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12 de junho de 2012
Filtros de barros
Neste período de seca, o sertanejo menos abastado bebe água barrenta.
Uma solução, além do fornecimento do produto através de carro pipa,
seria o fornecimento de filtros de barros pelas autoridades. A água
impura que é colocada nesses filtros, sai tão límpida que não fica nada
a dever para a mineral. Foto: web. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.
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17 de maio de 2012
A seca no Nordeste
Só em fevereiro de 2012, dez anos depois
de Lula ter prometido abrir milhares de poços artesianos no semiárido
nordestino, o governo de Dilma Rousseff firma acordo para construir 60
mil cisternas...Cisterna não é poço, que fique claro, e aqui no caso,
trata-se de uma tecnologia social ( porque depende do envolvimento e
colaboração da população) para a construção de um reservatório que
captaria até 16.000 litros de águas de chuva pelo telhado das
casas...Para encurtar a conversa, como neste ano de 2012 as chuvas de
março e São José não colaboraram com os irmãos nordestinos.. nem
represa, nem cisternas , nem água e muito menos os poços artesianos
prometidos por Lula em seu primeiro mandato. A desgraça está feita ...
milhões de vítimas da maior seca dos últimos 50 anos estão clamando por
socorro! E agora João, e agora José?...e agora...e agora ? Foto: web. Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP.
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Fábricas de gesso furtam água de adutora no sertão de Pernambuco
Duas fábricas localizadas entre Ipubi e a
vila de Santa Rita (a 12
quilômetros de Ouricuri), no Sertão do Estado, furtavam
água da Adutora do Oeste na confecção de placas de gesso. O flagrante ocorreu
nessa terça-feira (15) durante mais um dia de operação da Compesa, com o apoio
da Polícia Militar, para combater ligações clandestinas na região, que
atualmente sofre com a estiagem. No local, os técnicos da Compesa localizaram
dezenas de placas de gesso recém-fabricadas prontas para a venda. Desde o último dia 8, várias localidades do
Sertão pernambucano foram alvo da operação contra o furto de água da Adutora do
Oeste, que hoje atende 13 municípios e 24 distritos. Atualmente, a região
enfrenta sérios problemas de abastecimento em virtude da estiagem, uma das mais
severas dos últimos 50 anos. A Compesa prosseguirá com a operação pelos
próximos dias. As ações serão intensificadas para garantir que mais de 270 mil
pessoas abastecidas pela Adutora do Oeste (que tem 600 quilômetros de
extensão) não sejam penalizadas pelos infratores. A ideia é de que a ação dure
três meses. Em paralelo ao trabalho, também será feito o recadastramento de
todas as famílias ao longo da adutora. O objetivo é instalar válvulas
controladoras de vazão, que serão dimensionadas e ajustadas para garantir o bom
funcionamento do sistema. Foto/Fonte: Assessoria de Comunicação da Compesa.
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11 de maio de 2012
Furto de água no sertão de Pernambuco descoberto pela Compesa
Tanques para a criação de peixes foram localizados no município de Ouricuri durarante operação realizada pela Compesa para combater o furto de água no Sertão do Estado. O flagrante ocorreu às margens da BR-316, a cerca de 10km da cidade. A ação contou com o apoio da Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga (Ciosac), da Polícia Militar. O que chamou atenção no caso foi a identificação de um riacho, que atualmente está seco. Ao chegarem ao local, as equipes localizaram três tanques para criação de peixes com água furtada da Adutora do Oeste e os tanques criavam cerca de 50 mil peixes. Em Parnamirim, as equipes localizaram uma fazenda, no povoado de Veneza, que era abastecida irregularmente. A propriedade utilizava a água da Adutora do Oeste em uma plantação de feijão e na criação de 500 cabeças de gado. Após o flagrante, técnicos da Compesa retiraram a ligação clandestina e notificaram o proprietário, que será denunciado aos órgãos competentes. No mesmo povoado de Veneza, foram identificadas duas lagoas formadas a partir da água da Adutora do Oeste. A primeira era utilizada com o objetivo de fornecer água para animais. Já a segunda era utilizada para abastecer caminhões-pipa, que vendiam essa água para a população. Os infratores, inclusive, danificaram ventosas da adutora (equipamentos responsáveis pela extração de ar da adutora) para permitir que houvesse vazamento e, dessa maneira, formar a lagoa. Os pipeiros tiveram os nomes registrados e serão notificados. Já o vazamento nas ventosas já foi retirado pelos técnicos da Compesa. Outra fazenda, no povoado de Poço do Fumo, em Parnamirim, também foi fiscalizada. No local, os técnicos identificaram um riacho, com cerca de 2 quilômetros de extensão, se espalhando pela fazenda. Na mesma propriedade, havia ainda uma lagoa também proveniente de uma ligação clandestina. Já em uma localidade conhecida como Jacaré, em Ouricuri, foi localizado um barreiro, também proveniente da Adutora do Oeste, utilizado para abastecer caminhões-pipa. O homem responsável pelo veículo será notificado e denunciado aos órgãos competentes. E em Exu, no povoado de Olho D'água, uma ligação clandestina abastecia hortaliças. A situação chamou atenção pelo tamanho da plantação, com muito verde, contrastando com a seca do restante da região. O proprietário foi identificado e prestará esclarecimentos sobre o ocorrido. As ações serão intensificadas para garantir que mais de 200 mil pessoas, que são abastecidas nas 13 cidades do Sistema Adutor do Oeste, não sejam penalizadas por poucos usuários, que têm provocado muitos prejuízos ao abastecimento. Foto/Fonte: Assessoria de Comunicação da Compesa.
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