Pelo menos uns 5 gatos estão mortos dentro da praça Dom José Pereira Alves, que fica na Rua do mesmo nome, bairro do Cordeiro, no Recife, em Pernambuco. Não se sabe ao certo se morreram em decorrência da falta de água e comida, ou se foram mortos por pessoas que colocaram comidas envenenadas. Um verdadeiro mistério. É preciso que a prefeitura do Recife envie ao local uma equipe de funcionários para retirar os bichos, antes que comece a cheirar mal, e consequentemente quem faz caminhar no logradouro, chegar ao ponto de não aguentar o mal cheiro. Os frequentadores agradecem. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife.PE.
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21 de agosto de 2025
Gatos mortos dentro de uma praça
21 de junho de 2023
Falta de cadáveres está afetando a formação médica no Brasil
Os cursos de Medicina no Brasil têm-se deparado, em tempos recentes, com um problema bastante mais sério do que aparenta: a falta de cadáveres, altamente necessários para tarefas de ensino e de pesquisa. Uma análise feita pela BBC News Brasil afirma que esse é um problema crônico que tem prejudicado a aprendizagem dos jovens médicos na maioria das mais reconhecidas universidades do país. No âmbito desta avaliação, foram tidas em contas as 30 universidades mais bem avaliadas na edição mais recente do Ranking Universitário Folha, todas elas públicas. Fato é que 26 das instituições universitárias aqui consideradas foram, depois, inquiridas sobre o uso de cadáveres humanos nas aulas, e sobre a disponibilidade dos mesmos. Mais da metade (17) afirmaram que se debatem diariamente com um problema de falta dos mesmos para fins de ensino e de investigação, com apenas duas afirmando que a quantidade de cadáveres existentes é satisfatória. As outras sete disseram não se debater com esse problema, visto que ainda estão trabalhando na construção do seu programa de anatomia, ou porque os hospitais não teriam condições para mantê-los em condições de uso adequadas.
3 de novembro de 2013
Falta de respeito no dia de finados, na entrada de cemitério
Na tarde do dia de finados, fui ao Cemitério da Várzea, bairro do mesmo nome, na cidade do Recife, Estado de Pernambuco, como faço todos os anos, para reverenciar meus familiares que lá estão sepultados. Infelizmente, comprovando que vivemos tempos de total e absoluta degradação moral ética, a calçada frontal ao cemitério foi tomada por barracas de bebidas, cada uma delas com o som mais alto que a outra, em uma atitude de flagrante falta de respeito para com quem pretendia homenagear seus mortos (ficava a nítida impressão que os barraqueiros estavam empenhados em uma disputa, para ver qual deles conseguia tocar mais alto as músicas mais safadas). Procurei a administração do cemitério para registrar a minha indignação, até porque o som das músicas chegava à todos os quadrantes do “campo santo”, ocasião em que ouvi um rosário de desculpas tão esfarrapadas quanto irresponsáveis, culminando com a informação de que já haviam desistido de por fim àquela zona. Foto: Júlio Ferreira. Recife/PE
1 de novembro de 2013
O culto da saudade
As homenagens que se prestam aos "mortos" em todo mundo para os que meditam e percebem a subjetividade das coisas, têm uma significação bem mais profunda do que geralmente se imagina. Elas não refletem apenas a efetividade daqueles que ficaram; são manifestações inequívocas de uma crença inata na existência da alma e em sua sobrevivência; é a afirmação solene da certeza de que a sepultura não é o término fatal da vida, mas a porta de entrada para um novo modo de existência. Grande parte da humanidade não aprendeu, até agora, a aliar o sentimento à razão, e, por isso, as homenagens póstumas assumem ainda aspectos fúteis. Porque esse apego, esse culto aos despojos cadavéricos? Em vez de visitarmos o local onde baixaram suas carcaças putrescíveis, visitemos, em sua memória, os Cárceres, os Asilos, os Orfanatos, As enfermarias dos Hospitais e Instituições outras em que haja irmãos nosso carecidos de amor, compreensão e carinho. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
22 de julho de 2013
Falta de respeito para com os mortos
Um desrespeito, uma vergonha e uma falta de conscientização. Essas cenas da foto são vistas diariamente, no cemitério da cidade de Paulista, interior do estado de Pernambuco, onde restos de caixões são colocados de forma exposta, coisa que não poderia ser feito de forma alguma, pois existem as normas de higiene e segurança para este tipo de procedimento. Parece, que pelo jeito, o administrador do referido local, não saiba desse detalhe. E o prefeito da cidade eleito com o apoio do governador do estado Eduardo Campos, será que sabe deste descaso? Haja falta de respeito para com os mortos. Com a palavra a vigilância sanitária do estado e urgente. Flávio Marcone. Abreu e Lima/PE
2 de novembro de 2012
O culto da saudade
As homenagens que se prestam aos "mortos" em todo mundo no dia de hoje,
para os que meditam e percebem a subjetividade das coisas, têm uma
significação bem mais profunda do que geralmente se imagina. Elas não
refletem apenas a efetividade daqueles que ficaram; são manifestações
inequívocas de uma crença inata na existência da alma e em sua
sobrevivência; é a afirmação solene da certeza de que a sepultura não é o
término fatal da vida, mas a porta de entrada para um novo modo de
existência. Daí, pois, a universalidade das demonstrações de respeito,
veneração e carinho à memória dos que já empreenderam a grande viagem.
Grande parte da humanidade não aprendeu, até agora, a aliar o sentimento
à razão, e, por isso, as homenagens póstumas assumem ainda aspectos
fúteis. Se o corpo físico nada mais representa senão a indumentária do
que a alma se utiliza para cumprir o seu desideratum neste mundo, corpo
esse que, conforme nos ensina a Ciência, em cessando a vida orgânica,
dissocia-se paulatinamente, perdendo uma por uma as moléculas que o
compunham, até ser reduzido a nada, indo essas moléculas entrar na
composição de novos corpos vegetais ou animais, porque esse apego, esse
culto aos despojos cadavéricos? Em vez de visitarmos o local onde
baixaram suas carcaças putrescíveis, visitemos, em sua memória, os
cárceres, os asilos, os orfanatos, as enfermarias dos hospitais e
instituições outras em que haja irmãos nosso carecidos de amor,
compreensão e carinho. Foto: Firmino Caetano Junior. Rodolfo Calligaris. www.firminocaetanojunior. blogspot.com
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1 de novembro de 2012
Véspera de feriado
Vocês já notaram que em véspera de feriado ninguém "quer" adoecer?
Querem uma prova? Se dirijam até um posto de saúde nesse dia. Foi numa
véspera de feriado que eu consegui marcar a única urologista mulher de
pernambuco que atende no Sassepe. Com isso, fico a pensar, será que boa
parte dos pacientes têm um "toque" de hipocondria? Foto: Firmino Caetano Junior.
Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.
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31 de outubro de 2012
Dia de finados
A Prefeitura do Recife, por meio da Empresa de Manutenção e Limpeza
Urbana (Emlurb), intensificou os serviços prestados nos cinco cemitérios
públicos da cidade (Santo Amaro, Parque das Flores, Várzea, Tejipió e
Casa Amarela), com o objetivo de garantir maior comodidade aos
visitantes durante o próximo Dia de Finados, data lembrada em 2 de
novembro. Os locais estão recebendo intervenções de poda, pintura,
varrição e reparos elétricos e hidráulicos, com um investimento
aproximado de R$ 30 mil, além do apoio de empresas parceiras. O efetivo
será reforçado por cerca de 120 servidores que estarão distribuídos nas
cinco necrópoles para reforçar as ações. Esse quadro será aumentado no
dia anterior ao de Finados e na própria data, para melhorar o
atendimento às pessoas que irão visitar os cemitérios, uma vez que esse
número aumenta consideravelmente nesses dias. Foto: Firmino Caetano
Junior. Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura da cidade do
Recife.
21 de março de 2012
Caixões fora do cemitério
A prefeitura da cidade de Camaragibe, em Pernambuco, elegeu os fundos do velório como depósito de caixões de defuntos oriundos do cemitério do municipio. Venho denunciando este descaso pela mídia constantimente, e pelo visto, não será o último. Não adianta as tantas queixas registradas nas páginas dos Jornais, nas Rádios, na Televisão, Redes Sociais e nos blogs, e de nada adianta, pois retiram o material logo em seguida na calada da noite, e um novo descarte é realizado. Sinceramente, é muita irresponsailidade e desrespeito com a comunidade que mora no estorno desse local, para com os mortos e seus familiares. Parece que é uma sina, quando os prefeitos estão perto de encerrar seu mandato, o municipio fica entregue às traças, ratos, baratas, tapurus etc. A quem apelar neste caso? Ao papa? Só sendo. Foto: Maria Albênia Silva. Camaragibe/PE.
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