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18 de março de 2026

Mpox aumenta mo Brasil e reacende alerta para monitoramento e vigilância

Brasil voltou a registrar aumento de casos de mpox neste início de ano e já contabiliza 140 confirmações em 2026, além de nove suspeitas, segundo dados das autoridades de saúde. O estado de São Paulo concentra a maior parte dos registros, com 93 casos, e há notificações em outros doze estados (Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins, além do A mpox é uma infecção viral que pode provocar febre, mal-estar, ínguas e lesões cutâneas que evoluem para crostas. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele de uma pessoa infectada, pelo contato físico próximo e pelo compartilhamento de objetos contaminados. Embora a maioria dos casos recentes tenha apresentado evolução leve a moderada e não haja registro de óbitos neste ano, o crescimento das confirmações exige atenção para evitar novas cadeias de transmissão. Federal), o que reacende o alerta da vigilância epidemiológica no país.

14 de fevereiro de 2026

Sinais na pele podem indicar doença no fígado, diz especialista

A pele pode dar sinais importantes sobre o funcionamento do organismo, inclusive do fígado. Alterações muitas vezes vistas como simples problemas dermatológicos podem, na verdade, indicar disfunções hepáticas. Por isso, é importante observar mudanças persistentes e buscar avaliação médica quando necessário.Em entrevista ao site Only My Health, o médico Abhinav Sharma explicou que alguns sintomas cutâneos podem estar relacionados a doenças no fígado.“A identificação precoce desses sinais ajuda as pacientes a realizarem exames e iniciarem tratamento antes que surjam complicações mais graves”, afirma o especialista.Sintomas na pele que podem indicar problemas no fígado:Quando o fígado não funciona adequadamente, substâncias que deveriam ser eliminadas pelo sangue podem se acumular no organismo. Isso pode afetar a cor da pele, os vasos sanguíneos, as terminações nervosas, a cicatrização e o equilíbrio de líquidos, tornando os sinais visíveis externamente.Pele e olhos amarelados.Um dos sintomas mais conhecidos é a icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e da parte branca dos olhos“Ela ocorre quando o fígado não consegue metabolizar corretamente a bilirrubina”, explica Sharma.Coceira persistente:Segundo o médico, é importante observar se o sintoma não está relacionado ao uso de cosméticos ou produtos específicos.Escurecimento da peleManchas escuras no pescoço, axilas, virilha ou rosto podem estar ligadas à resistência à insulina, condição frequentemente associada a doenças hepáticas.“Esse escurecimento costuma se desenvolver de forma gradual”, destaca o especialista.Sangramentos na pele:Alterações como pequenos sangramentos ou vasos visíveis podem ser sinais sutis de doença hepática crônica e alterações hormonais. Geralmente são indolores, simétricos e não desaparecem facilmente com pressão.Escurecimento da pele:Alterações como pequenos sangramentos ou vasos visíveis podem ser sinais sutis de doença hepática crônica e alterações hormonais. Geralmente são indolores, simétricos e não desaparecem facilmente com pressão.Quando procurar um médico, O especialista recomenda não ignorar esses sinais.Exames de sangue e testes de função hepática podem detectar alterações antes que o quadro se agrave. Segundo ele, mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico adequado podem retardar ou até reverter a progressão de algumas doenças do fígado.Alimentos que ajudam a proteger o fígado.Além do acompanhamento médico, a alimentação também pode contribuir para a saúde hepática Ao HuffPost, a nutricionista Ana Luzón destacou alguns alimentos que ajudam a reduzir inflamações e proteger o fígado.Vegetais como brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas auxiliam na desintoxicação e reduzem o estresse oxidativo. Alho e cebola estimula enzimas responsáveis pela eliminação de toxinas.Frutas cítricas e o uso de azeite de oliva no preparo das refeições também são recomendados.Alimentos ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, cavala e oleaginosas, ajudam a combater o acúmulo de gordura no fígado. Aveia e grãos integrais também fazem parte da lista.O chá verde pode contribuir para reduzir a gordura hepática. Frutas vermelhas, como mirtilo e amora, têm ação antioxidante.Por fim, leguminosas, cúrcuma e gengibre completam o grupo de alimentos que podem colaborar para a manutenção da saúde do fígado.


3 de fevereiro de 2026

Exame pode detectar Parkinson até 20 anos antes dos sinais

Um novo estudo conjunto da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia, e do Hospital Universitário de Oslo, na Noruega, identificou um conjunto de biomarcadores que podem permitir a detecção da doença de Parkinson décadas antes do surgimento dos primeiros sintomas. A pesquisa aponta para a possibilidade de um exame de sangue capaz de identificar sinais da doença até 20 anos antes das manifestações clínicas.Os pesquisadores encontraram padrões específicos em pessoas já diagnosticadas com Parkinson que não aparecem em indivíduos saudáveis. Esses biomarcadores podem ajudar no diagnóstico precoce e ampliar as chances de prevenir danos mais graves ou retardar ao máximo a progressão da doença.Segundo Annikka Polster, uma das responsáveis pelo estudo, o fato de esses padrões surgirem apenas em estágios iniciais e deixarem de ser ativados quando a doença já está avançada torna relevante o foco nesses mecanismos para o desenvolvimento de tratamentos futuros. A declaração foi reproduzida pela Fox News.De acordo com a pesquisadora, os resultados refletem fases iniciais da biologia da doença e abrem caminho para exames de triagem mais amplos a partir de amostras de sangue, um método considerado acessível e de baixo custo. Os achados foram publicados na revista científica npj Parkinson's Disease.O estudo também indica que as pesquisas devem avançar para compreender melhor o funcionamento desses biomarcadores. A expectativa é que a análise dos mecanismos em tempo real ajude a identificar formas de interromper o processo da doença e apontar medicamentos potencialmente eficazes.


23 de janeiro de 2026

Neurologista alerta para sete sintomas iniciais da doença de Alzheimer

O Alzheimer é uma doença caracterizada pela perda lenta e progressiva das funções cognitivas e tem se tornado cada vez mais frequente com o envelhecimento da população, fase em que costumam surgir os primeiros sinais“Os sintomas geralmente aparecem a partir dos 65 anos, o que faz com que a doença seja mais comum em idosos. O Alzheimer ocorre com mais frequência em mulheres e provoca alterações no comportamento do paciente”, explicou o neurologista João Carlos Lobato Moraes ao site Metrópoles.A doença costuma evoluir em três estágios. Na fase inicial, surgem lapsos de memória e mudanças de personalidade. No estágio intermediário, o paciente passa a ter dificuldade para realizar tarefas simples e coordenar movimentos. Já na fase avançada, aparecem limitações para executar atividades básicas, como cuidados de higiene pessoal.Alguns sinais exigem atenção especial, entre eles:perda de memória recente,dificuldade para realizar tarefas do dia a dia,trocar objetos de lugar com frequência,repetir a mesma pergunta várias vezes,dificuldade para dirigir ou percorrer caminhos já conhecidos, problemas para encontrar palavras e expressar ideias ou sentimentos,alterações de comportamento, como irritabilidade, desconfiança sem motivo, agressividade,passividade, interpretações equivocadas de estímulos visuais ou auditivos e tendência ao isolamento.Embora o Alzheimer não tenha cura, o diagnóstico precoce é fundamental, pois permite retardar a progressão da doença e garantir melhor qualidade de vida ao paciente.


23 de novembro de 2025

Estado do Brasil vive boom de pneumonia e casos quase triplicam em três anos

Internações por pneumonia crescem anualmente desde o fim da pandemia no estado de São Paulo. É o que mostram dados fornecidos pela Secretaria de Estado de Saúde ao jornal folha de São Paulo. Os dados contabilizam casos de janeiro de 2022 a agosto de 2025 em toda rede SUS do estado. Eles mostram que os procedimentos clínicos nas unidades de baixa complexidade quase triplicaram durante o período, enquanto as internações cresceram 20%. Três especialistas consultados pela reportagem confirmam o avanço da doença, e dizem que ele ocorre em nível nacional. Eles apontam ainda para um crescimento de casos graves da doença e do avanço da pneumonia silenciosa, um tipo que oferece menos sintomas nos dias iniciais, o que pode agravar as complicações. Os dados sobre internações mostram que, em 2022, 104.125 procedimentos foram realizados. No ano passado, o número avançou para 125.515 -trata-se do último ano com registros completos dos 12 meses. O aumento percentual é de 20.54%.Veja na tabela abaixo. Em 2025, 79.549 pessoas foram internadas até o fim de agosto, aumento também na casa dos 20% comparado com igual período de 2024. A tabela de atendimentos da doença é ainda mais alarmante. Em 2022, o estado atendeu 52.010 casos de pneumonia. Em 2024, 132.896, elevação de 155%. Esse número deve ser superado em 2025: até agosto, os atendimentos somaram 122.808. Há múltiplas causas para esse aumento expressivo, avaliam especialistas. Fatores comportamentais e de saúde pública, como o uso de cigarros eletrônicos e a redução dos índices de vacinação são alguns exemplos. "Superada a pandemia, demos uma relaxada com os cuidados sanitários, como a higiene e o uso de máscaras. Há também estudos que sugerem que nossa imunidade está mais baixa desde então, possibilitando um adoecimento maior", explica Bernardo Mulinari Pessoa, mestre em saúde pública pela Johns Hopkins University e coordenador de cirurgia torácica do Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Segundo o médico, há também outras cepas da pneumonia resultando em casos mais graves do que a doença comum -geralmente causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae. As principais são a Mycoplasma pneumoniae e a Micobactéria não tuberculosa, afirma Pessoa. "Cepas que não manifestam os sintomas da pneumonia típica, como febre, tosse e dor no peito, são tratadas como gripe. As pessoas se automedicam e descartam a ida à unidade de saúde, o que agrava a doença", diz Pessoa.

 

15 de novembro de 2025

Padre Fábio de Melo vive com doença 'terrível'h há mais de 20 anos

Em participação no programa Angélica Ao Vivo, Padre Fábio de Melo surpreendeu o público levando uma sobremesa própria e recusando um biscoito da sorte oferecido pela apresentadora. Ele mudou a dieta após ser diagnosticado com a doença de Ménière. A condição é caracterizada por um acúmulo de líquido no ouvido interno e pode causar tonturas, zumbido e perda temporária de audição. O padre diz que tem sintomas há mais de 20 anos. "Tratei durante muito tempo como surdez súbita, identificada como surdez autoimune. Tenho uma perda de audição que vai e volta. Não é uma perda definitiva e convivo com um zumbido terrível", explica em entrevista ao Gshow. Para Fábio de Melo, cortar o açúcar aliviou os incômodos da doença. Ao Gshow, ele disse que não foi difícil mudar os hábitos: "São Paulo nos oferece coisas muito bacanas. Não sei no Rio. Mas lá em casa nós nos habituamos [a comer sem açúcar]. Já temos a nossa maneira de substituir. Fazemos pães, moro na roça, então tem essa facilidade. Fazemos tudo sem açúcar". No programa, ele também falou sobre as crises de depressão. No programa de Angélica, ele explicou que sair das redes sociais ajudou: "Tenho uma saúde mental que exige cuidados. É genético e não tenho como mudar, mas tenho como tentar contornar. Como tenho históricos terríveis de suicídio na minha família, identifiquei que a minha principal fonte de ansiedade e medo era a rede social. Para que eu vou alimentar uma coisa que me faz mal?" Fonte: folhapress 

10 de novembro de 2025

Perda de olfato pode ser sinal de doenças cardíacas, alerta estudo

Quando está a com perda de olfato pode relacionar logo de cara com a Covid-19 ou até alguma condição de afeta as vias nasais, como gripe ou constipação. Segundo um estudo, este problema pode ainda indicar risco de uma doença cardíaca. De acordo com um estudo publicado no JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery, a perda deste sentido pode indicar risco de vir a ter doença coronária. A investigação analisou o registro de mais de cinco mil adultos com idade média de 75 anos. A doença cardíaca que pode estar relacionada com a perda de olfato. Desse total, perto de 300 pessoas acabou por ter doença coronária. Alguns dos casos apresentaram-se ligados a um olfato deficiente. "Em comparação com um bom olfato, um olfato deficiente foi associado a um risco duas vezes maior de doença coronariana durante os primeiros quatro anos de acompanhamento", revelam os autores do estudo. Explicam que vasos sanguíneos com problemas podem afetar de forma negativa o funcionamento do nariz. "Uma diminuição do olfato foi associada a alguns dos primeiros sinais de alerta do acumular de placas nas artérias, o que pode levar à doença coronariana. As descobertas são preliminares e as nossas explicações são especulativas", revela Honglei Chen, um dos responsáveis pelo estudo. O especialista revela que são necessários mais estudos para entender a ligação entre a perda de olfato e a doença coronária. A obesidade, a diabetes e a hipertensão são algumas das principais causas de morte devido a doenças cardíacas. Afinal, que doença cardíaca é esta? Segundo o grupo Lusíadas Saúde, "nas artérias coronárias podem desenvolver-se placas de aterosclerose que interferem com a passagem normal do fluxo de sangue". "Nestas artérias podem desenvolver-se placas de aterosclerose que interferem com a passagem normal do fluxo de sangue. Este problema assume maior importância quando estão presentes fatores de risco", continuam. O risco acaba sendo maior "quando não é feito nenhum tratamento ou controle dos fatores de risco, as placas de aterosclerose nas artérias coronárias tendem a crescer e podem mesmo levar à oclusão súbita dos vasos sanguíneos, provocando um enfarte agudo do miocárdio". Perda de olfato também ligado a problema. O risco de perda de memória pode estar associado a uma variação na pressão arterial. Um recente estudo revelou como este sinal que muitos ignoram pode estar relacionado com a doença de Alzheimer. Segundo uma investigação publicada no Journal of Alzheimer's, existe um pequeno sinal que muitos ignoram que pode estar relacionado com a doença de Alzheimer. Segundo a investigação, variações na pressão arterial em pouco tempo podem indicar perda da capacidade cerebral. "Os nossos resultados mostram que, mesmo quando a pressão arterial média é normal, a instabilidade de um batimento cardíaco para o outro pode causar stress no cérebro", revela Daniel Nation, um dos responsáveis pelo estudo. fonte site NoticiasAoMinuto
 

25 de outubro de 2025

Como identificar os primeiros sinas de dislexianas nas crianças

Se você percebe que seu filho tem dificuldades de aprendizagem, lê de forma lenta e hesitante ou demonstra problemas para reconhecer letras e sons, é importante não tirar conclusões precipitadas. Um diagnóstico não deve ser feito com base em sintomas isolados, mas é fundamental buscar ajuda de um especialista. A fonoaudióloga Diana Moreira explica que a dislexia pode estar por trás de alguns desses sinais. Trata-se de uma dificuldade recorrente no processamento da informação, que interfere principalmente nas habilidades de leitura, escrita e linguagem. Muitas vezes, a dislexia é associada apenas a problemas escolares, como trocas de letras, erros ortográficos e dificuldades em matemática, mas o transtorno é mais complexo. “A dislexia não se resume a ler e escrever mal. Ela afeta a forma como o cérebro processa sons, símbolos e padrões linguísticos”, esclarece a especialista. Quando surgem os primeiros sinais: De acordo com Diana, a dislexia costuma ser percebida na fase de alfabetização, quando a criança começa a aprender a ler e escrever. No entanto, em alguns casos, pais e professores só identificam o problema em etapas mais avançadas da vida escolar, quando as exigências linguísticas se tornam mais abstratas. A especialista recomenda atenção aos sinais na fala, especialmente quando a criança troca sons ou pronuncia palavras de maneira muito variada, como “figorífico”, “friborítico” ou “frigotítico”. “Essas variações indicam que o sistema fonológico ainda não está consolidado, o que pode prejudicar o desenvolvimento da leitura e da escrita”, explica. O que os pais podem fazer: Pais e educadores podem ajudar reforçando as palavras de forma silábica e incentivando a criança a repetir o som corretamente. “Mais do que corrigir, é essencial escutar com atenção e orientar na articulação de cada sílaba, para que ela compreenda como unir os sons e formar as palavras”, orienta Diana Moreira, que é especialista em neuropsicologia pediátrica. Além disso, a especialista destaca a importância de oferecer ambientes ricos em estímulos linguísticos. Livros, revistas, histórias, recortes, lápis e papéis devem estar sempre à disposição das crianças. “Elas precisam ter contato constante com a linguagem — ouvir histórias, dramatizar, cantar e conversar — tudo isso fortalece a memória auditiva e o sistema fonológico”, afirma. Sinais de alerta na fase inicial da alfabetização Alguns comportamentos merecem atenção especial de pais e professores, Dificuldade em memorizar letras e seus sons; Leitura muito lenta, com omissões ou trocas de palavras;  Leitura excessivamente rápida, sem compreensão; Falta de atenção à pontuação, Escrita desorganizada e incoerente;  Incapacidade de identificar erros na escrita; Compreensão apenas literal das palavras;  Dificuldade em entender o que lê. Apesar dos desafios, Diana reforça que “nem tudo é negativo”. Segundo ela, o cérebro do disléxico funciona de maneira diferente, o que pode trazer vantagens criativas. “Alguns estudiosos chamam de ‘cérebros de gênio’. Albert Einstein e Steve Jobs eram disléxicos, e isso pode inspirar e fortalecer a autoestima das crianças”, diz. A fonoaudióloga defende que os pais estimulem o potencial dos filhos e fiquem atentos a qualquer dificuldade desde cedo. “Alguns pais entram em negação, e quando aceitam o problema, pode ser tarde para uma intervenção mais eficaz. Intervir é importante, mas prevenir é ainda melhor”, conclui.Com informações do Site NotíciasAoMinuto 

21 de outubro de 2025

Alzhmeimer em jovens: doença precoce exige atenção e diagnóstico rápido

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 55 milhões de pessoas vivem com algum tipo de demência, sendo a doença de Alzheimer a mais comum, atingindo sete em cada 10 indivíduos no mundo. Com o envelhecimento da população, os números preocupam: a Alzheimer’s Disease International projeta que os casos globais podem chegar a 74,7 milhões em 2030 e 131,5 milhões em 2050. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas têm Alzheimer, com cerca de 100 mil novos casos diagnosticados anualmente. Entre eles, um grupo específico chama atenção: os pacientes jovens, que desenvolvem a doença antes dos 65 anos. Segundo a neurologista Bianca Mazzoni, professora do curso de Medicina do Centro Universitário UniBH - integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima - o Alzheimer de início precoce pode surgir entre os 30 e 65 anos, sendo mais frequente à medida que o paciente se aproxima dos 65 anos. “A incidência estimada entre 45 e 64 anos é de 6,3 a cada 100 mil pessoas por ano, com uma prevalência de 24,2 a cada 100 mil. Então, não é algo muito comum”, afirma. Dra. Bianca explica ainda que o Alzheimer precoce apresenta alterações cognitivas diferentes das vistas em pacientes idosos, afetando frequentemente linguagem, comportamento e função executiva. “Alguns pacientes podem ter manifestações motoras, mioclonias (contrações musculares rápidas, breves e involuntárias, semelhantes a espasmos), e até crises epilépticas. Além disso, a evolução costuma ser mais rápida, com progressão para dependência maior e até óbito”, diz. A genética também desempenha papel relevante no diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes jovens apresentam mutações em genes específicos associados à doença, configurando o chamado Alzheimer familiar autossômico dominante. “Nos jovens, temos uma relação genética mais forte do que nos pacientes idosos, que muitas vezes possuem fatores genéticos diversos e ambientais”, acrescenta. Mazzoni revela ainda que os primeiros indícios em adultos jovens podem incluir alterações de linguagem, com dificuldade de nomear objetos e formar frases; mudanças comportamentais; dificuldades executivas, marcadas pela incapacidade de realizar tarefas anteriormente simples; déficit de memória, principalmente na formação de novas lembranças; e manifestações atípicas, como movimentos involuntários ou problemas motores. “É importante, porém, diferenciar lapsos de memória comuns, muitas vezes ligados à desatenção ou excesso de estímulos do dia a dia, de sinais que merecem investigação médica, especialmente quando familiares ou colegas percebem alterações”, alerta. Diagnóstico, exames e tratamento: O diagnóstico da doença, conforme aponta Bianca, envolve descartar causas reversíveis e condições que possam se assemelhar ou camuflar o Alzheimer, como deficiências vitamínicas, alterações metabólicas, infecções (como sífilis ou HIV) e doenças estruturais ou inflamatórias do cérebro. Exames de imagem, como a ressonância magnética, e exames laboratoriais são fundamentais para uma confirmação precisa. “Em casos específicos, exames avançados, como PET para avaliação de proteína TAU e biomarcadores no líquor (beta-amiloide e proteína TAU), além de testes genéticos, podem ajudar no diagnóstico e no aconselhamento familiar.” O tratamento, por sua vez, inclui medicamentos que melhoram temporariamente os sintomas cognitivos, como inibidores da acetilcolinesterase e a memantina, além de abordagens para sintomas comportamentais e depressivos. “O acompanhamento multidisciplinar é essencial, com fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia, tanto para pacientes quanto para familiares”. Por fim, a neurologista destaca que embora o principal fator de risco no Alzheimer precoce seja o genético, a prevenção pode ser eficaz por meio de medidas voltadas ao controle de fatores cardiovasculares e da prática regular de atividade física, que têm se mostrado mais eficazes do que qualquer medicamento. “Evitar hipertensão, diabetes não controlada e manter um acompanhamento de saúde constante é fundamental. A atividade física regular – vale reforçar - é a intervenção com evidência científica mais consistente para prevenção”, finaliza. Com informação do Site NoticiasAoMinuto 

15 de outubro de 2025

Céline Dion faz rara aparição com filhos em espetáculo de Paul McCartey

A cantora Céline Dion fez uma rara aparição pública no último sábado (4), durante o show de Paul McCartney no Allegiant Stadium, em Las Vegas, acompanhada dos três filhos — René-Charles, de 24 anos, e os gêmeos Nelson e Eddy, de 14. Usando uma blusa preta de gola alta e chapéu combinando, a artista canadense foi vista aplaudindo e se emocionando durante a apresentação do ex-Beatle, de quem é amiga de longa data. As imagens da cantora no evento circularam rapidamente pelas redes sociais. Desde que foi diagnosticada com a síndrome da pessoa rígida, em 2022, Céline tem feito poucas aparições públicas. Em junho deste ano, porém, ela também foi vista em um show do Coldplay, na mesma cidade, onde recebeu uma homenagem do vocalista Chris Martin. “Céline, minha linda irmã, fazes meu coração bater mais forte. És uma superestrela. Um aplauso para a lendária Céline Dion, nós te amamos”, disse o cantor durante o espetáculo. Céline Dion, hoje com 56 anos, revelou o diagnóstico há cerca de três anos, quando precisou se afastar dos palcos. A síndrome da pessoa rígida é uma doença neuromuscular rara que provoca rigidez progressiva e espasmos musculares. Segundo o neurologista Joaquim Machado Cândido, diretor clínico da Andar Clinic, em Lisboa, a condição está frequentemente associada a doenças autoimunes e ainda não tem causa totalmente compreendida, embora se acredite que tenha origem autoimune. Os sintomas incluem rigidez muscular no tronco, espasmos dolorosos desencadeados por toque, estresse ou ruídos e fadiga constante devido à tensão muscular. A doença pode surgir em diferentes idades, mas geralmente se manifesta entre os 30 e 50 anos. Folhapress

 

31 de agosto de 2025

Parasita carnívora detectado pela primeira vez em humano

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos anunciou, que foi detectado no país o primeiro caso de um humano afetado pela 'Cochliomyia hominivorax' ['New World screwworm'], um parasita carnívoro, após viagem. De acordo com a Reuters, o caso foi confirmado pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças [Centers for Disease Control and Prevention, CDC] em 4 de agosto e envolvia um paciente do estado de Maryland que tinha regressado de uma viagem a El Salvador. "O risco para a saúde pública nos Estados Unidos devido a essa introdução é muito baixo", explicou Andrew G. Nixon, porta-voz do departamento de saúde. Segundo a administração norte-americana, este ano não foi detectada nenhuma situação que envolve esta infecção em animais, este ano. De acordo com a Reuters, será possível que as notícias sobre a infecção devido a este parasita, uma mosca que larga larvas, abalem a indústria da produção de carne bovina e comerciantes de gado, já em alerta devido à situação - isto porque esta praga, que se localiza agora na América Central e no sul do México, estaria se deslocando para o norte. Mas que parasita é este? A situação diz respeito a moscas que depositam ovos em feridas de qualquer animal com sangue quente, o que inclui os seres humanos. Os ovos eclodem, centenas de larvas usam a boca para perfurar a carne viva, e, eventualmente, matam o hospedeiro [pessoa ou animal afetado] se não houver tratamento. Estas larvas podem ser devastadoras para o gado e a vida selvagem, e raramente infectam humanos. No entanto, sublinha a Reuters, uma infecção em um animal ou pessoa pode ser fatal.

 

30 de agosto de 2025

Americano recebe diagnóstico de peste negra após picada de pulga

Um morador da região do lago Tahoe, no condado de El Dorado, na Califórnia (EUA), testou positivo para peste negra (também conhecida como peste bubônica), informou o governo do estado, segundo informações da imprensa americana. Autoridades disseram acreditar que ele tenha sido contaminado por meio da picada de uma pulga infectada enquanto acampava na região. O paciente se recupera em casa e está sob supervisão de profissionais da saúde, acrescentaram autoridades. "A peste bubônica está presente em muitas partes da Califórnia, incluindo áreas mais elevadas do condado de El Dorado. É importante que as pessoas protejam a si mesmas e seus animais de estimação quando estiverem ao ar livre, especialmente em caminhadas, trilhas e camping em áreas onde há presença de roedores selvagens", disse Kyle Fliflet, diretor interino de saúde pública de El Dorado. Entre as medidas que devem ser adotadas estão uso de repelente de insetos pelos humanos e de produtos antipulgas pelos animais. De acordo com os CDCs (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA), sete casos de peste bubônica são registrados por ano, em média, nos Estados Unidos. Causada pela bactéria Yersinia pestis, a doença é transmitida aos humanos por meio de picadas de pulgas infectadas ou contato com animais infectados. Os sintomas costumam ocorrer cerca de duas semanas após a exposição e podem incluir febre, calafrios, fraqueza e inchaço dos gânglios linfáticos. A infecção é tratada com antibióticos comuns.De acordo com informações da CNN, o Departamento de Saúde Pública da Califórnia monitora com frequência as populações de roedores em busca de indícios da presença da peste e somente neste ano identificou quatro casos positivos na bacia do lago Tahoe. De acordo com autoridades de El Dorado, o último caso na região havia sido registrado em 2020. Em meados do século 14, a peste negra foi responsável por uma das pandemias mais notórias da história. Folhapress

 

15 de agosto de 2025

Projeto busca tratar doença de chagas perto da casa dos pacientes

Um novo protocolo para a o controle da doença de Chagas está em testes em uma das regiões com a maior prevalência da enfermidade: o Sertão do Pajeú, em Pernambuco. A principal estratégia é a descentralização do tratamento, para que ele possa ser feito na cidade em que o paciente reside. Atualmente, é necessário deslocamento para unidades de saúde especializadas, como a Casa de Chagas, no Recife, que ainda concentra a maioria dos atendimentos no estado. Um dos grandes desafios é o diagnóstico, já que a doença de Chagas não causa sintomas específicos logo após a infecção. A infecção costuma se tornar crônica de forma silenciosa, desenvolvendo complicações, principalmente no coração, o que provoca a morte de cerca de 4,5 mil pessoas no Brasil por ano, segundo o Ministério da Saúde. Quando a doença é descoberta mais cedo, o paciente pode ser tratado com medicamentos, evitando complicações. De acordo com a Organização Panamericana da Saúde (Opas), menos de 10% das pessoas com doença de Chagas nas Américas são diagnosticadas, e menos de 1% das que têm a doença recebem tratamento antiparasitário. Como consequência, a maioria dos pacientes só descobre que tem a doença em estágios avançados. Por isso, o projeto-piloto em Pernambuco foi nomeado "Quem tem Chagas, tem pressa". Testes rápidos. Na primeira etapa, profissionais de saúde, estudantes da área e moradores das cidades pernambucanas de Triunfo e Serra Talhada participaram de atividades de formação sobre a doença. Já na segunda fase, no final de julho, cerca de 1 mil pessoas nos dois municípios foram submetidas a testes rápidos que comprovaram a seriedade do problema na região: 9% dos moradores testaram positivo para a doença. De acordo com o médico da Casa de Chagas, Wilson Oliveira, responsável pelo projeto, a média de positividade dos testes no país varia de 2% a 5%. A gerente de Vigilância das Arboviroses e Zoonoses da Secretaria de Saúde de Pernambuco, Ana Márcia Drechsler, diz que o teste rápido é um dos principais ativos do projeto, já que atualmente todos os casos suspeitos precisam fazer um exame de sorologia no centro de referência, que fica a oito horas de distância de carro. Além disso, o teste sorológico leva até 45 dias para ficar pronto, enquanto o teste rápido emite resultados em minutos. Mas ela explica que, por segurança, os resultados positivos continuarão sendo encaminhados para a sorologia, para a confirmação definitiva. "A gente precisa muito descentralizar o diagnóstico e fazer essa detecção mais precocemente, para que haja menos casos de pacientes crônicos. Nós estamos validando o teste rápido com esse projeto e, se tudo der certo, além de uma economia de tempo, a gente vai ter também uma economia de exames, porque só as pessoas com teste rápido positivo é que vão fazer a sorologia", acrescenta a gerente da Secretaria de Saúde. Os testes utilizados no projeto são produzidos pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Biomanguinhos/Fiocruz). 

 

15 de julho de 2025

Médico fala 11 hábitos que podem reduzir pela metade o risco de Alzhneimer

No Brasil, mais de 1,2 milhão de pessoas convivem com a doença de Alzheimer, segundo estimativa da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). E esse número pode dobrar até 2050 se nenhuma medida preventiva for adotada, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas a boa notícia é que a prevenção pode estar ao alcance de hábitos diários. O psiquiatra americano Daniel Amen, autor do livro Change Your Brain Every Day, afirma que é possível reduzir em até 50% o risco da doença com a adoção de 11 atitudes simples e eficazes. Em entrevista à Fox News, Amen explicou que o Alzheimer pode começar silenciosamente no cérebro décadas antes de os primeiros sintomas aparecerem. “Uma mulher de 59 anos diagnosticada com Alzheimer provavelmente já apresentava alterações cerebrais desde os 20 anos”, alerta. Por isso, segundo ele, nunca é cedo demais para começar a proteger a mente. Confira os 11 hábitos indicados pelo especialista: 1. Estimular o fluxo sanguíneo. 2. Manter a mente ativa. 3. Combater a inflamação. 4. Observar a genética. 5. Prevenir traumatismos cranianos. 6. Reduzir exposição a toxinas. 7. Cuidar da saúde mental. 8. Fortalecer a imunidade. 9. Avaliar o equilíbrio hormonal. 10. Prevenir o diabetes. 11. Priorizar o sono. Segundo Amen, o cérebro deve ser tratado como um “órgão precioso”, e os hábitos adotados ao longo da vida são determinantes para a saúde mental na velhice. 

30 de junho de 2025

Infecção por parasita comum pode prejudicar seriamente a função celebral

Um novo estudo, publicado no PLOS Pathogens, descobriu que a infecção por um certo parasita comum pode prejudicar seriamente a função cerebral de hospedeiros intermediários - incluindo humanos. Mesmo quando o número de neurônios afetados é relativamente pequeno, a toxoplasmose - infecção pelo parasita Toxoplasma gondii - interfere fortemente na comunicação neuronal, pode ler-se no site Science Alert. Estas informações foram reveladas num estudo que envolveu as células cerebrais de camundongos, algumas cultivadas em placas e outras colhidas de animais vivos. Os neurônios infectados com o parasita libertaram menos vesículas extracelulares (VEs) - "pequenos pacotes de proteínas, ácidos nucleicos e metabólicos ligados a lipídios, que são usados através da comunicação intercelular". Esta descoberta tem grande peso no debate sobre o impacto comportamental da toxoplasmose. "Descobrimos que essa interrupção na sinalização EV pode interferir na maneira como os neurônios e as células gliais, especialmente os astrócitos, mantêm um ambiente cerebral saudável", explicou a imunologista de parasitas Emma Wilson, da Faculdade de Medicina de Riverside, Universidade da Califórnia."Mesmo um punhado de neurônios infectados pode alterar o equilíbrio neuroquímico do cérebro. Isto sugere que a comunicação entre os neurônios e as células gliais de suporte não é apenas crítica, mas também vulnerável ao sequestro por parasitas", acrescentou. T. gondii é um parasita conhecido por causar alterações comportamentais - para o bem ou para o mal - nos seus hospedeiros. Gosta de encontrar uma célula e aninhar-se dentro dela, e os tipos de células de que mais gosta são os neurônios, que atravessam a barreira hematoencefálica para lá chegarem. Uma vez lá dentro, o protozoário pode abrigar-se durante décadas.É um dos parasitas mais bem-sucedidos do planeta, e existem poucas espécies de sangue quente que ele não consegue invadir. No entanto, só se consegue reproduzir nos gatos.

 

27 de junho de 2025

Saiba o que é anemia falciforme ou drepanocitose e seus sintomas

No dia 19 de junho, foi celebrado o Dia Internacional da Anemia Falciforme, também conhecida como drepanocitose, uma condição genética e hereditária que afeta milhares de pessoas em todo o mundo — e que ainda é pouco conhecida pela população. A data tem como objetivo aumentar a conscientização sobre os impactos da doença e a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. Segundo o Ministério da Saúde, a anemia falciforme é a doença hereditária mais comum no Brasil. Estima-se que cerca de 100 mil pessoas convivam com a enfermidade no país, principalmente entre a população negra e parda. A cada ano, aproximadamente 3.500 crianças nascem com a forma grave da doença, e uma em cada mil crianças negras nascidas vivas já apresenta o diagnóstico. O que é a anemia falciforme? De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a anemia falciforme é causada por uma mutação genética que altera a forma dos glóbulos vermelhos, responsáveis por transportar oxigênio pelo corpo. Em vez do formato arredondado normal, estas células adquirem uma forma de foice — daí o nome “falciforme”. Essa deformidade faz com que as células fiquem rígidas, menos flexíveis e mais propensas a se agruparem e obstruírem os vasos sanguíneos. Como resultado, o transporte de oxigênio é prejudicado, o que gera episódios de dor intensa, chamados de crises falciformes, além de outras complicações que afetam o funcionamento dos órgãos ao longo do tempo. Principais sintomas da anemia falciforme. Os sintomas da anemia falciforme podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns sinais são recorrentes e ajudam a identificar a condição: Crises de dor aguda: são causadas pela obstrução dos vasos sanguíneos. Afetam especialmente ossos, tórax, abdômen e articulações. Podem durar horas ou dias. Anemia crônica: provocada pela destruição precoce das células falciformes, resultando em fadiga, fraqueza e palidez.Icterícia: coloração amarelada nos olhos e na pele, comum em pacientes devido à liberação de bilirrubina. Infecções frequentes: o baço, importante para o sistema imunológico, é afetado, tornando o organismo mais vulnerável. Inchaço nas mãos e pés (dactilite): comum em bebês e crianças pequenas. Atraso no crescimento e na puberdade. Problemas na visão: causados por danos à retina devido à má circulação. Síndrome torácica aguda: uma complicação grave, com sintomas como dor no peito, febre e dificuldade para respirar. Diagnóstico e tratamento. O diagnóstico da anemia falciforme pode ser feito ainda nos primeiros dias de vida, através do teste do pezinho, obrigatório no Brasil. Em adultos, exames de sangue específicos, como a eletroforese de hemoglobina, confirmam a presença do gene alterado. Por ser uma doença hereditária, não há cura definitiva — exceto em casos muito específicos em que se realiza transplante de medula óssea, geralmente indicado apenas quando há doador compatível e risco de vida. O tratamento é focado em melhorar a qualidade de vida, prevenir complicações e controlar os sintomas.Entre os cuidados recomendados estão: Acompanhamento médico contínuo, Hidratação constante, Suplementação com ácido fólico, Uso de medicamentos como a hidroxiureia, que ajuda a reduzir as crises, Transfusões sanguíneas periódicas, Vacinação em dia, para evitar infecções graves 

19 de junho de 2025

Anitta cancela participação no São João por motivos de saúde

Anitta, 32, cancelou sua participação no tradicional São João de Campina Grande, na Paraíba, nesta quarta-feira (18). Em nota oficial, a equipe da cantora informou que ela foi orientada a manter repouso e cuidados médicos por questões de saúde. O motivo específico que levou à suspensão da apresentação não foi divulgado. Ainda segundo o comunicado, a cantora lamentou sua ausência no evento: "Anitta estava entusiasmada com a apresentação e esperava celebrar essa grande festa junina junto aos fãs, mas sua prioridade, neste momento, é sua recuperação. Ela agradece a compreensão de todos e espera retomar esse encontro em breve, em uma nova oportunidade". No último sábado (14), Anitta, que recentemente ganhou ação contra fã que se sentiu ridicularizada com série da Netflix, chegou a celebrar sua própria festa junina em sua casa, no bairro de São Conrado, zona sul do Rio. A comemoração reuniu famosos, como Juliette, Letícia Colin, Giovanna Lancellotti, Regina Casé e Pocah, em um evento com direito a fogueira, trajes típicos, quadrilha e brincadeiras tradicionais. Folhapress 

18 de junho de 2025

Vocalista de banda famosa é diagnosticado com Parkinson

Morten Harket, vocalista da banda norueguesa A-ha, anunciou no website oficial do grupo sofrer da doença de Parkinson. No artigo escrito pelo biógrafo Jan Omdahl, Morten, de 65 anos, revela que "não tem nenhum problema em aceitar o diagnóstico". "Parte de mim queria revelar [o diagnóstico]. Reconhecê-lo não foi um problema. É a minha necessidade de paz e tranquilidade para trabalhar que me tem impedido", disse o músico. Neste momento, o artista está focado em "evitar que o seu organismo entre em declínio". "É um equilíbrio difícil entre tomar a medicação e controlar os efeitos colaterais". Em relação à hipótese de continuar a cantar, o músico afirma que a doença afetou a sua voz e não sabe se voltará aos palcos. "Não tenho vontade de cantar e isso é um sinal para mim. [...] Pela forma como as coisas estão agora, isso está fora de questão. Não sei se conseguirei fazer isso em algum momento no futuro", concluiu. A banda a-ha ficou conhecida pelo hit de enorme sucesso 'Take On Me', de 1985.Com informações do Site NoticiasAoMinuto  

11 de junho de 2025

Filho de Marília Mendonça é diagnosticado com doença crônica

O pequeno Léo Mendonça Huff, de cinco anos, filho da cantora Marília Mendonça — que faleceu em um acidente de avião em novembro de 2021 — tem uma doença crônica e autoimune.O menino foi diagnosticado com diabetes tipo 1 logo após a morte da mãe, embora já apresentasse sintomas antes da tragédia. A informação foi confirmada por Ruth, avó da criança, ao Portal Lédio Dias, depois que uma foto do menino usando um sensor de glicose viralizou nas redes sociais. O portal também conversou com uma endocrinologista, que explicou que a doença pode ter sido desencadeada por fatores emocionais. 

19 de maio de 2025

Doença do fígado gordo: 7 sinais de alerta

A doença do fígado gordo, também conhecida como esteatose hepática, caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de gordura nas células do fígado. Embora muitas vezes silenciosa em seu estágio inicial, a condição pode evoluir para inflamação (esteato-hepatite), fibrose e, em casos mais graves, cirrose — quando há substituição do tecido hepático saudável por cicatrizes irreversíveis. Segundo o gastroenterologista Saurabh Sethi, que compartilha orientações de saúde em seu perfil no TikTok, alguns sinais devem acender o sinal de alerta e levar ao médico: Ganho de peso abdominal, Fadiga persistente, Desconforto abdominal, Alterações na cor da urina e das fezes, Icterícia leve: aparecimento de coloração amarelada na pele, Resistência à insulina e glicemia elevada,Resistência à insulina e glicemia elevado,Facilidade para hematomas e sangramentos.  O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem — como ultrassonografia e elastografia — e testes laboratoriais. O tratamento baseia-se em mudanças no estilo de vida: dieta equilibrada, atividade física regular e controle de doenças associadas, como obesidade e diabetes. Identificar precocemente esses sintomas pode evitar complicações graves e garantir a saúde a longo prazo.