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11 de novembro de 2014

Um ato de cidadania e boa educação

Antigamente a avenida Boa Viagem e a rua dos Navegantes, no bairro de Boa Viagem, em Recife, eram os sanitários dos cachorros das pessoas que tinham esses animais. Porque deixar meu bicho fazer cocô na frente do meu prédio se posso levá-lo para fazer na frente do prédio do vizinho. Um grupo de pessoas que tinham cachorros, a Associação dos moradores, o pessoal do Parque dos Coqueiros e um jovem que não me lembro o nome iniciaram uma campanha simples. Colocavam cartazes as vezes bem duros como: Não deixe que seu animal de estimação deixe na calçada o que seu dono tem na cabeça. Outras ações mais little como oferecer um saco com a frase: O senhor esqueceu de trazer o saquinho, tome um que trouxe a mais. Hoje ainda existe os mal educados mas são em menor número. Este cidadão deu um bom exemplo de cidadania e fiz questão de fotografar esta cena. Seu cachorro fez cocô na calçada e ele apanhar a bosta com um saco. Bom que todos fizessem o mesmo. Foto: Edson Campos E Silva. Recife/PE 

26 de agosto de 2014

Projeto votado no Congresso Nacional, é um afronto ao cidadão

É uma afronta ao cidadão brasileiro o ridículo, inoportuno e desnecessário projeto votado no Congresso Nacional visando modificar "ç", "ch" e "ss" na ortografia da língua portuguesa utilizada no Brasil. Considerando que 75% dos brasileiros entre 14 e 65 anos de idade são analfabetos funcionais, ou seja, não sabem interpretar ou criar um simples texto, é fácil presumir que necessitamos de uma reforma educacional generalizada e principalmente da valorização dos professores ao invés de adequar a ortografia para aqueles que não aprendem o básico as escolas. Ainda mais vergonhoso é o fato de senadores e deputados custarem praticamente 1 milhão de reais por hora de "trabalho" ao contribuinte e desperdiçarem esse tempo valioso de um país pobre em discussões inúteis, enquanto projetos importantes ao desenvolvimento da nação continuam engavetados. Infelizmente essa prática é compreensível devido os princípios maquiavélicos que regem a política brasileira desde a proclamação da república. Foto: Luiz Solano. Daniel Marques. Virginópolis MG

18 de julho de 2014

Servidora pública não atende bem usuários pelo telefone

Durante a Copa do Mundo, muitos torcedores demonstraram boa educação. Os japoneses, que limparam o lugar ocupado nos jogos de sua seleção, foram aplaudidos. Os alemães, impressionaram pela grandeza de caráter. No entanto, no Brasil, infelizmente, não desapareceu a má educação de algumas pessoas.  Não sumiu a grosseria e a chatice nos gestos de alguns servidores públicos. Embora a época do cidadão ser humilhado e destratado nos setores públicos ter sido extinto, ainda pinga de vez em quando a mania do atendimento ríspido, indelicado e rude na prestação de serviços ao público. No Expresso Cidadão, de Peixinhos, Olinda, no atendimento telefônico da linha 31838104, por volta das 13h00 do dia 15.07 surgiu uma funcionária que não se identificou e abusando de grosseria e autoritarismo, informou que não transferia ligação telefônica e muito menos fornecia o número do setor de expedição de Carteira de Identidade. A sorte foi ter repetido a ligação e do outro lado da linha apareceu a servidora Fátima que delicada e humildemente resolveu o problema, na melhor da boa vontade e sem apelar para a tradicional falta de educação. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

21 de agosto de 2013

Cidadão do Cabo de Santo Agostinho

O deputado estadual e líder da Oposição na Assembleia Legislativa, Daniel Coelho (PSDB), recebeu, na manhã desta terça-feira, o título de cidadão do Cabo de Santo Agostinho. Estiveram presentes à sessão vereadores do município, o ex-deputado estadual João Coelho, pai de Daniel, e o deputado estadual Betinho Gomes. Presidente da sessão especial que concedeu o título a Daniel, o vereador Nilson Gabriel destacou que a homenagem é um reconhecimento aos “relevantes serviços em defesa do meio ambiente” no município. Em 2011, Daniel foi uma das principais vozes contra a instalação de uma usina termelétrica no município – após muita pressão, o governo estadual acabou desistindo do empreendimento. Em seu discurso, Daniel também lembrou do episódio. “Abraçamos muitas lutas aqui no Cabo, como a luta contra a usina que pretendiam instalar aqui. Quantas famílias, crianças e idosos não poderiam adoecer, sofrendo com a poluição? Que este seja o começo de muito mais trabalho pelo povo dessa cidade”, afirmou o deputado. Foto: Paulo Augusto. Assessoria de imprensa

28 de agosto de 2012

Pedindo esmola debaixo de carros

na Rua Benedito Chaves, transversal com Avenida Conselheiro Aguiar, no bairro de Boa Viagem, e bem próximo ao Bompreço, um mendigo pede esmola num carro de rolimã abaixo das rodas de veículos grandes que circulam pelo local. O cidadão é aposentado e não admite que outros pedintes peçam trocados da sua freguesia. O descaso é grande pois o cidadão segundo informações, ganha mais de um mil por mês do INSS. Já houve dois desastres de ônibus da Borborema pertíssimo dele e quem sabe, ele não pode ser a próxima vítima? Perguntaria: A quem compete resolver este problema? A prefeitura da cidade do Recife? Ao governo do estado? A polícia? A quem finalmente? Foto: Firmino Caetano Junior.  Rômulo Paes Barreto. Jornalista. Recife/PE. www.cidadedopaulista.blogspot.com

30 de maio de 2012

Microfone no Mercado de São José

No Mercado de São José, no Recife, todo mundo conhece Microfone. A sua fama cresceu ainda mais quando, em 1995, participou do programa Brasil Legal, da Rede Globo, ao lado de Regina Casé. O que pouca gente sabe é que Microfone também é compositor. Entre as suas criações, estão samba-canções e marchinhas decarnaval. Essa figura pequenina e impressionante por sua alegria e disposição para um bom papo, nasceu na praia de Ponta de Pedras, situada na cidade de Goiana, no litoral norte de Pernambuco, em 1925. Diz que até hoje não conhece a sede do município onde nasceu. Ainda menino, em 1936, veio com a família morar no bairro de São José, no Recife, ao lado Mercado, de onde nunca mais saiu. Do bairro, guarda as lembranças do tempo em que era eminentemente residencial. Do Mercado, lembra do movimento comercial intenso que havia quando as Docas do Recife ainda funcionavam e todas as compras dos navios que lá atracavam eram feitas ali. Hoje, reclama das mudanças ocorridas e principalmente do esvaziamento do bairro com as saídas das residências e a fixação do comércio no entorno do Mercado. Por ser muito falastrão e eloquente, ganhou o apelido de Microfone de um primo chamado Zé de Góis, na década de 50. Pai de três filhos e uma filha, Microfone tem cinco netos. Hoje, por conta da idade, Microfone entregou a administração do seu box no Mercado de São José ao sobrinho Marcos. Mas, todos os dias, lá pode ser encontrado. Diz que depois de 70 anos de vivência no Mercado, dali só sairá quando morrer. Foto: Cida Machado. Clóvis Câmpelo. Recife/PE.