16 de setembro de 2014

Inflação no Brasil

Como o país não conseguiu cumprir a meta estabelecida em 2011, aprisionando a inflação no patamar de 4,5% ao final do ano de 2012, prorrogaram a promessa de conter o dragão inflacionário para 2016.  Não adiantou congelar preços, manter os tentáculos da carestia sob pressão administrativa, não adiantou mexer constantemente na esfera econômica porque a degola dos preços foi mais forte. Acabou derrubando os planos, através do impacto da desaceleração nas vendas do comércio varejista, da queda de faturamento no setor automotivo e de material de construção.  Por isso, diante dos registros negativos, não houve outra saída, senão transferir o cumprimento das metas para o ano de 2016.   Levando a crer que 2015, o próximo ano, será também de extrema dureza para o Brasil. Semelhante ao de 2014 que atravessa frágil crescimento econômico, escalada de preços e indústria em recessão. Foto: Firmino Caetano Junior.  Carlos Ivan. Olinda/PE.