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6 de agosto de 2025

Ciência revela se hábito de estalar os dedos faz mal

Você provavelmente já ouviu que estalar os dedos pode causar artrite — um alerta repetido por gerações. Mas será que essa crença tem algum fundamento? De acordo com a especialista Fiona Sweny, ex-diretora de saúde digital da rede Holland & Barrett, o som que ouvimos ao estalar os dedos é provocado pela liberação de gás dentro das articulações. Esse fenômeno é chamado de crepitus. As articulações — como os joelhos, cotovelos e dedos — conectam dois ossos e permitem o movimento. Elas são estabilizadas por ligamentos e revestidas por cartilagem, um tecido liso e resistente que reduz o atrito entre os ossos. Quando estalamos essas articulações, ocorre uma mudança de pressão que leva à formação de bolhas de gás no líquido sinovial (que lubrifica a articulação). Quando essas bolhas se rompem, ouvimos o “estalido”. Mas será que isso é perigoso? A ciência indica que não. Diversos estudos não encontraram uma relação direta entre o hábito de estalar as articulações e o desenvolvimento de artrite. No entanto, pessoas que já sofrem da doença podem, sim, sentir estalos e dor causados pelo desgaste da cartilagem. O som também pode estar relacionado a fatores anatômicos, como o movimento de um ligamento sobre um osso saliente, e é mais comum entre pessoas com hipermobilidade — que têm uma flexibilidade maior nas articulações. Com o envelhecimento, esse estalido também pode aumentar, devido à degeneração natural da cartilagem. Segundo Sweny, não há motivo para alarme: “As articulações ruidosas são muito comuns e raramente indicam algo grave.” Após o estalo, pode levar cerca de 15 a 20 minutos para que a articulação possa ser estalada novamente — tempo necessário para que as bolhas de gás se dissolvam e a articulação volte ao estado neutro.Com informações do Site NoticiasAoMinuto

 

25 de agosto de 2024

O xixi é amarelo e a ciência tem finalmente uma explicação para isso

Um estudo publicado na revista Nature Microbiology revela os motivos que fazem com que a urina tenha, tendencialmente, a cor amarela Na grande maioria dos casos, exceto quando está desidratado, por exemplo, o xixi costuma ser amarelo. Se sempre quis saber a razão que leva a tal tonalidade, a ciência finalmente tem uma resposta. Um estudo publicado na revista Nature Microbiology tentou entender essa questão. Explicam que uma enzima microbiana que pode ser encontrada no intestino causa essa cor. "É notável que um fenômeno biológico quotidiano tenha permanecido inexplicado durante tanto tempo, e a nossa equipe está entusiasmada por poder explicá-lo", revela Brantley Hall, um dos autores da investigação. "Os glóbulos vermelhos decompõem-se e libertam bilirrubina, que chega ao intestino onde é expelida. Parte dela volta a ser absorvida pela corrente sanguínea", continuam. "Agora que identificamos esta enzima, podemos começar a investigar como as bactérias no nosso intestino afetam os níveis de bilirrubina na circulação sanguínea e algumas condições de saúde relacionadas." 

25 de junho de 2013

Por uma politica energética

Os especialistas da área energética do governo federal, têm demonstrado o quanto suas decisões estão na contramão da história. O Brasil, elogiado até então por contar na sua matriz elétrica com mais de 80% de sua geração com fontes renováveis de energia, em particular as hidroelétricas, não tem levado em conta a nova realidade do papel mundial das fontes renováveis de energia. Segundo o último inventário de emissões de gases de efeito estufa 2005-2010, lançado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, houve no setor de energia uma alta das emissões no período, de 21,4%. Com o mesmo discurso do desconhecimento do setor energético, a presidente repetiu a “chantagem” feita pelo seu antecessor. Ou se constrói novas hidrelétricas ou aumenta-se a participação das termelétricas a combustíveis fósseis na geração energética. Por outro lado, mesmo sabendo que a energia nuclear esteja sendo questionada mundialmente, devido aos riscos de acidentes, o Brasil irá investir R$ 850 milhões no setor, e ainda prevê a construção de um reator multipropósito. Além, dos R$ 10 bilhões na construção de Angra 3, e está previsto ainda até 2030, a construção de mais 4 usinas nucleares, sendo 2 no Nordeste, e mais 2 no Sudeste, sem consulta e participação popular verificam-se decisões completamente autocráticas e descoladas dos anseios da maioria da população. Foto: Compesa. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE