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11 de outubro de 2025
Sete medos universais e como eles afetam a saúde mental
7 de setembro de 2025
Sete medos universais e como eles afetam a saúde mental
O medo é um sentimento comum e, acredite se quiser, saudável, é um instinto de sobrevivência fundamental, que protege o ser humano de ameaças reais. Mas quando certos medos se tornam constantes, exagerados ou mal compreendidos, eles podem gerar sofrimento psicológico, limitar escolhas e até adoecer a mente e o corpo. Segundo a psicologia, os medos humanos têm raízes profundas em nossa história biológica e social. E mesmo em contextos modernos, continuamos sendo guiados por emoções primitivas como alerta, angústia e ansiedade. “Muitos dos medos mais presentes hoje não têm a ver com predadores ou escassez, mas com rejeição, fracasso e exclusão, temas que afetam diretamente nossa identidade e autoestima a partir da nossa realidade cultural”, explica Blenda Oliveira, doutora em psicologia pela PUC-SP. Os 7 medos universais que atingem pessoas de todas as idades e culturas, e que merecem ;/atenção quando começam a interferir na saúde mental:1. Medo do fracasso. Perder, errar, não dar conta. O medo de fracassar é um dos mais comuns e paralisantes, segundo a psicologia cognitiva. Ele está associado a padrões de perfeccionismo, à autoexigência excessiva e ao receio de ser julgado. Em longo prazo, pode alimentar quadros de ansiedade, procrastinação e depressão. 2. Medo da rejeição. Ser rejeitado ativa áreas do cérebro similares às da dor física, segundo estudos de neurociência. Esse medo tem origem na necessidade humana de pertencimento e aceitação. Quando exagerado, pode levar à evitação de vínculos ou à dependência emocional. 3. Medo de decepcionar os outros. Muitas pessoas vivem tentando atender às expectativas alheias, como dos pais, parceiros, chefes, amigos. O medo de decepcionar pode gerar uma constante sensação de inadequação e impedir a expressão autêntica de desejos e limites. 4. Medo da solidão. Estar só é diferente de se sentir solitário. O medo da solidão está ligado à falta de conexão significativa e à ideia de que não somos importantes para ninguém. Quando crônico, pode ser um fator de risco para transtornos como depressão e ansiedade social. 5. Medo de mudanças. Mesmo que uma mudança prometa algo melhor, ela sempre envolve perdas. O desconhecido ativa o nosso “cérebro reptiliano”, que interpreta qualquer quebra de rotina como uma ameaça. Esse medo pode nos manter em situações insatisfatórias por anos. 6. Medo da desaprovação. Ser criticado ou desagradar é um temor frequente, especialmente em contextos onde a imagem pública tem grande peso — como nas redes sociais. Esse medo costuma vir acompanhado de baixa autoestima e hipervigilância sobre o próprio comportamento. 7. Medo da morte (ou de perder quem se ama), Talvez o medo mais universal de todos. A angústia diante da finitude é estudada pela psicologia existencial, que mostra como ela influencia nossas escolhas, nossos valores e nosso modo de viver. Em alguns casos, esse medo se manifesta como pânico, hipocondria ou fobias. O que fazer? Segundo Blenda, “reconhecer que esses medos são humanos é o primeiro passo. O segundo é observar quando eles estão nos limitando ou causando sofrimento desproporcional”. A psicoterapia pode ajudar a ressignificar esses sentimentos, desenvolver recursos emocionais e construir uma relação mais compassiva consigo mesmo. "Não é sobre eliminar o medo, mas aprender a conviver com ele sem deixar que ele decida por nós", conclui Blenda Oliveira. Com informações do site NoticiasAoMinuto
9 de outubro de 2014
Postes com luzes queimadas e outras mazelas
A Rua General Venceslau Braz, no bairro Alberto Maia, na cidade de Camaragibe, Região Metropolitana do Grande Recife, está cheia de buracos, lama e a iluminação pública precária. A situação está difícil para todos e para entrar de carro na via está muito ruim, pois com as últimas chuvas haja barro e atoleiro. Afora estes descasos, as pessoas estão com medo de sair de suas casas com medo de serem assaltadas, devido escuridão que reina na ria inteira. Os postes que tem iluminação não clareia o necessário para dá tranquilidade à todos. Os moradores pedem providência para que seja tampados os buracos por parte da prefeitura da cidade, que aumentem o número de postes já existente e que seja trocadas lâmpadas queimadas dos postes já existentes, neste último caso o apelo está sendo realizado junto à Celpe, que é a Companhia de Eletricidade de Pernambuco. Foto; Firmino Caetano Junior. Fernanda Santos. Camaragibe/PE
10 de setembro de 2014
População com medo da escuridão
Com a construção do Corredor de ônibus Leste-Oeste da Avenida Caxangá (que não acaba nunca),alguns postes foram retirados para não prejudicar o andamento das obras, mas aos poucos estão sendo substituídos. Porém, muitos deles estão com lâmpadas queimadas, e a escuridão reina pela falta de lâmpadas. A noite o perigo para quem passa por esta avenidas é grande, principalmente para que quer tomar um ônibus, pois as paradas existentes improvisadas pelo Grande Recife Consórcio de Transporte, não oferece segurança devido ao breu. Centenas de pessoas estão com medo da situação, e pedem uma providência urgente a Emlurb (Empresa de Limpeza Urbana do Recife) para que façam uma vistoria geral em toda extensão desta avenida, para identificar os postes sem lâmpadas, para que seja feita a substituição. Afinal, o dinheiro arrecadado com a taxa de iluminação está indo para onde? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
21 de janeiro de 2014
Rolezinho que assusta
A sociedade de Brasília está muito preocupada com esse anúncio que teremos aqui na Capital da República, o tal rolezinho que começou em São Paulo e já tem data marcada para se apresentar no Shopping Iguatemi, no próximo dia 25 e no Recife, no Shopping RioMar. É uma situação preocupante, que já colocou de prontidão os poderes Executivo e Judiciário que estão de olhos abertos para essa manifestação convocada pelas redes sociais, cuja página já foi retirada do Facebook. Se por um lado entidades de defesa do cidadão avaliam ser uma conduta discriminatória barrar o acesso dos grupos nos centros comerciais, especialistas alertam sobre os atos de vandalismo, assaltos e roubos durante a concentração da turma nos Shoppings e, as opiniões é a mais adversas. A vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil/DF, declarou que os centros comerciais mostra o preconceito e a discriminação da sociedade tentando impedir estas manifestações. Mas, será que a vice-presidente aceitaria um rolezinho praticado por mais de 2 mil pessoas, na sede da OAB, durante uma reunião na entidade? Ela certamente seria a primeira a chamar a policia para retirar os jovens do local. Foto: Firmino Caetano Junior. Luiz Solano. O Repórter do Planalto. Brasília/DF
30 de maio de 2013
Perguntar não ofende: A Secon está com medo do governador?
Placas enormes fazendo propagandas de obras do Governo do Estado de Pernambuco, se encontram afixadas dentro da Praça da Madalena, que fica na Rua Real da Torre, bairro do mesmo nome. Um péssimo exemplo, pois o lugar é público, e portanto nunca deveria estar no local. Se fosse de uma empresa qualquer (seja ela pequena, média ou de grande porte), a Secretaria-Executiva Controle Urbano (Secon), já estaria passado por lá, arrancado a dita cuja, e aplicado multa pesada no infrator. Como se trata de propaganda do governo, faz que não ver. Isso é certo? Quem já se viu uma coisa dessa? Essa é a segunda vez que faça essa denúncia, pois na primeira, ninguém se pronunciou sobre o assunto. Afinal, Estão como medo do quê? Do governador? Quando finalmente a placa será recolhida? Hoje, amanhã, no próximo mês? Quando finalmente? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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2 de abril de 2013
Caxangá às escuras e o povo com medo
Com a construção do novo corredor de ônibus Leste-Oeste da Avenida Caxangá, alguns postes foram retirados para não prejudicar o andamento das obras. Porém, a escuridão reina pela falta de iluminação e, a noite o perigo dos usuários sofrerem um assalto é grande, para quem vai tomar um ônibus nas paradas improvisadas pelo Grande Recife Consórcio de Transporte, em toda extensão desta avenida. Muitas pessoas dizem que já foram assaltadas e outras tem medo de esperar o transporte coletivo à partir das 18h. Um verdadeiro drama. Aliás, este assunto já foi notícia na mídia local (rádios, tvs, jornais) e gostaria de sugerir o seguinte: Se pagamos a taxa de iluminação pública (valor cobrado junto com a conta de luz), porque então a Prefeitura não coloca lâmpadas a exemplo de postes como este instalado nas ruas laterais e por toda avenida (foto) perto das paradas de ônibus, para segurança das pessoas? Está faltando o quê? Com a palavra a Prefeitura da cidade do Recife. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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7 de agosto de 2012
Medo dominou a sociedade
A sensação de medo dominou a sociedade. O medo é notório em todos ao
sair e chegar na própria casa, sacar dinheiro em bancos ou em caixas
eletrônicos, andar sozinho nas ruas, parar em semáforos, etc. Olhamos
para todos os lados desconfiados de tudo e todos, pois não estamos
seguros em lugar algum! Tudo isso é reflexo da impunidade, de leis da
época da minha tataravó. Este país precisa punir os bandidos, seja ele
menor de idade ou não. Até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
precisa ser revisto. Todo criminoso, independentemente da idade tem de
ser preso por um longo tempo e todos devem trabalhar para pagar as
despesas da hospedagem; como alimentação, água, energia e segurança.
Como todo trabalhador faz! Conclusão: até quando a sensação de medo vai
permanecer em nossas vidas? Foto: Firmino Caetano Junior. Alex Tanner. São Paulo/SP.
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6 de julho de 2012
Desemprego e Sofrimento
O fato de está desempregado faz com que o indivíduo sinta vergonha e
culpa por não está conseguindo trabalho. Além de peregrinação pelas
portas de fábricas e lojas, o indivíduo tem que enfrentar diante dos
parentes e amigos o estigma do desemprego, sendo, muitas vezes, tachado
de preguiçoso, incapaz, etc. Situação que desequilibrios que afetam a
relação familiar e abalam a autoconfiança da pessoa, gerando sentimento
de culpa e deteriorando os vínculos sociais e efetivos. O desempregado é
experimentado com uma punição por falta de competência ou de aptidão
para o trabalho, repercutindo diretamente na auto-estima. Pessoas que
sempre foram íntegras e honestas se vêem sem condições de pagar suas
contas e saldar dívidas, tendo que conviver com a vergonha e humilhação
da cobrança e dos cobradores. Em nossa sociedade machista, onde é
esperado que o homem assuma o papel do provedor do lar, abre-se uma
ferida na identidade masculina, fazendo brotar sentimentos de fracasso. O
sofrimento psíquico do desempregado pode atingir patamares
insuportáveis, e o desespero e falta de perspectivas e levá-lo a
situações limites. No auge da angústia, há casos que o indivíduo
assasina toda a família e, em seguida, se mata. Foto: Firmino Caetano Junior. Eduardo P. de
Aquino. Recife/Pe.
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2 de julho de 2012
Cadê a Celpe para trocar o poste
Este poste torto instalado na Rua Frei Teófilo de Virgoleta ao lado do imóvel de número 312, no bairro do Cordeiro, está com sua base totalmente comprometida (ligas expostas), e já não caiu por milagre. A Celpe (Companhia de Eletricidade de Pernambuco), já tomou conhecimento da sua existência e colocou ao seu lado um outro poste, para a sua devida substituição. Acontece, que já faz alguns dias e ninguém da companhia compareceu ao local para realizar a troca. Moradores e pedestres que circulam pela local estão apreensivos, pois com as últimas chuvas que vêm caíndo na cidade e com os fortes ventos, pode o poste devido ao seu estado precário, vir a pique e caindo (o mais provável), e consequentemente vai acontecer um acidente grave, pois além de pesado está cheiro de fios que interliga a rede de enérgia elétrica da referida rua. Quando a Celpe vai fazer a sua substituição? Quando o velho cair e machucar alguém?
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