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20 de julho de 2014

Custo com parlamentares e o bolsa família

Nos próximos 79 dias, os parlamentares só serão chamados a comparecer a Brasília quatro vezes. Até lá, porém, vão deixar uma conta salgada para o contribuinte arcar. Apenas entre salários e benefícios atrelados aos gabinetes dos 594 deputados e senadores, os cofres públicos vão bancar R$ 228 milhões nesse período. O valor é expressivo. Daria, por exemplo, para custear o programa Bolsa Família durante um ano para 299 mil famílias, ou mais de um milhão de pessoas. Também permitiria construir um bairro inteiro de uma cidade, erguendo-se mais de 3.400 casas populares de dois quartos e 58 metros quadrados, de acordo com os custos do estado de São Paulo. A Câmara e o Senado começou dia 18, um longo “recesso branco”, que vai até as eleições de outubro. Mesmo praticamente sem votações, as despesas serão mantidas como se houvesse trabalho normal nas duas Casas até 5 de outubro. Por acordo entre as lideranças partidárias, a prioridade nesse período será a campanha eleitoral. Foto: web. Fonte: site congresso em foco

11 de julho de 2013

Até o rei Roberto Carlos

Essa turma deve estar passando por muita necessidade. Pois foram recebidos com pompa no Congresso nacional. Me parece que estão bem de saúde e de educação pois foram recebidos pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para pedir "regime de urgência" na votação do projeto de lei 129/12, que muda as regras de arrecadação dos direitos autorais e interfere no funcionamento do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Roberto Carlos, Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Lenine, Fernanda Abreu, Nando Reis, Alexandre Pires, Rogério Fausine, Roberta Miranda, Leone, Otto, Gaby Amaranto, Fafá de Belém, e dezenas de outros artistas vieram brigar por prioridade nacionais. Depois é o povo que não sabe votar. Foto: Firmino Caetano Junior. Edson Campos E Silva. Recife/PE

Sociedade sem alternativa

Que me desculpe o Raul Seixas, pois eles fazem o que querem, independente da lei! Logo que as manifestações cessaram, eles, os congressistas, já abafaram o plebiscito e as PECs da ficha limpa e a reforma política, em menos de 24 horas! Ou seja, só terão a chance de aprovação depois das eleições de 2014! Em resumo, nada vai mudar por dois ou mais anos. Isto significa dizer que quase tudo não passou de uma ilusão. O Brasil, de fato, acordou, mas o sono voltou rapidinho.Só resta agora usar a única arma poderosa do eleitor: o voto. E já sabemos que nesse ponto, infelizmente, ainda falta muito para que o povo aprenda a usá-la. A mídia e as redes sociais funcionaram, sim. Mas a tal da “espionagem”, o fim da corrupção , ainda é e será o nosso grande desafio.  Foto: web. Breno dos Santos. Gravatá/PE

18 de maio de 2013

Senador fugiu

O senador Jarbas Vasconcelos, preferiu assistir a sessão que aprovaria (ou não) a medida provisória dos portos, em casa. Suas palavras: "achei melhor me aborrecer vendo pela televisão". E assim funciona a nossa oposição! Omitindo-se, enquanto absurdos são aprovados em plenário! Quanto ganha esse nosso indigno senador, para dar-se o direito de “não se incomodar”? Onde está sua vergonha, seu patriotismo, sua responsabilidade pela vida de 200 milhões de brasileiros? Como ele são quase todos os que lá estão: mercenários que só visam dinheiro. Foto: web. Colaboração: Luciano de Moura. Anita Driemeier. Campo Grande/MS

2 de maio de 2012

Brizola Neto é o ministro, mas quem manda é Carlos Lupi

Está mais do que claro que essa nomeação de Brizola Neto para o Ministério do Trabalho não passa de uma sórdida ”jogada de marketing político", com o propósito de sensibilizar uma parcela do eleitorado que ainda é fiel à memória de Leonel Brizola. O fato é que a “armação” de colocar “Brizolinha” no cargo antes ocupado pelo presidente do PDT, Carlos Lupi, atende aos interesses do “dono da legenda”, no sentido de colocar na posição alguém que, por falta de experiência política e liderança pessoal, poderá ser facilmente manipulado, permitindo que “Lupinho”, mesmo após ter sido defenestrado da chefia do Ministério do Trabalho, por conta de seu envolvimento em “maracutaias”, poderá, mesmo que por “debaixo dos panos”, voltar a mandar e desmandar na pasta, através do “preposto” que conseguiu nomear, em claro conluio com a presidente Dilma. Saudades do tempo em que os presidentes brasileiros, quando ainda não eram reféns de “arrumadinhos partidários”, tinham autonomia para escolher seus ministros. Foto: web. Júlio Ferreira. Recife/PE.