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6 de janeiro de 2026

China diz não aceitará que outro país se assuma como juiz do mundo

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou nesta segunda-feira que o país “não aceitará que nenhuma nação se coloque como juíza do mundo”, em reação à prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação conduzida pelos Estados Unidos.Segundo Wang Yi, o cenário internacional está “cada vez mais turbulento e complexo”, marcado pelo que classificou como práticas de unilateralismo e abuso hegemônico nas relações entre os países. Pequim reiterou que se opõe de forma consistente ao uso ou à ameaça do uso da força, bem como à imposição da vontade de um Estado sobre outros.O chanceler chinês acrescentou que a China está disposta a atuar junto à comunidade internacional, “incluindo o Paquistão”, para defender a Carta das Nações Unidas, preservar o que chamou de “linha mínima da moral internacional” e promover a construção de uma “comunidade de destino comum da humanidade”.Taiwan também informou que acompanha “com muita atenção” a situação política, econômica e social da Venezuela. Em comunicado citado pela agência EFE, o governo taiwanês afirmou monitorar os desdobramentos internos e internacionais do caso, incluindo o envolvimento do que chamou de “regime ditatorial venezuelano” com o narcotráfico e a crise humanitária atribuída ao governo de Caracas.O Executivo liderado pelo Partido Democrático Progressista declarou ainda desejar que a Venezuela “transite pacificamente para um sistema democrático” e manifestou interesse no desenvolvimento das relações bilaterais com o país. No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, estão detidos no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, onde aguardam julgamento por diversos crimes, entre eles. narcoterrorismo. Folhapress


30 de setembro de 2025

Profecia do 'fim do mundo' domina as redes sociais

Com uma voz calma e um sorriso no rosto, o pastor sul-africano Joshua Mhlakela afirmou em vídeo publicado no YouTube que a “volta de Jesus” estava próxima e aconteceria na virada de 23 para 24 de setembro. O episódio, conhecido no meio cristão como arrebatamento — quando os fiéis seriam levados ao céu antes do Juízo Final — viralizou no TikTok, X (antigo Twitter) e outras redes, gerando expectativa e pânico entre seguidores em países como Estados Unidos, África do Sul e Índia. Na gravação, Mhlakela relatou ter visto Jesus em um trono e ouvido dele a mensagem: “Estou chegando em breve”. A escolha da data, segundo ele, não era coincidência: o dia coincide com o Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico, tradicionalmente marcado pelo som das trombetas, interpretadas por parte dos cristãos como anúncio da volta triunfal de Cristo. Passagens bíblicas usadas pelo pastor reforçaram o clima de urgência. Na primeira carta aos tessalonicenses, o apóstolo Paulo descreve que “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” e, depois, os vivos seriam arrebatados “nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares”. Para muitos fiéis, o arrebatamento significaria consolo: todos os crentes, vivos e mortos, estariam juntos com Deus. As falas de Mhlakela, porém, não surgem isoladas. O crescimento do evangelismo neopentecostal, o alcance das redes sociais e crises globais, como guerras e mudanças climáticas, criam terreno fértil para profecías apocalípticas. Especialistas lembram que, se no passado mitos sobre o “fim do mundo” uniam comunidades inteiras, hoje circulam em bolhas digitais, muitas vezes alimentando pânico e teorias conspiratórias. Teólogos também divergem sobre como e quando esse arrebatamento aconteceria. Alguns acreditam que os cristãos seriam levados antes de um período de sofrimento descrito na Bíblia; outros, que passariam por parte ou por toda a tribulação antes da volta final de Cristo. O teólogo Hernandes Dias Lopes citou sinais como guerras, terremotos e a “falta de amor no mundo” como indícios da proximidade do “fim”, mas lembrou que “não temos o calendário de Deus nas mãos”. A ideia do arrebatamento foi popularizada por pastores protestantes do século 19, como John Nelson Darby, e disseminada por rádios e TVs ao longo do século 20. Casos de previsões frustradas não são novidade: Harold Camping, famoso nos EUA, garantiu que o mundo acabaria em 2011 — após já ter apontado 1994 como data provável.

 

20 de julho de 2025

Obesidade infantil cresce no mundo e exige atenção

A obesidade infantil é uma preocupação crescente em escala global. Segundo a World Obesity Federation, cerca de 158 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos vivem atualmente com excesso de peso. A projeção é alarmante: até 2030, esse número pode chegar a 254 milhões. A pediatra Dra. Gabriela Oliani, da Santa Casa de São Roque, unidade administrada pelo CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” em parceria com a Prefeitura da cidade, alerta que fatores genéticos e hereditários são responsáveis por 55% a 80% da variação individual nos casos de obesidade. “Isso mostra que, embora alimentação e atividade física sejam fundamentais, a predisposição genética tem grande impacto no desenvolvimento da condição”, explica. Antes visto como um problema restrito a países de alta renda, o sobrepeso infantil tem avançado de forma significativa em nações de baixa e média renda, tornando-se uma preocupação mundial. Dra. Gabriela destaca que a formação dos padrões alimentares começa ainda na gestação, já que a variedade da dieta da gestante pode expor o feto a moléculas palatáveis e influenciar preferências alimentares futuras. A amamentação, por sua vez, é fator protetor contra a obesidade, e uma introdução alimentar adequada favorece a formação de bons hábitos desde cedo. “A prevenção começa na base da família. As idades críticas são aquelas que envolvem mudanças nos padrões de vida, como o início da escolarização e a socialização na primeira infância.” Entre os riscos à saúde associados à obesidade, a pediatra aponta consequências de curto prazo, como distúrbios respiratórios, dores articulares, alterações alimentares e baixa autoestima. Já no longo prazo, há maior probabilidade de desenvolvimento de diabetes tipo 2, hipertensão arterial e síndromes cardiovasculares na idade adulta. Com informações do Site NoticiasAoMinuto

 

13 de setembro de 2024

Mulher se demite, gasta R$ 190 mil em viagem pelo mundo, mas se arrepende

Helen Zhao, jornalista que trabalhava para a CNBC, decidiu se demitir para dar uma volta ao mundo. A repórter investiu todas as suas poupanças para realizar este sonho e recentemente decidiu compartilhar a  sua experiência. A conclusão que mais se destaca é a de que se arrependeu. Segundo detalha, aos 28 anos conseguiu aquele que era o seu emprego de sonho, no departamento de multimídia  desta rede televisiva. Apesar disso, confessa, acordava muitas vezes pensando se ao completar 80 anos não se arrependeria de ter passado toda a sua vida dedicada ao trabalho."Sofria de ansiedade crônica e perdi minha capacidade de viver o presente", partilha Helen, hoje com 34 anos, revelando que foi então que largou tudo e foi para o Peru, onde deu início a uma jornada de 18 meses pela América do Sul e pela Ásia. A viagem custou-lhe cerca de 31.600 euros (cerca de R$ 190 mil). A experiência não foi nada daquilo que esperava. Segundo conta, a sua obsessão por ter tudo sob controle fez com que a viagem se tornasse tudo menos divertida e, por fim, acabou concluindo que cometeu um erro: devia ter dado prioridade à felicidade do momento ao invés de ter focado no futuro. Outro dos seus maiores arrependimentos foi ter gasto, em 18 meses, todas as poupanças, o que hoje a impede de ter uma casa própria. Depois da (má) experiência, Helen está tentando retomar a sua vida. Esta afirma que  está tentando que o arrependimento seja o foco da sua “segunda oportunidade”, e que procura agora através de um site onde detalha a sua experiência como jornalista e viajante, ajudando outras pessoas. Com informações do site notícias ao minuto