6 de outubro de 2014

Difícil fase econômica do Brasil e bancos cobrando juros nas alturas

O Brasil registra vexatória fase. O dólar disparou, o custo de vida subiu, o consumo esfriou, a balança comercial apresentou um saldo negativo acumulado de US$ 690 milhões. O maior déficit desde 1998. O resultado revela desaquecimento, fraco desempenho. A inflação, alta e persistente, também atropelou a economia. Achatou o salário, enquanto pressiona os preços pra cima. No quadro de 27 países, o Brasil tem a taxa de inflação mais elevada. O petróleo e a energia são dois itens básicos da economia. Se aumentam o preço, encarecem outros produtos, gerando inflação. Os gastos exagerados do governo, sem o acompanhamento da receita, forçam a emissão de mais papel-moeda para ter condições de saldar as dívidas. O contínuo reajuste de preços e salário motiva greves, desorganiza projetos monetários, produção, consumo e arrecadação de impostos.  Enquanto existir juros altos, escassez de produtos, desequilíbrio na balança de pagamentos, emissão de moeda e reajustes de preços e de salários, a situação fica complicada. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE