Cerca de um milhão de domicílios deixarão de receber o benefício do Bolsa Família em julho, por terem aumentado a renda. A maioria delas, 536 mil, cumpriu 24 meses na Regra de Proteção. Elas atingiram o prazo máximo de recebimento de 50% do valor a que têm direito, por terem alcançado uma renda per capita entre R$ 218 e meio salário-mínimo. Esse público ainda é protegido por outra medida: o Retorno Garantido. Ela é aplicada quando a família que ultrapassou o período de 24 meses na Regra de Proteção ou solicitou o desligamento voluntário do programa volta à situação de pobreza. Nestes casos, os antigos beneficiários têm prioridade para voltar a receber o Bolsa Família. Além das famílias que deixaram o programa por atingirem o prazo máximo na Regra de Proteção, outros 385 mil domicílios ultrapassaram R$ 759, meio salário mínimo, de rendimento por pessoa em julho. Elas tiveram um aumento de renda maior que o limite da Regra de Proteção. Com a modernização do sistema do Cadastro Único, realizada em março, o cruzamento de dados das bases do Governo Federal, como o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), se mais eficiente. Um exemplo desta integração é que as informações de renda das famílias passam a ser atualizadas automaticamente. A novidade é mais uma etapa dos esforços do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que desde 2023 vem qualificando as informações do Cadastro Único. Como resultado, somadas as saídas de julho de 2025, aproximadamente 8,6 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família. Com informações do Site NoticiasAOMinuto
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25 de julho de 2025
1 milhão de famílias deixaram o bolsa família em julho por aumentar renda
20 de julho de 2014
Custo com parlamentares e o bolsa família
Nos próximos 79 dias, os parlamentares só serão chamados a comparecer a Brasília quatro vezes. Até lá, porém, vão deixar uma conta salgada para o contribuinte arcar. Apenas entre salários e benefícios atrelados aos gabinetes dos 594 deputados e senadores, os cofres públicos vão bancar R$ 228 milhões nesse período. O valor é expressivo. Daria, por exemplo, para custear o programa Bolsa Família durante um ano para 299 mil famílias, ou mais de um milhão de pessoas. Também permitiria construir um bairro inteiro de uma cidade, erguendo-se mais de 3.400 casas populares de dois quartos e 58 metros quadrados, de acordo com os custos do estado de São Paulo. A Câmara e o Senado começou dia 18, um longo “recesso branco”, que vai até as eleições de outubro. Mesmo praticamente sem votações, as despesas serão mantidas como se houvesse trabalho normal nas duas Casas até 5 de outubro. Por acordo entre as lideranças partidárias, a prioridade nesse período será a campanha eleitoral. Foto: web. Fonte: site congresso em foco
7 de junho de 2014
Brasília, Bolsa Família e Narcovarejo
Conversando com um morador da periferia do Distrito Federal, pessoa humilde e trabalhadora, fiquei mais preocupado ainda com as políticas do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele narrou, na área em que reside com a família, outros grupos de moradores, "felizes recebedores de Bolsas Famílias", enquanto ele sai diariamente para ganhar pouco mais de R$ 800,00 por mês, passam o dia vendendo crack e outras drogas adquiridas com os recursos provenientes do benefício. Talvez seja isso que a presidente chama da abrir um negócio e sustentar a família. Nada como a oportunidade de investir em um bom negócio, como faz o PT e seus comparsas, com dinheiro público. Segundo ele, nos finais de semana, ao acessar sua casa, é atingido por pilhérias e ofensas, como otário e "trouxa", por trabalhar por tão pouco enquanto é possível melhorar de vida com o auxílio do governo. Se isso ocorre na capital de república, o que não acontecerá em locais mais distantes desse imenso país. Foto Luiz Solano. Ricardo Galhardo. Brasília/DF
23 de dezembro de 2013
Bispo diz que bolsa família não resolve
O presidente da Cáritas Brasileira, dom Flávio Giovenale, que está lançando uma campanha de combate à fome, declarou a uma agência de notícia de Brasília, distrito federal, que os programas de transferência de renda do governo federal (leia-se Dilma e companhia) não atacam as causas da pobreza e que o Bolsa Família "é quase uma pre-aposentadoria". "Quem entra no Bolsa Família sonha em continuar. Não é que sonhe dizer "ah, tenho dignidade de sustentar a família, de crescer, de melhorar", disse o bispo. Na campanha, lançada na semana passada, a Cáritas Brasileira estimula discussões e propostas para uma saída do Bolsa Família. Ligado à Igreja Católica, a entidade é uma confederação de instituições e caridade com 164 organizações pelo mundo. Todas estão na campanha, mobilizando paróquias e comunidades. Foto: Igreja Largo da Paz, no bairro de Afogados, Recife. Pernambuco
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