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8 de março de 2015

Uma decepção para quem gosta de futebol

Um dia a cidade de Olinda, Estado de Pernambuco, sonhou possuir um estádio de futebol com capacidade para 10.700 lugares. Mas, parece que o sonho virou pesadelo. Talvez seja mais um exemplo do mau uso do dinheiro público. De desperdício de recursos. Em 2008, estimava-se um custo de R$ 7,1 milhões. Reavaliado, o custo pulou para R$ 10,5 milhões. O estádio de Rio Doce vive com prazos de entrega estourados. De uma só vez, as obras ficaram paradas 22 meses. As pichações do lugar indicam sinal de abandono. Descaso político. O que ronda nas redondezas das obras é criminalidade, violência, vandalismo. Foto: Leandro Morais. Carlos Ivan. Olinda/PE

12 de fevereiro de 2015

População frustada com o Governo Federal

A tímida política econômica do país e a corrupção dificultam a implantação de projetos estruturantes, causam desagradáveis situações no desenvolvimento do Nordeste. O cancelamento do projeto das refinarias para o Ceará e o Maranhão constrangeu a população dos estados afetados pela repudiada ação governamental porque eliminou a promessa da geração de centenas de empregos, desestimulou a chegada de  novas empresas, adiou a implantação de obras de infraestrutura, deixou  milhares de jovens decepcionados com a carência de vagas  no mercado de trabalho da região. Fez o governo perder credibilidade com os nordestinos. Foto: Edson Campos E Silva. Carlos Ivan. Olinda/PE

19 de junho de 2014

O Recife frustando as expectativas, nesta Copa do Mundo

O Recife é a terceira Capital do Nordeste que mais vai receber turistas durante a Copa do Mundo. Ao todo, são 240 mil pessoas que vão gastar, em média, R$ 416,6 milhões. Perdemos para Salvador, que receberá 300 mil, e para Fortaleza, 402,7 mil. Se compararmos todas as capitais do País, somos a sétima colocada quando o assunto é aumento de fluxo e movimentação financeira durante o mundial. Segundo o Ministério do Turismo, em um mês, cerca de 3,7 milhões de turistas devem movimentar R$ 6,7 bilhões, mobilizando cerca de 200 mil trabalhadores temporários e acrescentando R$ 6,7 bilhões à economia do País. O Recife podia estar melhor posicionada neste ranking, caso os governos fossem competentes para dar conta das grandes obras prometidas e se tivessem preparado melhor o comércio, principalmente dos pontos turísticos (que não estão animados em aumentar seu faturamento),e a rede hoteleira, que permanece com seus 80% de ocupação (o que é comum nesta época do ano), graças ao turismo de negócio. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco