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1 de fevereiro de 2026

NASA quer lançar astronautas em missão para contornar a lua

O dia 6 de fevereiro de 2026 pode se tornar um marco histórico, com o primeiro voo espacial tripulado a ir além da Terra em mais de meio século, numa jornada até a Lua. É para quando a Nasa espera iniciar a missão Artemis 2. O voo, por ora, está marcado para começar às 23h41 (de Brasília), mas dia e hora ainda podem mudar.A janela para o lançamento neste mês de fevereiro vai do dia 5 ao dia 11. Caso não aconteça até lá, novas tentativas podem acontecer em cerca de um mês -uma função do ciclo de translação da Lua ao redor da Terra, que dura cerca de 28 dias.A rigor, é possível lançar uma missão à Lua a qualquer tempo (afinal, embora ela mude de posição todos os dias, está sempre mais ou menos à mesma distância da Terra em termos astronômicos, com variações que não impactam muito nas missões). Contudo, a situação muda quando a missão precisa se pautar pelas condições de iluminação no satélite durante a chegada -seria frustrante, por exemplo, fazer a máxima aproximação sobre o hemisfério noturno lunar naquele momento. Para missões de pouso, então, isso se torna ainda mais crítico, com a escolha das melhores condições de iluminação e temperatura no sítio de descida. Neste momento, a agência espacial americana trabalha com "não antes de 6 de fevereiro e não depois de abril", o que significa que, salvo imprevistos maiores, teremos três, talvez quatro, janelas para esse voo. Uma boa pista deve vir nos próximos dias, com o transporte do super foguete SLS à plataforma 39B do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral (Flórida), de onde ele será lançado. Folhapress


27 de janeiro de 2026

EUA E NASA querem reator nuclear na lua até 2023

A NASA e o Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciaram planos para construir um reator nuclear na superfície da Lua, indicando que o projeto deve ser concluído até 2030O, objetivo da iniciativa é criar uma fonte de energia no satélite natural da Terra, que ajudará a sustentar missões mais longas na Lua, eliminando a necessidade de transportar combustível a partir do nosso planeta.“Este acordo permite uma colaboração mais próxima entre a NASA e o Departamento de Energia para fornecer as capacidades necessárias para uma nova Era Dourada da exploração e da descoberta espacial”, afirmou o administrador da NASA, Jared Isaacman, em comunicado.Ainda assim, será necessário realizar uma série de testes para avaliar a viabilidade da construção de um reator nuclear na Lua.Um dos principais desafios será a forma de resfriamento das torres nucleares. Considerando a baixa gravidade e a reduzida pressão atmosférica, será preciso adotar soluções mais criativas, podendo exigir, por exemplo, o uso de metal líquido como sistema de resfriamento.Outro obstáculo importante será a poeira lunar que, diferentemente do que ocorre em Marte, é carregada de radiação solar. Isso exigirá que os equipamentos desenvolvidos para a superfície da Lua sejam projetados para resistir a esse fator.

2 de novembro de 2025

NASA aciona alerta global contra ameaças espacias: cometa "imprevisível"

A NASA emitiu um alerta e ativou parte de seu protocolo de defesa planetária após identificar um comportamento considerado “inexplicável” no cometa 31/ATLAS, detectado originalmente pela Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN). O comunicado técnico foi divulgado nesta terça-feira (21) no boletim MPEC (2025-U142), publicado pelo Minor Planet Center (MPC), vinculado à Universidade de Harvard, e gerou preocupação entre astrônomos e cientistas espaciais. De acordo com a agência espacial, o cometa apresenta características incomuns que dificultam a previsão exata de sua trajetória nas próximas semanas. Para compreender o fenômeno, a NASA anunciou a realização de um exercício especial de treinamento entre 27 de novembro de 2025 e 27 de janeiro de 2026, com o objetivo de reforçar os protocolos de resposta a possíveis ameaças espaciais e aprimorar a análise de corpos celestes com comportamento atípico. No comunicado, a NASA explicou que cometas são sistemas estendidos, cujas medições são baseadas no brilho central — o que pode dificultar a determinação precisa de sua posição. A IAWN destacou que o 31/ATLAS representa um “desafio único” para os astrônomos, já que pequenas variações no cálculo podem alterar significativamente as projeções de sua rota. Como parte das ações de monitoramento, o Minor Planet Center, supervisionado pela União Astronômica Internacional (IAU) e financiado pela NASA, promoverá um workshop técnico sobre astrometria de cometas, voltado à melhoria dos métodos de observação e à redução de erros de interpretação. O cometa 3I/ATLAS foi identificado em 1º de julho de 2025 pelo telescópio ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert Survey System), localizado em Río Hurtado, no Chile. O equipamento, também financiado pela NASA, registrou a presença de um objeto de origem interestelar com dimensões estimadas entre 20 e 30 quilômetros. Segundo o astrônomo Avi Loeb, o núcleo do cometa pode ter cerca de 5,6 quilômetros de diâmetro e uma massa superior a 33 bilhões de toneladas, o que o coloca entre os maiores corpos já observados desse tipo. Atualmente, o cometa está a mais de 670 milhões de quilômetros do Sol, viajando a uma velocidade de 61 quilômetros por segundo. O Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC) colabora com outros centros internacionais para estudar sua composição, trajetória e implicações científicas, em um dos episódios recentes mais intrigantes da astronomia moderna. Folhapress 

12 de outubro de 2025

NASA avança em testes de avião supersônico silencioso

A Nasa divulgou avanços nos testes com o avião supersônico X-59. A expectativa da agência é que o primeiro voo da aeronave seja feito ainda neste ano. O primeiro voo será realizado em baixa altitude (12 mil pés, ou 3.660 metros), em uma velocidade de aproximadamente 386 km/h, para verificar a integração dos sistemas. O objetivo dessa etapa será confirmar a aeronavegabilidade e a segurança do X-59. O projeto é realizado com investimentos da Lockheed Martin. Anteriormente, a Nasa previa realizar o primeiro voo em 2024, ano em que a agência apresentou o avião. Com duração prevista de uma hora, o voo decolará de Palmdale (Califórnia) e pousará no Centro de Pesquisa de Voo Armstrong da NASA, em Edwards, no mesmo estado. Posteriormente, os voos serão feitos em maiores altitude e velocidade. O X-59 não é um protótipo, mas sim um experimento. No entanto, a ideia é que os dados coletados na missão pavimentem o caminho para uma nova geração de aeronaves comerciais. A expectativa da Nasa é que o barulho provocado pelo X-59 seja como um "baque silencioso". A intensidade esperada deve chegar perto dos 75 decibéis –abaixo dos mais de 100 decibéis que eram registrados nos voos supersônicos do Concorde. folhapress 

25 de setembro de 2025

X-59: Jato supersônico da NASA promete voar de Londres a Nova York em 4 horas

A NASA está finalizando os testes do X-59, avião experimental que promete reduzir pela metade o tempo de viagens transatlânticas. O jato pode alcançar 1.600 km/h, encurtando a rota entre Londres e Nova York para menos de quatro horas, segundo a agência espacial norte-americana. O projeto é a principal aposta da missão Quesst e tem como diferencial o design aerodinâmico que dispersa ondas de choque, suavizando o tradicional “estrondo sônico”. “Os estudos mostram que o som será semelhante ao barulho de uma porta de carro batendo ao longe”, afirmou Lori Ozoroski, diretora do programa na NASA. A aeronave já passou por testes em solo e por verificações de segurança na Califórnia. O voo inaugural deve começar em baixa altitude para checar a integração dos sistemas antes de avançar para a quebra da barreira do som. Se bem-sucedido, o X-59 pode abrir caminho para suspender a proibição de voos supersônicos sobre áreas terrestres nos Estados Unidos, vigente há mais de 50 anos. Para a NASA, o projeto pode inaugurar uma nova era da aviação comercial, mais rápida e silenciosa. Folhapress 

28 de agosto de 2025

NASA e IBM se unem para criar IA capaz de prever tempestades solares


A NASA e a IBM anunciaram o lançamento de um modelo de Inteligência Artificial de código aberto chamado Surya, criado para monitorar a atividade solar e prever tempestades solares com maior precisão e antecedência. Esses fenômenos podem afetar seriamente infraestruturas na Terra, como redes elétricas, e também danificar satélites em órbita. Segundo a IBM, o Surya tem se mostrado 16% mais preciso do que sistemas anteriores em prever, dentro de 24 horas, a ocorrência de novas tempestades solares. O diretor da IBM Research Europe para Irlanda e Reino Unido, Juan Bernabé-Moreno, descreveu o sistema como um “telescópio de IA para o Sol”. Ele destacou a importância de entender quando e por que esses eventos acontecem, de modo a preparar estruturas críticas para possíveis impactos. As autoridades já alertaram para os riscos de uma atividade solar intensa, que pode gerar perturbações nas redes elétricas e sistemas de comunicação. O aviso partiu da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e também da Agência Espacial Espanhola. Além disso, a Google informou que está trabalhando em parceria com a NASA no desenvolvimento de um assistente médico de IA para astronautas, chamado Crew Medical Officer Digital Assistant (CMO-DA). A ferramenta está sendo projetada para auxiliar em diagnósticos e tratamentos em missões espaciais, especialmente em situações em que não haja médicos a bordo ou em caso de falhas na comunicação com a Terra. O CMO-DA é multimodal, capaz de interpretar texto, voz e imagens, e está sendo testado com apoio de médicos para aprimorar sua eficiência. A Google acredita que o sistema, além do uso no espaço, poderá futuramente ser aplicado em outras áreas da saúde aqui na Terra. Folhapress

 

10 de agosto de 2025

NASA revela plano para construir reator nuclear na lua

A NASA deverá anunciar esta semana planos para a construção de um reator nuclear na Lua, uma iniciativa que deverá ser lançada pelo administrador interino da agência espacial norte-americana e atual Secretário dos Transportes dos EUA, Sean Duffy. O site Politico divulgou a informação a partir de documentos compartilhados por um membro sênior da NASA que adiantou que o objetivo de Duffy passa por ajudar os EUA a “vencerem a segunda corrida espacial”. Esta não é a primeira vez que ouvimos falar da intenção da NASA em construir um reator nuclear na Lua, um projeto que - em conjunto com a substituição da Estação Espacial Internacional - acredita-se que ajudaria a acelerar o objetivo dos EUA de chegar a Marte. Apesar destas iniciativas, a NASA teve recentemente cortes orçamentais que levaram trabalhadores da agência a publicar no final do mês de julho uma carta com críticas a Duffy. Esta carta, designada como dissidência formal, respeita um processo oficial da NASA para que os seus trabalhadores possam manifestar o seu desacordo em casos "com a importância necessária" que conduzam a uma reapreciação do problema em causa por parte da situação da agência. "Nos vemos obrigado a levantar a voz quando os nossos líderes dão prioridade ao impulso político sobre a segurança humana, o progresso científico e a utilização eficiente dos recursos públicos", lê-se no texto publicado na internet pela plataforma Stand Up for Science (Defende a Ciência). Folhapress 

1 de maio de 2025

Descoberta da Nasa pode 'comprovar' o dia em que Jesus foi crucificado

Uma teoria sugerida por pesquisadores da Universidade de Oxford e reforçada por dados da NASA traz novas perspectivas sobre o que pode ter ocorrido no céu durante a crucificação de Jesus Cristo. Colin Humphreys e W. Graeme Waddington defendem que o fenômeno descrito nos Evangelhos, como o escurecimento do sol e a lua tingida de vermelho, pode estar relacionado a um eclipse lunar ocorrido na sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C., data associada por muitos estudiosos à morte de Jesus. Segundo a NASA, análises de modelos astronômicos indicam que um eclipse lunar, responsável por dar à lua uma coloração avermelhada, seria visível em Jerusalém logo após o pôr do sol. “Textos cristãos mencionam que a lua se transformou em sangue após a crucificação de Jesus — possivelmente se referindo a um eclipse lunar”, explicou à agência, que mapeou o evento nos anos 1990. A descoberta também está sendo discutida nas redes sociais, destacada em veículos como o New York Post. Os pesquisadores apontam que essa interpretação reforça passagens bíblicas de forte apelo profético, como a citação do apóstolo Pedro em Atos 2:20: “O sol se transformará em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor.” Outros textos antigos, como o apócrifo Relatório de Pilatos, também relatam fenômenos similares: “Na sua crucificação, o sol escureceu; as estrelas apareceram, e em todo o mundo acenderam lâmpadas desde a sexta hora até a tarde; a lua parecia sangue.” Para Humphreys e Waddington, a convergência entre os dados astronômicos e os relatos bíblicos não apenas esclarece os eventos do dia da crucificação, mas também oferece uma interpretação científica para as descrições dos Evangelhos. “Essa pesquisa ajuda a juntar as peças”, argumentam os estudiosos, reforçando que o apagão descrito em Mateus 27:45, Marcos e Lucas se alinha ao eclipse registrado. A teoria, embora fascinante, permanece como uma possibilidade entre outras hipóteses sobre os fenômenos associados à data.


 

10 de novembro de 2024

Buraco na camada de ozônio diminuiu em 2024, aponta NASA

O buraco na camada de ozônio, que aparece anualmente na região da Antártida, diminuiu em 2024, conforme apontam dados da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) e da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (Noaa). Mas isso não quer dizer que estamos em um bom patamar: o buraco ainda tem tamanho médio mensal equivalente a 20 milhões de quilômetros quadrados, quase três vezes o tamanho dos EUA. De acordo com as instituições norte-americanas, o buraco que se abriu este ano é consideravelmente menor que em anos anteriores e o sétimo menor desde o início da recuperação, em 1992, quando o Protocolo de Montreal (1987), acordo internacional para eliminar gradualmente os produtos químicos que destroem a camada de ozônio, começou a fazer efeito. Considerando todo o histórico de medições do ozônio na Antártida, desde 1979, foi o 20º menor buraco já aberto. A maior extensão atingida neste ano foi em 28 de setembro, quando o buraco chegou a 22,4 milhões de quilômetros quadrados. "O buraco antártico de 2024 é menor do que os buracos de ozônio vistos no início dos anos 2000", disse Paul Newman, líder da equipe de pesquisa de ozônio da Nasa, em uma publicação feita pela Noaa. "Para 2024, podemos ver que a gravidade do buraco na camada de ozônio está abaixo da média em comparação com outros anos das últimas três décadas, mas a camada de ozônio ainda está longe de estar totalmente curada", afirmou Stephen Montzka, cientista sênior do Laboratório de Monitorização Global da Noaa. Folhapress 

5 de janeiro de 2024

A NASA planeja "pousar" no sol em 2024

 

A NASA fará história em 24 de dezembro de 2024, quando a sonda Parker Solar Probe passar a apenas 6,1 milhões de quilômetros da superfície do Sol. A sonda será a primeira a chegar tão perto da estrela central do Sistema Solar. “Estamos basicamente a pousar numa estrela”, disse Nour Raouafi, um dos responsáveis pelo projeto, em entrevista à BBC. “Esta será uma conquista monumental para toda a humanidade. É equivalente a termos pousado na Lua em 1969”. A agência espacial norte-americana estima que a Parker Solar Probe passe pelo Sol a uma velocidade de 195 quilômetros por segundo. A sonda terá a oportunidade não só de estudar a atmosfera solar, mas também de captar fotografias da superfície. A Parker Solar Probe foi lançada em 2018 e está em uma órbita polar que a leva cada vez mais perto do Sol. A sonda foi equipada com uma série de instrumentos científicos que permitirão aos cientistas estudar a atmosfera solar em detalhes nunca antes vistos. A passagem da Parker Solar Probe pelo Sol será uma oportunidade única para a ciência. Os dados coletados pela sonda ajudarão os cientistas a entender melhor como o Sol funciona e como ele influencia o Sistema Solar. Folhapress

17 de setembro de 2023

Uma das mais esperadas missões da NASA já tem data de lançamento

A NASA ofereceu uma atualização de uma das suas missões mais aguardadas. Falamos da Psyche, que levará uma sonda até ao asteroide 16 Psyche, que orbita a região entre Marte e Júpiter. O lançamento da missão ocorrerá entre os dias 5 e 25 de outubro, com um foguete a levantar voo a partir do Centro Espacial Kennedy na Florida, nos EUA. A missão Psyche é uma das missões mais interessantes dos próximos tempos pela natureza deste asteroide, formado sobretudo por metal. Acredita-se que o 16 Psyche seja o que resta do núcleo de um planeta em formação dos primeiros tempos de existência do nosso Sistema Solar. Até aqui, todos os asteroides visitados pela NASA eram compostos sobretudo por rocha e gelo. A sonda Psyche viajará uma distância de 450 milhões de quilômetros até ao 16 Psyche e acompanhará a órbita deste corpo celeste durante um período de 26 meses. Prevê-se que a sonda da NASA só alcance o Psyche em 2029. Folhapress.