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1 de fevereiro de 2026

Não conseguir arrotar pode ser um sinal de alerta

Pode parecer estranho, mas a dificuldade para arrotar não é apenas um incômodo: pode ser um sinal de uma condição médica pouco conhecida, chamada Disfunção Cricofaríngea Retrógrada (DCF-R). Embora só tenha sido oficialmente reconhecida em 2019, a disfunção afeta pessoas em várias partes do mundo, e o número de casos relatados tem crescido rapidamente, especialmente graças às redes sociais e à troca de experiências entre pacientes.“É uma síndrome que só recentemente começou a ser melhor compreendida, com sintomas bem definidos”, explica o Dr. Geraldo Santana, ex-presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e otorrinolaringologista. “Muitos pacientes passam anos convivendo com os sintomas sem saber que se trata de uma doença".Quem tem essa condição sente o ar preso no estômago, causando barriga estufada, dor, sensação de pressão no peito, dificuldade de engolir e até ruídos estranhos na garganta. Esses sintomas, que podem parecer apenas desconfortos digestivos, acabam afetando também o bem-estar emocional e social. “Muitos pacientes relatam constrangimento, ansiedade e até depressão, porque evitam sair, participar de encontros ou até mesmo comer em público”, acrescenta o especialista.

Novo surto de vírus mortal acende alerta para nova pandemia

Um vírus pouco conhecido do grande público voltou a chamar atenção internacional após a confirmação de dois casos na Índia: o Nipah. Embora não seja uma descoberta recente — ele foi identificado pela primeira vez em 1998 —, o patógeno preocupa especialistas por combinar alta letalidade, que pode atingir até 75% dos infectados, ausência de vacinas ou tratamentos específicos e maior risco de disseminação em um mundo cada vez mais interconectado. O vírus Nipah (NiV) tem como principal reservatório morcegos frugívoros do gênero Pteropus, podendo ser transmitido a humanos por alimentos contaminados ou pelo contato direto entre pessoas. A infecção pode provocar desde quadros respiratórios até encefalites fatais.Um estudo conduzido por pesquisadores do Japão e de Bangladesh, publicado na revista IJID Regions, aponta que, entre 1998 e maio de 2024, foram registrados 754 casos humanos em Bangladesh, Índia, Malásia, Filipinas e Singapura, resultando em 435 mortes — uma taxa média de letalidade de 58%. Esse índice, porém, varia conforme o país. Na Índia, por exemplo, 73% dos pacientes não sobreviveram. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a letalidade fique entre 40% e 75%, dependendo das condições locais de vigilância e atendimento médico.“Os desfechos clínicos do vírus continuam a evidenciar uma ameaça constante à saúde pública global, uma vez que não há terapias ou vacinas eficazes disponíveis. É necessária uma compreensão global mais robusta, com foco no desenvolvimento de vacinas e tratamentos, para reduzir os desfechos clínicos e as ameaças futuras associadas ao Nipah”, afirmam os autores do estudo.O surto atual foi registrado em Bengala Ocidental, estado indiano que já enfrentou episódios anteriores da doença. Os dois casos confirmados envolvem um homem e uma mulher, ambos enfermeiros do mesmo hospital, que começaram a apresentar sintomas no fim de dezembro, com rápida evolução para complicações neurológicas. Na atualização mais recente, o homem apresentava melhora, enquanto a mulher permanecia em estado crítico. No dia 27, o Ministério da Saúde da Índia informou que houve uma “contenção oportuna” do surto, após medidas como o rastreamento de 196 contatos próximos, sem registro de novos casosA OMS avaliou que, neste momento, “a probabilidade de disseminação para outros estados indianos ou internacionalmente é considerada baixa” e não recomendou restrições a viagens ou ao comércio. Segundo Leonardo Weissmann, infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, “os casos estão localizados, e as autoridades de saúde indianas atuaram rapidamente com isolamento dos pacientes e rastreamento de contatos”. Ele ressalta, porém, que o Nipah preocupa pela combinação de alta letalidade, ausência de tratamentos e potencial de transmissão entre humanos.


29 de janeiro de 2026

Ficar sem folêgo ao subir escadas é normal ou um sinal de alerta

Você já deve ter sentido um leve cansaço ao subir uma escada. Mas até que ponto ficar sem fôlego depois de poucos degraus é normal? O corpo pode estar dando sinais importantes sobre a sua saúde, e especialistas explicam o que observar.O site HuffPost conversou com médicos para entender o que significa sentir cansaço ao subir escadas, quando isso é esperado e em que situações pode indicar um problema.“Sentir falta de ar depois de subir um lance de escadas é o que chamamos de resposta fisiológica normal”, explica a médica Katherine Pohl Geers. “Isso acontece porque há um aumento do esforço físico, maior demanda de oxigênio e mais exigência do organismo.”O médico Karl Erickson reforça que, se a pessoa fica ofegante por um curto período e se recupera rapidamente, geralmente não há motivo para preocupação. “É algo bastante comum. Subir escadas equivale a levantar o próprio peso, como em um agachamento, o que exige mais esforço do que simplesmente caminhar.”O cansaço tende a ser maior ao subir escadas carregando peso ou em ritmo acelerado. Ainda assim, é importante ficar atento a mudanças. Se a falta de fôlego surgir de forma recente ou mais intensa do que o habitual, vale procurar um médico.“Qualquer alteração na capacidade de exercício precisa ser avaliada para descartar condições de saúde subjacentes e garantir que a pessoa se mantenha o mais saudável possível”, afirma Katherine Pohl gersEm alguns casos, o sintoma pode estar associado a insuficiência cardíaca, obesidade, doenças pulmonares crônicas ou anemia. “O tempo de recuperação também é um indicador importante”, diz Karl Erickson.

24 de novembro de 2025

Gonorreia está se tornando cada vez mais resistente a antibióticos, alerta OMS

A gonorreia, uma IST (infecção sexualmente transmissível), está se tornando cada vez mais resistente a antibióticos, alertou a OMS (Organização Mundial da Saúde) na quarta-feira (19), com base nos dados do Programa Ampliado de Vigilância Antimicrobiana da Gonorreia (EGASP, na sigla em inglês). O relatório, que monitora a disseminação da doença e sua resitência a medicamentos, mostrou que, entre 2022 e 2024, a resistência à ceftriaxona e à cefixima -principais antibióticos usados para tratar a IST- aumentou de 0,8% para 5% e de 1,7% para 11%, respectivamente, com cepas resistentes detectadas em mais países. Já a resistência à azitromicina permaneceu estável em 4%. Camboja e Vietnã registraram as maiores taxas de resistência. A divulgação dos dados coincide com a Semana Mundial de Conscientização sobre a Resistência Antimicrobiana, um esforço da OMS em conscientizar a respeito de infecções resistentes a medicamentos. O EGASP, lançado pela organização em 2015, coleta dados laboratoriais e clínicos de países em cinco regiões do mundo para monitorar a resistência medicamentosa e orientar as diretrizes de tratamento. Em 2024, o EGASP recebeu dados de 12 países -Brasil, Camboja, Índia, Indonésia, Malawi, Filipinas, Catar, África do Sul, Suécia, Tailândia, Uganda e Vietnã-, que reportaram um total de 3.615 casos de gonorreia. Em 2022, apenas quatro países enviaram informações. De acordo com a organização, o aumento da participação indica maior comprometimento dos países em acompanhar e controlar essas infecções. Mais da metade dos casos sintomáticos em homens (52%) ocorreram na região denominada Pacífico Ocidental pela OMS, especialmente nas Filipinas (28%), Vietnã (12%), Camboja (9%) e Indonésia (3%). Na sequência vêm a região Africana, com 28% dos casos; Sudeste Asiático (13%, com destaque para a Tailândia); Mediterrâneo Oriental (4%, especialmente Catar); e Américas (2%, com destaque para o Brasil). A idade média dos pacientes foi de 27 anos, variando entre 12 e 94 anos. Entre os infectados, 20% eram homens que fazem sexo com homens, e 42% relataram múltiplos parceiros sexuais nos últimos 30 dias.Apesar dos esforços para o monitoramento, a OMS afirma que o EGASP tem recursos financeiros insuficientes e relatórios incompletos. Diz, ainda, que faltam dados sobre mulheres e infecções em locais fora dos órgãos genitais. Segundo o relatório, é necessário realizar investimento imediato, especialmente nos sistemas nacionais de vigilância, para manter e ampliar o monitoramento global da resistência da gonorreia aos antibióticos, melhorar a capacidade de diagnóstico e garantir acesso equitativo a novos tratamentos para ISTs. "Este esforço global é essencial para rastrear, prevenir e responder à gonorreia resistente a medicamentos e para proteger a saúde pública em todo o mundo", disse Tereza Kasaeva, diretora do departamento de HIV, Tuberculose, Hepatite e ISTs da OMS, em comunicado. "A OMS apela a todos os países para que abordem os níveis crescentes de ISTs e integrem a vigilância da gonorreia nos programas nacionais de combate", acrescentou. Folhapress

 

2 de novembro de 2025

NASA aciona alerta global contra ameaças espacias: cometa "imprevisível"

A NASA emitiu um alerta e ativou parte de seu protocolo de defesa planetária após identificar um comportamento considerado “inexplicável” no cometa 31/ATLAS, detectado originalmente pela Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN). O comunicado técnico foi divulgado nesta terça-feira (21) no boletim MPEC (2025-U142), publicado pelo Minor Planet Center (MPC), vinculado à Universidade de Harvard, e gerou preocupação entre astrônomos e cientistas espaciais. De acordo com a agência espacial, o cometa apresenta características incomuns que dificultam a previsão exata de sua trajetória nas próximas semanas. Para compreender o fenômeno, a NASA anunciou a realização de um exercício especial de treinamento entre 27 de novembro de 2025 e 27 de janeiro de 2026, com o objetivo de reforçar os protocolos de resposta a possíveis ameaças espaciais e aprimorar a análise de corpos celestes com comportamento atípico. No comunicado, a NASA explicou que cometas são sistemas estendidos, cujas medições são baseadas no brilho central — o que pode dificultar a determinação precisa de sua posição. A IAWN destacou que o 31/ATLAS representa um “desafio único” para os astrônomos, já que pequenas variações no cálculo podem alterar significativamente as projeções de sua rota. Como parte das ações de monitoramento, o Minor Planet Center, supervisionado pela União Astronômica Internacional (IAU) e financiado pela NASA, promoverá um workshop técnico sobre astrometria de cometas, voltado à melhoria dos métodos de observação e à redução de erros de interpretação. O cometa 3I/ATLAS foi identificado em 1º de julho de 2025 pelo telescópio ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert Survey System), localizado em Río Hurtado, no Chile. O equipamento, também financiado pela NASA, registrou a presença de um objeto de origem interestelar com dimensões estimadas entre 20 e 30 quilômetros. Segundo o astrônomo Avi Loeb, o núcleo do cometa pode ter cerca de 5,6 quilômetros de diâmetro e uma massa superior a 33 bilhões de toneladas, o que o coloca entre os maiores corpos já observados desse tipo. Atualmente, o cometa está a mais de 670 milhões de quilômetros do Sol, viajando a uma velocidade de 61 quilômetros por segundo. O Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC) colabora com outros centros internacionais para estudar sua composição, trajetória e implicações científicas, em um dos episódios recentes mais intrigantes da astronomia moderna. Folhapress 

4 de outubro de 2025

Mau hálito persiste pode ser sinal de alerta

Você sabia que o mau hálito persistente pode ser sinal de que algo não está bem no organismo, principalmente na cavidade bucal? No Brasil, cerca de 30% da população, o que corresponde a aproximadamente 60,9 milhões de pessoas, sofrem com a halitose. Dentre as principais causas estão problemas como cárie dentária, doenças periodontais (gengivite e periodontite), má higiene bucal e a presença de saburra lingual. Além disso, em alguns casos, a halitose pode estar associada também a doenças respiratórias (sinusite, amigdalite), gastrointestinais e doenças metabólicas e sistêmicas (diabetes, problemas renais e hepáticos). O secretário-geral do Conselho Federal de Odontologia, Roberto de Sousa Pires, especialista em Saúde Pública pela Universidade Estadual do Pará (UEPa) e pós-graduado em Tratamento de Halitose, destaca que o mau hálito é um problema que deve ser tratado com seriedade, uma vez que pode afetar a saúde bucal, a autoestima e as relações sociais. Muitas pessoas desconhecem as verdadeiras causas da halitose, e somado a isso, existem ainda os mitos de que ela esteja associada somente a problemas estomacais. Na verdade, a origem da halitose, em mais de 90% dos casos, está ligada à cavidade bucal. Dessa forma, é imprescindível a avaliação criteriosa de um cirurgião-dentista, o qual poderá identificar a origem do problema e indicar o melhor tratamento”, frisa Roberto Pires. O mau hálito atinge a saúde e a convivência social do indivíduo, resultando em sérios inconvenientes econômicos e psicoafetivos. A presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), Sandra Kirchmayer, enfatiza que o preconceito em torno da halitose pode ter efeitos devastadores. Em alguns casos, a dimensão emocional do problema pode ser tão intensa que exige acompanhamento multidisciplinar, com psicólogos e psiquiatras. “Já atendemos pacientes que abandonaram cursos, deixaram de ir a entrevistas de emprego ou se afastaram de relacionamentos por acharem que estavam com mau hálito. Portanto, a halitose não pode ser um tabu; precisamos falar dela e conscientizar a população de que o problema pode ser tratado”, pontua Sandra Kirchmayer. A presidente da ABHA, Sandra Kirchmayer, explica o porquê de isso acontecer. “Pode parecer sem sentido uma pessoa que tem mau hálito não sentir nada e quem não tem, jurar que está com hálito ruim. Mas isso tem explicação científica: o olfato humano se adapta rapidamente aos cheiros, o que chamamos de fadiga olfativa. Por isso, quem tem halitose muitas vezes não percebe. Já quem sente gosto amargo ou sensação de boca seca pode achar que tem mau hálito mesmo sem ter”, esclarece. Com informações do Site NotíciasAoMinuto


 

1 de maio de 2025

Dermatologista faz alerta

Na hora do banho, a escolha entre sabonete líquido e sabonete em barra pode fazer mais diferença do que se imagina. Segundo o dermatologista norte-americano David Johnson, o uso diário de sabonetes em barra pode ser prejudicial, especialmente para pessoas que sofrem com pele seca, sensível ou irritada. Em entrevista à revista Parade, o especialista afirmou que muitos sabonetes em barra disponíveis no mercado contêm perfumes intensos e agentes de limpeza agressivos que comprometem a barreira protetora natural da pele. “Trabalho há anos com pacientes que têm pele seca e irritada. Um hábito comum entre eles é o uso diário de sabonete em barra, sem saber que isso está agravando o problema”, explicou. O dermatologista alerta que, ao danificar a camada externa da pele, o sabonete pode deixá-la mais seca, áspera e até provocar ou piorar condições como dermatite atópica (eczema). "Essa barreira é essencial para manter a hidratação e proteger contra agressões externas. Quando ela é comprometida, os efeitos aparecem rapidamente", acrescentou. Para quem prefere sabonetes em barra, a recomendação é optar por versões mais suaves e com ingredientes hidratantes. “Produtos com manteiga de karité, glicerina, aveia coloidal ou óleos vegetais ajudam a manter a pele nutrida e menos suscetível ao ressecamento”, orienta o especialista. A alternativa mais segura para quem tem pele sensível, segundo Johnson, continua sendo o sabonete líquido, formulado com pH equilibrado e menor concentração de fragrâncias. 

19 de abril de 2025

Médico alerta para dores que não devem ser ignoradas

Nem toda dor é inofensiva — e ignorar certos sinais do corpo pode custar caro. De acordo com o médico Michael Turturro, professor da Universidade de Pittsburgh (EUA), algumas dores comuns do dia a dia podem, na verdade, ser indicativos de problemas de saúde graves que exigem atenção médica imediata. Em entrevista ao HuffPost, Turturro explicou que a dor súbita e persistente é um dos principais alertas. “Se surgir de forma repentina, for muito intensa e não desaparecer com o tempo, é motivo para procurar ajuda. Dores incapacitantes, mesmo sem histórico prévio, não devem ser ignoradas”, reforça o especialista. Outros tipos de dor que merecem atenção: Dor no peito: um sintoma clássico de problemas cardíacos, principalmente se for uma sensação nova ou semelhante a episódios anteriores relacionados ao coração. Nesse caso, a recomendação é buscar atendimento de emergência imediatamente. Dor na parte inferior da perna: pode indicar a presença de coágulos sanguíneos, especialmente se vier acompanhada de inchaço ou coloração avermelhada. É um sintoma que pode estar relacionado à trombose venosa profunda e não deve ser subestimado. Dor na parte superior das costas: muitas vezes negligenciada, pode sinalizar problemas cardíacos, respiratórios ou até mesmo neurológicos, dependendo da intensidade e de outros sintomas associados. Dor na parte inferior do abdômen: quando acompanhada de febre, pode estar relacionada a pedras nos rins ou infecção renal. “Nesse caso, a dor costuma ser intensa, latejante e localizada de um lado do abdômen ou das costas”, explica o médico. A orientação é clara: não normalize a dor persistente. A detecção precoce de doenças graves pode fazer toda a diferença no tratamento e na recuperação. Se algo parecer fora do normal, procure um profissional de saúde.

 

18 de março de 2025

Anvisa alerta sobre risco de botulismo pelo uso inadequado de botox

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu um alerta no último dia 13. para pacientes e profissionais de saúde, destacando os riscos associados ao uso inadequado da toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, incluindo o botulismo. A agência afirma que recentemente recebeu dois casos relatados de botulismo ligados ao uso da substância. "Após revisão de dados de notificações e textos de bula disponíveis em outros países, a Agência solicitou que as empresas com produtos registrados com toxina botulínica incluam em bula o risco de que a toxina pode afetar áreas distantes do local da injeção, com a possibilidade de causar sintomas graves de botulismo, que podem surgir horas ou semanas após a aplicação", informa. A agência reguladora reforça que procedimentos feitos com o composto injetável devem ser realizados por profissionais devidamente habilitados, em locais autorizados pela vigilância sanitária e com o uso de medicamentos registrados na Anvisa. O botulismo é uma doença grave, não contagiosa, causada por uma toxina produzida por uma bactéria, a Clostridium botulinum, que ataca o sistema nervoso, o que pode causar paralisia muscular. Esse micro-organismo vive em ambientes sem oxigênio, como solo, sedimentos e alimentos mal conservados. Folhapress 

4 de março de 2025

Ministério alerta sobre azeites falsos e diz com identificar fraudes

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) emitiu um alerta de risco ao consumidor sobre a falsificação de azeites de oliva no Brasil. Duas marcas foram consideradas impróprias para o consumo após a descoberta da presença de outros óleos vegetais em sua composição. Entre novembro e dezembro de 2024, 30 mil litros das marcas Doma e Azapa foram recolhidos por fraude na composição. Nesta semana, mais 10 mil litros da Azapa foram retirados de circulação em um centro de distribuição em Osasco, na Grande São Paulo. A falsificação de azeite pode comprometer a qualidade do produto e trazer riscos à saúde, além de configurar infração. O Mapa alerta que supermercados e estabelecimentos que mantiverem esses produtos à venda poderão ser responsabilizados. Como identificar um azeite falsificado? Para evitar cair em fraudes na hora da compra, consumidores devem seguir algumas recomendações: Desconfie de preços muito baixos, Evite comprar azeite a granel, Confira a procedência, Consulte a lista de produtos irregulares – O Ministério da Agricultura disponibiliza um banco de dados com marcas de azeite já identificadas como fraudulentas. O consumidor pode conferir essa relação no site oficial do órgão e analisar o rótulo e a embalagem. Azeites de qualidade possuem informações claras sobre a origem, data de envase e acidez do produto. Embalagens opacas ou escuras ajudam a preservar a qualidade do azeite. 

7 de fevereiro de 2025

Alerta para os sintomas do câncer infantil

O câncer infantil, embora raro, é a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). A detecção precoce é essencial para o sucesso do tratamento, pois pode aumentar significativamente as chances de cura. No entanto, os sintomas da doença costumam ser inespecíficos, o que pode dificultar o diagnóstico. Um relatório publicado pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) destaca que pais e profissionais de saúde devem estar atentos a sinais que podem indicar câncer em crianças. O estudo aponta que os sintomas mais comuns são frequentemente confundidos com doenças benignas, o que atrasa a busca por atendimento médico. A seguir, listamos dez sintomas que não podem ser ignorados, conforme recomendações da American Cancer Society (ACS), do INCA e de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins. 1. Febre persistente sem causa aparente. 2. Manchas roxas, palidez e sangramentos inexplicáveis. 3. Dores ósseas ou articulares constantes. 4. Perda de peso inexplicada e falta de apetite. 5. Caroços ou inchaços sem explicação. 6. Dores de cabeça persistentes e vômitos matinais. 7. Reflexo branco nos olhos ou alteração na visão. 8. Cansaço extremo e sonolência excessiva. 9. Inchaço abdominal e dor persistente. 10. Infecções frequentes e recorrentes. Diagnóstico precoce salva vidas. O câncer infantil tem um índice de cura superior a 70%, segundo dados do INCA, quando diagnosticado precocemente e tratado adequadamente. No entanto, a falta de informação e a demora no diagnóstico ainda são grandes desafios.  

3 de fevereiro de 2025

Médico alerta para o sistema inusitado de falta de ferro

A deficiência de ferro no organismo pode provocar uma série de sintomas incômodos e, em alguns casos, inesperados. Entre os sinais mais conhecidos estão o cansaço extremo, a palidez e a sensação de fraqueza, mas há um sintoma peculiar que nem todos reconhecem: o desejo compulsivo de mastigar gelo, conhecido como pagofagia. De acordo com a organização de saúde Mayo Clinic, citada pelo jornal britânico Mirror, o desejo de mastigar gelo está frequentemente associado à deficiência de ferro, com ou sem anemia. No entanto, a razão exata para essa ligação ainda não é completamente compreendida. O médico Kunal Sood, também citado no Mirror, acrescenta que outros sinais de deficiência de ferro podem incluir pele pálida e pernas trêmulas. Esses sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas todos indicam a importância de buscar orientação médica para um diagnóstico preciso e tratamento adequado. Especialistas explicam que o ferro é essencial para a produção de hemoglobina, uma proteína presente nos glóbulos vermelhos responsável pelo transporte de oxigênio para todo o corpo. Quando os níveis de ferro estão baixos, o organismo pode apresentar sintomas que afetam a qualidade de vida e a funcionalidade do corpo. Se você suspeita de que pode estar com deficiência de ferro, é fundamental consultar um médico, que poderá solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de hemoglobina e ferritina. Além disso, o especialista pode recomendar mudanças na dieta ou suplementação de ferro, se necessário. A deficiência de ferro é uma condição tratável, mas o acompanhamento médico é essencial para evitar complicações, como a anemia ferropriva, que pode causar problemas mais sérios de saúde se não for tratada adequadamente.

 

28 de outubro de 2024

Especialista alerta para um hábito comum que causa inchaço

Você sabia que existe uma causa para o inchaço que não está relacionada com a alimentação ou com problemas de saúde? Segundo o médico Lawrence Cunningham, citado pelo jornal Mirror, mascar chiclete com frequência pode ser um fator que contribui para o inchaço, mesmo que a pessoa não engula o chiclete. O motivo? "Quando mascamos chiclete, tendemos a engolir mais ar, o que pode se acumular no sistema digestivo e causar inchaço", explica Cunningham. Ele também ressalta que "muitos chicletes sem açúcar contêm adoçantes artificiais, como sorbitol e xilitol", que podem provocar desconforto digestivo e aumentar o inchaço em algumas pessoas.  

16 de outubro de 2024

Urologistas alertam para erro comum quando usa um banheiro público

É comum que muitas pessoas evitem sentar diretamente no vaso sanitário em banheiros públicos, como em restaurantes ou shoppings, por medo de que não estejam limpos ou de contrair algum tipo de infecção. Por conta disso, muitas mulheres, em especial, preferem urinar agachadas, sem encostar os glúteos no assento. No entanto, essa prática pode causar problemas de saúde que talvez você não espere. "Essa posição pode dificultar a micção, já que impede o relaxamento completo dos músculos da região pélvica", explica a urologista Samantha Pulliam, em entrevista à revista Parade. "Esses músculos se contraem e relaxam para permitir a passagem da urina ou das fezes e também dão suporte a várias outras funções do corpo. Quando você urina agachada, esses músculos não relaxam por completo, o que pode impedir que a bexiga esvazie totalmente", complementa. A urologista Kathleen Kobashi alerta que essa postura pode aumentar o risco de infecções urinárias. "Quando você não esvazia completamente a bexiga, há maior chance de infecções, já que a urina retida facilita o desenvolvimento de bactérias", afirma. Contudo, Kobashi ressalta que essa não é uma causa imediata. "Não quer dizer que você vai ter uma infecção logo em seguida, mas o risco é maior se isso acontecer com frequência." E qual seria a solução? O uso de protetores de assento pode ser uma alternativa para se sentar com mais tranquilidade em banheiros públicos. Outra dica é usar os músculos das coxas em vez dos glúteos para manter a posição agachada, sem prejudicar o relaxamento da musculatura pélvica. "Usar os músculos do quadríceps [nas coxas] ajuda a manter a posição enquanto você urina e relaxa a região pélvica", orienta Kobashi. 

4 de maio de 2024

Vírus causa morte de cinco bebês na França este ano: médicos em alerta

Um novo vírus preocupa as autoridades sanitárias e já causou pelo menos cinco mortes na França. As vítimas são bebês. Trata-se do parvovírus B19, uma doença que, segundo as autoridades francesas, não era tão intensamente registrada há muito tempo e ainda não atingiu seu pico. O parvovírus B19, da família parvoviridae, é frequentemente transmitido por via respiratória. Geralmente causa formas assintomáticas da doença, mas também pode resultar no eritema infeccioso, conhecido como a "quinta doença" por ser a quinta infecção viral - juntamente com sarampo, rubéola, varicela e roséola - a causar erupção cutânea em crianças. Existem formas graves em pessoas imunocomprometidas e com anemia crônica, além de mulheres grávidas, pois o vírus pode causar abortos espontâneos e representar um risco de edema feto-placentário grave, conforme relatado pelo Le Parisien. No verão passado, as autoridades de saúde foram alertadas para "um número incomum de hospitalizações pediátricas graves" no Hospital Necker, em Paris. Desde então, nos primeiros três meses deste ano, já foram registradas cinco mortes de bebês com menos de um ano de idade, sendo quatro delas "nos primeiros dias de vida" devido à infecção transmitida pela mãe. Esses números são considerados "inusitadamente altos" e chamam a atenção das autoridades sanitárias francesas. De acordo com o Le Parisien, nos cinco anos anteriores à Covid-19, ocorriam apenas duas mortes por ano devido a esse vírus, o que torna preocupante o registro de cinco mortes em apenas três meses. 

13 de janeiro de 2024

A Compesa faz um alerta

Uma ação indevida tem causado transtornos durante o andamento das obras de implantação das redes coletoras de esgoto na Região Metropolitana do Recife (RMR), à medida em que avançam as intervenções do Programa Cidade Saneada, parceria entre Compesa e BRK. Trata-se da ligação irregular dos ramais de esgoto feita pelos moradores antes da finalização das obras e início da operação dos novos sistemas. A ação recorrente causa transtornos como extravasamentos nas ruas e até o retorno de dejetos para os imóveis. Por isso, a Companhia alerta que a população não deve fazer conexão à rede coletora de esgoto antes da conclusão das obras. Para que o esgoto seja recolhido e receba o tratamento adequado, é necessário aguardar a finalização da obra de todo o sistema, o que inclui, além das tubulações, poços de visita, terminal de inspeção e limpeza (ligações de esgoto que ficam nas calçadas dos imóveis), estações elevatórias (centrais de bombeamento) e a estação de tratamento. Para evitar esse cenário, as equipes de Responsabilidade Socioambiental da BRK e Compesa atuam nas comunidades para sensibilizar os moradores sobre a importância do saneamento e sobre as fases da obra, inclusive, a etapa final, que é a liberação para a execução das ligações domiciliares de esgoto para possibilitar a coleta dos efluentes e transporte para uma unidade de tratamento. Atualmente, o Programa Cidade Saneada está com obras de implantação de redes de esgoto em Jaboatão dos Guararapes, Araçoiaba e no Cabo de Santo Agostinho. Imprensa Compesa  

17 de abril de 2015

Alerta geral para esta tentativa de golpe

O encanador Jonathas Gomes da Silva foi preso em flagrante, dia 14.04.5015, ao se passar por um funcionário terceirizado da Compesa e pedir dinheiro para não efetuar o corte no fornecimento de água de um condomínio no bairro da Boa Vista, no Recife, pelo débito que este devia. Ele foi autuado por tentativa de estelionato e falsificação do selo ou sinal público e encaminhado à prisão, onde ficará à disposição da Justiça. Essa história poderia ter tido outro desfecho caso o síndico não tivesse desconfiado e entrado em contato com a companhia, com quem já estava negociando a dívida. No momento do flagrante ele usava uma blusa com símbolos da companhia, crachá e portava serras e vários objetos para efetuar o corte do abastecimento, além de um carimbo falso em nome da Compesa. O espertalhão já trabalhou com leituristas e utilizada esse conhecimento prévio para se passar por funcionário prestador de serviços da Compesa, enganando as vítimas. A polícia vai investigar agora como ele obtinha as informações. Foto/Fonte: Compesa 

28 de julho de 2014

Banco toma partido e alerta clientes

Não é novidade nenhuma que o baixo desempenho do Governo Dilma, em especial de sua equipe econômica, tenha afetado negativamente os investimento no País, causando insegurança nos investidores. Um exemplo de como isso reverbera são as ações da Petrobras, que despencam cada vez que é divulgada uma pesquisa de intenções de voto e a presidente aparece na frente. Mas um banco comunicar aos seus correntistas que a reeleição de Dilma é uma ameaça maior para o mercado é, no mínimo, antiético. Foi o que aconteceu com o Santander, que enviou extrato para mais de 40 mil clientes com renda mensal superior a R$ 10 mil, informando que o sucesso de Dilma nas eleições provocaria deterioração da economia. O banco Santander achou que a história não vazaria para a Imprensa, levou uma chamada do Governo, encaminhou um pedido formal de desculpa à presidente e demitiu funcionários do setor de onde o texto saiu, como se isso não passasse pelo crivo dos grandões da instituição. Que papelão! Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco

6 de setembro de 2012

Recado de uma juíza federal para todos os correntistas de bancos

Se você tiver infortúnio de ser vítima de um sequestro-relâmpago, e tiver, que sacar dinheiro num caixa eletrônico, mantenha a calma e tecle sua senha de maneira inversa. Por exemplo, se sua senha for 1234, você tecla 4321. o caixa eletrônico vai te dar o dinheiro, mas vai avisar a policia, pois digitar uma senha invertida aciona o mecanismo de emergência. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Liliane P. Bastos. Juíza Federal de Mediação Arbitral. Resgistro Nacional: A0097. www.cidadedopaulista.blogspot.com