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14 de dezembro de 2014
Cidade desorganizada e haja ambulantes
A cidade do Recife mostra que não estar preparada para receber aglomeração de pessoas. Acomodar multidão, principalmente na mais valorizada região central da cidade. Neste final de ano, a Avenida Conde da Boa Vista, no eixo entre a as ruas do Hospício e Gervásio Pires, ficou saturada de gente, barracas e veículos. A excessiva quantidade de barracas, tomando as calçadas da avenida, dificulta a passagem de pedestres. Às vezes até força as pessoas caminhar espremidas pela reduzida pista de destinadas às motos e carros, correndo o risco de sofrer atropelamentos. A área que os ambulantes ocupam desordenamento no ponto mais disputado da famosa avenida incomoda quem tem pressa nos deslocamentos. Quem precisa se locomover com segurança. Faz tempo, a Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano promete resolver o problema. Porém, a burocracia da desapropriação atrapalha o projeto. Enquanto o assunto não passar das repetidas informações de que foram comprados cinco terrenos para abrigar os comerciantes nas ruas Sete de Setembro, Saudade, Riachuelo, Penha e Giriquiti, a população vai sofrendo com os apertos, as dificuldades, os impedimentos para andar tranquilo pelas calçadas. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
2 de novembro de 2014
Prefere ser Camelô, do que ter carteira do trabalho assinada
Como detesta viver submisso entre quatro paredes, recebendo ordens do patrão, o brasileiro prefere ser camelô a ter carteira do trabalho assinada. Curte viver a vida de ambulante, livre e solto, dono das ventas, autônomo, sem hora certa para entrar ou sair, a depender de horário no interior de fábricas ou nas lojas. Atualmente, alguns detalhes levam as pessoas a optar pela informalidade. O autoritarismo patronal, a insegurança no emprego, as precárias condições de trabalho, o baixo salário. Dependendo de greves para registrar aumento na carteira profissional. Foi o que apurou uma pesquisa da Fundação Joaquim Nabuco sobre a expansão do comércio informal no Recife. Apesar de o comércio informar ser formado por uma série de pessoas, passando pelo fornecedor das mercadorias, o dono do depósito para guarda o estoque, o agiota que financia o negócio, além do próprio vendedor. Porém tem um problema que depende somente do poder público. A desorganização na armação de barracas, a falta de infraestrutura na ocupação do terreno pelos camelôs, a forte concorrência chinesa oferecendo aos ambulantes produtos de baixa qualidade com preços baratos. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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