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15 de fevereiro de 2013

Fezes e urina pelo chão e haja descaso

O Sanitário Público da Feira Livre do Cordeiro, que fica ao lado do Mercado Público, está com a fossa estourada há vários dias. Uma água pobre misturada com fezes, urina, bilhões de bactérias etc, vêm saindo por uma Boca-de-lobo sem parar e, toda a imundície fica estagnada no meio fio da via e em cima da calçada, provocando assim um mau cheiro horrível, que poder ser sentido a mais de 500 metros de distância. Ninguém já não aguenta tanta sujeira em um só lugar. Um descaso total para com dezenas de donos de boxes que negociam na área e, com as pessoas de um modo geral, que passam pelo local diariamente. É preciso urgente que algo seja feito, pois caso contrário, a imundície vai matar o povo de doenças as mais diversas, pois trata-se na realidade de um caso de saúde pública. Que medidas serão tomadas? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE.

5 de agosto de 2012

Mercado Público do bairro de Maranguape I, na cidade do Paulista, oferece perigo aos usuários

O Mercado Público de Maranguape I, na cidade de Paulista, em Pernambuco, está precisando urgente de uma reforma e limpeza para tira as folhas secas do telhado que esta virando foco de dengue. Por outro lado, o perigo do quadro de luz sem proteção é muito grande, pois por perto passa crianças e se por curiosidade colocar a mão, vai levar um chove e pode ir à óbito. O que a Prefeitura vai fazer para solucionar este problema gravíssimo? Foto: Henrique Lotto. Paulista/PE.

21 de julho de 2012

Mega operação no Recife

Centenas de quilos de produtos como carnes, queijos, chocolates, iogurte, leite e vários embutidos impróprios para o consumo foram apreendidos na manhã desta sexta-feira (20) durante uma mega operação de fiscalização realizada pela Secretaria de Saúde do Recife no Mercado Público de Afogados, zona sudeste do Município. Inspetores da Vigilância Sanitária, policiais da delegacia do bairro e da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) foram os responsáveis pela ação que culminou na apreensão dos alimentos e na prisão de cinco pessoas. A investida começou às 9h e reuniu uma equipe de mais de 30 pessoas. A estratégia foi montada de forma que os comerciantes fossem pegos de surpresa. Por isso, três equipes se distribuíram para visitar os locais. Do lado externo do mercado, os inspetores interditaram dois tabuleiros que continham iogurte, chocolates, mortadelas, leite, bolacha, suco em pó e salsicha. Coincidentemente, os produtos eram vendidos na calçada de um supermercado. Ao perceberem a chegada da equipe, os comerciantes se evadiram do local. A mercadoria foi recolhida. Dentro do mercado, alguns boxes foram interditados por comercializarem carnes de forma inadequada. Na área externa do centro de vendas, especificamente na saída da estação do metrô, um caminhão que acabara de chegar transportando mais de 30 quilos de queijo coalho foi interceptado pela polícia. O veículo foi periciado e os inspetores detectaram mais uma carga com produto sem o registro da vigilância sanitária e sem cadastro na Adagro, ou seja, sem condições de ser vendido e muito menos ingerido. Próximo dali, outro caminhão vindo do interior estacionou com mais de 300 quilos da mesma mercadoria e também nas mesmas condições. Outro fator que também chamou bastante atenção foi o funcionamento de um abatedouro clandestino de aves no pátio externo do mercado. Além de ser proibido pelo município estabelecimentos do tipo funcionarem em espaços públicos municipais como o mercado, o proprietário cometia outra infração: o abate clandestino no mesmo local da comercialização. Cinco pessoas foram levadas para a delegacia para prestar depoimento. Eles poderão ser penalizados com detenção de dois a cinco anos por terem cometido crime contra as relações de consumo, previsto no Artigo 61 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Curiosos, os frequentadores do espaço público municipal ficaram impressionados. Reportagem: Tádzio Estevam. Foto: José Alves. Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura da cidade do Recife.

30 de maio de 2012

Microfone no Mercado de São José

No Mercado de São José, no Recife, todo mundo conhece Microfone. A sua fama cresceu ainda mais quando, em 1995, participou do programa Brasil Legal, da Rede Globo, ao lado de Regina Casé. O que pouca gente sabe é que Microfone também é compositor. Entre as suas criações, estão samba-canções e marchinhas decarnaval. Essa figura pequenina e impressionante por sua alegria e disposição para um bom papo, nasceu na praia de Ponta de Pedras, situada na cidade de Goiana, no litoral norte de Pernambuco, em 1925. Diz que até hoje não conhece a sede do município onde nasceu. Ainda menino, em 1936, veio com a família morar no bairro de São José, no Recife, ao lado Mercado, de onde nunca mais saiu. Do bairro, guarda as lembranças do tempo em que era eminentemente residencial. Do Mercado, lembra do movimento comercial intenso que havia quando as Docas do Recife ainda funcionavam e todas as compras dos navios que lá atracavam eram feitas ali. Hoje, reclama das mudanças ocorridas e principalmente do esvaziamento do bairro com as saídas das residências e a fixação do comércio no entorno do Mercado. Por ser muito falastrão e eloquente, ganhou o apelido de Microfone de um primo chamado Zé de Góis, na década de 50. Pai de três filhos e uma filha, Microfone tem cinco netos. Hoje, por conta da idade, Microfone entregou a administração do seu box no Mercado de São José ao sobrinho Marcos. Mas, todos os dias, lá pode ser encontrado. Diz que depois de 70 anos de vivência no Mercado, dali só sairá quando morrer. Foto: Cida Machado. Clóvis Câmpelo. Recife/PE.

30 de novembro de 2011

Caos no Mercado Público da cidade de Camaragibe, em Pernambuco


O mercado público de Camaragibe precisa ergente de reformas a começar pelas instalações elétricas, hidráulicas, sanitários, boxes, telhados, etc, que estão em péssimo estado de conservação fora outros itens. O lixo tanto dentro e fora reina. Bares instalados logo na entrada principal do mercado vendem comidas de procedência duvidosa que pode causar problemas de saúde aos seus frequentadores, sem contar à venda discriminada de bebidas alcoólicas para adolescentes. A faixada do prédio caindo aos pedaços é um péssimo cartão postal, sem contar a poluição visual que provoca. O que pode ser feito por este mercado?

4 de novembro de 2011

Haja criatividade


Este comerciante informal de frutas e legumes, que negocia aos sábados no mercado público do bairro de Cavaleiro, na cidade do Jaboatão dos Guararapes, teve uma idéia genial. O seu box, fica instalado em um primeiro andar improvisado e quem sabe, para fugir dos impostos salgados cobrados pela prefeitura do municipio e sem retorno, diga de passagem. Se a moda pega...

14 de setembro de 2010

135 anos de existência do mercado de São José



Uma festa regada a apresentações culturais, café da manhã e corte de bolo marcou os 135 anos de existência do Mercado de São José, no bairro de mesmo nome, dia 13.09.2010. A Prefeitura do Recife realizou uma série de atividades comemorativas ao aniversário do tradicional centro de comércio popular da capital pernambucana, que foi fundado no dia 7 de setembro de 1875. A programação, que começou às 7h30 e seguiu até o início da tarde, e reuniu permissionários, clientes e moradores do entorno, no pátio de entrada do mercado. Para receber bem os visitantes, logo cedo, o Mercado de São José passou por uma lavagem com água de cheiro e defumação em toda a área interna e externa. Por volta das 9h, foi celebrado um culto evangélico e, em seguida, o público teve à disposição um café da manhã regional. A animação da festa ficou por conta dos shows do grupo Forró Rabecado e da cantora Woleide Dantas, além de apresentações de grupos de afoxé, maracatu e trio de forró pé-de-serra. O tradicional corte do bolo aconteceu às 12h. Parabéns pela data.

12 de setembro de 2010

Aniversário do mercado de São José


Uma festa regada a apresentações culturais, café da manhã e corte de bolo vai marcar os 135 anos de existência do Mercado de São José, no bairro de mesmo nome. Nesta segunda-feira (13), a Prefeitura do Recife realiza uma série de atividades comemorativas ao aniversário do tradicional centro de comércio popular da capital pernambucana, que foi fundado no dia 7 de setembro de 1875. A programação, que começa às 7h30 e segue até o início da tarde, vai reunir permissionários, clientes e moradores do entorno, no pátio de entrada do mercado. Para receber bem os visitantes, logo cedo, o Mercado de São José passará por uma lavagem com água de cheiro e defumação em toda a área interna e externa. Por volta das 9h, será celebrado um culto evangélico e, em seguida, o público terá à disposição um café da manhã regional. A animação da festa ficará por conta dos shows do grupo Forró Rabecado e da cantora Woleide Dantas, além de apresentações de grupos de afoxé, maracatu e trio de forró pé-de-serra. O tradicional corte do bolo acontecerá às 12h. foto: web. fonte: Assessoria de imprensa da prefeitura do Recife.

10 de setembro de 2010

Carne de cavalo, cachorro, gato e outros bichos, sendo vendidas em mercado público


Os consumidores que foram ao Mercado Público de Afogados está semana, receberam importantes orientações de profissionais da Vigilância Sanitária do Recife e da Universidade Rural de Pernambuco (UFRPE), sobre o comércio de carne de animais, venda clandestina e como reconhecer o produto na hora da compra. Esta etapa do trabalho foi iniciada no Mercado de Afogados e percorrerá os demais estabelecimentos do Recife, levando orientações à população e, principalmente, sensibilizando os permissionários. Uma equipe formada por aproximadamente 15 pessoas, em um estande montado no interior do estabelecimento, fizeram a demonstração, utilizando peças de animais (cortes de carne como são vendidos nesses locais), de como reconhecer o animal que está sendo comercializado. Quem não sabe o Mercado Público de Afogados apresenta muitos registros de venda clandestina de carne de animais, principalmente de cavalo (ao invés da de boi) e cachorro (substituindo a de bode) e quem for pego vendido o produto serão punidos, segundo Jurandir Almeida, gerente da Vigilância Sanitária Ambiental do Distrito Sanitario V. Informa ainda que as pessoas lesadas deve denunciar a prática. O recado está dado. Mas tém um detalhe: Nunca vi falar que alguém foi preso. Já não seria um caso de policia?