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2 de outubro de 2025

Atleta contrai superbactéria comedora de carne

Uma estadia em hotel quase terminou em tragédia para a atleta Alexis Williams, de 23 anos, no estado de Michigan, EUA. No fim de junho, durante um mergulho na piscina do Residence Inn, em Ann Arbor, Alexis e dois primos foram infectados por uma superbactéria que corrói a carne humana. Segundo o relato, a jovem sofreu apenas um arranhão dentro da água. No dia seguinte, sentiu dores intensas na região e precisou ser levada ao hospital. Lá, recebeu o diagnóstico de MRSA, bactéria resistente a antibióticos considerada uma das mais perigosas. “Parecia uma piscina normal, nada indicava que estivesse contaminada. De repente, não conseguia mais andar e precisei ser carregada. Só depois descobri que era uma bactéria que corrói a carne e pode matar”, contou Alexis em entrevista ao Fantástico, da TV Globo. A atleta passou por três cirurgias, sobreviveu e hoje segue em recuperação, ainda necessitando da ajuda da mãe para se locomover. Os primos também apresentaram sintomas, mas tiveram quadros mais leves. A família acusa o hotel de negligência, afirmando que laudos de inspeção apontaram ausência de cloro na piscina. 


 

5 de março de 2025

Diabetes proporciona desenvolvimento de superbactérias, aponta estudo

Os efeitos que a diabetes causa no organismo humano podem proporcionar o desenvolvimento mais rápido de bactérias super resistentes a antibióticos, sugere pesquisa publicada na última semana. A conclusão é um indicativo da importância do tratamento dessa condição crônica, além de acender um alerta para entender se outras doenças também podem causar efeito parecido nas bactérias. A bactéria analisada foi a Staphylococcus aureus. Ela representa um grande risco no problema de saúde global de bactérias super resistentes a antibióticos. Além disso, esse patógeno afeta especialmente pessoas com diabetes, já que causa contínuas infecções na pele e tecidos moles desses pacientes. Depois disso, o patógeno pode entrar na corrente sanguínea, levando a quadros mais graves e, potencialmente, ser fatal. Para analisar a resistência dessa bactéria em um cenário de diabetes, os pesquisadores indicaram a condição crônica em camundongos. Um segundo grupo de animais foi mantido sem o distúrbio associado à insulina. Então, os cientistas realizaram testes com a bactéria nesses animais e os antibióticos, mas eles tiveram uma surpresa. Segundo Brian Conlon, professor associado na Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, e um dos autores do estudo publicado na Science Advances, os pesquisadores não esperavam que houvesse uma evolução tão rápida da resistência. "Esperávamos que os medicamentos funcionassem de forma diferente, com certeza, mas esperávamos mais no nível de eficácia, não no nível de evolução da resistência [aos antibióticos]. Então isso foi uma surpresa", diz Conlon. Folhapress 

20 de junho de 2024

Bactéria "devoradora de carne" preocupa e casos atingem recorde

O Japão enfrenta um surto preocupante de síndrome do choque tóxico estreptocócico, uma infecção bacteriana rara e potencialmente fatal. Segundo dados oficiais, o número de casos atingiu níveis recordes, causando apreensão nas autoridades de saúde. Até o dia 2 de junho, o Ministério da Saúde do Japão contabilizou 977 casos de STSS, com 77 mortes registradas entre janeiro e março deste ano. Esse número já supera o recorde do ano passado, e representa o maior número de infecções por essa bactéria desde 1999. Sintomas e riscos da STSS: Os sintomas da STSS incluem: Febre alta, Dores, musculares intensas, Vômitos, Diarreia erupções cutâneas. Em casos graves: pressão arterial baixa, inchaço e falência múltipla de órgãos Fatores por trás do aumento ainda são um mistério: As autoridades de saúde ainda investigam as causas do aumento repentino de casos de STSS. no Japão. Algumas hipóteses sugerem que o enfraquecimento do sistema imunológico devido à pandemia de Covid-19 possam estar contribuindo para a proliferação da bactéria. Folhapress 

23 de maio de 2024

Homem contrai bactéria comedora de carne

Um americano foi infectado por uma bactéria "comedora de carne" após pisar em conchas na costa da Carolina do Sul (EUA). Brent Norman contraiu a bactéria após pisar em conchas durante uma caminhada em Charleston. Ele tem o hábito de andar entre as ilhas Sullivan e Palms para completar a meta de 20 mil passos diários, explicou ao canal WCIV. Naquele dia, ele disse que a maré estava alta e "infelizmente" acabou pisando em várias conchas. O incidente aconteceu no final de abril. Nos dias seguintes, ele começou a sentir dores no pé direito. "Era como se alguém tivesse perfurado meu pé com um prego. Naquele momento, eu não estava mais andando". Brent demorou quase uma semana para procurar um médico. "Todo mundo na sala de espera ficou com os olhos esbugalhados. Dava para perceber que as pessoas estavam desconfortáveis de ficar sentadas perto de mim". O diagnóstico foi que ele contraiu a bactéria Vibrio vulnificus, que entra no corpo por meio de feridas abertas. Ele provavelmente foi infectado por ter pisado em uma concha. A bactéria Vibrio se prolifera em temperaturas quentes, incluindo águas do oceano ou de enchentes. O Departamento de Saúde e Controle Ambiental da Carolina do Sul diz que, entre os meses de maio e outubro, há concentrações mais altas da bactéria no oceano. Folhapress