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16 de março de 2014
Abate de jumento para consumo
Foi notícia no Jornal Nacional da Rede Globo dia 14/03/14 e no Portal G1. O promotor Silvio Brito da cidade de Apodi, estado do Rio Grande do Norte, propõe abate de jumentos para consumo e assim resolver o problema do abandono de animais em toda aquela região. De início seria servido no cardápio dos presos dos sistema penitenciário do estado. O argumento é que muitos estão pela estrada provocando acidentes. Veterinário afirmam que a carne é de boa qualidade, tem menos gordura do que a carne bovina e mais proteína. Pelo visto devem ter sido pagos para falar isso e estimular o consumo. Ou será que estou errado?Pergunto: Por quê não colocam os animais em fazendas para que eles tenham um final de vida digno depois de muitos anos de trabalhos escravo? E o que diz a Vigilância Sanitária do estado sobre isso? Será tudo isso verdade? Realmente a carne serve para o consumo humano? Foto: Odacy Amorim. Lauro Fujihara. São Paulo/SP
10 de julho de 2012
Animais soltos nas ruas de Abreu e Lima em Pernambuco
Animais de grande porte são vistos diariamente circulando pelas vias
públicas do município de Abreu e Lima, como esses dois jumentos que
deixaram a seca do sertão pernambucano, para viverem se alimentando do
lixo na cidade. Essa é uma cena muito comum nas cidades da Região
Metropolitana do Recife. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE.
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16 de março de 2012
Abate de jegues
O Vice-Líder do PSDB na Câmara, o deputado federal Ricardo Tripoli (SP), solicitou ao Ministério das Relações Exteriores informações sobre o acordo firmado entre Brasil e China que trata da exportação de jumentos e jegues nordestinos para fins de abate para consumo. Em ofício enviado ao Ministro Antonio Patriota, o parlamentar paulista manifestou repúdio e descontentamento acerca do acordo firmado – há cerca de um mês – e que liberou o intercâmbio desses animais para serem utilizados na indústria chinesa de alimentos e cosméticos. O deputado reiterou que há “desatendimento dos preceitos de bem-estar animal, difundidos e exigidos para o setor, no Brasil, na União Européia e nos principais mercados e países com os quais o governo brasileiro mantém relações comerciais”. A China, que abate 1,5 milhão de burros ao ano, pretende importar 300 mil jumentos do Nordeste. Na avaliação de Tripoli, a repulsa não se restringe às questões de ordem cultural ou econômica, mas esbarra em entraves técnicos e éticos, além de ser descabida a justificativa de superpopulação, o que demandaria ações eficazes de gerenciamento de saúde pública local. Foto: web. Fonte: Assessoria do deputado.
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