O magnésio é um mineral essencial para diversas funções no corpo humano, auxiliando na regulação da pressão arterial, do açúcar no sangue e na saúde óssea. Se os níveis desse nutriente estiverem baixos, uma alimentação equilibrada pode fazer toda a diferença. A nutricionista Jillian Kubala, em entrevista ao site Health, destacou algumas frutas que são fontes naturais de magnésio e podem contribuir para manter o organismo saudável. Confira: Banana – Além de ser uma das frutas mais consumidas no mundo, a banana é rica em magnésio e potássio, ajudando no funcionamento dos músculos e na prevenção de cãibras. Abacate – Essa fruta cremosa não só fornece magnésio, mas também é uma excelente fonte de gorduras saudáveis e fibras, auxiliando na saúde cardiovascular. Amoras – Pequenas, mas poderosas! As amoras são ricas em antioxidantes, fibras e magnésio, contribuindo para a saúde do sistema imunológico e da pele. Jaca – Rica em magnésio, ferro e fibras, a jaca ajuda no fortalecimento dos ossos e na digestão, além de fornecer energia para o dia a dia. Maracujá – Conhecido por seu efeito calmante, o maracujá também é uma ótima fonte de magnésio e vitamina A, fortalecendo o sistema imunológico. Damasco – Essa fruta é uma fonte natural de magnésio e betacaroteno, essencial para a saúde da pele e da visão. Pitaya – Exótica e cheia de benefícios, a pitaya é uma das melhores fontes de magnésio e ainda contribui para a hidratação e o bom funcionamento do intestino. Mamão – Rico em fibras e magnésio, o mamão auxilia na digestão e no fortalecimento do sistema imunológico. Goiaba – Essa fruta tropical contém boas quantidades de magnésio, além de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico. Essas frutas são opções práticas e deliciosas para incluir no dia a dia e garantir uma boa ingestão de magnésio, essencial para a saúde geral do organismo.
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15 de março de 2025
Frutas ricas em magnésio que ajudam a equilibrar o organismo
30 de agosto de 2024
Nutricionista ressalta os benefícios do mel para o organismo
O mel é um alimento considerado funcional, pois além de possuir nutrientes para o corpo, tem propriedades específicas que traz muitos benefícios à saúde e pode ser consumido em refeições como café da manhã e lanches. De acordo com a coordenadora do curso de nutrição da Faculdade Anhanguera, Bruna Cristina Ramos, o mel ajuda a fortalecer o sistema imunológico e a prevenir doenças, principalmente, por ser rico em antioxidantes, vitaminas e minerais. “O mel possui um alto valor nutritivo, por isso é bastante usado para fins medicinais. Sua composição é bastante variável, pois depende muito da flora onde é produzido, do clima, das espécies de abelha que o fabricam, e da forma de manejo do apicultor. Como agente anti-inflamatório, antimicrobiana, equilibra a pressão arterial, e ajuda nos quadros de gripe”, aponta a nutricionista. O mel é uma excelente opção para substituir o açúcar refinado, pois é um adoçante natural e mais saudável. É metabolizado mais lentamente, o que ajuda a manter os níveis de açúcar mais estáveis no sangue. Além de contribuir para um melhor funcionamento intestinal, o mel contém enzimas digestivas que ajudam na quebra dos alimentos e a facilitar a digestão. Os probióticos presentes estimulam a produção das bactérias benéficas para o intestino. O mel é versátil e saudável, mas é preciso atenção, pois o excesso pode gerar ganho de peso, e a recomendação é utilizá-lo como parte de uma dieta balanceada. Com informações do Site Notícias Ao Minuto
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27 de fevereiro de 2024
Três alimentos doces que fazem bem ao cérebro, segundo um neurocientista
À medida que envelhecemos, o organismo passa por diversas mudanças, e o cérebro não fica imune a essas transformações. Pequenos esquecimentos podem ser normais, mas perdas de memória e doenças neurológicas graves não são. No entanto, alguns alimentos podem contribuir para a manutenção da saúde cerebral. Em um vídeo compartilhado na rede social TikTok, o neurocientista Robert Love destacou três doces que são "ótimos para o cérebro". O chocolate foi mencionado como um deles, com a recomendação de optar pelo chocolate meio amargo para garantir a obtenção de mais bioflavonoides, que são bloqueadores de receptores de hormônios relacionados ao câncer, e esteróis, que se convertem em vitamina D no organismo. Os mirtilos também foram destacados como extremamente benéficos para o cérebro. Segundo Love, eles são ricos em polifenóis, que beneficiam as bactérias intestinais. Ele salientou que o que é bom para o intestino é bom para o cérebro, acrescentando que os mirtilos possuem baixo teor de açúcar, evitando aumentos nos níveis de glicose no sangue. O médico recomendou a escolha de mirtilos orgânicos para evitar pesticidas prejudiciais para o cérebro e o restante do corpo. Além disso, Love sugeriu o consumo de arroz doce preto, uma sobremesa popular no Oriente. Ele destacou que o arroz preto é delicioso e saudável, sendo rico em polifenóis e não elevando os níveis de açúcar no sangue como o arroz comum.
7 de dezembro de 2023
Veja quais sintomas apontam se há deficiência de vitamina D no organismo
Importante para o bom andamento das funções biológicas, a vitamina D é considerada um hormônio que atua na saúde óssea, crescimento, imunidade, musculatura, metabolismo e em vários órgãos e sistemas, como o cardiovascular e o sistema nervoso central. A principal fonte da vitamina D está na epiderme, onde a Vitamina D3 é sintetizada na pele através de uma reação realizada pelos raios UVB. A obtenção natural da vitamina D deve ocorrer entre às 10 e 16 horas. A médica dermatologista e professora de Medicina da Unime, Larissa Santana Silva, destaca que é preciso atenção à exposição dos raios solares. “O aparecimento das patologias de pele vem aumentando por conta da ausência de proteção solar e o processo de envelhecimento da pele e do surgimento das doenças da pele estão ligados diretamente a esse fator que, se na medida errada, pode prejudicar e causar malefícios ao indivíduo”. Ela também menciona que a vitamina está relacionada à síntese de cálcio e paratormônio, fatores regulados pelas paratireóides. É importante ressaltar que os alimentos fontes de vitamina D são responsáveis por apenas 20% da reposição e que os níveis inadequados são considerados um problema de saúde pública. Monitorá-los no organismo deve ser rotina, em consultas médicas; o que ajudará a identificar a sua carência e prevenir as patologias relacionadas a seu déficit. Com informações do Site NoticiasAoMinuto
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