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12 de janeiro de 2015
Ponto de vista de internauta
Um dos comportamentos que mais denigre o ser humano é a bajulação, a pegajosa irmã colaça da hipocrisia, ambas geradas pela força da mentira. Tapar o sol com a peneira para inocentar quem já está atolado na lama, até o pescoço, com a suprema intenção de acobertar terceiros é, no mínimo, infantilidade no país do “faz de conta”. Esperemos os resultados dos processos instaurados nos Estados. Unidos que, certamente, não pouparão ninguém e serão mais confiáveis. Uma pergunta está correndo pela internet: “Se os responsáveis pela Petrobrás não sabiam nada sobre a corrupção, por que é que os presidentes militares e seus ministros teriam que saber de eventuais torturas nos quartéis? “. Ninguém precisa responder porque o macaco só queria entender. Afinal, faz muito sentido para quem não tem rabo preso. Foto: Firmino Caetano Junior. João Roberto Gullino. Petrópolis/RJ
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11 de dezembro de 2014
Tortura nunca mais
Nos Estados Unidos da América, um país que prega a democracia, depois do Onze de Setembro, desencadeou-se uma onda de bárbaras torturas em algumas pessoas, até inocentes, em nome da salvação de milhões de americanos. No Brasil para não permitir um golpe para implantação do comunismo no país, também houveram torturas nos militantes comunistas, alguns até inocentes também, para impedir o golpe. Também houveram torturas físicas e psicológicas por parte dos comunistas como os justiçamento dos jovens que queriam deixar o movimento, morte de militares e civis com terrorismo etc. Foi assinada uma anistia ampla e os brasileiros que estavam no estrangeiro retornaram ao Brasil com um amplo acordo de esquecimento desta fase triste de nossa história. O que não concordo é que a Comissão da Verdade só investigou o que os militares fizeram, o que os comunistas e terroristas da esquerda fizeram foi para o esquecimento. Foto: Firmino Caetano Junior. Edson Campos E Silva. Recife/PE
1 de abril de 2014
Revolução de 64: Dois pesos e duas medidas
Só quem não viveu em 64, acredita no revanchismo de hoje, mostrando somente a parte negativa do governo militar sem nunca o seu lado positivo e, em contrapartida, fantasiam o lado angelical do atual sistema, e não a face podre que está levando o país à bancarrota. Fala-se tanto em ditadura numa época em que não houve cerceamento dos poderes, diferente de hoje, concentrado num único a comandar os demais. Naquela época defendia-se o país, hoje são os corruptos, oportunistas e marginais que são defendidos em detrimento do país. Todos que mostram suas feridas não passaram o que os italianos, alemães e japoneses passaram, junto com seus familiares, em torturas físicas e psicológicas na ditadura Vargas, detalhe que ninguém questiona o “por quê” na Comissão da Verdade ter sido criada abrangendo somente os anos após. Além de todos aqueles que se dizem prejudicados pelo regime, se locupletaram como verdadeiros patriotas “mercenários” sem pensarem no país, só em si.. Reclamam, com hipocrisia, da censura daquela época, mas a de hoje, só não vê quem tem antolhos. Vivemos numa sociedade decadente, cheia de corruptos ativos e passivos que participam, por dinheiro, de obras públicas, fazendo propaganda perniciosa do governo e de firmas duvidosas ligadas ao sistema. Foto: web. João Roberto Gullino. Petrópolis/RJ
28 de março de 2014
Ditadura e Tortura nunca mais
Ultimamente tenho visto inúmeros apelos de cidadãos revoltados com a situação brasileira sugerindo a volta da ditadura em nosso país. Gostaria de lembrar que se houvesse uma ditadura instalada sequer poderíamos opinar sobre qualquer assunto, estaríamos publicando receitas de bolos ou elogiando a atual seleção de futebol, caso contrário seríamos torturados até a morte sem que ninguém soubesse nosso paradeiro e quem buscasse informações desapareceria. Felizmente possuímos liberdade de imprensa, expressão, pensamento e podemos escolher por meio do voto nossos representantes no governo e existem canais democráticos para expressarmos nosso descontentamento sobre qualquer setor. Tem um projeto de lei do deputado Paulo Lamac (PT), a qual deveria torna-se lei nacional, que pretende alterar os nomes de obras públicas caso elas façam referência à pessoas que participaram da ditadura civil-militar e trocarmos por nomes de pessoas honradas, íntegras e verdadeiramente patriotas que morreram e sofreram para livrar nosso país da tirania e da opressão. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. São Paulo/SP
19 de março de 2014
Jornal tenta jogar a população contra os militares
A Folha de São Paulo publica matéria inverídica afirmando que a Marcha marcada para o dia 22 de março é pela volta dos militares ao poder. Não poderia ser mais mentirosa e parcial esta notícia, pois o que se pretende é fazer um protesto contra o governo de Dilma Rousseff e Partido dos Trabalhadores em geral, e até apelando aos militares que, caso o Brasil esteja em risco iminente de se tornar um Estado socialista bolivariano, eles intervenham para impedir que tal se dê, como aconteceu na Venezuela, pois este regime afronta completamente nossa Constituição. Isto não significa que queiramos um governo militar. Queremos sim um governo civil que obedeça o regime democrático e a Constituição de 88. Esta notícia da Folha de São Paulo tenta jogar a população contra os militares que se mantem em silêncio até agora, esquecendo que uma das funções das forças armadas é defender a Carta Magna e o estado de Direito, que atualmente já estão sendo aviltados pelo governo do Partido dos Trabalhadores. Foto: Firmino Caetano Junior. Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP
31 de dezembro de 2013
Despesas do governo com aposentadorias e pensionistas dos militares, é maior do que se gasta com o Bolsa Família
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6 de fevereiro de 2013
Humor da presidente Dilma
É insuportável o humor da presidente Dilma, que não respeita ninguém, parecendo que vive ainda na clandestinidade como ativista do terrorismo. Os preparados militares que trabalham na Presidência da República, vivem pisando em ovos, pois a presidente faz de tudo para insulta-los e muitos ficam calados pois são disciplinados e educados nas escolas militares para seguir a risca a disciplina. Dilma, não perdeu a sua característica de mulher grosseira e arrogante, bem diferente do seu antecessor, o ex-presidente Lula, que sabia lidar com os seus subordinados na Presidência da República. Tem militar das Forças Armadas, que se recusa trabalhar no Palácio do Planalto. É preciso que alguém com coragem, fale para a presidenta, que os homens passam, porém as suas obras ficam e, poderia citar os mandatos do JK, FHC, Itamar Franco e o próprio Lula, como pessoas que governaram o Brasil com flores nas mãos e não com a chibata do ódio, como Dilma faz diariamente na Presidência. Foto: web. Luiz Solano. O repórter do Planalto. Brasilia/DF.
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