As comunidades que dependem dos cursos de água da floresta amazônica estão isoladas sem abastecimento de combustível, alimentos ou água filtrada. Dezenas de botos morreram e foram levados até as margens.E milhares de peixes sem vida flutuam na superfície da água. Essas são apenas as primeiras imagens sombrias da seca extrema que assola a Amazônia brasileira. Os níveis historicamente baixos da água afetaram centenas de milhares de pessoas e animais, e, com a previsão dos especialistas de que a seca pode durar até o começo de 2024, os problemas tendem a se intensificar. Oito estados brasileiros registraram os menores índices pluviométricos dos últimos 40 anos no período entre julho e setembro, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, o Cemaden. A seca afetou a maioria dos principais rios do Amazonas, a maior bacia hidrográfica do mundo, que representa 20% da água doce do planeta. 42 dos 62 municípios do Amazonas haviam declarado estado de emergência. Cerca de 250 mil pessoas foram afetadas pela seca até agora, e esse número pode dobrar até o fim do ano, segundo a Defesa Civil do estado.
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22 de outubro de 2023
'Sem água não tem vida': Seca na Amazônia brasileira aumenta o temor pelo futuro
15 de maio de 2015
Só dois dias com água no mês
A seca tá braba em Pernambucano. Na Região Metropolitana do Recife, as pesadas chuvas de abril não apareceram. Não causaram alagamentos. No interior, a situação tá pior. A falta d’água atormenta a população. Sem alternativas, dos 185 municípios do Estado, faz tempo, 115 cidades adotam o infernal sistema de rodizio nas casas para aliviar os graves efeitos da seca. São apenas dois dias com água no mês. Às vezes, não sobra nem um pingo de água para o gostoso banho de cuia. Quem visita Santa Cruz do Capibaribe, cidade polo da feira da sulanca, no Agreste pernambucano, sente como o calor incomoda. Foto: Companhia Pernambucana de Saneamento. Carlos Ivan. Olinda/PE
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25 de abril de 2015
Mudança no abastecimento e até agora nada de verba
A falta de chuvas e a perspectiva de precipitações abaixo da média na região do Agreste pernambucano motivaram a Companhia Pernambucana de Saneamento, a alterar o calendário de abastecimento das 15 cidades abastecidas pelo Sistema Jucazinho. Atualmente, o nível da barragem está em 7,8% de sua capacidade, o que corresponde a 25 milhões de metros cúbicos de água. A população precisa saber da gravidade da situação e ao mesmo tempo pedir o seu apoio para a necessidade do uso racional da água. Estamos mudando o calendário de abastecimento com o objetivo de preservar o manancial, evitando que entre em colapso, explicou o presidente da Compesa, Roberto Tavares, em uma coletiva a imprensa na cidade de Caruaru. Além de tomar a medida emergencial para preservar a barragem, a companhia também precisa concluir a obra estruturadora para a região, a Adutora do Agreste, que vai garantir o abastecimento pelos próximos 30 anos. A obra está em ritmo lento pela ausência de um cronograma de desembolso financeiro por parte do Governo Federal para tocar a maior obra hídrica do país, segundo o presidente da estatal. Foto: Cortesia.
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9 de abril de 2015
População sem água, pois alguns reservatórios secaram
Como abusou de negligência, o Brasil reconhece que pecou por omissão. Com a chegada da estação seca, e a escassez de chuvas de outubro 2014 a março deste ano, os reservatórios da Região Sudeste secaram. Por se encontrarem abaixo da normalidade, além de causar problema no abastecimento, a região utiliza energia elétrica gerada pelas usinas térmicas, que encarece a conta de luz para o consumidor. Pelo menos, 105 municípios sofrem de colapso no abastecimento. Como o país tem precário sistema de armazenamento de água nos reservatórios, é natural a população sentir as torneiras secas. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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29 de março de 2015
Esgotamento sanitário é um problema sério do Brasil
As secas prolongadas e as chuvas concentradas nas cidades, causa as mudanças climáticas, e esses efeitos tornam-se frequentes. Como atualmente o planeta passa por uma fase de aquecimento, os dois fenômenos, isoladamente, podem acontecer em locais diferenciados. Inundações locais e secas nos reservatórios. Porem, casa aos gestores públicos adotar planos específicos para evitar os estresses hídricos. Um caso sério no Brasil é deixar os rios servirem de diluidores de esgotos. Aceitar que somente 39% do esgotamento sanitário brasileiro sejam tratados, distribuindo doenças as mais diversas. Foto: Albênia Silva. Carlos Ivan. Olinda/PE
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5 de março de 2015
Mau gerenciamento dos recursos hídrico, é a causa do racionamento de água
O Brasil detém, sozinho, 16% do total das reservas de água doce do planeta. Possui em seu território o maior rio e o segundo maior aquífero subterrâneo do mundo. Além de apresentar índices recordes de chuva. Mesmo assim suas maiores cidades sofrem racionamento, pois o Brasil não usa nem 1% do seu potencial de água doce e as grandes metrópoles enfrentam colapso no abastecimento deste bem tão precioso. A explicação é uma só: o mau gerenciamento dos recursos hídricos pelo poder público em todas as esferas de atuação. Não há proteção das
nascentes, que sofrem com o desmatamento, e nem dos reservatórios naturais. Os rios estão degradados; os índices de perda de água nas empresas são assustadores; há um desperdício muito grande por parte da população, e na agricultura, onde ocorre mais de 70% do consumo, ainda se utiliza tecnologias do século passado. Foto: Compesa. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
nascentes, que sofrem com o desmatamento, e nem dos reservatórios naturais. Os rios estão degradados; os índices de perda de água nas empresas são assustadores; há um desperdício muito grande por parte da população, e na agricultura, onde ocorre mais de 70% do consumo, ainda se utiliza tecnologias do século passado. Foto: Compesa. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
3 de março de 2015
Colapso em barragem, pode deixar população sem água
A barragem de Botafogo, que abastece além da Cidade de Igarassu, Abreu e Lima, Paulista e Olinda, em Pernambuco, está atualmente com menos de 16% de sua capacidade, e a seu estado de emergência não estar somente na falta de chuvas. O problema é a destruição da matas ciliares no entorno das nascentes que abastecem o reservatório. Nos rios Botafogo, Itapicuru, Cumbé, Pilão e Catucá que compõem a bacia hidrográfica da barragem, a água vem desaparecendo devido a ausência das matas ciliares, que durante anos, foram retiradas para o plantio da cana de açúcar. Quanto maior for o desmatamento, a crise na falta de água vai se agravar. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE
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22 de fevereiro de 2015
Situação de barragem é delicada
Em função da pior seca dos últimos 50 anos, a situação da Barragem de Botafogo, localizada em Igarassu, Estado de Pernambuco, continua muito delicada. Buscando preservar este manancial até o próximo mês de maio, período habitual das chuvas, a Compesa decidiu, no final do ano passado, ampliar o racionamento em vários bairros das cidades de Olinda, Abreu e Lima, Igarassu e Paulista, que são abastecidas por este sistema. Hoje, o reservatório está com apenas 16% da sua capacidade. Caso não chova nos próximos 30 dias, a Compesa terá que fazer uso do volume morto. A expectativa dos técnicos da companhia é que isso ocorra quando o reservatório atingir 14% do seu volume total, caso não chova neste período. Esta é a segunda pior crise da Barragem de Botafogo desde a sua inauguração. A Compesa, está buscando viabilizar recursos financeiros junto ao Ministério da Integração visando a execução de obras emergenciais para atender essa região. Foto: divulgação
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14 de fevereiro de 2015
Reajuste na conta da água
A Agência Reguladora de Pernambuco, anunciou o reajuste de 8,35% na conta de água, que passará a vigorar no dia 20 de março. A reposição de inflação ora aprovada pela Agência chega em um momento de muita dificuldade no setor de saneamento. O aumento no custo da energia, a repetição de mais um ano de seca, o grande aumento no custo de carro-pipa, tem aumentado sobremaneira os custos da Compesa. Por outro lado, o grande volume de investimentos torna a tarefa ainda mais desafiadora. Em 2013, foram R$ 735 milhões investidos e 2014 deve fechar em torno de R$ 700 milhões. Com a aplicação do reajuste, a tarifa normal aumentará R$ 2,51, passando de R$ 30,00 para R$ 32,51 por mês (10.000 litros de água). Já a Tarifa Social aumentará R$ 0,54, passando de R$ 6,42 para R$ 6,96 por mês (10.000 litros de água). Foto: Firmino Caetano Junior. Imprensa Compesa.
12 de fevereiro de 2015
Em busca do voto, até obras em fase de conclusão são inauguradas
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8 de fevereiro de 2015
Departamento do governo sucateada
O relevo do Nordeste faz o clima esquentar, rareando chuvas, mas, trazendo seca, pobreza e fome para a Região. Então, para administrar a seca no Nordeste, criaram o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), em 1909. Com diminuto orçamento de R$ 1 bilhão, o órgão só investiu R$ 222 milhões em 2014 na construção de cisternas, açudes e barragens. Como possui 11.500 funcionários inativos, este órgão do governo gasta metade do orçamento com a folha de aposentados e pensionistas. Sem recursos, está sucateado. Cheio de projetos parados. Para tristeza do nordestino sonhador. Foto: Fred Carvalho. Carlos Ivan. Olinda/PE
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23 de novembro de 2014
Descoberto desvios ilegais de água no sertão
Mais uma ação de fiscalização do Sistema Adutor do Sertão foi realizada na última semana, como parte da Operação Água Legal. Entre os dias 12 e 16 de novembro, a equipe da Companhia Pernambucana de Saneamento, acompanhada pela Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga, realizou buscas por ligações clandestinas no sistema, no município de Cabrobó, no Sertão Central. Nessa ação, treze desvios clandestinos de água foram encontrados em trechos da adutora, entre Cabrobó e a Serra de Monte Santo, no mesmo município.A intervenção se deu por conta em razão do gerente Regional da Compesa do Sertão Central, observou a redução de vazão na chegada das Estações de Tratamento de Água. Foi então que solicitou apoio policial para fiscalização nos trechos de difícil acesso das adutora. O sistema é responsável pelo bombeamento d‘água para distribuição nos municípios de Salgueiro, Serrita, Terra Nova, Verdejante e muitas outras cidades, beneficiando milhares de pessoas. Desde que as fiscalizações foram intensificadas, já foram encontrado e corrigido 151 irregularidades no Sistema Adutor do Sertão. Foto: Divulgação
21 de novembro de 2014
O desperdício de água, pela falta de educação do povo
Apesar do racionamento de água e dos inúmeros avisos sobre o desperdício de recursos naturais as pessoas ainda desperdiçam, muitos por ignorância e outros por absoluta falta de educação. Desde a infância, minha família me ensinou a usar o chuveiro só o necessário, escovar dentes com torneiras fechadas, nunca deixar aparelhos ligados sem uso, entre outras economias e desde essa época sempre pautei na economia geral e posso afirmar que até o momento não me pesa a consciência por utilizar em excesso aquilo que faltará ao próximo e aumentará minha despesa. Ressalto que os participantes dos programas de baixa renda do governo federal, bolsa família, recebem descontos nas contas de água, luz e até telefone, entretanto a maioria utiliza esse desconto apenas para desperdiçar e nunca foram orientados para o uso racional dos recursos e nem as agências estipularam uma cota mensal por pessoa na família. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques Virginópolis/MG
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9 de novembro de 2014
Sabendo usar e economizar, água não vai faltar
Água é um item essencial à vida. Se faltar, morre tudo. O Brasil foi privilegiado pela natureza, tem 12 extensas bacias hidrográficas. Agora não é nordestino o único sofredor, várias regiões do país também choram a falta d’água. São Paulo passa por uma grave crise hídrica da história. Em 60 municípios paulistas, as famílias sofrem com o racionamento. As más gestões públicas, o desmatamento, o desperdício, a má educação do povo, as perdas na distribuição, a poluição nas fontes, as mudanças climáticas, a estiagem prolongada e o excesso no consumo, contribuem para faltar água nas casas. Apesar de denúncias do IBAMA acusando a devastação de florestas pelos incêndios e queimadas, o governo relaxa na fiscalização. Deixar que a contaminação da atmosfera e a agressão à biodiversidade causem estresse hídrico e desertificação. Matem os microrganismos do solo, provocando enormes prejuízos socioeconômicos ao país e ao mundo através do efeito estufa. Como não se fabrica ainda o nível da água é o mesmo de sempre. Não aumenta. Como não cuidam da natureza, as fontes secam. Os mananciais desaparecem e o povo sofre. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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6 de novembro de 2014
A crise no abastecimento de água de São Paulo
Governos têm sucesso quando executam políticas públicas que respondem aos desafios apresentados, e criam assim condições para um futuro melhor. No caso do que se convencionou chamar da crise de desabastecimento de água em São Paulo, algumas características deste evento foram sendo delineadas, e hoje estão bem definidas. O sistema Cantareira, que abastece 364 municípios paulistas, de um total de 645, atendendo 27,7 milhões de pessoas que respondem por 73% da receita da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo detém 50,26% das ações da companhia, e os outros 49,74% estão nas mãos de acionistas privados), poderá deixar 6,5 milhões de paulistanos sem água em suas torneiras. A culpa é menos de São Pedro do que do governo de São Paulo que administra a Sabesp, e que subestimou os impactos das mudanças climáticas, da extração desordenada e descontrolada de recursos hídricos, da falta de conservação e proteção dos mananciais, e, não menos relevante, da poluição. Faltaram planejamento estratégico na gestão integrada e compartilhada dos recursos hídricos, e os investimentos necessários em obras que poderiam ter amenizado o racionamento existente. Foto: Firmino Caetano Junior. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
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3 de novembro de 2014
Desperdício, enquanto milhares estão sofrendo sem água
Neste trecho da Rua 1901, no bairro de Jardim São Paulo, no Recife, e ao lado do imóvel de número 101, um cano estourou e se formou no local um buraco, por onde está sendo desperdiçado por dia grande volume de água, que aos poucos vai deixar os moradores sem o precioso líquido nas torneira, e só conta à pagar. Este desperdício nos dias de hoje é um verdadeiro afronto ao povo já tão carente de água, e o exemplo é o que está passando o Estado de São Paulo. Em Pernambuco a situação também não vai bem, pois tem barragens que a cada dia que passa, o volume de água está baixando. É preciso que os funcionários da Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento), compareçam ao local novamente, para corrigir o vazamento, pois segundo alguns populares lá estiveram dias atrás, viram o vazamento, olharam, olharam, olharam e foram embora até hoje. O que será feito desta vez? Quando o serviço será feito? Foto: Firmino Caetano Junior.
COMPESA RESPONDE: Informamos que uma equipe esteve nesta terça-feira (4) na rua 1911, no bairro de Jardim São Paulo, e realizou o conserto do vazamento próximo ao imóvel de número 101. Imprensa Compesa
COMPESA RESPONDE: Informamos que uma equipe esteve nesta terça-feira (4) na rua 1911, no bairro de Jardim São Paulo, e realizou o conserto do vazamento próximo ao imóvel de número 101. Imprensa Compesa
25 de outubro de 2014
Água mineral mais cara em todo país
Além de serem obrigados a economizar água, os moradores da cidade de São Paulo começam a pagar mais caro pela água mineral e refrigerante. De janeiro a setembro, a alta foi de 10,72% na Grande São Paulo. Nas demais capitais do país, o aumento médio foi de 6,24%. O setor atribui a elevação aos custos de produção e não a escassez de água no Sistema Cantareira, que opera com 3,3% de sua capacidade. Cerca de 67 municípios de São Paulo e Minas Gerais sofrem com a falta de água nas últimas semanas. No último fim de semana, os garrafões de água mineral de algumas lojas esgotaram. Só neste ano, o setor estima aumento de 30% nas vendas de água mineral e garante que a população continuará tenho o líquido em abundância, pelo menos nas lojas. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco
12 de outubro de 2014
Chuvas ameniza falta de água em várias cidades e Caruaru foi uma delas
O inverno no Agreste é de maio a julho, mas as chuvas atípicas registradas nos últimos meses trouxeram alívio para quatro cidades da região abastecidas pela Barragem do Prata. As cidades de Altinho, Agrestina, Cachoeirinha e Ibirajuba, no Estado de Pernambuco, estão recebendo água todos os dias, sem rodízio, em virtude do bom nível do manancial, que está hoje com 84,5% de sua capacidade de acumulação, que é de 42 milhões de metros cúbicos de água. Além dessas cidades, a Barragem do Prata também contribui de forma significativa para o abastecimento de Caruaru, o maior município da região. Este é o maior nível do Prata desde 2012, tendo em vista a seca nos últimos anos na região. Em abril deste ano, a Barragem do Prata estava com apenas 40,77% da sua capacidade. O reservatório, que fica na cidade de São Joaquim do Monte, começou a elevar o nível no mês de maio e, até o mês de setembro, estava com 73%. O percentual de 84,5% do Prata irá garantir uma distribuição de água tranquila para as quatro cidades até o próximo inverno, pois as precipitações dos últimos meses foram muito importantes para a recuperação do manancial. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Imprensa Compesa
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4 de outubro de 2014
Crise no abastecimento de água
O problema do abastecimento de água em algumas cidades brasileiras em especial no Estado de São Paulo, está diretamente relacionado a devastação ambiental. Essas cidades enfrentam graves racionamentos de água por conta da destruição das áreas verdes que comprometeram os mananciais de água e consequentemente causando o desbastecimento e a crime por que passamos. O crescimento da população eleva a procura por água tratada, e por isso seja essencial que os governos seja ele Federal Estadual e Municipal invistam na preservação ambiental. Se não tomarem providências urgente em pouco dentro a água vai se acabar. Quem viver, verá. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE
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27 de setembro de 2014
Água se acabando: Falta incentivos para plantio de florestas
Só agora com a diminuição geral das reservas de água doce e a drástica diminuição das chuvas para as pessoas, governos e até a ONU resolveram discutir e procurar soluções para esse grave e urgente problema. Por muitos anos pessoas desinformadas apregoaram que o plantio de eucalipto era o vilão que secava as águas, atualmente estudos e a observação cuidadosa demonstram exatamente o contrário, pois o eucalipto plantado respeitando a legislação ambiental promove a conservação dos manaciais e a formação de umidade no ar. Entre os inúmeros benefícios das florestas de eucaliptos ressalto a preservação das reservas nativas, a formação de corredores ecológicos, nos quais os animais silvestres e todo o ecossistema se intercomunicam, dificulta a caça, a pesca e a exploração predatória de recursos naturais, há prevenção e combate em caso de incêndios florestais impedindo sua proliferação por vastas áreas e conserva o solo da erosão. O poder público e privado deveriam subsidiar e incentivar o plantio de florestas, sendo esse o único modo de garantir uma terra habitável para as gerações futuras. Foto: Fernando Melo. Daniel Marques. Virginópolis/MG
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