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19 de novembro de 2012
Furto deixa cidade sem água
A Compesa identificou dois casos de desvio de água que estavam deixando 7
mil moradores sem abastecimento na sede do município de Angelim, no
Agreste do estado. O mau uso estava sendo praticado por dois produtores
rurais, que desviaram 100% da vazão do riacho Espinheiro, a única fonte
de água da cidade. Há 15 dias os técnicos começaram a notar que a
barragem do Espinheiro, que capta água do riacho, estava esvaziando
muito rapidamente durante a noite. Uma equipe da Compesa foi até a
nascente do manancial e descobriu que a água estava sendo desviada do
curso do rio para irrigar um pasto e um plantio de hortaliças. Os dois
canais ilegais foram desativados pelos técnicos da Compesa, que
orientaram os donos das propriedades a não reincidir, sob pena de serem
denunciados à polícia. Com o fim da operação, o abastecimento de Angelim
voltou à normalidade menos de 24 horas depois dos desvios de água serem
desfeitos. Foto: Divulgação Compesa.
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18 de novembro de 2012
Furto de água é descoberto em academia de ginástica
Uma academia de ginástica que estava praticando desvio de água foi flagrada na cidade de Belo Jardim, no Agreste do estado, uma região que enfrenta dificuldades em função da escassez de chuvas. O estabelecimento, chamado “Oficina do Corpo”, tinha uma ligação clandestina paralela àquela que conta com hidrômetro, ou seja, pagava apenas uma parte do total de água que realmente consumia. Os técnicos da Compesa cortaram a ligação e multaram a academia em um valor equivalente a um ano de consumo. A ação foi motivada por uma denúncia anônima. “Um consumidor, consciente de que estava sendo lesado por esse estabelecimento, cumpriu seu papel de cidadão e repassou duas cartas à Compesa de Belo Jardim. Como o dono da academia não estava no local durante a ação da Compesa, ainda não foi instaurado um inquérito policial. A irregularidade se mostra ainda mais grave diante da redução do volume de água no manancial do Bitury, que abastece Belo Jardim e outras quatro cidades vizinhas. A barragem do município está com apenas 38% da capacidade total, o que pode levar à necessidade de reduzir o abastecimento se a estiagem continuar. Foto: Divulgação.
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12 de outubro de 2012
Fiscalização combate furto de água
Além da estiagem que atinge Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, a cidade está enfrentando outro problema que afeta o abastecimento de água: as ligações clandestinas. Preocupada com o colapso da barragem Poço Fundo, que levou a uma queda de 50% da vazão total da cidade (os outros 50% correspondem às adutoras Tabocas e Machados), 20% estão sendo desviados, por roubo, causando dificuldades no atendimento ao município. Para combater o furto, a Compesa já iniciou inspeções no sistema. Na primeira delas, os técnicos encontraram indícios de ligações irregulares e acionaram a Policia Militar para ajudar na operação de combate às fraudes, que agravam a situação de falta de água. Nessa fiscalização, foram identificadas 30 dessas ligações, com a autuação de oito pessoas. Os técnicos ainda não conseguiram mensurar o ganho de vazão após a retirada dessas ligações clandestinas. Mas, diante do êxito da ação, a Compesa e a Polícia Militar vão dar continuidade às operações, que serão feitas semanalmente. O objetivo é localizar e cortar ligações clandestinas com o objetivo de recuperar a vazão de água, evitando a intensificação do racionamento, que hoje é de um dia com água para sete dias sem. Fonte/Foto: Assessoria de comunicação da Compesa.
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17 de maio de 2012
Fábricas de gesso furtam água de adutora no sertão de Pernambuco
Duas fábricas localizadas entre Ipubi e a
vila de Santa Rita (a 12
quilômetros de Ouricuri), no Sertão do Estado, furtavam
água da Adutora do Oeste na confecção de placas de gesso. O flagrante ocorreu
nessa terça-feira (15) durante mais um dia de operação da Compesa, com o apoio
da Polícia Militar, para combater ligações clandestinas na região, que
atualmente sofre com a estiagem. No local, os técnicos da Compesa localizaram
dezenas de placas de gesso recém-fabricadas prontas para a venda. Desde o último dia 8, várias localidades do
Sertão pernambucano foram alvo da operação contra o furto de água da Adutora do
Oeste, que hoje atende 13 municípios e 24 distritos. Atualmente, a região
enfrenta sérios problemas de abastecimento em virtude da estiagem, uma das mais
severas dos últimos 50 anos. A Compesa prosseguirá com a operação pelos
próximos dias. As ações serão intensificadas para garantir que mais de 270 mil
pessoas abastecidas pela Adutora do Oeste (que tem 600 quilômetros de
extensão) não sejam penalizadas pelos infratores. A ideia é de que a ação dure
três meses. Em paralelo ao trabalho, também será feito o recadastramento de
todas as famílias ao longo da adutora. O objetivo é instalar válvulas
controladoras de vazão, que serão dimensionadas e ajustadas para garantir o bom
funcionamento do sistema. Foto/Fonte: Assessoria de Comunicação da Compesa.
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11 de maio de 2012
Furto de água no sertão de Pernambuco descoberto pela Compesa
Tanques para a criação de peixes foram localizados no município de Ouricuri durarante operação realizada pela Compesa para combater o furto de água no Sertão do Estado. O flagrante ocorreu às margens da BR-316, a cerca de 10km da cidade. A ação contou com o apoio da Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga (Ciosac), da Polícia Militar. O que chamou atenção no caso foi a identificação de um riacho, que atualmente está seco. Ao chegarem ao local, as equipes localizaram três tanques para criação de peixes com água furtada da Adutora do Oeste e os tanques criavam cerca de 50 mil peixes. Em Parnamirim, as equipes localizaram uma fazenda, no povoado de Veneza, que era abastecida irregularmente. A propriedade utilizava a água da Adutora do Oeste em uma plantação de feijão e na criação de 500 cabeças de gado. Após o flagrante, técnicos da Compesa retiraram a ligação clandestina e notificaram o proprietário, que será denunciado aos órgãos competentes. No mesmo povoado de Veneza, foram identificadas duas lagoas formadas a partir da água da Adutora do Oeste. A primeira era utilizada com o objetivo de fornecer água para animais. Já a segunda era utilizada para abastecer caminhões-pipa, que vendiam essa água para a população. Os infratores, inclusive, danificaram ventosas da adutora (equipamentos responsáveis pela extração de ar da adutora) para permitir que houvesse vazamento e, dessa maneira, formar a lagoa. Os pipeiros tiveram os nomes registrados e serão notificados. Já o vazamento nas ventosas já foi retirado pelos técnicos da Compesa. Outra fazenda, no povoado de Poço do Fumo, em Parnamirim, também foi fiscalizada. No local, os técnicos identificaram um riacho, com cerca de 2 quilômetros de extensão, se espalhando pela fazenda. Na mesma propriedade, havia ainda uma lagoa também proveniente de uma ligação clandestina. Já em uma localidade conhecida como Jacaré, em Ouricuri, foi localizado um barreiro, também proveniente da Adutora do Oeste, utilizado para abastecer caminhões-pipa. O homem responsável pelo veículo será notificado e denunciado aos órgãos competentes. E em Exu, no povoado de Olho D'água, uma ligação clandestina abastecia hortaliças. A situação chamou atenção pelo tamanho da plantação, com muito verde, contrastando com a seca do restante da região. O proprietário foi identificado e prestará esclarecimentos sobre o ocorrido. As ações serão intensificadas para garantir que mais de 200 mil pessoas, que são abastecidas nas 13 cidades do Sistema Adutor do Oeste, não sejam penalizadas por poucos usuários, que têm provocado muitos prejuízos ao abastecimento. Foto/Fonte: Assessoria de Comunicação da Compesa.
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9 de maio de 2012
Compesa combate furto de água no sertão de Pernambuco
A
Compesa realizou ontem (08), com o apoio das Polícias do Sertão
(Ciosac), Militar e Civil, uma
operação para combater o furto de água nas adutoras que atendem 13
cidades no
interior do Estado, especialmente no Sertão do Araripe, onde existem
sérios
problemas de abastecimento de água em consequência da estiagem. Após
detectar
queda de vazão na adutora, a Compesa decidiu adotar medidas enérgicas
para
coibir o furto de água. Além das equipes técnicas
da Compesa e dos policiais por terra, a ação contou com o apoio de um
helicóptero, que sobrevoou a região, para indicar as coordenadas de onde
existem barreiros ou áreas verdes na paisagem árida, o que seria um
indicativo
de ligações clandestinas ou mau uso da água nas ligações oficiais. A
operação foi para verificar as áreas verdes ou com barreiros, e um
técnico ficou de passar as informações para as equipes da Compesa em
terra, que com o apoio das
forças policiais, iriam ao local indicado. Caso constatados os furtos, a
polícia iria deter os infratores em flagrante, e seriam levado para a
delegacia para
registro de Boletim de Ocorrência. Já às ligações clandestinas seriam imediatamente retiradas e
aplicadas as penalidades cabíveis. Nos casos identificados de mau uso da água
para irrigação em detrimento do abastecimento humano, os técnicos deveriam instalar
o hidrômetro de imediato e orientar o usuário sobre a importância do uso da
água com racionalidade. Foto: web. Fonte: Assessoria de Comunicacão da Compesa.
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