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28 de outubro de 2025

Quatro formas de suporte emocional que ajudam no equilíbrio da saúde mental

Em um cenário onde falar sobre saúde mental se tornou fundamental, o termo ‘suporte emocional’ ganha cada vez mais espaço, tanto nas redes sociais quanto nas conversas do dia a dia. A prática envolve oferecer apoio afetivo a quem passa por momentos difíceis, como ansiedade, estresse, luto ou depressão. E esse apoio pode vir de muitas formas: de uma escuta atenta até a presença reconfortante de um animal. Segundo a psicóloga Fernanda Aguiar, coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, o suporte emocional vai além de uma simples conversa. “Ter alguém ou algo para compartilhar sentimentos cria um ambiente seguro que contribui para a regulação emocional. Pode ser a diferença entre o agravamento de um quadro emocional e a retomada do equilíbrio”, comenta. 4 formas de suporte emocional: Confira as principais formas de oferecer ou receber suporte emocional: Escuta ativa e presença afetiva: estar presente, ouvir sem julgamentos e demonstrar empatia são atitudes simples, mas eficazes. Criam um ambiente de confiança para que a pessoa se sinta segura emocionalmente, Animais de suporte emocional: cães, gatos e outros pets podem auxiliar no alívio da ansiedade e na melhora do humor. A presença de um animal estimula hormônios ligados ao bem-estar, como ocitocina e serotonina, Palavras de incentivo: frases como ‘estou aqui para você’ ou ‘vamos passar por isso juntos’ podem ter grande impacto. Validar sentimentos e oferecer acolhimento verbal também são formas poderosas de apoio, ações práticas no dia a dia: oferecer ajuda em tarefas, acompanhar a pessoa em compromissos difíceis ou apenas estar por perto faz diferença, especialmente em situações de luto ou doença. Quando buscar suporte emocional? Momentos como perda de entes queridos, término de relacionamento, diagnóstico de doenças graves ou início de mudanças importantes são comuns gatilhos para a necessidade de apoio emocional. Para Fernanda, o suporte emocional pode ser o primeiro passo para quem ainda não está pronto para procurar ajuda profissional. O suporte emocional não substitui a terapia, mas ajuda a pessoa a não se sentir sozinha. Em muitos casos, é essa rede de afeto que abre caminho para o tratamento clínico”, finaliza a especialista.

 

11 de outubro de 2025

Sete medos universais e como eles afetam a saúde mental


O medo é um sentimento comum e, acredite se quiser, saudável, é um instinto de sobrevivência fundamental, que protege o ser humano de ameaças reais. Mas quando certos medos se tornam constantes, exagerados ou mal compreendidos, eles podem gerar sofrimento psicológico, limitar escolhas e até adoecer a mente e o corpo. Segundo a psicologia, os medos humanos têm raízes profundas em nossa história biológica e social. E mesmo em contextos modernos, continuamos sendo guiados por emoções primitivas como alerta, angústia e ansiedade. “Muitos dos medos mais presentes hoje não têm a ver com predadores ou escassez, mas com rejeição, fracasso e exclusão, temas que afetam diretamente nossa identidade e autoestima a partir da nossa realidade cultural”, explica Blenda Oliveira, doutora em psicologia pela PUC-SP. Os 7 medos universais que atingem pessoas de todas as idades e culturas, e que merecem atenção quando começam a interferir na saúde mental: 1. Medo do fracasso, 2. Medo da rejeição, 3. Medo de decepcionar os outros, 4. Medo da solidão, 5. Medo de mudanças, 6. Medo da desaprovação, 7. Medo da morte (ou de perder quem se ama). O que fazer? Segundo Blenda, “reconhecer que esses medos são humanos é o primeiro passo. O segundo é observar quando eles estão nos limitando ou causando sofrimento desproporcional”. A psicoterapia pode ajudar a ressignificar esses sentimentos, desenvolver recursos emocionais e construir uma relação mais compassiva consigo mesmo. "Não é sobre eliminar o medo, mas aprender a conviver com ele sem deixar que ele decida por nós", conclui Blenda Oliveira. Com informações do site NoticiasAoMinuto  

18 de outubro de 2024

54% dos brasileiros acreditam que saúde Mental é o maior problema de saúde

Dados do novo relatório global Health Service Report 2024, revelam percepções e desafios relacionados aos sistemas de saúde no mundo. A pesquisa, elaborada pela Ipsos, empresa especialista em pesquisa de mercado e opinião pública, avaliou também o cenário brasileiro quanto às doenças que a população acredita que sejam os principais problemas de saúde no país. 54% das pessoas no Brasil acreditam que a saúde mental seja, hoje, o principal problema de saúde enfrentado pelos brasileiros. O estudo completo traz ainda as principais preocupações sobre a qualidade dos serviços de saúde, acesso a tratamentos, desafios de saúde pública e como a pandemia da Covid-19 deixou impactos no setor. A pesquisa foi conduzida entre 26 de julho e 06 de agosto de 2024 com a participação de 23.667 adultos entre 18 e 74 anos de 31 países. Para países como Brasil, Chile, Colômbia e outros, a amostra representou uma parcela mais urbana e conectada da população. A margem de erro foi calculada com base no intervalo de credibilidade da Ipsos, com uma precisão de +/-3,5 pontos percentuais para amostras de 1.000 e +/-5,0 pontos percentuais para amostras de 500. A Saúde Mental continua sendo a maior preocupação de saúde no mundo. Em média, 45% das pessoas entrevistadas nas nações pesquisadas consideram este tema como o maior problema de saúde em seus países. Esse número era de 27% em 2018. A crescente conscientização e preocupação com o bem-estar mental tem reforçado e impactado nesses resultados. O câncer e a obesidade continuam a ser uma das principais preocupações, especialmente entre as gerações mais velhas, enquanto a obesidade também figura como o problema mais preocupante de diversos países. Menos da metade dos entrevistados acreditam que seu país oferece os mesmos cuidados para todos (41%), revelando uma percepção de desigualdade no acesso a serviços de saúde. A pesquisa também revelou uma queda na qualidade percebida do sistema de saúde no mundo todo. Apenas 44% das pessoas classificaram a qualidade dos serviços como “boa”, uma queda significativa frente aos 53% de 2021, durante a pandemia de Covid-19. Em média, 64% dos entrevistados acreditam que seus sistemas de saúde estejam sobrecarregados. 

9 de novembro de 2023

Sinais de que a sua perda de memória não é normal

Geralmente algumas falhas da memória são completamente normais e inofensivas, especialmente com a idade, explica Carmen Carrión, uma professora assistente de neurologia na Escola de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, ao HuffPost, agregador de blogues.  Com os anos, as pessoas envelhecem e esquecem coisas muito simples do quotidiano, como as chaves ou têm dificuldade em lembrar-se de certos nomes. "Estas alterações de memória relacionadas com a idade não são, normalmente, motivo de preocupação", acrescentou. Infelizmente, existem certas formas de perda de memória que são anormais e podem ser indicativas de problemas maiores, explica. Por isso, no Huffpost, alguns neurologistas explicam os sinais de perda de memória que devem preocupá-lo. Sinais de que a sua perda de memória não é normal:  Incapacidade de aprender coisas novas;  Dificuldade em fazer e compreender coisas que costumavam ser fácil:  Esquecer rapidamente as conversas; Perder-se em lugares familiares; Repetir histórias com frequência; Os seus entes queridos dizem que algo parece estranho.  

24 de outubro de 2013

Cadê o remédio Clonazepam?

Em falta há pelo menos uns dois meses, na Farmácia da Central de Saúde Mental do Sassepe (que é o plano de assistência Medica dos servidores públicos do Estado de Pernambuco), que fica na Rua da Harmônia, no bairro de Casa Amarela, no Recife, o medicamento Clonazepam de 2mg. A falta deste remédio para pessoas com problema mentais, emocionais, depressão, sistema nervoso etc, já não é nenhuma novidade neste ambulatório, que atende em sua maioria funcionários do governo que ganha pouco e não pode adquirir o remédio em uma farmácia particular. A reclamação é grande por parte dos pacientes, pois alegam que na ora que mais precisa do medicamento, o mesmo toma chá de sumiço e demora muito para chegar. Se não reclamar e denunciar como tenho feito sempre neste blog, não chega nunca e os pacientes entram em depressão profunda pela dependência que este remédio provoca ao paciente e, que não pode ficar sem ele. Por isso o apelo ao governo do estado Eduardo Campos, para repor o estoque o quanto antes, pois se gasta tanto dinheiro com coisas inúteis e se esquecem da saúde do povo. Como pode ser candidato à presidente desse jeito e querer o voto dos doentes que são muitos e, sua maioria votam durante eleições. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

21 de maio de 2012

Serviços de Psiquiatria sendo desativados

Os serviços psiquiátricos estão sendo desativados em todo o Brasil. Os "Pavilhões", que abrigam centenas de esquizofrênicos estão sendo fechados. A equizofrenia é uma doença incurável e o portador do mal não tem sintonia com a realidade. Acometidos de surtos, alguns doentes, fortes, musculosos, agridem pessoas da família: pai, mãe, irmãos e quem estiver pela frente. Há pouco, um esquzofrênico jogou o pai de cadeiras de rodas no meio da rua e espancou a mãe idosa, não a matando por intervenção de vizinhos. A experiência que o Brasil segue foi herdada da Itália que, pelo que se sabe, está restalecendo o modelo antigo, isto é, restabelecendo os "Pavilhões "', colocados, como antigamente, aos cuidados de médicos e enfermeiros especialiados. Foto: web. Rômulo Paes Barreto. Recife/PE.