Para as mais de 10 milhões de pessoas que convivem com doenças inflamatórias intestinais (DII), como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, cada refeição pode ser um campo minado. A relação com alimentos é marcada pelo medo de desencadear dor abdominal, diarreia, sangramento e fadiga. No entanto, a ciência tem evoluído para mostrar que a nutrição é uma peça-chave no manejo da doença.Diferentemente do que se possa imaginar, não existe uma "dieta para DII". O consenso entre gastroenterologistas e nutricionistas é de que a abordagem deve ser individualizada As DII costumam evoluir em duas fases bem distintas: a fase ativa, quando há crises e inflamação intensa, e a fase de remissão, quando a doença está controlada e os pacientes apresentam poucos sintomas ou estão assintomáticos. Saber o que comer em cada uma delas faz toda a diferença para a recuperação e o bem-estar do paciente Durante a fase ativa (ou de crise), o intestino precisa de um “descanso”. O foco da alimentação é reduzir o esforço digestivo, com uma dieta de baixo resíduo e poucas fibras insolúveis, como batata inglesa (sem casca), cenoura cozida, arroz branco, maçã sem casca, banana prata e inhame.Quando a doença entra em remissão, a prioridade passa a ser a recuperação do equilíbrio intestinal e isso inclui a reintrodução
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24 de janeiro de 2026
Alimentos como aliados para tratar doenças inflamatórias intestinais
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2 de novembro de 2025
Depressão e ansiedade aumentam riscos de desenvolver doenças cardíacas
Apesar de muitas vezes serem tratados de forma individualizada, os transtornos mentais representam um sinal de alerta para diversos outros problemas de saúde. Depressão, ansiedade e estresse, por exemplo, estão diretamente ligados à uma incidência maior de doenças cardiovasculares, como infarto, AVC e hipertensão. É o que atesta, por exemplo, o Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Segundo o ELSA-BRASIL, pessoas com depressão e ansiedade têm até três vezes mais risco de desenvolver doenças cardíacas do que aquelas sem esses transtornos. Essa afirmação se agrava em um cenário global que ainda se recupera das cicatrizes da pandemia de covid-19, que segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aumentou em 25% os casos de distúrbios psicológicos. “A saúde do coração está intimamente ligada à saúde da mente”, afirma a Dra. Cristina Milagre, cardiologista e médica do esporte do Hcor. “Os distúrbios mentais aumentam os níveis de estresse e a liberação de hormônios como o cortisol, que podem causar inflamação crônica, elevação da pressão arterial, desregulação metabólica e até alteração no ritmo cardíaco. Além disso, pessoas em sofrimento psíquico tendem a ter mais dificuldade para manter hábitos saudáveis, como praticar atividades físicas e seguir uma alimentação equilibrada”, explica. No Brasil, estima-se que mais de 18 milhões de pessoas convivam com transtornos de ansiedade, e cerca de 12 milhões com depressão. Por ano, o país registra mais de 380 mil infartos por ano, com aproximadamente 100 mil mortes. Os distúrbios mentais podem, muitas vezes, manifestar-se de forma silenciosa. Por isso, não devem ser ignorados quaisquer tipos de sintomas - quanto antes o diagnóstico acontecer, mais fácil será encontrar o tratamento mais apropriado. Segundo Silvia Cury, Gerente de Saúde Mental do Hcor, a prevenção contra transtornos mentais gira em torno de três eixos: a busca por apoio psicológico, manter uma rotina de cuidados com o corpo, com boa alimentação e prática regular de exercícios e manter um canal aberto de diálogo com o seu médico de confiança. “Cuidar da saúde mental não é apenas uma questão emocional. É uma estratégia concreta de prevenção de doenças físicas, especialmente as cardiovasculares, que ainda são a principal causa de morte no Brasil e no mundo”, destaca Silvia. Folhapress
27 de outubro de 2025
Pela primeira vez em 20 anos, número de fumantes cresce no Brasil
Pela primeira vez em quase duas décadas, o número de fumantes no Brasil aumentou, quebrando uma tendência histórica de queda. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, a proporção de adultos fumantes nas capitais brasileiras saltou de 9,3% em 2023 para 11,6% em 2024. Um crescimento de 25% em apenas um ano. Os dados alarmantes reacenderam o alerta entre autoridades de saúde. Para o médico da família e comunidade, Felipe Bruno da Cunha, essa crescente pode estar relacionada à popularização de novos produtos, a exemplo dos cigarros eletrônicos, que atraem, especialmente os mais jovens: "Eu acredito que tem muita relação direta com as novas formas associadas ao fumo. Porém, na última década, nós vimos um aumento expressivo, principalmente por conta do cigarro eletrônico, o vape. A partir de outros tipos de cigarro, o cigarro de palha, por exemplo. Então, por isso o aumento expressivo", diz.A Organização Mundial da Saúde considera o tabagismo uma pandemia, pois é a principal causa de morte evitável no mundo, com aproximadamente 8 milhões de óbitos por ano. O especialista ressalta que mais de 50 tipos de doenças podem ser causadas pelo cigarro, principalmente as cardiovasculares, as respiratórias e também cerca de 10 tipos de cânceres. "Existem inúmeros riscos associados ao cigarro, não só a dependência química, mas também as complicações físicas", reitera o médico. O médico também esclarece sobre os riscos do tabagismo para os fumantes passivos. "Porque aquelas pessoas que convivem com aquele fumante, têm um risco associado também a doenças crônicas, principalmente, a gente fala da própria correlação, inclusive, de neoplasias, o câncer de pulmão. Então, é muito importante procurar ajuda", aponta.
26 de outubro de 2025
Chikungunya volta a atacar
Autoridades de saúde confirmaram que um morador local testou positivo para o vírus chikungunya — o primeiro caso de transmissão da doença transmitida por mosquitos nos Estados Unidos desde 2019. No dia 14 de outubro, o Departamento de Saúde do Estado de Nova York informou que o vírus, que vem se espalhando pela China, Brasil e outras regiões do mundo, foi identificado em um residente do condado de Nassau, em Long Island. A pessoa apresenta sintomas em agosto, após viajar dentro do país, mas sem ter saído dos Estados Unidos. Embora a origem exata da infecção ainda não tenha sido determinada, as autoridades suspeitam que o contágio tenha ocorrido por meio da picada de um mosquito. Até o momento, nenhum foco local de mosquitos testou positivo, e não há indícios de transmissão contínua. A espécie de mosquito conhecida por transmitir o vírus está presente em algumas áreas da região metropolitana de Nova York, incluindo Long Island. No entanto, com a chegada do outono no Hemisfério Norte e as temperaturas mais baixas, esses insetos ficam menos ativos — o que faz com que o risco atual de transmissão seja considerado "muito baixo", segundo o comissário de Saúde James McDonald. Muita gente ainda desconhece a chikungunya, um vírus geralmente encontrado em regiões tropicais e subtropicais. A infecção provoca febre, dores nas articulações, erupções na pele e outros sintomas semelhantes aos da gripe. Folhapress
20 de outubro de 2025
Alimentos funcionais: o que são e como ajudam a prevenir doenças
A busca por uma vida saudável vai além da prática de exercícios e do controle do estresse: começa no prato. A adoção de uma dieta equilibrada e rica em alimentos funcionais é uma das formas mais eficazes de fortalecer o corpo e prevenir doenças. Segundo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), alimentos funcionais são aqueles que, além de nutrir, possuem compostos bioativos capazes de produzir efeitos metabólicos e fisiológicos benéficos, como a melhora do sistema imunológico e a redução do risco de doenças crônicas. A nutricionista Thais Reis Lobo, docente da Faculdade Anhanguera, explica que esses alimentos têm papel fundamental na manutenção da saúde. “Eles contêm compostos antioxidantes, anti-inflamatórios e imunomoduladores que reduzem o envelhecimento precoce e ajudam a prevenir diabetes, hipertensão e colesterol alto. São aliados do bem-estar geral”, destaca. Mesmo quem tem rotina agitada pode incorporar esses alimentos no dia a dia. Thais sugere optar por refeições equilibradas em restaurantes self-service, evitar frituras e incluir lanches funcionais, como iogurte com frutas ou suco de uva integral. Principais alimentos funcionais e seus benefícios: Tomate: rico em licopeno, poderoso antioxidante associado à prevenção do câncer de próstata e à saúde cardiovascular. Iogurtes e kefir: contêm probióticos que equilibram a flora intestinal, melhoram a digestão e fortalecem a imunidade. Linhaça: fonte de fibras e lignanas, ajuda na perda de peso, regula o intestino e reduz o risco de cânceres hormonais, como o de mama. Alho: quando macerado, libera alicina, substância com efeito anti-inflamatório e capaz de reduzir triglicerídeos e colesterol ruim (LDL). Frutas cítricas: ricas em vitamina C e limonoides, ajudam a fortalecer o sistema imunológico e têm propriedades antioxidantes. Sardinha e peixes gordos: excelentes fontes de ômega-3, auxiliam na redução de inflamações e na proteção do coração e do cérebro. Aveia: contém betaglucana, fibra solúvel que ajuda a controlar o colesterol e o açúcar no sangue, prevenindo diabetes tipo 2. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), até 80% dos casos de doenças cardiovasculares, diabetes e AVC podem ser evitados com mudanças no estilo de vida, incluindo uma alimentação rica em alimentos funcionais. “O segredo é a constância”, reforça Thais Reis. “Pequenas mudanças diárias — como trocar o pão branco pela aveia ou adicionar linhaça ao iogurte já trazem benefícios perceptíveis ao corpo e à mente.”
26 de março de 2025
Falta de saneamento provocou mais de 340 mil internações em 2024
O Brasil registrou mais de 344 mil internações por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado em 2024, sendo que 168,7 mil estão relacionadas a alguma infecção propagada por um inseto-vetor, principalmente a dengue. Em segundo lugar, vêm as doenças de transmissão feco-oral (transmitidas pelas fezes de um indivíduo infectado), como as gastroenterites causadas por vírus, bactérias ou parasitas, com 163,8 mil casos. Apesar do grande número absoluto - que representa quase 950 internações por dia - desde 2008, os registros têm caído, em média, 3,6% ao ano. Os dados são de pesquisa divulgada pelo Instituto Trata Brasil
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23 de fevereiro de 2025
Como curtir o carnaval sem descuidar da prevenção contra doenças
O Carnaval é um período de alegria, mas também pode ser um momento em que hábitos descuidados afetam a saúde íntima. O calor intenso, a ingestão excessiva de álcool, o uso prolongado de roupas úmidas e a privação de sono criam um ambiente propício para o aumento de infecções do trato urinário e infecções sexualmente transmissíveis. Segundo a ginecologista Dra. Natália Castro, especialista pela FEBRASGO, cerca de 80% dos casos de ITU são causados por uma bactéria que coloniza naturalmente o trato urinário feminino. No entanto, fatores como alta umidade, biquínis molhados, consumo exagerado de álcool, privação de sono e a maior frequência de relações sexuais, especialmente com múltiplos parceiros, podem aumentar a predisposição a esse problema. A infecção urinária geralmente se manifesta com sintomas característicos, como dor e ardência ao urinar, aumento da frequência urinária e cheiro forte na urina. Como o diagnóstico é bastante específico, o tratamento com antibióticos costuma ser iniciado de forma imediata para evitar complicações. Além das infecções urinárias, o Carnaval também é um período de aumento dos casos de ISTs, muitas vezes devido à maior liberdade sexual e ao sexo sem proteção. De acordo com a ginecologista Dra. Karina Tafner, especialista em reprodução humana, doenças como clamídia e gonorreia são frequentes e, muitas vezes, assintomáticas, podendo levar a complicações como doença inflamatória pélvica e infertilidade.A sífilis, conhecida como “a grande imitadora”, também preocupa por seu caráter silencioso nos estágios iniciais. Houve um aumento expressivo no diagnóstico de novos casos nos últimos anos, muito associado à falta de prevenção. Outras infecções, como o HPV, que pode causar verrugas genitais e está ligado ao câncer do colo do útero, e o herpes genital, que provoca feridas dolorosas, também merecem atenção.Entre as ISTs mais graves, o HIV continua sendo um grande alerta. Em 2022, foram registrados 36.753 novos casos de infecção no Brasil, sendo a maioria entre homens. Folhapress
4 de dezembro de 2024
Doenças que isentam do Imposto de Renda
O governo vai limitar a isenção do Imposto de Renda para aposentados que têm doenças graves e ganham a partir de R$ 20 mil por mês, segundo medida anunciada em seu pacote de ajuste fiscal. Pela regra atual, servidores aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que têm uma doença grave listada na legislação não têm cobrança do imposto sobre o valor do benefício. A isenção vale mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma. Segundo o governo, quem ganha até R$ 20 mil mensais continuará isento. O teto do INSS, que é o valor máximo pago em aposentadorias e pensões do regime privado, é de R$ 7.786,02 em 2024. Nada mudará com relação às deduções por despesas médicas, que podem ser abatidas na declaração do Imposto de Renda por todos os contribuintes, sem limite para o valor de gastos com clínicas, tratamentos e outros pagamentos de saúde no ano. "Tudo que se gasta com saúde vai poder ser deduzido do Imposto de Renda", afirma o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.Segundo Durigan, os aposentados eram isentos e passarão a pagar imposto poderão abater todas as despesas que tiveram no ano com tratamentos médicos. Doenças que dão direito à isenção do IR na aposentadoria.(especificadas na lei 7.713/88, artigo 6º, inciso XIV) alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Parkinson, esclerose múltipla, espondiloartrose anquilosante, hanseníase, hepatopatia grave, paralisia irreversível e incapacitante, Aids (síndrome da imunodeficiência adquirida), tuberculose ativa. Pela legislação, também há isenção se a aposentadoria foi gerada devido a um acidente em serviço e para aposentados com doenças profissionais. Folhapress
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25 de outubro de 2024
Hospital das Clínicas realiza evento sobre Doença Ocular da Tireoide
Uma condição autoimune pouco conhecida pelas pessoas e caracterizada por olhos e pálpebras vermelhos, inchados e desconfortáveis e que tem como sintoma mais característico os olhos “arregalados” ou “esbugalhados” e pode causar a cegueira. Essa é a Doença Ocular da Tireoide (DOT), ou Oftalmopatia de Graves, que terá um evento educativo, o DOT Day, hoje (25), das 8h às 13h, no anfiteatro 1 do Hospital das Clínicas da UFPE. Essa mesma condição afeta também a glândula tireoide, causando a Doença de Graves, marcada pelo hipertireoidismo. O evento é uma realização do ambulatório de plástica ocular do HC em parceria com a associação Crônicos do Dia a Dia (CDD) e será composto por café da manhã e boas-vindas, palestras e roda de conversa. “O HC é referência no acolhimento e tratamento dos pacientes em Pernambuco e até de outros Estados do Nordeste, acompanhando as pessoas com essa condição debilitante do ponto de vista funcional e psicológico”, explica a oftalmologista especialista em órbita do HC, Ana Karina Teles. O DOT Day no HC terá como temas de palestras “Panorama atual da DOT”, com a gerente de comunicação da CDD, Giulia Gamba; e “Orbitopatia de Graves”, com Ana Karina Teles, do HC; além de uma roda de conversa com a psicóloga Patrícia Gasques, que convive com a DOT. “A DOT é uma condição rara na qual os músculos extraoculares, a gordura orbitária, a glândula lacrimal e os tecidos moles perioculares ficam inflamados. Isso pode fazer com que os olhos sejam projetados ficando ‘arregalados’ ou ‘esbugalhados’. Pode haver também o ressecamento e a movimentação ocular ficar prejudicada, causando diplopia (visão dupla). Além disso, a compressão do nervo óptico pelos músculos aumentados de tamanho pode levar à cegueira”, explica Ana Karina. A médica do HC explica ainda que o diagnóstico é feito por um oftalmologista especializado em doenças da órbita em colaboração com um endocrinologista. Comunicação UFPE
13 de maio de 2024
Sinais no rosto que podem indicar doenças
O rosto pode ser um verdadeiro mapa da nossa saúde. Diversos sinais e sintomas podem indicar a presença de doenças, muitas vezes antes mesmo de outros sintomas mais graves aparecerem. O site The Healthy conversou com os médicos Roshini Raj e Leana Wen para identificar alguns sinais no rosto que podem ser indicadores de doenças. Preste atenção: 1. Pele e lábios secos: Podem ser um sinal de desidratação ou diabetes. Também podem indicar o início de eczema ou psoríase. 2. Excesso de pelos: Pode ser um sinal de desequilíbrio hormonal, mais comum em mulheres. 3. Manchas amarelas nas pálpebras: Podem indicar colesterol elevado ou doenças cardíacas. 4. Inchaço nos olhos: Pode ser um sinal de alerta para alergias crônicas, hipotireoidismo ou apneia do sono. 5. Assimetria: Um dos primeiros sinais de acidente vascular cerebral (AVC). Outros sintomas podem ser dormência em um lado do rosto e dificuldade para sorrir completamente. 6. Pele descolorida: Pode indicar anemia ou doenças hepáticas. 7. Manchas: Podem ser uma reação do corpo ao glúten ou um sinal de lúpus. 8. Novos sinais: O aparecimento de novos sinais no rosto pode ser um indicador de câncer de pele. É importante ressaltar que nem todos os que apresentam esses sinais necessariamente possuem uma doença. No entanto, é fundamental estar atento e procurar um médico caso você observe qualquer mudança no seu rosto, especialmente se for persistente ou se estiver acompanhada de outros sintomas.
10 de abril de 2024
O sintoma que pode indicar doença renal
Uma contratura muscular pode ser originada por diversas causas, desde um movimento brusco ao sentar-se até uma postura inadequada durante o dia, ou até mesmo um esforço excessivo durante o exercício físico. No entanto, também pode ser um sinal de algo mais sério, como uma doença renal. De acordo com o site Health Digest, a doença renal crônica pode desencadear contraturas musculares. Com o tempo, os rins podem não conseguir eliminar adequadamente o excesso de líquidos do corpo, aumentando assim o risco de infecções. Quando a função renal é comprometida, os músculos também podem ser afetados devido a desequilíbrios nos níveis de cálcio e fósforo. Isso pode resultar em espasmos musculares, fraqueza, cãibras e dores. "Indivíduos com doença renal muitas vezes não apresentam sintomas até os estágios avançados da doença, quando ocorre falência renal ou quando há grandes quantidades de proteína na urina", explica o médico Joseph Vassalotti, da National Kidney Foundation. Outros sinais a serem observados para esse tipo de doença incluem presença de sangue na urina, inchaço ao redor dos olhos e nos pés, e tornozelos inchados.
17 de janeiro de 2024
Para prevenir doenças cardíacas, tenha sempre estes alimentos em casa
Há alimentos que são essenciais para uma alimentação saudável, e ainda mais se você quiser prevenir doenças cardíacas. Uma nutricionista indica três opções que você precisa incluir na sua dieta. Segundo Krutika Nanavati, esses alimentos são ótimos para a saúde do coração, e não só. Veja o que você precisa ter em casa: Couves e vegetais com folhas verdes: "Eles melhoram o fluxo sanguíneo e reduzem a pressão arterial. São ricos em potássio, magnésio, vitaminas C e K1", explica a nutricionista. Brócolis: "Também são excelentes fontes de fibra, vitamina C e ácido fólico, todos benéficos para a saúde do coração." Leguminosas: "Elas são cheias de fibras, proteínas, potássio e magnésio, que contribuem para a saúde do coração, reduzem a pressão arterial, os níveis de colesterol e a inflamação."Aqui estão algumas dicas para incluir esses alimentos na sua dieta: adicione couve ou outro vegetal verde à salada, ao sanduíche ou ao omelete. Sirva brócolis como acompanhamento ou adicione-o à sopa ou ao ensopado. Experimente feijão, lentilha ou grão-de-bico em uma salada, sopa ou guisado.
20 de dezembro de 2023
Mudanças climáticas podem agravar quadro de doenças como dengue e zika
Os riscos apresentados pelas mudanças climáticas no Brasil podem levar à proliferação de vetores, como o mosquito Aedes aegypti e, em consequência, ao agravamento de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. O alerta é de levantamento na área da saúde feito pela plataforma AdaptaBrasil, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As projeções indicam também expansão da malária, leishmaniose tegumentar americana e leishmaniose visceral. O trabalho levou em conta as temperaturas máxima e mínima, a umidade relativa do ar e a precipitação acumulada para associar a ocorrência do vetor, que são os mosquitos transmissores das diferentes doenças em análise. A AdaptaBrasil avalia também a vulnerabilidade e a exposição da população a esses vetores. “Uma temperatura maior, com uma precipitação maior, pode levar a uma maior proliferação de diferentes mosquitos, insetos que são transmissores dessas doenças, conhecidas como arboviroses”, explicou à Agência Brasil o coordenador científico da plataforma, Jean Ometto. “Normalmente, a gente tem ocorrência maior de dengue e chikungunya no verão”, observou.
8 de dezembro de 2023
Azeite: as doenças graves que este ingrediente comum ajuda a prevenir
O azeite é uma gordura saudável que pode ser usada em uma variedade de pratos. É um componente importante para reforçar as membranas celulares, incluindo os neurônios. Também ajuda a diminuir a absorção do colesterol pelo corpo, baixar a pressão arterial e prevenir o câncer. Azeite: Benefícios do azeite para a saúde: Previne o Alzheimer: O azeite é rico em antioxidantes que podem ajudar a proteger as células do cérebro do dano. Reduz o colesterol: O azeite ajuda a diminuir a absorção do colesterol LDL (ruim) pelo corpo. Previne a hipertensão: O azeite ajuda a baixar a pressão arterial, o que pode reduzir o risco de doenças cardíacas e derrame. Previne o câncer: O azeite é considerado um alimento anti-inflamatório, que pode ajudar a proteger as células do dano causado pelos radicais livres. Evita a obesidade: O azeite pode ajudar a controlar as células relacionadas com a inflamação, o que pode levar ao ganho de peso. O azeite é uma gordura saudável que pode oferecer uma variedade de benefícios para a saúde. É uma boa opção para incluir em sua dieta. Folhapress
12 de novembro de 2023
Tempero que todos usamos pode aumentar o risco de diabetes tipo 2
Um estudo da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, sugere que o consumo de sal pode aumentar o risco de diabetes tipo 2. O estudo, publicado no jornal acadêmico Mayo Clinic Proceedings, mostrou que o sal pode levar à obesidade e à inflamação, que são fatores de risco para a doença. A pesquisa analisou dados de 402.982 pessoas do UK Biobank. Durante uma média de 11,9 anos de acompanhamento, foram registrados 13.120 casos de diabetes tipo 2. As pessoas que usavam sal nas refeições "às vezes", "geralmente" ou "sempre" apresentaram um risco 13%, 20% e 39% maior de desenvolver a doença, em comparação com aquelas que nunca ou raramente usavam o ingrediente. O consumo frequente de sal foi associado a um índice de massa corporal (IMC) e uma relação cintura-quadril superiores, o que sugere que o sal pode levar ao consumo de maiores porções nas refeições. A diabetes tipo 2 é uma doença crônica que afeta todas as idades e ambos os sexos. Caracteriza-se pelo aumento da glicose no sangue, que pode levar a complicações graves, como doenças cardíacas, derrame e cegueira. Para reduzir o consumo de sal, é importante: Ler os rótulos dos alimentos e escolher produtos com baixo teor de sal; Evitar adicionar sal às refeições; Utilizar ervas e especiarias para temperar os alimentos; Lavar os alimentos em água corrente antes de cozinhá-los; Evitar alimentos processados e industrializados.
23 de maio de 2023
Sinais no rosto que podem indicar doenças
O rosto pode revelar sinais importantes sobre a nossa saúde e indicar possíveis doenças. Prestar atenção a esses sinais pode ser crucial para um despiste inicial e cuidados adequados. O site The Healthy consultou os médicos Roshini Raj e Leana Wen para identificar sintomas faciais que podem revelar condições médicas. Esteja atento aos seguintes sinais e saiba como tratá-los. Pele e lábios secos: Pode ser um sinal de desidratação ou diabetes. Também pode indicar o início de eczema ou psoríase. Excesso de pelos: Pode ser um sinal de desequilíbrio hormonal, sendo mais comum em mulheres. Manchas amarelas nas pálpebras: Podem indicar colesterol elevado ou algumas doenças cardíacas. Inchaço nos olhos: São um sinal de alerta para alergias crônicas. Hipotiroidismo e apneia do sono também podem estar associados. Assimetria: É um dos primeiros sinais de acidente vascular cerebral (AVC). "Você também pode sentir um lado mais dormente e não conseguir sorrir completamente", diz Leana Wen. Pele descolorida: Pode indicar anemia ou alguma doença hepática. Manchas: Podem ser uma reação do corpo ao glúten. O lúpus é outra condição a ser considerada. Novos sinais: Esteja atento ao aparecimento de novas manchas. Elas podem ser um indicador de câncer de pele, por exemplo. Vermelhidão e erupções cutâneas: Podem ser sintomas de várias condições de pele, incluindo dermatite, rosácea, eczema ou até mesmo uma reação alérgica a alimentos ou substâncias irritantes. Acne persistente: A presença de acne pode ser um indicativo de desequilíbrios hormonais, como a síndrome dos ovários policísticos (SOP), além de problemas digestivos, estresse ou uso de certos medicamentos. Mudanças na cor dos lábios e língua: Lábios pálidos podem ser um sinal de anemia, enquanto uma língua avermelhada pode indicar deficiências nutricionais ou problemas gastrointestinais. Lembrando que é importante consultar um profissional de saúde para um diagnóstico preciso e tratamento adequado caso haja preocupações em relação aos sinais ou sintomas apresentados no rosto.
24 de abril de 2015
Dia nacional de controle e combate a Hipertensão Arterial
Nesta sexta-feira (24), a Secretaria de Saúde do Recife dá continuidade as ações referentes ao Dia Nacional de Controle e Combate a Hipertensão Arterial, comemorado no próximo domingo (26). Hoje, a atividade acontece no Parque da Jaqueira, com profissionais da Academia da Cidade, a partir das 6h30 e do Centro Médico Ermírio de Morais que vão orientar as pessoas a fazer exames, como aferição de pressão arterial e glicemia capilar, além de distribuir materiais educativos. Também nesta sexta-feira, uma equipe de estudantes estará no prédio da Emlurb, no Derby, entre 9h e 12h. Eles vão orientar os servidores do órgão sobre o combate à diabetes, que poderão fazer ainda testes de glicemia e aferição de pressão arterial. No local, às 9h, será realizada uma palestra sobre a doença e explicando os fatores de risco e os cuidados para evitar a doença. Foto Divulgação. Secretaria de Saúde da PCR
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15 de abril de 2015
Parceria para combater a dengue
A Secretaria de Saúde do Recife firmou parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI) para aumentar o combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue e da chikungunya. A proposta é disseminar o assunto no setor industrial, para que os trabalhadores tenham uma atenção maior em relação ao problema. O SESI vai promover palestras em todas as unidades próprias, ministradas pelos profissionais do Centro de Vigilância Ambiental, bem como distribuir material educativo (cartazes, panfletos e folders ) nas empresas. Arte-educadores também vão encenar pequenas peças sobre o tema. A Prefeitura do Recife também convocou representantes de vários segmentos da sociedade, para ajudarem no combate ao mosquito. Foto: Clara Cavalcanti/SESI
1 de março de 2015
Cuidado com a dengue, amigo
Turista trouxe a família para curtir São Paulo. Capital e interior. Mas, ao desembarcar na maior cidade brasileira, justamente a de maior arrecadação do país, o visitante contraiu dengue. O ruim da doença foi a peregrinação pelos hospitais e postos de saúde em busca de socorro médico. Sempre abarrotados de gente, padecendo do mesmo mal. Até Recife sofre aumento de 140% nos casos de dengue, devidamente confirmados, em relação ao ano passado. Forçando as famílias a redobrar os cuidados na prevenção contra os focos de larva e do mosquito. Foto: Eduardo Souza. Carlos Ivan. Olinda/PE
5 de janeiro de 2015
Malefícios do álcool sobre os viciados
São inúmeras e graves as doenças provocadas pelo consumo de bebida que contém álcool. Normalmente é o fígado o primeiro órgão a queixar-se, com as pessoas sentindo Mau estar abdominal e dificuldade na digestão, mas outros órgãos podem ser igualmente atingidos com maior ou menor gravidade. Outras doenças que provoca o consumo de bebidas: Hepatite, Fibrose hepática, Cirrose, Gastrite, Pancreatite, Anemia, Trombose, Atrofia cerebral, Impotência etc. Bom seria deixar esse vício enquanto é tempo, procurando clinicas especializadas para o seu tratamento. O apoio da família é muito importante como também a força de vontade do viciado. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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