O Brasil teve o custo direto de mais de U$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 7,36 bilhões na cotação atual) entre 2015 e 2022 com a tuberculose, aponta artigo publicado na revista científica The Lancet Regional Health. Do valor investido ao longo do período de sete anos analisados, U$ 23,5 milhão (R$ 133 milhões) foram destinados ao retratamento de pacientes. A pesquisa levou em conta investimentos com profissionais da saúde, medicação, exames laboratoriais e duração do tratamento, dados retratados no Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). Para isso, os pesquisadores dividiram a população com base na presença de vulnerabilidades sociais e histórico de tratamentos prévios contra a tuberculose. Além disso, calcularam o número necessário de pessoas a tratar para avaliar a eficácia do tratamento. A tuberculose é correlacionada à pobreza, segundo a pesquisadora colaboradora da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Beatriz Duarte, co-autora do artigo. "Para pessoas vulnerabilizadas atingirem o nível de cura, elas precisam de investimentos mais altos", afirma. A população privada de liberdade, por sua vez, é o principal fator de risco para a epidemia da doença na América Latina, conforme um segundo artigo publicado na The Lancet Public Health
Mostrando postagens com marcador custo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador custo. Mostrar todas as postagens
22 de outubro de 2024
Custo de tuberculose no Brasil ultrapassou R$ 7 Bilhões em sete anos
Labels:
brasil,
custo,
doença,
tuberculose
10 de julho de 2014
Perigo e custo sob duas rodas
É feito pouco caso frente ao número assustador de acidentes de moto que o DPVAT, seguradora responsável, registra no seu bando de dados. Apenas no primeiro trimestre de 2014, foram quase 33 óbitos e 617 diagnósticos diários de lesões, mutilação e paralisias no País. Vale ressaltar, que as ocorrências são diárias. E só com adultos entre 18 e 34 anos. O crescimento da frota de motos justifica essa tragédia que de tão cotidiana é levada, aparentemente, com normalidade. Em Pernambuco, segundo o Detran, em 2004 o número era de 255.116 mil delas. Dez anos depois, o montante chega a 934.945 mil. Quase 400% de crescimento justificado pelo baixo custo, facilidade de financiamento, investimento insignificante em transporte público e trânsito estrangulado. Tais números aliados à falta de fiscalização e condições vergonhosas das vias públicas é nitroglicerina para acidentes. Em janeiro e março deste ano, foram indenizados no Brasil 84.214 jovens vítimas de trânsito. As motos concentraram 69.410 dos casos. Foto: Fernando Melo. Jamille Coelho. Editora de economia do Jornal Folha de Pernambuco
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)
.jpg)