O governo Lula (PT) vai editar nos próximos dias uma Medida Provisória para garantir um reajuste do piso salarial dos professores de 2026 acima da inflação O ministro da Educação, Camilo Santana, conversou com o presidente na tarde desta quinta-feira (8) para ajustar os detalhes. O MEC (Ministério da Educação) deve enviar ainda nesta quinta o texto para o Palácio do Planalto. A publicação da medida deve ocorrer na próxima semana, de acordo com informações confirmadas com a Folha.Pela regra atual, com variação vinculada à variação do Fundeb (principal mecanismo de financiamento da educação), o reajuste dos professores neste ano seria de 0,38%, bem abaixo da inflação de 2025, estimada em torno de 4%O tema tem causado pressão da categoria e negociações acirradas com municípios e, principalmente, com estados, que tentam evitar a obrigação de aumentos mais amplos.O ministro disse à Folha que o reajuste não será de 0,37%. "Nenhum professor pode ganhar menos que a variação da inflação, e estamos trabalhando para um reajuste real para o professor", disseO piso dos professores hoje é de R$ 4.867,77, para uma jornada de 40 horas semanais. O reajuste seria de apenas R$ 18 caso a regra atual fosse aplicada.Com informações da folhapress
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10 de janeiro de 2026
Professores terão reajuste acima da inflação
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15 de outubro de 2025
Carro em cima da calçada
Este veículo de placa número QYG3G53 cor branca marca Onix fabricação GM, foi flagrado em cima da calçada deste trecho da Rua Leandro Barreto, bairro do Jardim São Paulo, no dia 12 deste mês, tirando o direito de ir e vir das pessoas, e ao mesmo tempo, causando uma inflação de trânsito. Pena que na hora não passou pelo local uma viatura da CTTU, para multar o infrator. Mas, como tem os detalhes dos veículos, bem que poderia enviar a multa pelos correios ou outros meios que se achar necessário. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife.Pe
28 de abril de 2015
Cortes no orçamento é uma ideia mesquinha do governo Dilma
O ano mal começou e já pagamos mais de R$ 589 bilhões de impostos, sem falar nos aumentos exorbitantes nas contas de energia, de água, de telefone, dos planos de saúde e tantos outros compromissos que somos forçados a assumir. Infelizmente, temos que nos virar para dar conta de tantos gastos, porque se aguardamos as compensações dos governos estamos frito. Sinceramente, não sei até onde iremos suportar o fato da população estar sempre em segundo lugar nos planos e obrigações do governo, que foi eleito para nos servir oferecendo educação, saúde, infraestrutura e outros serviços com qualidade. Nossa contribuição estão sempre aumentando, inflando a arrecadação. Daí vem o Governo Federal e, em vez de otimizar os custos de casa, resolve cortar em R$ 7 bilhões em investimentos nos três primeiros meses do ano. Todos sabem das dificuldades econômicas que enfrentamos, mas também sabemos o tamanho da desorganização, dos interesses e da má vontade política em reverter os benefícios de cada centavo que saí dos nossos bolsos. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Jornalista
8 de abril de 2015
Já não suportamos mais a carga tributária, presidente Dilma
Antes de aumentar a carga tributária, que seja reduzida os gastos de pelo menos 20 ministérios, além de cargos em comissão, que são verdadeiros cabide de empregos para os afiliados dos Partidos dos Trabalhadores. O povo não aguenta pagar tão caro pela energia elétrica, pelo combustível, alimentação etc. O Governo tem que entender, que o dinheiro mal administrado, não é dinheiro dele, e sim do povo brasileiro que perde 4 meses de trabalho, para pagar impostos. É isso que temos que temos de reclamar nas ruas: que se baixe os impostos, aumento de vaga de empregos, segurança, educação etc. A mídia em geral, já sentiu, como fomos enganados e eles farão seu papel, denunciando os erros cometidos no passado e presente. Foto: Portal O Globo. Claudio Szulcsewski. Rio de Janeiro/RJ
6 de abril de 2015
Inflação neste ano no Brasil, pode bater recorde
O Banco Central escancarou, pela primeira vez, com números, o que os agentes econômicos já sabiam há algum tempo: a inflação de 2015 vai estourar o teto da meta. A projeção é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor feche este ano em 7,9%, bem acima do limite máximo determinado, de 6,5%. O pior é que a chance de isso ser concretizado, pelos próprios cálculos do BC, é de 90%. A inflação deste ano, portanto, deve ser a maior em 12 anos. Dado o cenário perdido para combater à alta dos preços em 2015, não resta outra saída à autoridade monetária se não mirar para o ano seguinte (2016), cuja promessa do governo que é entregar o IPCA na meta de 4,5%, já que pelos cálculos do Banco Central, a taxa de 2016 ficará em 4,9%. Entretanto os analistas acreditam que o índice será de 5,6%. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Agência Estado
15 de março de 2015
Preço da cesta básica, está custando 30% do salário
Composta por gêneros alimentícios, itens pessoais e de limpeza para uma pessoa suprir as necessidades básicas durante um mês. Segundo o DIEESE, a cesta básica contém 13 produtos essenciais: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, café, pão, açúcar, óleo, manteiga e frutas. No Nordeste, a cesta básica custa em torno de duzentos reais. Em São Paulo passa dos trezentos reais. O incrível é o preço da cesta básica bater o índice do IPCA, levantado em 6,41% em 2014. Custar cerca de 30% do salário mínimo. Em Brasília, Aracaju e Florianópolis, o aumento foi superior a 10%. Somente em Curitiba e em Fortaleza houve deflação. O preço caiu. Alguma coisa tá errada na cesta básica. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
14 de março de 2015
Preço dos produtos não param de aumentar
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), lambuzou a maquiagem dos dados inflacionários. O governo segurou o preço da passagem de ônibus, gasolina e energia para sair bem na foto. Mas, a invenção enfureceu a taxa de inflação. A cobrança do Cofins, na gasolina, a liberação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) nos carros foi o pretexto para elevar o IPCA. Até o dólar sentiu o impacto, passou dos R$ 3. Por isso, a inflação dos últimos 12 meses cravou 7,7%, o mais alto índice desde 2005, quando registrou 8,05%. Provando que descumprir metas tem consequências. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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3 de março de 2015
População reduz compras em Supermercados
AIludida por falsos padrões de vida, a Classe C gastou à vontade, principalmente com supérfluos, para satisfazer a vaidade e valorizar o status social. Mas, depois que descortinaram a realidade do país, a decepção arrasou a Classe C. Então, abatida pela explosiva inflação, forçada pelos aumentos de energia, gasolina e diesel, acabou-se o sonho de esnobação. A perda de poder aquisitivo do magro salário fez a Classe C cortar despesas em casa, reduzir as compras no supermercado. Voltando a priorizar apenas o básico para suprir a despensa. Carne nem pensar de tão cara. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
15 de fevereiro de 2015
Indústria automotiva e a queda nas vendas
Temendo impopularidade, alguns governos adiam, empurram os problemas que aguardavam solução. Por conta de indecisões, de repetitivos erros, o Brasil, agora, passa por péssimas e complicadas situações. As contas públicas, desequilibradas, avermelharam. Para desviar os rombos, jogaram o peso nas costas do povo que enfrenta crises de água e de tarifaço no setor elétrico, ameaçado de racionamento, que junto com os impostos elevam os preços, aumentando a inflação. Até os subsídios nos preços e na redução de impostos nos automóveis derrubou a indústria automotiva. Que passa maus bocados com a queda de vendas, levando junto as concessionárias. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
5 de dezembro de 2014
Calculo da inflação brasileira
Tenho ouvido muita gente reclamar que o cálculo da inflação no Brasil é camuflado pelo governo. Muitos candidatos a presidente, perguntavam nos programas de TV para as donas de casas, se os preços dos alimentos eram os mesmos a cada mês que iam as compras. Na verdade é mais fácil ver os preços dos produtos que subiram do que os que baixaram. Todo ano o Parque dos Coqueiros faz o natal dos garis que limpam a praia de Boa Viagem distribuindo 70 cestas de natal. Assim resolvi checar o preço dos alimentos da cesta. No ano de 2013, comprei as 70 cestas de natal ao preço R$ 30,00 a unidade. Este ano comprei as mesmas 70 cestas por R$ 32,00 a unidade teve um aumento de 6.6 % ao preço de 2013 e 6,25 % ao preço de 2014. Na realidade a produção de alimentos no Brasil é que segura a inflação. Foto: Edson Campos E Silva
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24 de outubro de 2014
Inflação nos Supermercados
Está cada vez mais caro fazer as compras básicas no supermercado, tenho percebido que no intervalo de 30 dias o reajuste nos preços é maior do que 10% em diversos produtos, contrariando todos os indicadores oficiais e a percepção do consumidor desavisado. As autoridades de defesa do consumidor deveriam atentar aos aumentos de preços abusivos praticados pelos supermercadistas que faturaram cerca de R$ 214 bilhões em 2013, 11,3% a mais que o ano anterior e em 2014 suponho que aproveitem a euforia da copa e as incertezas das eleições para inflar os preços e obterem lucros gigantescos. Por outro lado as autoridades de defesa do consumidor deveriam autuar as empresas que diminuem a quantidade de seus produtos e continuam cobrando o mesmo preço. O Brasil está esquecendo das duras lições dos tempos da inflação galopante e dos fiscais do Sarney, onde os preços das mercadorias aumentavam todos os dias. O assalariado está perdendo o poder de compra com a desvalorização da nossa moeda. Onde vamos parar desse jeito? Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG
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6 de outubro de 2014
Difícil fase econômica do Brasil e bancos cobrando juros nas alturas
O Brasil registra vexatória fase. O dólar disparou, o custo de vida subiu, o consumo esfriou, a balança comercial apresentou um saldo negativo acumulado de US$ 690 milhões. O maior déficit desde 1998. O resultado revela desaquecimento, fraco desempenho. A inflação, alta e persistente, também atropelou a economia. Achatou o salário, enquanto pressiona os preços pra cima. No quadro de 27 países, o Brasil tem a taxa de inflação mais elevada. O petróleo e a energia são dois itens básicos da economia. Se aumentam o preço, encarecem outros produtos, gerando inflação. Os gastos exagerados do governo, sem o acompanhamento da receita, forçam a emissão de mais papel-moeda para ter condições de saldar as dívidas. O contínuo reajuste de preços e salário motiva greves, desorganiza projetos monetários, produção, consumo e arrecadação de impostos. Enquanto existir juros altos, escassez de produtos, desequilíbrio na balança de pagamentos, emissão de moeda e reajustes de preços e de salários, a situação fica complicada. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
16 de setembro de 2014
Inflação no Brasil
Como o país não conseguiu cumprir a meta estabelecida em 2011, aprisionando a inflação no patamar de 4,5% ao final do ano de 2012, prorrogaram a promessa de conter o dragão inflacionário para 2016. Não adiantou congelar preços, manter os tentáculos da carestia sob pressão administrativa, não adiantou mexer constantemente na esfera econômica porque a degola dos preços foi mais forte. Acabou derrubando os planos, através do impacto da desaceleração nas vendas do comércio varejista, da queda de faturamento no setor automotivo e de material de construção. Por isso, diante dos registros negativos, não houve outra saída, senão transferir o cumprimento das metas para o ano de 2016. Levando a crer que 2015, o próximo ano, será também de extrema dureza para o Brasil. Semelhante ao de 2014 que atravessa frágil crescimento econômico, escalada de preços e indústria em recessão. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE.
31 de julho de 2014
Tempo incerto com inflação galopante no País
Com gosto de gás, o vírus da estagflação chegou, querendo ser o rei do pedaço, desmoronando planos, derrubando projetos, implantando um tempo de vacas magras no mercado e produzindo incertezas no cenário brasileiro. Exige a mesma imagem de sempre, independente de maquiagem. Apresenta baixo crescimento do PIB, enquanto dispara a taxa de inflação para o topo do morro. Preocupado com a terrível situação, o Banco Central alterou a regra do jogo. Embora mantenha os juros no cocuruto, a fim de segurar o IPCA, para impedir a fuga da meta, o BC resolveu ser flexível com os depósitos compulsórios dos bancos. A intenção é estimular o crédito, gerar consumo, que andam meio escondidos, super tímidos. Mas, tem um item encabulando o empresariado que é o ano eleitoral. No período de eleição, as campanhas esfriam os empréstimos, tiram o apetite do crédito, barram as vendas. Com as barbas de molho, os empresários ficam na dele. Agem iguais aos banqueiros, também desconfiados com a esmola grande, devido ao medo da inadimplência. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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15 de julho de 2014
Carros mais caros, mesmo com subsídio
Depois de todos os benefícios fiscais concedidos pelo Governo Federal há alguns anos, a indústria automotiva caminha na contramão da lógica e opta por vender veículos mais caros. Quando há queda da demanda de qualquer produto a tendência é que os preços caiam, concordam? Mas no Brasil esse processo é inverso. A demanda cai, os preços sobem e o Governo ainda banca. Sim, porque não é de hoje que temos notícias das isenções e reduções nas alíquotas do Imposto Sobre Produtos Industrializados(IPI). Recentemente, no dia 30 de junho, para ser mais preciso, a União manteve as alíquotas para o setor e, com isso, abriu mão de R$ 800 milhões. Se considerarmos 2014 como um todo, o País deixará de arrecadar R$ 1,6 bilhão. Mesmo assim, comprar um carro novo está custando R$ 2,7 mil a mais em relação ao ano passado. Um aumento de 6%. O mais curioso é saber da choradeira das montadoras que em 2013 saltou de R$ 3,3 bilhões para R% 161,3 bilhões, segundo dados da Oikonomia. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco
19 de junho de 2014
Preços das mercadorias em disparada
Todos os dias me perguntam que Brasil é esse que estamos vivendo? Semanalmente vamos ao supermercado e nos deparamos com os preços das mercadorias reajustados e o pão nosso de cada dia com preço a beira da morte. Por outro lado os salários recebem reajustes insignificantes e impostos abusivos cobrados aos trabalhadores brasileiros sem dó nem piedade e não adianta nem reclamar. Reclamar a quem? O meu salário está milhões de vezes abaixo do que é levado pela corrupção por pessoas desonestas neste país e tudo fica por isso mesmo. Estamos na época da exploração, com preços altos e salários baixos, e sob o risco da volta do monstro da inflação. Lamentável está situação porque passamos. Ainda bem que as eleições estão chegando. Foto: Firmino Caetano Junior. Fernando Melo. Igarassu/PE
9 de maio de 2014
Inflação no Brasil e o preço do pão
Mirian Leitão comentarista da Rede Globo de Televisão me deixou em dúvida. Explicou que o valor da inflação leva em consideração diversos produtos. Assim tem produtos que sobem de preços mais outros baixam. Por exemplo se alimentos está alta, habitação, transporte podem estar baixando. Agora o que não entendi é que na Bahia pela consulta da Globo o preço do pão varia de R$ 6,00 até R$ 12,00. Qual preço vai ser usado no cálculo da inflação? Eu acho que em uma padaria se o preço do pão está o dobro do de uma outra, isso não é problema de inflação é especulação e assalto mesmo. Ou será que estou errado nesta minha observação? Foto: Firmino Caetano Junior. Edson Campos E Silva. Recife/PE
22 de abril de 2014
Eleição e a volta da inflação
No site do banco Central do Brasil consta a informação que possuem a missão de assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente, portanto estão fracassando nessa missão por não conseguem deter a alta nos preços de produtos e serviços básicos. Os brasileiros já sofreram demais com a inflação, a estabilidade econômica custou caro e levou anos para ser implementada,cabe a nossos representantes políticos cobrarem agilidade e competência da equipe econômica, pois discursos não suprem as necessidades básicas do trabalhador. Enganam-se os candidatos que acreditam em vitória nas eleições de outubro por estarem mantendo auxílios financeiros e medidas populistas para a camada mais pobre, pois o que todos mais temem é a volta da inflação. Foto: Edson Campos E Silva. Daniel Marques. Virginópolis/MG
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26 de janeiro de 2014
Preço do coco disparou na praia
No dia 23/01/2014, o preço do coco nos quiosques do Calçadão da praia de Boa Viagem, no Recife, Estado de Pernambuco, aumentou de R$ 3,00 para R$ 4,00 ou seja um aumento de 33 %. Acho que a razão é a chegada da copa do mundo pois a muito tempo a inflação gira em torno de 5 % e os quiosques são da Prefeitura da cidade do Recife inclusive sua manutenção havendo assim um baixo custo de operação. Considerando que muitos quiosques pertencem a uma mesma família ou amigos fica difícil haver concorrência. Mas, isso é um verdadeiro absurdo e para que não dizer exploração. É preciso que os órgão de defesa do consumidor passem pelo local, para pelos menos alerta aos donos que estes preços são abusos e se for o caso, aplicar multa por está falta de respeito para com os consumidores. É preciso agir rápido. Foto: Edson Campos E Silva. Recife/PE
26 de setembro de 2013
As calçadas viraram casa de Mãe Joana
Já é do conhecimento de todos que as calçadas do Recife, depois da posse do prefeito eleito Geraldo Júlio (Leia-se “Geraldinho Faz Tudo”) na Prefeitura da cidade do Recife, no estado de Pernambuco, viraram verdadeiros “balaios de gatos”, mas tem gente que abusa do direito de esculhambar. Veja nessa foto, documentando o caso de um motorista que, em pleno horário comercial, estacionou seu carro em cima da calçada da Rua José Aderbal Chaves, em Boa Viagem, tal como estivesse colocando o carro em sua garagem particular. É muita cara de pau, obviamente incentivada da pela certeza de impunidade. E haja iMpunidade nisso Meu caro Júlio Ferreira. Estou cansado de mostrar neste blog cenas como está em várias ruas e avenidas da cidade do Recife, e a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (Leia-se CTTU) toma conhecimento do fato e nada faz, quem sabe com medo dos donos dos carros, que em sua maioria são de pssoas abastardas. Um descaso total nesta terra de ninguém e sem lei. Foto: Júlio Ferreira. Recife/PE
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