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23 de fevereiro de 2015

Governo gasta muito e quem paga conta é o povo

Um governo que gasta muito e mal, impor nas costas dos trabalhadores a conta de sua gestão é péssimo. O brasileiro terá que desembolsar muito mais para pagar a energia elétrica, água, gasolina e alimentos e os racionamentos. A alta do dólar favorece os exportadores e investidores internacionais, a consequência, sobra menos dinheiro ao trabalhador. Para agravar, o corte dos direitos sociais foi uma paulada. A pensão por morte, que atinge milhões de pessoas, foi cortada pela metade. Como se sentem os políticos que têm pensão vitalícia? Foto: Portal o Globo. Izabel Avallone. São Paulo/SP

10 de janeiro de 2015

Ano novo, Dilma de novo e miséria crescendo

Ano novo, vida nova e velhos problemas. Para renovar a esperança do brasileiro, o país tem de trilhar em 2015 seguros caminhos. Sem maquiagens e subterfúgios. A rota é longa e árdua. No entanto, transponível.  Além de domar a inflação, cortar gastos, aumentar a arrecadação, visando equilibrar despesas e receitas, o país tem de combater os piores calos nacionais, discriminados pela ordem de deficiências, como educação, violência, emprego, saúde, meio ambiente, justiça, infraestrutura, política, moradia, impostos, miséria e corrupção.  Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

30 de dezembro de 2014

Despesa com material escolar e outros gastos inadiáveis

Começo de ano é fogo. As despesas familiares dobram. Quem não planejou, não reservou parte do 13º, geralmente dança nas contas. Afinal, a inflação em disparada e os juros nas alturas atrapalham. Quem não economizou nas compras natalinas, pode passar aperto em virtude da matrícula do colégio, do material escolar, IPTU, IPVA, da renovação do seguro residencial e do veículo serem acrescentadas às despesas fixas. Normalmente, essas despesas extras chegam à metade do orçamento familiar. Então, para evitar problemas legais, cautela é a pedida nessa época. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

26 de outubro de 2014

Desafios do próximo presidente

As despesas públicas faz três anos escaparam do controle do governo. O poder público sente-se incapaz de enxugar os excessivos gastos, limitar as despesas aos índices de arrecadação. O medo de agravar a crise aumenta, com a série de inconvenientes. A inflação está braba, a taxa de crescimento do PIB preocupa, a economia passa por reflexos de estagnação e a poupança interna anda insignificativa. Então, como a incômoda situação fecha a transparência, a tendência do equilíbrio das contas públicas também tende a cair. Provocando desespero principalmente para a classe empresarial e o povo que, além de rejeitar a quantidade de 39 ministérios, também temem que os cortes de gastos na educação e na saúde tragam mais sufocos sociais, no futuro. Por isso, enquanto persistirem dúvidas muitos projetos de expansão de capacidade produtiva e os investimentos ficarão no aguardo do aparecimento de novos tempos. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

28 de janeiro de 2014

Manifestações no Brasil foi destaque no exterior

As manifestações contra a copa da Fifa se espalharam por até 36 cidades do país no sábado 25/01/2014, com milhares de pessoas participando. Em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Recife e outras, houve repressão policial causando a prisão de mais de 100 pessoas no total. Em Recife, a polícia chegou ao cúmulo de 'confiscar' os panfletos e as faixas dos manifestantes antes do protesto, denotando assim um verdadeiro crime contra a liberdade de expressão, assegurada pela Constituição. Mas, o maior palco da revolta contra a copa dos superfaturamentos foi em São Paulo. No dia do 460º aniversário da cidade e a cinco meses da Copa do Mundo, com todos os olhos direcionados para o Brasil, milhares de manifestantes participaram do primeiro protesto do ano contra os gastos milionários do evento. A coordenação de grupos como Anonymous e simpatizantes da tática Black Bloc chegou por meio das redes sociais e tudo indica que muitos outros protestos virão antes da copa. Foto: web. Colaboração: Luciano de Moura. Rio de Janeiro/RJ.

4 de agosto de 2013

Um quadro triste

A marca de uísque Johnnie Walker, tem na capital pernambucana, o seu maior mercado consumidor (segundo pesquisa) e que corresponde (acreditem) a 40% do consumo desta bebida no país. O Brasil é uma das nações que mais consume está marca de bebida no mundo. Diante deste quadro triste, só temos a lamentar e informar que quando as pessoas ficam doentes em razão deste vício horrível (doenças as mais diversas e principalmente câncer), e vão parar nos hospitais públicos (SUS), as despesas com remédios, internações, suporte psicológico, psiquiatras etc, são pagas pelo governo, através dos nosso impostos, e onde vamos parar desse jeito? Já não estaria na hora de se fazer uma campanha de âmbito nacional pela televisão, para mostrar imagens dos órgãos afetados e em fase terminal, para quem consome bebidas alcóolicas, seja ela que marca for? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE