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12 de janeiro de 2024

Correia do Sul aprova lei que proíbe consumo e venda de carne de cachorro

O Parlamento da Coreia do Sul aprovou uma lei que proíbe o consumo e a venda da carne de cachorro, uma prática tradicional no país, porém criticada por ativistas da causa animal. O texto teve 208 votos a favor e nenhum contra na Assembleia Nacional. A nova lei deve entrar em vigor após um período de carência de três anos, assim que receber a aprovação final do presidente Yoon Suk-yeol. Abater cães, assim como vender a carne para consumo, será punido com até três anos de prisão ou multa de até 30 milhões de wones (R$ 111,4 mil). A carne de cachorro faz parte da culinária sul-coreana há muito tempo. Estima-se que um milhão de cães chegaram a ser abatidos em um único ano, mas o número diminuiu com o passar do tempo devido à crescente adoção dos cachorros como animais de estimação. Comer carne de cachorro atualmente é considerado um tabu entre os jovens urbanos da Coreia do Sul e, mais recentemente, ativistas aumentaram a pressão para que o governo proibisse o consumo. Nos últimos anos, a prática ficou restrita a pessoas mais velhas e a restaurantes específicos. Segundo uma organização de bem-estar animal aponta que nove em cada dez pessoas do país dizem que não comeriam carne canina no futuro. Os ativistas afirmam que a maioria dos cães é eletrocutada ou enforcada no momento em que são mortos, embora os criadores e comerciantes argumentam que houve progresso em tornar o abate menos doloroso. Folhapress 

13 de janeiro de 2015

Sociedade exige o fim dos matadouros públicos

A Grande maioria da população desconhece o sofrimento que passam os animais que são abatidos nos matadouros públicos espalhados pelo Brasil afora. Antes de serem mortos os animais são submetidos a praticas de crueldades e espancamentos até baterem sem vida. Muitos animais esperam horas pela morte, se debatendo com fortes dores, em consequência das pancadas sofridas pelos executores. São cenas de horrores contra a vida animal, que deveriam ser combatido severamente pelas autoridades. Só me resta apelar para a sociedade toma uma atitude contra essa maldade humana. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

16 de março de 2014

Abate de jumento para consumo

Foi notícia no Jornal Nacional da Rede Globo dia 14/03/14 e no Portal G1. O promotor Silvio Brito da cidade de Apodi, estado do Rio Grande do Norte, propõe abate de jumentos para consumo e assim resolver o problema do abandono de animais em toda aquela região. De início seria servido no cardápio dos presos dos sistema penitenciário do estado. O argumento é que muitos estão pela estrada provocando acidentes. Veterinário afirmam que a carne é de boa qualidade, tem menos gordura do que a carne bovina e mais proteína. Pelo visto devem ter sido pagos para falar isso e estimular o consumo. Ou será que estou errado?Pergunto: Por quê não colocam os animais em fazendas para que eles tenham um final de vida digno depois de muitos anos de trabalhos escravo? E o que diz a Vigilância Sanitária do estado sobre isso? Será tudo isso verdade? Realmente a carne serve para o consumo humano? Foto: Odacy Amorim. Lauro Fujihara. São Paulo/SP

16 de março de 2012

Abate de jegues


O Vice-Líder do PSDB na Câmara, o deputado federal Ricardo Tripoli (SP), solicitou ao Ministério das Relações Exteriores informações sobre o acordo firmado entre Brasil e China que trata da exportação de jumentos e jegues nordestinos para fins de abate para consumo. Em ofício enviado ao Ministro Antonio Patriota, o parlamentar paulista manifestou repúdio e descontentamento acerca do acordo firmado – há cerca de um mês – e que liberou o intercâmbio desses animais para serem utilizados na indústria chinesa de alimentos e cosméticos. O deputado reiterou que há “desatendimento dos preceitos de bem-estar animal, difundidos e exigidos para o setor, no Brasil, na União Européia e nos principais mercados e países com os quais o governo brasileiro mantém relações comerciais”. A China, que abate 1,5 milhão de burros ao ano, pretende importar 300 mil jumentos do Nordeste. Na avaliação de Tripoli, a repulsa não se restringe às questões de ordem cultural ou econômica, mas esbarra em entraves técnicos e éticos, além de ser descabida a justificativa de superpopulação, o que demandaria ações eficazes de gerenciamento de saúde pública local. Foto: web. Fonte: Assessoria do deputado.