de uma armação, por parte da esquerda brasileira, que a todo custo quer desmoralizar o governo militar, que trouxe ao país, progresso e desenvolvimento, bem diferente do que estamos assistindo nesses 10 anos de "administração" do Partido dos Trabalhadores. Como eles não tem assunto, querem mostrar serviço para o povo brasileiro, vindo agora com essa de que o ex-presidente, foi assassinado em uma noite do ano de 1976, conseguindo até encontrar uma testemunha falsa. Tudo na realidade foi um acidente já comprovada pela perícia na época. Vocês não tem o direito de mexer com o passado trágico deste grande homem e que enlutou o nosso país. Acho que as Forças Armadas devem ficar atentas para essa situação, Foto: Firmino Caetano Junior. Luiz Solano. O Repórter do Planalto. Brasilia/DF 

20 de outubro de 2013

Ainda existem dúvidas quanto aos culpados da morte do procurador em Pernambuco?

Tem alguma coisa estranha acontecendo nos bastidores das investigações que envolvem o assassinato do promotor da cidade de Itaíba, localizada na Região Agreste de Pernambuco. Afinal, para um crime que aparentemente já estava esclarecido, inclusive com a Secretaria de Defesa Social divulgando declarações quanto prisão do autor dos disparos, e identificando formalmente o mandante do crime, ainda existem muitas atividades investigativas e/ou policiais em andamento. Um ponto que chama a atenção é a postura da noiva da vitima, que em um período de poucos dias já foi convocada à prestar esclarecimentos em três vezes, sendo que em cada uma delas parece estar ainda mais assustada, inclusive deixando transparecer, de forma inexplicável, um comportamento típico de quem tem "culpa no cartório", ao fazer verdadeiras “ginásticas corporais”, no afã de esconder o rosto das câmeras fotográficas. Huuummm! Tomara que o futuro não traga surpresas desagradáveis... Foto: Firmino Caetano Junior. Júlio Ferreira. Recife/PE

19 de outubro de 2013

Assassinato do promotor em Pernambuco: Crime contra o judiciário?

Nesse "Brasil Tiririca", cultiva-se a irresponsável mania de criar heróis, independente de que tenham cometidos atos heróicos. Vejamos o caso do promotor recentemente assassinado no interior de Pernambuco. Logo após sua morte, muitas foram as "otoridades públicas" que, na ânsia de aparecer na mídia, deram pomposas entrevistas, sempre ressaltando a tese de que o promotor teria sido vítima de um atentado decorrente do seu trabalho, o que se constituiria, por conseguinte, em um ataque direto ao "Sistema Judiciário". Agora, após o Estado haver criado uma situação de guerra na busca dos assassinos, gastando recursos que não gastam nas investigações de crimes envolvendo "simples cidadãos", conclui-se que o promotor teria sido assassinado por conta de uma prosaica disputa de terras, episódio no qual, se de algum modo fez uso do seu cargo oficial, seria, segundo o entendimento dos prováveis assassinos, para “criar facilidades” que privilegiassem os interesses da sua noiva, na questão fundiária em que ela estava envolvida. São fatos assim, nos quais o corporativismo dos entes públicos fala mais alto do que a razão, que estão fazendo com que o Judiciário caminhe célere para o mesmo nível de descrédito popular em que já se encontram o Legislativo e o Executivo. Foto: Firmino Caetano Junior.  Júlio Ferreira. Recife/PE